Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia
Principais lições deste artigo
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Empresas do Grupo A enfrentam em 2026 contas de energia mais altas e pressão por resultados em ESG. A escolha entre geração de energia remota e mercado livre de energia torna-se decisiva para reduzir custos e cumprir metas de sustentabilidade.
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A geração de energia remota permite entrada sem investimento em infraestrutura, mas o desconto incide apenas sobre a parcela de consumo da fatura e não oferece certificação renovável padronizada.
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O mercado livre de energia permite definir o preço por período de 3 a 5 anos, com potencial de economia relevante em relação ao mercado regulado e emissão de I-RECs auditáveis para cada MWh consumido.
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A migração exige análise de faturas, avaliação do perfil de consumo, verificação de adequação técnica e alinhamento com metas de ESG. A Serena Energia conduz essas etapas sem custo adicional para o cliente.
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Para obter uma análise personalizada e iniciar a migração com economia e rastreabilidade renovável, solicite um estudo de viabilidade com a Serena Energia.
O que é geração de energia remota e como funciona?
A geração de energia remota é um modelo em que uma empresa contrata créditos de energia produzidos em uma usina de fonte renovável localizada fora do seu estabelecimento. Esses créditos são compensados na fatura da distribuidora local e reduzem o valor cobrado pelo consumo. O modelo dispensa a instalação de equipamentos no imóvel da empresa e mantém a distribuidora como responsável pela entrega física da eletricidade.

O desconto incide apenas sobre a parcela de consumo da fatura, que costuma representar entre 60% e 75% do total, e não sobre o valor integral da conta. Um desconto aplicado somente à parcela de consumo gera uma redução efetiva sobre o total da fatura, após considerar o custo mensal do plano contratado. Além disso, os percentuais de desconto são estimativas e variam conforme a distribuidora, o plano e as características de cada unidade consumidora. Nenhum fornecedor consegue definir um preço fixo por kWh sem uma análise individualizada de consumo.
No mercado livre de energia, o modelo é estruturalmente diferente. A empresa contrata energia diretamente de uma geradora ou comercializadora, negociando preço, prazo e volume. A distribuidora local continua responsável pela entrega física da eletricidade, mas o preço da energia é definido em contrato bilateral, com previsibilidade de longo prazo. Compreendidas essas diferenças, a etapa seguinte é avaliar os critérios práticos que orientam a escolha entre os dois modelos.

Comparação das alternativas: critérios de decisão
A escolha entre geração de energia remota e mercado livre de energia envolve fatores que vão além do desconto anunciado. Investimento inicial, previsibilidade de preço, complexidade de gestão, riscos operacionais e comprovação de origem renovável influenciam a decisão de empresas do Grupo A.
A tabela abaixo resume os principais atributos de cada modelo:
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Modelo |
Investimento inicial |
Prazo contratual típico |
Certificação renovável |
|---|---|---|---|
|
Mercado regulado (status quo) |
Nenhum |
Indefinido, com tarifa regulada pela ANEEL |
Não disponível |
|
Geração de energia remota |
Nenhum |
Variável, geralmente entre 12 e 60 meses |
Limitada ou não padronizada |
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Mercado livre de energia com a Serena Energia |
Custos de adequação de medição assumidos pela Serena Energia |
Geralmente entre 3 e 5 anos, com preço fixo |
I-REC por MWh consumido |
No mercado regulado, as empresas ficam sujeitas a reajustes tarifários periódicos e a bandeiras tarifárias que alteram o custo da energia conforme a situação dos reservatórios. Empresas que permanecem no mercado cativo sentem os aumentos de preço de forma indireta, por meio de ajustes tarifários subsequentes. Na geração de energia remota, o desconto incide sobre uma fração da fatura e não elimina a exposição aos reajustes da distribuidora. No mercado livre de energia, o preço por kWh tem sido historicamente inferior à tarifa regulada, com economias que variam de cerca de 9% a mais de 40% dependendo do período e da região, e com possibilidade de fixação por até 5 anos.
Em relação à comprovação de origem renovável, a geração de energia remota não oferece, de forma padronizada, certificados auditáveis reconhecidos globalmente. O mercado livre de energia com a Serena Energia inclui a emissão de I-RECs para cada MWh consumido, recurso relevante para relatórios de sustentabilidade e cumprimento de metas de emissões de Escopo 2.

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Fatores a avaliar antes da decisão
Tomar a decisão entre geração de energia remota e mercado livre de energia exige uma análise estruturada em quatro dimensões que se complementam.
