Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 6 de agosto de 2026
1. Principais lições deste artigo
-
Empresas do Grupo A precisam de um referencial externo para saber se seus custos operacionais estão acima ou abaixo do padrão do setor e evitar ajustes internos que não atacam os maiores desvios.
-
O benchmarking de custos transforma dados internos em desvios mensuráveis em relação a médias setoriais e revela oportunidades de melhoria, especialmente na linha de energia elétrica, que tem natureza híbrida, com componentes fixos e variáveis.
-
Um framework estruturado de 6 etapas permite calcular índices normalizados, comparar com benchmarks confiáveis, quantificar desvios e priorizar alavancas de redução com base em impacto financeiro e esforço de implementação.
-
A energia elétrica frequentemente apresenta o maior desvio positivo, como o exemplo de +33%, o que torna a migração para o mercado livre de energia uma alavanca de alto impacto e baixo esforço operacional para empresas do Grupo A.
-
Para transformar a conta de energia em vantagem competitiva e reduzir o OPEX, fale com a Serena Energia.
2. Pré-requisitos e condições iniciais
O benchmarking exige uma base de dados consistente. A empresa precisa reunir documentos que cubram o mesmo período e tragam o detalhamento necessário para calcular os índices de custo.
Documentos necessários:
-
Faturas de energia elétrica dos últimos 12 meses, com detalhamento de demanda contratada, consumo em ponta e fora de ponta, encargos e bandeiras tarifárias aplicadas, para calcular o índice de energia sobre a receita líquida.
-
Demonstrativo de Resultado do Exercício (DRE) dos últimos 12 meses, com despesas classificadas por natureza, que serve como fonte principal para todas as categorias de custo.
-
Rateio de consumo por unidade consumidora, quando a empresa tiver múltiplas instalações, para identificar desvios específicos por planta.
-
Contratos de fornecimento de insumos, locação e serviços com vigência ativa, para validar se os valores lançados na DRE refletem preços de mercado.
-
Relatórios de folha de pagamento com encargos patronais discriminados, para separar salários base de encargos e calcular o índice de pessoal com precisão.
Áreas envolvidas:
-
Controladoria ou Finanças, responsáveis por consolidar a DRE e calcular os índices.
-
Operações ou Facilities, responsáveis por informar dados de consumo por equipamento e por turno.
-
Compras, responsável por contratos de insumos e serviços e pela validação de preços unitários.
-
TI, responsável por extrair dados dos sistemas ERP e padronizar os relatórios.
Condicionantes técnicas: o período de análise deve ser idêntico para dados internos e para os benchmarks setoriais consultados. A empresa precisa identificar sazonalidades de produção antes da comparação para reduzir o risco de distorções.
3. Visão geral do processo
O framework é composto por 6 etapas sequenciais, cada uma com um objetivo claro:
-
Mapear e classificar os custos operacionais, para organizar todas as despesas em categorias comparáveis.
-
Calcular os índices internos, para expressar cada categoria como percentual da receita líquida.
-
Selecionar benchmarks setoriais confiáveis, para identificar fontes com metodologia declarada e período compatível.
-
Calcular os desvios por categoria, para aplicar a fórmula de variância e quantificar o afastamento do padrão.
-
Priorizar as alavancas de redução, para ordenar os desvios por impacto financeiro e esforço de implementação.
-
Definir plano de ação e métricas de acompanhamento, para estabelecer metas, responsáveis e periodicidade de revisão.
4. Guia passo a passo detalhado
As seções a seguir detalham cada uma das seis etapas apresentadas, com fórmulas, exemplos numéricos e orientações práticas para execução.
