Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 16 de agosto de 2026
Principais lições deste artigo
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Empresas do Grupo A podem reduzir custos operacionais em até seis meses sem comprometer qualidade ou sobrecarregar equipes, seguindo um processo estruturado de seis etapas.
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A conta de energia é uma das maiores despesas fixas e variáveis, e classificá-la corretamente, separando componentes como demanda, consumo, encargos e tributos, é essencial para identificar oportunidades reais de economia.
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A migração para o mercado livre de energia é a alavanca de maior impacto isolado, não exige CAPEX, não altera processos nem headcount e permite fixar preço por 3 a 5 anos, eliminando bandeiras tarifárias e reajustes anuais.
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Automatizar tarefas administrativas e renegociar fornecedores com visão de custo total preservam a energia da equipe e evitam cortes que geram retrabalho ou perda de qualidade.
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Para iniciar a migração para o mercado livre de energia e descobrir quanto sua empresa pode economizar, fale com a Serena Energia.
Pré-requisitos para iniciar o processo
Reunir os insumos mínimos para um diagnóstico confiável acelera a execução das etapas seguintes. Os documentos essenciais são:
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Últimas 12 faturas de energia elétrica de cada unidade consumidora
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Dados de consumo mensal em kWh e demanda contratada em kW
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Organograma das áreas envolvidas: financeiro, operações, facilities e ESG
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Contratos vigentes com fornecedores de insumos, serviços e utilidades
As áreas que precisam estar alinhadas desde o início são financeiro, operações, facilities e, quando aplicável, ESG. A ausência de qualquer uma delas cria lacunas de informação que comprometem a execução e atrasam resultados. Com esses insumos reunidos e as áreas alinhadas, o próximo passo é entender a sequência completa do processo.
Visão geral: as 6 etapas macro para reduzir custos operacionais
O processo segue uma lógica de complexidade crescente e impacto acumulado:
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Mapear todas as despesas fixas e variáveis
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Eliminar desperdícios operacionais
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Renegociar fornecedores com visão de custo total
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Automatizar tarefas administrativas para preservar energia da equipe
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Separar ações que exigem CAPEX das que não exigem
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Migrar para o mercado livre de energia como alavanca estrutural
As cinco primeiras etapas preparam a organização ao criar visibilidade sobre custos, eliminar ineficiências e estabelecer disciplina de gestão, condições que permitem avaliar com clareza o impacto da sexta etapa. A última etapa entrega o resultado de maior magnitude sem exigir nenhuma das mudanças que as anteriores demandam, porque atua no ambiente de contratação, não na operação.
Etapa 1 – Mapear todas as despesas fixas e variáveis
Objetivo
Construir uma visão completa e categorizada de todos os custos operacionais, separando o que é fixo do que é variável e identificando as linhas de maior peso e maior oscilação.
Ações
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Exportar o demonstrativo de resultados dos últimos 12 meses por centro de custo
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Classificar cada linha como fixa, variável ou semivariável
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Identificar as cinco maiores linhas de custo e sua variação mês a mês
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Mapear a conta de energia separando seus componentes: energia consumida, demanda contratada, encargos setoriais e tributos
Responsáveis internos
Controller e equipe de financeiro, com suporte de facilities para os dados de energia.
Riscos e pontos de atenção
A conta de energia é uma despesa híbrida, com parcela fixa em demanda contratada e encargos e parcela variável em consumo e bandeiras tarifárias. Classificá-la apenas como fixa ou apenas como variável distorce o diagnóstico e subestima o potencial de redução.
Etapa 2 – Eliminar desperdícios operacionais
Objetivo
Reduzir custos sem cortar capacidade produtiva, identificando perdas que não geram valor e que podem ser eliminadas com mudanças de processo ou manutenção.
Ações
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Auditar sistemas de ar comprimido, que respondem por parcela relevante do consumo elétrico industrial e podem apresentar perdas por vazamentos em plantas médias
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Revisar programação de manutenção preventiva, porque a omissão de manutenção simples pode transformar um custo baixo em reparo emergencial e produção perdida
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Mapear ociosidade de equipamentos em horários de baixa produção
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Aplicar a metodologia 4M+1E, com foco em Homem, Máquina, Material, Método e Ambiente, para identificar perdas em linhas de montagem manual
Responsáveis internos
Diretor de operações e gerente de planta, com suporte de manutenção.