A primeira dimensão é a análise de faturas. O histórico de consumo dos últimos 12 meses permite identificar sazonalidades, picos de demanda e a composição atual da fatura, separando a parcela de energia da parcela de distribuição. Essa análise cria a base numérica para qualquer projeção de economia.
Com essa base estabelecida, a segunda dimensão é o perfil de consumo. Empresas com consumo estável e previsível tendem a se beneficiar mais de contratos de longo prazo no mercado livre de energia. O mercado livre de energia permanece mais vantajoso para empresas com perfil de consumo previsível, gestão energética estruturada e planejamento de longo prazo.
A terceira dimensão é a adequação técnica. A migração para o mercado livre de energia exige a instalação de um sistema de medição compatível, o SMF. A Serena Energia assume esse processo sem custo adicional para o cliente.
A quarta dimensão é o alinhamento com metas de ESG. Empresas com compromissos públicos de redução de emissões de Escopo 2 precisam de instrumentos auditáveis. A contratação de I-RECs vinculados ao consumo de energia fornece prova auditável do progresso ambiental e fortalece relatórios de ESG perante stakeholders e auditorias.
Etapas típicas de contratação ou migração para o mercado livre de energia
A migração para o mercado livre de energia segue um fluxo estruturado, com duração média de seis meses a partir da formalização do contrato. As etapas abaixo descrevem o caminho típico para empresas do Grupo A.
1. Análise de viabilidade
A Serena Energia analisa as faturas e o perfil de consumo da empresa para projetar a economia esperada e apresentar um estudo detalhado, sem custo.
2. Fechamento do contrato
A empresa firma um contrato com prazo geralmente entre 3 e 5 anos e preço fixo por MWh. Essa definição reduz a exposição a reajustes tarifários durante a vigência.
3. Notificação à distribuidora
A empresa notifica formalmente a distribuidora local sobre a saída do mercado regulado. Esse aviso prévio de seis meses é uma exigência legal e define o início do período de transição.
4. Registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica)
O registro envolve documentação técnica, jurídica e financeira. A Serena Energia conduz esse processo sem custo adicional para o cliente.
5. Adequação do sistema de medição
A Serena Energia instala os equipamentos de medição compatíveis com o mercado livre de energia, sem ônus para o cliente.
6. Início do fornecimento e monitoramento
Após a migração, a empresa passa a receber energia da Serena Energia com o preço contratado. Um consultor dedicado acompanha o desempenho e apoia o monitoramento contínuo.
A Serena Energia oferece migração gerenciada de ponta a ponta e assume a burocracia regulatória para clientes sob sua gestão.
Inicie o processo de migração com suporte especializado e reduza a complexidade interna.
Operação contínua e emissão de certificados
Após a migração, a gestão energética passa a ser contínua. A Serena Energia representa a empresa perante a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) no modelo varejista, cuidando de liquidações financeiras, aportes de recursos exigidos e envio de dados. O cliente recebe duas faturas, uma de energia e outra de distribuição, e conta com um painel digital para acompanhar a economia mensal, o consumo realizado e a previsão de consumo futuro.
Para metas de ESG, a Serena Energia emite I-RECs correspondentes a cada MWh consumido. Esses certificados rastreiam a energia desde a fonte geradora até o consumidor final e são reconhecidos globalmente como prova auditável de consumo de energia renovável. Desde 2017, a Serena Energia evitou a emissão de mais de 2,14 milhões de toneladas de CO₂, resultado direto do volume de energia limpa fornecida aos clientes.

Para empresas que desejam avançar além das emissões de Escopo 2, a Serena Energia também oferece créditos de carbono de projetos certificados, complementando a estratégia de descarbonização.
Riscos comuns e boas práticas de mitigação
A migração para o mercado livre de energia envolve riscos específicos, que podem ser mitigados com planejamento e escolha de um parceiro experiente.
O primeiro risco é a exposição ao mercado de curto prazo. Quando o consumo real diverge do volume contratado além da faixa de flexibilidade prevista em contrato, geralmente entre 5% e 10%, a diferença é liquidada no mercado de curto prazo, em que os preços podem subir em períodos de escassez hídrica. A mitigação passa pelo monitoramento contínuo do consumo e por ajustes proativos de contratação.
O segundo risco é a contratação de um fornecedor sem geração própria. Comercializadoras que dependem apenas de compras de terceiros ficam mais expostas a oscilações de preço e a risco de fornecimento. A Serena Energia atua como geradora com portfólio próprio de plantas operacionais, o que traz maior solidez ao fornecimento.