Etapa 1 — mapear e classificar os custos operacionais
A DRE é o ponto de partida. Cada linha de despesa deve ter alocação em uma das categorias abaixo, que são comuns em benchmarking setorial. A tabela mostra as principais categorias, exemplos de itens e o tipo de comportamento de cada uma, com destaque para a natureza híbrida da energia elétrica.
|
Categoria |
Exemplos de itens |
Tipo |
|---|---|---|
|
Pessoal e encargos |
Salários, INSS patronal (20%), FGTS (8%), RAT (1–3%), 13º salário, férias |
Predominantemente fixo |
|
Insumos e matérias-primas |
Materiais diretos, embalagens, componentes |
Variável |
|
Energia elétrica |
Demanda contratada, consumo ponta e fora de ponta, encargos, bandeiras tarifárias |
Híbrido, com parte fixa e parte variável |
|
Facilities e manutenção |
Aluguel, limpeza, segurança, manutenção preventiva e corretiva |
Predominantemente fixo |
|
Logística e transporte |
Fretes, armazenagem, distribuição |
Variável |
|
Administrativo e TI |
Sistemas, telecomunicações, serviços profissionais |
Fixo |
Responsável: Controladoria. Dependência: acesso ao ERP com extração por centro de custo. Risco: despesas lançadas em categorias erradas distorcem os índices, por isso vale realizar auditoria amostral antes de prosseguir.
A energia elétrica exige atenção especial na classificação. A parcela de demanda contratada e os encargos setoriais tem natureza fixa, independentemente do consumo. O consumo em kWh e as bandeiras tarifárias variam conforme o uso e as condições do sistema elétrico. Essa combinação de componentes fixos e variáveis torna a energia uma linha difícil de prever e, ao mesmo tempo, muito relevante para o orçamento.

Etapa 2 — calcular os índices internos
Com as despesas classificadas, o próximo passo é normalizar cada categoria como percentual da receita líquida. Essa normalização permite comparar empresas de tamanhos diferentes e avaliar a eficiência relativa.
Fórmula do índice de custo por categoria:
Índice (%) = (Despesa da categoria / Receita líquida) × 100
Fórmula do índice de custo operacional total:
Índice operacional (%) = (Total de despesas operacionais / Receita líquida) × 100
Exemplo numérico ilustrativo, com uma indústria de médio porte e receita líquida anual de R$ 20 milhões. A tabela aplica as fórmulas a cada categoria de custo e mostra que a energia elétrica representa 8% da receita líquida neste caso.
|
Categoria |
Despesa anual (R$) |
Índice interno (%) |
|---|---|---|
|
Pessoal e encargos |
5.200.000 |
26,0% |
|
Insumos e matérias-primas |
4.800.000 |
24,0% |
|
Energia elétrica |
1.600.000 |
8,0% |
|
Facilities e manutenção |
900.000 |
4,5% |
|
Logística e transporte |
700.000 |
3,5% |
|
Administrativo e TI |
400.000 |
2,0% |
|
Total operacional |
13.600.000 |
68,0% |
Responsável: Controladoria. Dependência: DRE consolidada da Etapa 1. Risco: usar receita bruta em vez de receita líquida superestima os índices, por isso é necessário confirmar a base de cálculo antes de comparar com benchmarks externos.
Etapa 3 — selecionar benchmarks setoriais confiáveis
A qualidade do benchmarking depende da qualidade das fontes externas. A empresa deve priorizar fontes com metodologia declarada, segmentação por setor e porte e data de referência compatível com o período analisado.
Fontes recomendadas para empresas brasileiras:
-
Atlas de Eficiência Energética Brasil 2024 (EPE), com dados de consumo energético por setor industrial e comercial.
-
Balanço Energético Nacional 2025 (EPE), com a participação da energia elétrica na matriz de custos industriais.
-
IBGE, com a Pesquisa Anual da Indústria de Transformação (PIA) e a Pesquisa Anual de Serviços (PAS), que trazem receita, custos e resultados por atividade e porte.
-
Sebrae, com relatórios setoriais que apresentam dados de desempenho para empresas de médio porte.
-
ABRAFAC, com a pesquisa anual de facilities e indicadores de custo total de FM.
Empresas industriais brasileiras de médio porte frequentemente apresentam margem bruta entre 30% e 40%, o que implica índice de custo operacional entre 60% e 70% da receita líquida. Esse intervalo serve como referência para validar o índice calculado na Etapa 2.