Riscos e pontos de atenção
A maior parte dos custos operacionais industriais é fixa ou semivariável e depende da eficiência de processos e equipamentos. Cortes que afetam a manutenção tendem a ampliar o custo total no médio prazo.
Etapa 3 – Renegociar fornecedores com visão de custo total
Objetivo
Reduzir o custo total de aquisição de insumos, serviços e utilidades, considerando não apenas o preço unitário, mas prazo, qualidade, logística e risco de fornecimento.
Ações
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Consolidar volume de compras para aumentar poder de negociação
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Avaliar contratos com cláusulas de reajuste automático e propor indexadores mais favoráveis
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Comparar custo total de fornecedores alternativos, incluindo custo de troca e risco operacional
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Incluir a conta de energia na pauta de renegociação, porque para empresas do Grupo A a migração para o mercado livre de energia é a forma mais estrutural de renegociar o custo da energia sem depender da distribuidora local
Responsáveis internos
Financeiro e compras, com envolvimento de operações para validar impacto técnico.
Riscos e pontos de atenção
Renegociações focadas apenas em preço unitário podem comprometer qualidade ou prazo de entrega. A visão de custo total evita trocas que parecem econômicas no curto prazo e geram custos ocultos na operação.
Etapa 4 – Automatizar tarefas administrativas para preservar energia da equipe
Objetivo
Reduzir o tempo que equipes qualificadas dedicam a tarefas repetitivas e de baixo valor, liberando capacidade para iniciativas estratégicas sem aumentar headcount.
Ações
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Mapear processos administrativos com alto volume de etapas manuais, como conciliação de faturas, relatórios de consumo e aprovações de pagamento
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Priorizar automações que não exigem integração complexa de sistemas, como planilhas automatizadas, fluxos de aprovação digital e alertas de consumo
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Envolver as equipes na identificação de ineficiências, porque iniciativas lideradas pelos próprios colaboradores aumentam o engajamento e a sustentabilidade das mudanças
Responsáveis internos
TI e financeiro, com participação das áreas operacionais afetadas.
Riscos e pontos de atenção
Automações mal especificadas geram retrabalho e frustração. O mapeamento do processo atual precisa ser feito antes de qualquer implementação. Projetos que envolvem as equipes na identificação de problemas têm maior taxa de adoção e menor resistência.
Etapa 5 – Separar ações que exigem CAPEX das que não exigem
Objetivo
Priorizar iniciativas de redução de custo que não imobilizam capital, reservando o orçamento de investimento para projetos com retorno comprovado e alinhados à estratégia de longo prazo.
Ações
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Classificar todas as iniciativas identificadas nas etapas anteriores em dois grupos, as que exigem investimento em equipamentos, obras ou tecnologia e as que dependem apenas de mudança contratual ou de processo
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Priorizar as iniciativas sem CAPEX para execução em menor prazo
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Para as que exigem CAPEX, avaliar prazo de retorno e impacto na operação durante a implantação
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Incluir a migração para o mercado livre de energia na lista de iniciativas sem CAPEX, porque o processo é conduzido pelo parceiro especializado, sem custo adicional para o cliente
Responsáveis internos
Controller e diretor financeiro, com validação do diretor de operações.
Riscos e pontos de atenção
Projetos de eficiência que exigem CAPEX, como retrofit de iluminação ou substituição de equipamentos, podem entregar resultados expressivos, mas demandam tempo de implantação e podem afetar a operação durante a transição. Projetos bem dimensionados de eficiência energética preservam ou melhoram as condições de trabalho, e o prazo de retorno varia significativamente por tipo de intervenção. A separação entre CAPEX e não CAPEX permite que a empresa avance nas frentes de menor fricção enquanto avalia as demais. Entre todas as iniciativas sem CAPEX identificadas até aqui, uma se destaca pelo impacto estrutural e pela ausência de mudanças operacionais: a migração para o mercado livre de energia.
Etapa 6 – Migrar para o mercado livre de energia como alavanca estrutural
Objetivo
Reduzir o custo da energia elétrica de forma estrutural, com preço fixado em contrato de longo prazo, sem alterar processos, equipamentos ou headcount, e com todo o processo de migração conduzido pelo parceiro especializado.
O que muda e o que não muda
No mercado livre de energia, a empresa passa a negociar diretamente com uma geradora ou comercializadora o preço, o prazo e a fonte da energia que consome. A distribuidora local continua sendo responsável pela entrega física da eletricidade até a unidade consumidora. A qualidade do fornecimento não é afetada pela migração. O que muda é o ambiente de contratação, porque em vez de pagar a tarifa regulada com reajustes anuais e bandeiras tarifárias, a empresa passa a pagar o preço acordado em contrato bilateral, geralmente por um período de três a cinco anos.