O terceiro risco é o planejamento tardio. Empresas que fecham contratos de longo prazo antes dos períodos de maior demanda tendem a obter condições mais favoráveis e maior previsibilidade de preço. Adiar a decisão pode significar contratar em condições menos competitivas.
O quarto risco é a falta de rastreabilidade da origem da energia. Sem I-RECs, a empresa não consegue comprovar formalmente o consumo de energia renovável para fins de ESG e pode enfrentar questionamentos de auditores e stakeholders.
Síntese e próximos passos práticos
A geração de energia remota oferece uma alternativa de entrada sem investimento em infraestrutura, mas com desconto limitado à parcela de consumo da fatura, previsibilidade de preço restrita e rastreabilidade de origem renovável não padronizada. O mercado livre de energia permite definir o preço da energia no longo prazo, com potencial de economia em relação ao mercado regulado, gestão centralizada e certificação I-REC por MWh consumido.
Para empresas do Grupo A, atendidas em média e alta tensão, que buscam redução de custos operacionais, previsibilidade orçamentária e metas de ESG auditáveis, o mercado livre de energia com a Serena Energia tende a ser a alternativa mais completa em 2026.
Os próximos passos práticos incluem reunir as faturas de energia dos últimos 12 meses, mapear o perfil de consumo mensal e iniciar uma conversa com um especialista para receber um estudo de viabilidade sem custo.
Solicite um estudo de viabilidade personalizado e avalie o potencial de economia e de rastreabilidade renovável da sua empresa.
Perguntas frequentes
Qual é a diferença entre geração de energia remota e mercado livre de energia para empresas do Grupo A?
Na geração de energia remota, a empresa contrata créditos de energia produzidos em uma usina fora do seu estabelecimento. Esses créditos são compensados na fatura da distribuidora e reduzem o valor cobrado pelo consumo. O desconto incide apenas sobre a parcela de consumo da fatura, não sobre o total. No mercado livre de energia, a empresa contrata energia diretamente de uma geradora ou comercializadora, negociando preço, prazo e volume. A distribuidora local continua responsável pela entrega física da eletricidade, mas o preço da energia é definido em contrato bilateral por período de 3 a 5 anos, com previsibilidade e sem incidência de reajustes tarifários da distribuidora sobre essa parcela durante a vigência.
Qualquer empresa do Grupo A pode migrar para o mercado livre de energia?
Sim. O Grupo A reúne consumidores atendidos em média e alta tensão. Desde janeiro de 2024, qualquer empresa nessa faixa pode migrar para o mercado livre de energia, independentemente do volume de consumo. Não há consumo mínimo exigido. A Serena Energia realiza a análise de elegibilidade sem custo para o interessado.
A migração para o mercado livre de energia interrompe o fornecimento de energia?
Não. A migração é um processo comercial e contratual. A distribuidora local continua responsável pela entrega física da eletricidade e pela manutenção da rede. A única mudança é o fornecedor de quem a empresa compra a energia. A Serena Energia conduz o processo de migração, incluindo a adequação do sistema de medição, sem custo adicional para o cliente e sem impacto na operação.
O que são I-RECs e por que são importantes para relatórios de ESG?
O I-REC, International Renewable Energy Certificate, é um certificado global que comprova, de forma auditável, que 1 MWh de energia foi gerado por uma fonte renovável e injetado na rede elétrica. Ao contratar energia com a Serena Energia, a empresa recebe I-RECs correspondentes ao seu consumo e pode declarar formalmente que sua eletricidade é de fonte renovável. Esse instrumento é reconhecido internacionalmente e é relevante para o cumprimento de metas de redução de emissões de Escopo 2, para relatórios de sustentabilidade e para atendimento às exigências de investidores e auditorias. Esse volume de energia limpa contribui para o resultado ambiental já mencionado, mais de 2,14 milhões de toneladas de CO₂ evitadas desde 2017.
Quanto tempo leva a migração para o mercado livre de energia e quais são os custos para a empresa?
O processo de migração leva o prazo mencionado anteriormente, em média seis meses, determinado pelo aviso prévio exigido para encerramento do contrato com a distribuidora. A Serena Energia assume as etapas de registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), adequação do sistema de medição e gestão regulatória, sem custo adicional para clientes sob sua gestão. Após a migração, a empresa passa a contar com um consultor dedicado para acompanhamento contínuo da performance e dos custos de energia.