Responsável: Controladoria com apoio de Compras. Risco: benchmarks de setores diferentes ou de períodos defasados geram comparações frágeis.
Etapa 4 — calcular os desvios por categoria
Com os benchmarks setoriais validados na etapa anterior e os índices internos calculados na Etapa 2, o próximo passo é quantificar os desvios. A empresa aplica a fórmula de desvio relativo para identificar onde está acima ou abaixo do padrão.
Fórmula de desvio relativo:
Desvio (%) = (Índice interno − Índice setorial) / Índice setorial × 100
Fórmula de excesso de despesa em valor absoluto:
Excesso (R$) = (Índice interno − Índice setorial) × Receita líquida
Desvios acima de 20% em relação à média setorial tendem a indicar outliers que merecem investigação e possível correção.
Exemplo numérico ilustrativo, com continuação do caso anterior e benchmarks setoriais hipotéticos para uma indústria de médio porte. A tabela compara cada índice interno com o benchmark setorial e mostra que a energia elétrica apresenta o maior desvio, de +33,3%, mais que o triplo do limite de 20% usado para caracterizar um outlier.
|
Categoria |
Índice interno |
Benchmark setorial |
Desvio relativo |
|---|---|---|---|
|
Pessoal e encargos |
26,0% |
27,0% |
−3,7% (abaixo) |
|
Insumos e matérias-primas |
24,0% |
22,0% |
+9,1% |
|
Energia elétrica |
8,0% |
6,0% |
+33,3% ⚠ |
|
Facilities e manutenção |
4,5% |
4,0% |
+12,5% |
|
Logística e transporte |
3,5% |
3,8% |
−7,9% (abaixo) |
|
Administrativo e TI |
2,0% |
2,2% |
−9,1% (abaixo) |
Esse desvio de +33,3% na energia elétrica representa o maior outlier identificado. O excesso de despesa em valor absoluto é de R$ 400.000 por ano acima do padrão setorial, calculado como (8,0% − 6,0%) × R$ 20.000.000.

Desvios específicos da fatura de energia do Grupo A incluem:
-
Demanda contratada acima do consumo real: a empresa paga pela demanda reservada mesmo sem utilizar toda a capacidade. O histórico de 12 meses ajuda a identificar ultrapassagem ou ociosidade recorrente.
-
Consumo fora da faixa contratada: no mercado livre de energia, consumo acima ou abaixo da faixa de flexibilidade, geralmente entre 5% e 10% do volume contratado, tem liquidação no Preço de Liquidação das Diferenças, que pode ficar distante do preço contratado.
-
Bandeiras tarifárias: no mercado regulado, as bandeiras verde, amarela, vermelha 1 e vermelha 2 acrescentam valores por 100 kWh consumidos em períodos de escassez hídrica. Entre janeiro de 2024 e março de 2026, o PLD médio passou de R$ 129/MWh em 2024 para mais de R$ 300/MWh em 2026, uma alta de 84%, o que pressiona o custo de empresas expostas ao mercado de curto prazo.
-
Energia reativa excedente: equipamentos com baixo fator de potência geram cobranças adicionais na fatura que não aparecem no consumo em kWh.
Etapa 5 — priorizar as alavancas de redução
Nem todo desvio tem o mesmo potencial de correção. A priorização considera dois eixos: impacto financeiro, medido pelo excesso em reais, e esforço de implementação, que envolve tempo, capital e complexidade operacional. A tabela a seguir compara as principais alavancas nesses dois eixos e mostra que a migração para o mercado livre de energia combina alto impacto com baixo esforço para o cliente.
