Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 6 de agosto de 2026
Principais lições deste artigo
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Comparar o custo por kWh e a participação da energia no OPEX com benchmarks do setor ajuda a identificar oportunidades de redução de despesas.
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Em 2026, a ANEEL projeta alta média de 8,6% nas tarifas, acima da inflação, o que pressiona ainda mais o orçamento das PMEs que não adotam estratégias de economia.
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Empresas com conta a partir de R$ 500 por mês e em baixa ou média-baixa tensão podem acessar modelos de geração distribuída compartilhada sem investimento inicial.
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Evitar erros comuns, como comparar propostas sem verificar encargos ou contratar fornecedores sem histórico comprovado, aumenta a chance de obter resultados reais.
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Com a Serena Energia, PMEs em 11 estados conseguem até 20% de desconto na conta de luz sem obras ou capital imobilizado; simule seu desconto em menos de 1 minuto.
Conceitos essenciais para entender sua conta de luz
Entender os principais termos da fatura facilita a comparação de custos e a escolha de estratégias de economia:
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Classe de consumo: classificação do cliente pela distribuidora, como residencial, comercial, industrial ou rural. A classe define a tarifa aplicada.
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Tarifa de Energia (TE): custo da energia consumida, expresso em R$/kWh. Esse componente é a base para descontos em modelos alternativos de contratação.
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TUSD (Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição): custo pelo uso da rede de distribuição, cobrado separadamente da TE.
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Intensidade energética: quantidade de energia consumida por unidade de produção ou receita. Setores com alta intensidade energética ficam mais expostos à variação tarifária.
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Bandeira tarifária: adicional definido pela ANEEL que varia conforme as condições do sistema elétrico. Em julho de 2026, a bandeira permaneceu amarela, com custo adicional sobre o consumo.
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Tensão de atendimento: baixa tensão ou média-baixa tensão. Esse fator define as opções de contratação disponíveis para a empresa.
Panorama de consumo e custo de energia por classe no Brasil em 2026
O consumo de energia elétrica no Brasil cresceu 0,2% em 2025, com o setor industrial crescendo 1,0% e o comercial mantendo expansão. Em janeiro de 2026, o consumo residencial atingiu 16.989 GWh, alta de 8,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionado por ondas de calor. O consumo comercial chegou a 9.352 GWh no mesmo mês, crescimento de 6,4%.
No cenário tarifário, a ANEEL projeta alta média de 8,6% nas tarifas de energia elétrica em 2026, acima da inflação projetada de 4,9%. Esse aumento pressiona diretamente o OPEX das PMEs que não adotam estratégias de redução de custo.
Tabelas comparativas: consumo médio mensal, custo por kWh e participação no OPEX por setor
Comparar a participação da energia no OPEX por classe de consumo mostra o quanto a conta de luz pesa no orçamento de cada perfil de cliente. PMEs comerciais podem gastar até 10% da receita com energia, enquanto indústrias energia-intensivas costumam ter a energia entre as três maiores despesas operacionais.

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Classe |
TE média nacional (R$/kWh) |
Participação típica no OPEX |
Fonte |
|---|---|---|---|
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Residencial |
Variável por distribuidora |
Até 18% da renda mensal em famílias de baixa renda |
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Comercial / PME |
Variável por distribuidora |
Até 10% da receita em micro e pequenas empresas |
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Industrial (energia-intensiva) |
Variável por distribuidora (Grupo A) |
Entre as três maiores despesas operacionais |
Essa diferença na intensidade energética ajuda a explicar por que alguns setores industriais são mais vulneráveis aos aumentos tarifários. Entre os sub-setores industriais com maior crescimento de consumo em 2024, o Balanço Energético Nacional 2025 da EPE aponta:
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Sub-setor industrial |
Variação do consumo (2024 vs. 2023) |
Observação |
|---|---|---|
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Alimentos e bebidas |
+19,7% |
Maior alta entre os segmentos monitorados |
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Celulose e papel |
+7,2% |
Alta intensidade energética |
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Ferro-gusa e aço |
+5,5% |
Setor com capítulo dedicado no Atlas EPE 2022 |
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Cerâmica e química |
+0,2% |
Crescimento marginal |
Em janeiro de 2026, os setores de extração mineral metálica (+13,6%), papel e celulose (+5,7%) e alimentos (+3,6%) foram os únicos com crescimento de consumo elétrico na indústria, enquanto metalurgia e química registraram quedas.
Fatores que influenciam o custo da energia na sua operação
A localização geográfica explica parte da variação tarifária, mas não é o único fator. Três características operacionais da empresa também determinam o custo efetivo da energia:
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Tensão de atendimento: empresas em baixa tensão pagam tarifas diferentes das que operam em média-baixa tensão. A tensão também define quais modalidades de contratação ficam disponíveis.
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Perfil de consumo: negócios com equipamentos de alta demanda contínua, como câmaras frias, fornos industriais ou lavadoras comerciais, têm maior exposição à variação tarifária e às bandeiras.
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Horário de ponta: o consumo nos horários de maior demanda do sistema elétrico pode ter tarifa com adicional, dependendo da modalidade contratada.
Dados do Sebrae mostram que 79% dos empreendedores reconhecem a importância da gestão de energia, mas mais da metade não tem um plano estruturado para reduzir o consumo. Apenas uma parcela das pequenas empresas possui um plano consistente de redução de consumo energético.
Como usar os benchmarks para planejar redução de custos na sua PME
Usar os benchmarks como referência permite avaliar se a empresa está pagando mais do que o necessário. O gestor pode comparar o custo por kWh que paga com a média da sua distribuidora e verificar se a participação da energia no OPEX está acima do benchmark do setor. Se a conta de luz representa mais de 10% da receita, limite apontado pelo Sebrae para micro e pequenas empresas, existe espaço relevante para atuação.
Entre as estratégias disponíveis, a geração distribuída compartilhada se destaca para PMEs em baixa e média-baixa tensão. Esse modelo elimina a necessidade de capital inicial para acessar energia renovável. Em vez de instalar painéis próprios, a empresa contrata créditos de energia limpa gerados em fazendas solares, que são injetados na rede das distribuidoras e abatidos na conta de luz. O desconto pode chegar a até 20% e aparece já na primeira fatura após o período de conexão, que pode levar até 90 dias, sem obras e sem interrupção da operação.

