Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 22 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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Due diligence ESG em energia tornou-se requisito de compliance para empresas do Grupo A que atuam no mercado livre de energia, indo além de preço e prazo.
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Um processo estruturado em seis etapas permite identificar, classificar e mitigar riscos ambientais, sociais e de governança em fornecedores de energia.
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Certificados I-REC rastreáveis e geração própria reduzem riscos reputacionais e regulatórios ao comprovar a origem renovável da energia.
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Cláusulas contratuais ESG, monitoramento contínuo e análise de subfornecedores ajudam a manter a conformidade ao longo de todo o contrato.
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Para implementar uma due diligence de ESG robusta e ter energia 100% renovável com rastreabilidade, fale com a Serena Energia.
Empresas do Grupo A que atuam no mercado livre de energia enfrentam pressão crescente de investidores, auditores e reguladores para comprovar a origem renovável da energia consumida. Due diligence de ESG em energia tornou-se requisito de compliance para quem precisa reportar emissões de Escopo 2 ou atender a frameworks como GRI e CSRD.
Este guia apresenta um processo em seis etapas para avaliar fornecedores de energia sob critérios ambientais, sociais e de governança. O objetivo é identificar riscos antes da contratação, estruturar cláusulas ESG no contrato e manter o monitoramento contínuo ao longo da relação com o fornecedor.
O que é due diligence de ESG em energia?
Due diligence de ESG em energia é o processo estruturado de avaliação de fornecedores de energia sob critérios ambientais, sociais e de governança. O objetivo é identificar, classificar e mitigar riscos antes e durante a vigência de um contrato no mercado livre de energia.
O processo se organiza em seis etapas macro:
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Definir critérios e escopo da avaliação
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Mapear e classificar fornecedores em tiers de risco
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Coletar e analisar documentos obrigatórios
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Avaliar rastreabilidade e subfornecedores
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Negociar cláusulas contratuais ESG
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Implementar monitoramento contínuo
Passo 1 – Definir critérios e escopo da avaliação
Objetivo: estabelecer quais dimensões ESG serão avaliadas, quais fornecedores entram no escopo e quais evidências serão exigidas.
O primeiro passo é alinhar a due diligence com as metas da empresa e com os referenciais de reporte. Esse alinhamento orienta a profundidade da análise e evita lacunas de evidência em auditorias futuras.
Ações recomendadas:
Começar pelo mapeamento das metas públicas de sustentabilidade da empresa, como compromissos de Escopo 2, metas de net zero e relatórios GRI ou SASB. Essas metas orientam a definição dos pilares de avaliação: ambiental, com foco em origem da energia, emissões e licenças; social, com foco em condições de trabalho e direitos humanos; e governança, com foco em ética, anticorrupção e transparência.
Com os pilares definidos, a empresa pode estabelecer quais fornecedores de energia serão avaliados com maior profundidade e quais passarão por triagem simplificada. Essa priorização direciona recursos para os contratos de maior impacto. Em seguida, o escopo deve se alinhar a referenciais internacionais como GRI, SASB, TCFD e os IFC Performance Standards, o que facilita o diálogo com auditores e investidores.
Responsáveis internos típicos: Gerente de ESG, Diretor de Sustentabilidade, Controller e equipe jurídica.
Para executar essa etapa, a empresa precisa reunir três documentos principais: política ESG interna, metas de descarbonização aprovadas pelo conselho e inventário de emissões de Escopo 2 do ano anterior. Esses documentos formam a base de evidência que sustenta o escopo da avaliação.
Ponto de atenção: mais de 70% das emissões de carbono de muitas indústrias estão no Escopo 3, o que torna a definição do escopo da due diligence um passo estratégico, não apenas operacional.
Fale com um de nossos consultores e entenda como a Serena Energia pode apoiar a definição do escopo ESG para o seu contrato de energia.
Passo 2 – Mapear e classificar fornecedores em tiers de risco
A classificação por tiers direciona esforços de due diligence para os fornecedores com maior impacto potencial. O mapeamento de fornecedores críticos considera quatro critérios principais: valor contratado, criticidade do insumo, exposição geográfica e intensidade ambiental do processo.