|
Alavanca |
Impacto financeiro |
Esforço de implementação |
|---|---|---|
|
Migração para o mercado livre de energia |
Alto, pois incide sobre toda a parcela de energia contratada |
Baixo para o cliente, com processo conduzido pela comercializadora |
|
Renegociação de demanda contratada |
Médio |
Baixo, com análise de histórico e negociação com a distribuidora |
|
Renegociação de contratos de insumos |
Médio a alto |
Médio, com processo de compras e análise de fornecedores |
|
Projetos de eficiência em equipamentos |
Médio |
Alto, com necessidade de CAPEX, parada de produção e prazo de obra |
A migração para o mercado livre de energia se destaca como alavanca de alto impacto e baixo esforço operacional para empresas do Grupo A. Essa migração não altera processos produtivos, não exige investimento em infraestrutura e segue um prazo regulatório de 6 meses conduzido pela comercializadora. A distribuidora local continua responsável pela entrega física da energia, e a empresa passa a comprar energia de uma comercializadora, em condições comerciais diferentes.

Etapa 6 — definir plano de ação e métricas de acompanhamento
Cada desvio identificado precisa de um responsável, de uma meta quantificada e de um prazo. Para a energia elétrica, o plano de ação costuma incluir:
-
Solicitar análise de elegibilidade e estudo de viabilidade a uma comercializadora do mercado livre de energia.
-
Comparar o preço contratado no mercado livre de energia com o custo efetivo atual, que inclui energia, TUSD, encargos, bandeiras e tributos.
-
Fechar um contrato bilateral de longo prazo, tipicamente de 5 anos, com preço acordado antecipadamente.
-
Acompanhar a migração durante os 6 meses do processo regulatório.
-
Monitorar mensalmente a economia realizada em relação à economia projetada.
5. Erros comuns e solução de problemas
Erro 1, usar receita bruta como base de cálculo. Esse erro subestima os índices e torna a comparação com benchmarks que usam receita líquida inadequada. Solução: confirmar a base de cálculo das fontes externas e padronizar o uso de receita líquida.
Erro 2, comparar períodos diferentes. Dados internos de um ano fiscal comparados com benchmarks de dois anos atrás não refletem reajustes tarifários e variações de insumos. Solução: verificar a data de referência de cada fonte e, quando necessário, aplicar deflator pelo IPCA.
Erro 3, classificar a energia elétrica apenas como despesa fixa. A parcela de consumo e as bandeiras tarifárias variam. Tratar a conta de luz como custo fixo reduz a percepção da sensibilidade ao volume de produção e às condições hidrológicas.
Erro 4, ignorar a demanda contratada na análise de energia. Empresas que nunca revisaram a demanda contratada com a distribuidora frequentemente pagam por capacidade ociosa. O histórico de 12 meses de faturas ajuda a identificar esse padrão.
Checklist de validação antes de concluir o benchmarking:
-
Todos os custos foram classificados na mesma categoria usada pelo benchmark setorial.
-
A base de cálculo, em receita líquida, é idêntica para dados internos e externos.
-
O período de análise é compatível entre fontes internas e externas.
-
A fatura de energia foi analisada com separação entre demanda, consumo, encargos e tributos.
-
Os desvios acima de 20% foram investigados antes da definição do plano de ação.
6. Verificação de resultados e métricas
O benchmarking funciona melhor como rotina recorrente. A empresa deve recalcular os índices de custo trimestralmente e compará-los com benchmarks setoriais atualizados. Para a linha de energia, os principais indicadores operacionais e financeiros são:
-
Custo de energia por unidade produzida, em R$/unidade ou R$/tonelada: indicador que isola o efeito do volume de produção sobre o custo total de energia.
-
Custo de energia por m², em R$/m²/ano: indicador útil para operações comerciais e de facilities. O benchmark de facilities no Brasil apresenta o custo total de FM por m² por ano, com energia como componente relevante desse total.
-
Índice de energia sobre receita líquida, em %: índice calculado na Etapa 2, revisado trimestralmente.
-
Economia acumulada em relação ao mercado regulado, em R$: indicador para empresas já no mercado livre de energia, com comparação mensal entre o custo que seria pago no mercado cativo e o custo efetivo contratado.