Ações
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Reunir as últimas 12 faturas e compartilhar com o parceiro especializado para análise de viabilidade
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Fechar o contrato de fornecimento de energia com preço fixado
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Iniciar o processo de migração, conduzido integralmente pelo parceiro, com notificação à distribuidora, registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) e adequação do sistema de medição
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Concluir o processo regulatório em seis meses e, a partir desse momento, entrar no mercado livre de energia e capturar a economia na fatura
Responsáveis internos
Financeiro e facilities, com envolvimento de ESG quando houver metas de descarbonização.
Riscos e pontos de atenção
O prazo de seis meses mencionado acima é fixo e decorre da exigência de notificação à distribuidora. Quanto antes a empresa iniciar o processo, mais cedo começa a economizar. O contrato de longo prazo exige análise cuidadosa das cláusulas de flexibilidade, e contratos no modelo varejista permitem variação de consumo dentro de uma faixa sem penalidade.
Comparativo: mercado cativo x mercado livre de energia
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Critério |
Mercado cativo |
Mercado livre de energia |
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Formação do preço da energia |
Tarifa regulada pela ANEEL, com reajustes anuais e bandeiras tarifárias |
Preço negociado em contrato bilateral, fixado por 3 a 5 anos |
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Previsibilidade orçamentária |
Baixa, porque bandeiras tarifárias e reajustes tornam o planejamento impreciso |
Alta, porque o preço da energia contratada é conhecido antecipadamente |
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Certificação de origem renovável |
Não disponível como padrão |
Disponível via I-RECs (International Renewable Energy Certificates), rastreáveis e reconhecidos globalmente |
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Esforço de gestão para o cliente |
Baixo, com uma única fatura da distribuidora |
Baixo no modelo varejista com parceiro especializado, em que o parceiro representa a empresa na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) e centraliza a gestão |
A Serena Energia, uma das maiores geradoras de energia eólica e solar criada nas Américas, com mais de 17 anos de história, oferece migração gerenciada para o mercado livre de energia sem custo adicional para clientes sob sua gestão. O processo inclui análise de viabilidade, condução de todas as etapas regulatórias, instalação dos equipamentos de medição e representação perante a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica). A economia pode chegar a 20% em relação ao mercado regulado. Não há registro de média de economia de 21% no mercado livre em abril de 2026, e os dados da Abraceel indicam elevação de preços de até 121% em dois anos. Para empresas com metas de ESG, a Serena Energia emite I-RECs que comprovam o consumo de energia 100% renovável, essenciais para relatórios de sustentabilidade e abatimento de emissões de Escopo 2.

Erros comuns ao reduzir custos operacionais
Evitar erros recorrentes aumenta a probabilidade de capturar economia sem criar novos problemas.
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Cortar custos sem diagnóstico: eliminar linhas de custo sem entender sua função pode interromper processos críticos, e o mapeamento da etapa 1 reduz esse risco.
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Leitura incorreta da fatura de energia: confundir tarifa de energia com custo total da fatura leva a comparações equivocadas e decisões mal fundamentadas. A fatura do Grupo A inclui componentes distintos, como energia, demanda, encargos e tributos, que precisam ser analisados separadamente.
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Subestimar o prazo regulatório: a migração para o mercado livre de energia leva o prazo regulatório de seis meses, e empresas que iniciam o processo tarde perdem meses de economia.
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Falta de alinhamento entre áreas: iniciativas de redução de custo que não envolvem operações, financeiro e facilities simultaneamente geram resistência e retrabalho.
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Focar apenas em consumo, ignorando o ambiente de contratação: reduzir o consumo de energia é uma alavanca válida e independente da migração para o mercado livre de energia. As duas ações são complementares e não concorrentes.
Como verificar os resultados após seis meses?