A tabela abaixo apresenta uma matriz de risco ESG adaptada para fornecedores de energia no mercado livre de energia, com base em frameworks de classificação de risco regulatório em contratos de fornecedores e em modelos de scoring ESG para fornecedores:
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Tier |
Critérios de classificação |
Resposta contratual recomendada |
Periodicidade de revisão |
|---|---|---|---|
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Alto risco |
Sem certificação de origem renovável, como I-REC, sem registro ativo na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), histórico de inadimplência ou litígios, sem lastro de geração própria |
Plano de remediação em 60 dias, aprovação condicional, exclusão de novos contratos, escalada para Diretor de Sustentabilidade ou CFO |
Trimestral |
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Médio risco |
Certificação parcial ou em processo, geração própria limitada, políticas de governança incompletas, histórico de compliance sem ocorrências graves |
Cláusulas ESG reforçadas, metas de melhoria com prazos, auditoria anual aprofundada |
Semestral |
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Baixo risco |
I-RECs emitidos e rastreáveis, registro ativo na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), geração própria comprovada, políticas de governança estruturadas, histórico limpo de compliance |
Processo padrão de contratação, status de fornecedor preferencial, elegível para contratos de longo prazo |
Anual |
Ponto de atenção: empresas que atuam apenas como intermediárias entre geradoras e clientes finais, sem geração própria, assumem riscos financeiros que podem comprometer o fornecimento. Fornecedores com lastro de geração própria oferecem maior segurança operacional e ESG.

Passo 3 – Coletar e analisar documentos obrigatórios
Objetivo: reunir evidências documentais que comprovem a origem renovável da energia, a regularidade do fornecedor perante a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) e a solidez das práticas de governança.
O checklist abaixo consolida os principais documentos exigidos em processos de due diligence de ESG para fornecedores de energia, com base em frameworks de due diligence por camadas e em estruturas de reporte ESG por pilar:
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Categoria |
Documento |
Finalidade |
Periodicidade de atualização |
|---|---|---|---|
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Origem da energia |
Certificados I-REC emitidos e rastreáveis |
Comprovar que cada MWh consumido é de fonte renovável para relatórios de Escopo 2 |
A cada MWh consumido |
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Regularidade setorial |
Registro ativo na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) |
Confirmar habilitação legal para comercializar energia no mercado livre de energia |
Anual |
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Geração |
Licenças de geração e outorgas vigentes |
Verificar lastro de geração própria e regularidade ambiental das usinas |
Conforme vencimento |
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Emissões |
Relatório de emissões, Escopos 1, 2 e 3, ou inventário de GEE |
Avaliar pegada de carbono do fornecedor e alinhamento com metas climáticas |
Anual |
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Governança |
Política ESG, código de ética, canal de denúncias e política anticorrupção |
Avaliar maturidade de governança e mitigar riscos reputacionais e de compliance |
Anual |
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Trabalhista |
Certidões negativas de débitos trabalhistas e previdenciários |
Verificar ausência de passivos sociais e conformidade com legislação trabalhista |
Semestral |
Ponto de atenção: a ausência de certificados de origem reconhecidos, como o I-REC, enfraquece as declarações de sustentabilidade e aumenta os riscos reputacionais e de compliance para compradores com metas ESG, obrigações de reporte a investidores ou requisitos de exportação.

Fale com um de nossos consultores para saber como a Serena Energia emite I-RECs rastreáveis para cada MWh consumido pelos seus clientes.
Passo 4 – Avaliar rastreabilidade e subfornecedores
Objetivo: verificar se a cadeia de fornecimento de energia é transparente do ponto de vista da origem e se os subfornecedores do fornecedor principal também atendem a critérios ESG mínimos.
Ações recomendadas:
O primeiro movimento é solicitar ao fornecedor uma declaração formal sobre a existência de subfornecedores e os critérios ESG aplicados a eles. Em seguida, a empresa deve verificar se os I-RECs emitidos rastreiam a energia desde a usina geradora até o consumidor final.
Também é necessário confirmar se o fornecedor possui geração própria ou depende integralmente de terceiros para compor seu portfólio. Para subfornecedores relevantes, a recomendação é aplicar um checklist ESG estendido, conforme orientam frameworks de due diligence por camadas.
Responsáveis internos típicos: Gerente de ESG, equipe de procurement e equipe jurídica.