A periodicidade recomendada de revisão completa do benchmarking é anual, com atualização dos índices de energia a cada trimestre, já que tarifas e encargos sofrem reajustes periódicos.
Para validar o benchmarking, o índice operacional total calculado deve ter comparação com a margem bruta do setor. Empresas industriais brasileiras de médio porte frequentemente apresentam margem bruta entre 30% e 40%, o que implica índice de custo de produção entre 60% e 70% da receita líquida. Índices muito acima desse intervalo indicam erro de classificação ou desvios reais que merecem investigação.
7. Opções avançadas e próximos passos
Múltiplas unidades consumidoras: empresas com várias plantas ou filiais devem calcular os índices de energia por unidade antes de consolidar. Unidades com perfis de consumo muito diferentes, como turnos, sazonalidade e tipo de processo, podem exigir benchmarks setoriais distintos. A análise consolidada pode mascarar desvios relevantes em unidades específicas.
Integração com sistemas ERP: automatizar a extração dos dados de custo por categoria e a atualização dos índices reduz o retrabalho trimestral e o risco de erro de classificação. A integração com o sistema de medição de energia, quando disponível, permite acompanhar o consumo em tempo quase real e identificar picos antes do fechamento da fatura.
Temas correlatos para aprofundamento:
-
Análise de demanda contratada e adequação ao perfil de consumo real.
-
Gestão de energia e eficiência energética por equipamento.
-
Certificação de energia renovável, como I-RECs, para relatórios de ESG e metas de Escopo 2.
-
Contratos bilaterais de longo prazo no mercado livre de energia, com foco em estrutura, flexibilidade e gestão de exposição ao PLD.
8. FAQ
O que é benchmarking de custos operacionais e por que ele é relevante para empresas do Grupo A?
Benchmarking de custos operacionais é o processo de comparar os índices de despesa de uma empresa com médias ou medianas do seu setor, usando a mesma unidade de medida, geralmente percentual da receita líquida. Para empresas do Grupo A, que consomem energia em média e alta tensão, essa comparação é relevante porque essas empresas têm estruturas de custo mais complexas, com componentes fixos e variáveis que reagem de forma diferente ao volume de produção e às condições de mercado. O benchmarking converte dados internos em desvios mensuráveis e ajuda a priorizar ações de redução de OPEX com base em evidências.
Como identificar se minha empresa está no Grupo A?
O Grupo A reúne consumidores de média e alta tensão. A classificação aparece na própria fatura de energia elétrica, no campo de modalidade tarifária ou subgrupo de tensão. Empresas classificadas nos subgrupos A1, A2, A3, A3a, A4 ou AS fazem parte do Grupo A e podem migrar para o mercado livre de energia. Não existe consumo mínimo para migrar, basta fazer parte do Grupo A. A Serena Energia realiza a análise de elegibilidade sem custo.
Por que a energia elétrica é tratada como a alavanca de maior impacto no benchmarking de custos?
A energia elétrica é a única linha de custo operacional relevante que pode ter redução sem alteração de processos produtivos, sem investimento em infraestrutura e sem negociação com múltiplos fornecedores. A migração para o mercado livre de energia substitui o fornecimento regulado pela distribuidora por um contrato bilateral de longo prazo com preço acordado antecipadamente, o que reduz a exposição às bandeiras tarifárias e aos reajustes anuais da tarifa regulada. O processo é conduzido pela comercializadora, e a distribuidora local mantém a responsabilidade pela entrega física da energia. A Serena Energia oferece migração gerenciada, consultoria energética e gestão da energia sem custo adicional para clientes sob sua gestão.
Quanto tempo leva o processo de migração para o mercado livre de energia?
O processo leva cerca de seis meses, conforme o cronograma regulatório mencionado anteriormente. Durante esse período, a comercializadora conduz as etapas de análise de consumo, modelagem do contrato e comunicação com a distribuidora local. Conforme explicado, a entrega física permanece com a distribuidora local. Todos esses serviços estão incluídos sem custo adicional para clientes da Serena Energia.