Comparar períodos equivalentes permite medir o efeito das mudanças com objetividade. Os indicadores principais são:
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Comparação direta entre faturas do mesmo mês no ano anterior e no ano corrente, ajustada por variação de produção ou ocupação
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Custo de energia por unidade produzida ou por metro quadrado, para isolar o efeito da eficiência do efeito do volume
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Indicadores de qualidade operacional, como taxa de refugo, tempo de ciclo e disponibilidade de equipamentos, para confirmar que não houve degradação
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Comparação entre o preço contratado no mercado livre de energia e a tarifa que seria paga no mercado cativo no mesmo período
A rotina de monitoramento mensal deve incluir a revisão da fatura de energia, a comparação com o consumo previsto e a verificação dos indicadores de qualidade. No modelo da Serena Energia, o cliente conta com um painel digital que exibe economia mensal, economia consolidada, comparação entre mercado cativo e mercado livre de energia, previsão de consumo e consumo realizado.
Opções avançadas para empresas com múltiplas unidades ou metas de descarbonização
Consolidar a gestão de energia em empresas com múltiplas unidades consumidoras pode simplificar a administração e ampliar o poder de negociação. A análise de elegibilidade precisa ser feita unidade a unidade, considerando que cada ponto de consumo conectado em média ou alta tensão é elegível ao mercado livre de energia de forma independente.
Para empresas com metas públicas de redução de emissões, a migração para o mercado livre de energia com fornecimento de energia eólica certificada é uma forma direta de endereçar as emissões de Escopo 2. Os I-RECs emitidos pela Serena Energia rastreiam a energia desde a fonte até o consumidor final e são reconhecidos globalmente em relatórios de sustentabilidade. Desde 2017, a Serena Energia evitou a emissão de mais de 2,14 milhões de toneladas de CO₂. Para empresas que buscam ir além do Escopo 2, a Serena Energia oferece também créditos de carbono para neutralização de outras fontes de emissão.

Perguntas frequentes sobre redução de custos e migração para o mercado livre de energia
Qualquer empresa do Grupo A pode migrar para o mercado livre de energia?
Sim. Empresas conectadas em média ou alta tensão, o Grupo A, podem migrar para o mercado livre de energia. Não existe consumo mínimo para a migração. O primeiro passo é confirmar o enquadramento da unidade consumidora e reunir as faturas dos últimos 12 meses para a análise de viabilidade.
A migração para o mercado livre de energia afeta o fornecimento de energia?
Não. A migração é um processo contratual e comercial. A distribuidora local continua sendo responsável pela entrega física da eletricidade até a unidade consumidora, pela qualidade da rede e pela estabilidade do fornecimento. O que muda é de quem a empresa compra a energia e como o preço é formado.
Quanto tempo leva o processo de migração?
O processo regulatório leva o prazo de seis meses descrito na etapa 6, contados a partir da notificação à distribuidora. A Serena Energia conduz todas as etapas, com registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), adequação do sistema de medição e gestão documental, sem custo adicional para clientes sob sua gestão. A economia aparece na primeira fatura após a conclusão da migração.
O que acontece se a empresa consumir mais ou menos energia do que o contratado?
Os contratos no mercado livre de energia preveem uma faixa de flexibilidade, geralmente entre 5% e 10% do volume contratado. Consumo fora dessa faixa é liquidado no mercado de curto prazo. A Serena Energia oferece gestão ativa para minimizar essa exposição, acompanhando o consumo e orientando ajustes quando necessário.
Como a migração para o mercado livre de energia contribui para metas de ESG?
A energia fornecida pela Serena Energia no mercado livre de energia é de origem eólica. Para cada MWh consumido, a empresa pode solicitar a emissão de I-RECs, certificados internacionais que comprovam, de forma auditável, que a energia consumida veio de fonte renovável. Esses certificados são ferramenta central para zerar as emissões de Escopo 2 em relatórios de sustentabilidade. Para emissões de outros escopos, a Serena Energia oferece acesso a créditos de carbono de projetos certificados.
Conclusão: o que você domina após seguir o processo
Ao concluir as seis etapas, a empresa passa a ter um diagnóstico completo de seus custos operacionais, desperdícios eliminados, contratos renegociados com visão de custo total, processos administrativos mais eficientes e um plano claro para as iniciativas que exigem investimento. Além disso, passa a ter a conta de energia sob controle, com preço fixado em contrato de longo prazo, sem bandeiras tarifárias, sem reajustes anuais imprevisíveis, com certificação de origem renovável disponível e com todo o processo de gestão centralizado no parceiro especializado.
A migração para o mercado livre de energia é a única alavanca que entrega resultado estrutural sem as mudanças operacionais exigidas pelas etapas anteriores. Para empresas do Grupo A, essa é uma fronteira relevante de redução de custos e de fortalecimento da agenda de sustentabilidade.