Documentos necessários: declaração de subfornecedores, evidências de critérios ESG aplicados à cadeia estendida, I-RECs com rastreabilidade completa.
Ponto de atenção: muitas empresas têm visibilidade direta limitada de suas cadeias de fornecimento, com grande parte sem transparência adequada. No setor de energia, isso significa que um fornecedor sem geração própria pode repassar energia de origem desconhecida sem que o comprador perceba.

Passo 5 – Negociar cláusulas contratuais ESG
Objetivo: formalizar as obrigações ESG no contrato de fornecimento de energia, com mecanismos de verificação, correção e rescisão vinculados ao desempenho socioambiental do fornecedor.
Ações recomendadas:
O contrato deve incluir cláusula de origem renovável com obrigação de emissão periódica de I-RECs. Também precisa definir obrigações de evidência, com clareza sobre quais documentos o fornecedor deve entregar, em qual periodicidade e com qual nível de detalhe.
Outro ponto é estabelecer direitos de auditoria e acesso para verificação independente das práticas ESG. A empresa pode ainda inserir gatilhos de continuidade e direitos de rescisão ou suspensão em caso de descumprimento de critérios ESG, além de prever ciclos de renovação de evidência alinhados à periodicidade de monitoramento.
Responsáveis internos típicos: equipe jurídica, Diretor Financeiro e Gerente de ESG.
Documentos necessários: minuta contratual com cláusulas ESG, matriz de risco ESG do fornecedor, checklist de documentos obrigatórios.
Ponto de atenção: cláusulas ESG vêm sendo incorporadas com maior frequência aos contratos, com exigências relacionadas a obrigações de reporte, auditorias periódicas, direitos de inspeção, metas ESG, planos de remediação e cláusulas ligadas a performance socioambiental. Contratos sem essas cláusulas expõem o comprador a riscos regulatórios e reputacionais difíceis de remediar após a assinatura.
Passo 6 – Implementar monitoramento contínuo
Objetivo: manter a avaliação ESG do fornecedor de energia ativa ao longo de toda a vigência do contrato, com periodicidade definida e KPIs mensuráveis.
Periodicidade recomendada:
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Mensal: acompanhamento do consumo de energia em kWh e verificação dos I-RECs emitidos no período
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Trimestral: revisão dos KPIs ESG do fornecedor, incluindo emissões de Escopo 2 abatidas e conformidade documental
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Anual: auditoria aprofundada para fornecedores de baixo risco, semestral para médio risco e trimestral para alto risco
Ferramentas e práticas recomendadas:
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Painel digital de acompanhamento mensal de consumo e certificados, com histórico consolidado
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Alertas automáticos para vencimento de documentos e certificações
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Monitoramento de listas restritivas e mídias negativas sobre o fornecedor
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Atualização periódica do score ESG do fornecedor com base em novos dados
A prática mais atual é migrar de ciclos anuais para monitoramento contínuo com alertas automatizados para vencimento de documentos e riscos reputacionais. No caso da Serena Energia, os clientes têm acesso a um painel digital com acompanhamento do consumo mensal, consumo realizado, previsão de consumo e detalhamento da fatura, o que facilita a produção de evidências para relatórios ESG.

Erros comuns e como evitá-los
Três falhas recorrentes comprometem a eficácia da due diligence de ESG em energia no mercado livre de energia:
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Falta de rastreabilidade da origem da energia: contratar energia renovável sem exigir I-RECs emitidos e rastreáveis invalida qualquer declaração de Escopo 2 perante auditores, investidores e frameworks como GRI e CSRD, um risco já destacado no Passo 3.
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Contratos sem cláusula de origem renovável: sem obrigação contratual explícita, o fornecedor não tem compromisso formal de entregar energia de fonte limpa nem de emitir certificados. A ausência de variáveis contratuais como obrigação de evidência e ciclo de renovação de evidência expõe o comprador a riscos regulatórios e financeiros mensuráveis.
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Ausência de análise de subfornecedores: ignorar a cadeia estendida do fornecedor de energia cria pontos cegos de risco ESG. Até 85% dos impactos ambientais, sociais e de governança de uma empresa ocorrem na cadeia de fornecimento, incluindo mais de 90% das emissões associadas à prestação de serviços.
Verificação de resultados e métricas de acompanhamento
A eficácia da due diligence de ESG em energia deve ser medida por evidências objetivas e KPIs rastreáveis. Os principais indicadores recomendados, com base em boas práticas de monitoramento ESG e em frameworks de gestão de cadeia de fornecimento, incluem:
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Percentual de consumo de energia coberto por I-RECs emitidos e rastreáveis
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Emissões de Escopo 2 abatidas, em tCO₂e, no período, com base nos certificados
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Percentual de fornecedores de energia avaliados e classificados por tier de risco
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Percentual de fornecedores com planos de ação corretiva implementados
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Número de não conformidades documentais identificadas e corrigidas no período
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Tempo médio de atualização do score ESG do fornecedor
Manter KPIs atualizados e evidências documentadas funciona como proteção direta contra perdas financeiras e reputacionais.
Fale com um de nossos consultores e descubra como a Serena Energia entrega energia 100% renovável com I-RECs rastreáveis e suporte completo para o seu processo de due diligence de ESG.
Perguntas frequentes
Quais empresas precisam fazer due diligence de ESG em fornecedores de energia?
Empresas do Grupo A, consumidores de média e alta tensão, que atuam no mercado livre de energia e possuem metas públicas de sustentabilidade, obrigações de reporte ESG a investidores ou clientes corporativos, ou que integram cadeias de fornecimento de multinacionais sujeitas a regulações como a CSRD europeia. O processo é especialmente relevante para diretores financeiros, controllers, gerentes de ESG e diretores de sustentabilidade que precisam comprovar a origem renovável da energia consumida em relatórios auditáveis.
O que é o I-REC e por que ele é indispensável na due diligence de ESG em energia?
O I-REC, International Renewable Energy Certificate, é um certificado global que comprova, de forma rastreável e auditável, que 1 MWh de energia foi gerado por uma fonte renovável e injetado na rede elétrica. Esse certificado é o principal instrumento para zerar as emissões de Escopo 2 em inventários de GEE e para atender às exigências de frameworks como GRI, SASB e TCFD. Sem I-RECs emitidos e vinculados ao consumo real, qualquer declaração de energia 100% renovável carece de evidência formal perante auditores e investidores. A Serena Energia emite I-RECs para cada MWh consumido pelos seus clientes, com rastreabilidade desde a usina geradora até o consumidor final.
Qual a diferença entre um fornecedor de energia com geração própria e um intermediário sem lastro?
Um fornecedor com geração própria possui usinas registradas, outorgas vigentes e capacidade instalada comprovada para cobrir o volume contratado. Um intermediário sem lastro depende integralmente da compra de energia de terceiros no mercado, o que aumenta o risco de inadimplência contratual, especialmente em períodos de alta de preços ou restrições de geração. Do ponto de vista da due diligence de ESG, fornecedores sem geração própria também apresentam maior dificuldade para emitir I-RECs rastreáveis com origem verificável. A Serena Energia está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, com geração própria que sustenta os contratos firmados com seus clientes.
Com que frequência a due diligence de ESG de um fornecedor de energia deve ser revisada?
A periodicidade ideal varia conforme o tier de risco do fornecedor. Fornecedores classificados como alto risco devem ser revisados trimestralmente, com plano de remediação ativo. Fornecedores de médio risco passam por revisão semestral, com metas de melhoria e cláusulas ESG reforçadas. Fornecedores de baixo risco são revisados anualmente, com atualização documental e verificação dos I-RECs emitidos. Além dos ciclos regulares, revisões extraordinárias devem ocorrer em eventos como mudanças societárias, litígios, aparecimento em listas restritivas ou cobertura negativa na mídia.
Como a Serena Energia apoia o processo de due diligence de ESG dos seus clientes?
A Serena Energia fornece energia 100% de fonte eólica com emissão de I-RECs rastreáveis para cada MWh consumido, o que resolve diretamente o principal ponto de risco da due diligence de ESG em energia: a comprovação da origem renovável. Além disso, os clientes têm acesso a um painel digital com acompanhamento mensal do consumo, histórico de certificados e comparativo de fatura, o que facilita a produção de evidências para relatórios de sustentabilidade. A Serena Energia também oferece migração gerenciada para o mercado livre de energia, assumindo todo o processo junto à CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) sem custo adicional para clientes sob sua gestão.