A Serena Energia, uma das maiores geradoras de energia renovável criadas nas Américas, opera fazendas solares em locais estratégicos de 11 estados, GO, PE, CE, SP interior, BA, MG, MT, PI, PA, MA e RJ interior, e oferece contratação 100% digital, fatura única e portal do cliente para acompanhamento da economia.

Riscos e erros comuns ao avaliar alternativas de redução de custo
Evitar erros na análise de alternativas de economia reduz o risco de frustração e custos extras. Alguns pontos exigem atenção especial:
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Comparar propostas sem verificar o que está incluído na fatura: algumas propostas apresentam desconto apenas sobre a TE, sem considerar os encargos da distribuidora, que continuam sendo cobrados.
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Optar por instalação própria de painéis sem avaliar o prazo de retorno: o investimento inicial pode chegar a dezenas de milhares de reais, com retorno em anos, capital que poderia ser aplicado no próprio negócio.
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Contratar com empresas sem histórico comprovado: 14% dos pequenos negócios brasileiros adotam energia solar, em levantamento do Sebrae em parceria com o IBGE, e muitas empresas que buscam alternativas relatam dificuldade em avaliar a solidez dos fornecedores.
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Ignorar a variação das bandeiras tarifárias no planejamento: a conta pode variar mês a mês sem que o gestor tenha controle, o que dificulta a precificação de produtos e serviços.
Critérios objetivos para decidir a melhor estratégia de economia
Definir critérios objetivos ajuda a escolher a estratégia mais adequada ao perfil da PME. Alguns pontos práticos orientam essa decisão:
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Valor da conta de luz: a geração distribuída compartilhada costuma ser indicada para empresas com conta a partir de R$ 500 por mês.
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Tensão de atendimento: baixa ou média-baixa tensão são os perfis atendidos pelo modelo de créditos de geração distribuída compartilhada.
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Disponibilidade de capital: se não há capital para imobilizar em infraestrutura, o modelo sem investimento inicial próprio tende a ser mais adequado.
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Localização: é necessário verificar se a empresa está em um dos estados e áreas de concessão atendidos pelo fornecedor.
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Solidez do fornecedor: vale priorizar empresas com histórico comprovado, ativos próprios de geração e transparência contratual.
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Simplicidade operacional: é recomendável avaliar se o modelo exige gestão adicional ou se a fatura já consolida todos os custos.
Perguntas frequentes sobre consumo, economia e contratação de energia
Minha empresa se qualifica para a geração distribuída compartilhada?
Empresas com conta de luz a partir de R$ 500 por mês, aproximadamente 500 kWh por mês, operando em baixa ou média-baixa tensão e localizadas nos estados atendidos pela Serena Energia, GO, PE, CE, SP interior, BA, MG, MT, PI, PA, MA e RJ interior, são elegíveis. A verificação de elegibilidade ocorre na simulação online, em menos de um minuto, sem necessidade de documentação prévia.
Quanto tempo leva para começar a economizar?
Após a contratação, a distribuidora local precisa conectar o medidor da empresa ao sistema de créditos. Esse processo pode levar até 90 dias. A partir da primeira fatura após a conexão, o desconto, que pode chegar a até 20%, já aparece na conta. A contratação é 100% digital e pode ser concluída em menos de 10 minutos.
O que muda na minha relação com a distribuidora local?
A entrega de energia permanece a mesma. A distribuidora continua responsável pela rede e pelo fornecimento. O que muda é que créditos de energia limpa, gerados nas fazendas solares da Serena Energia e injetados na rede da distribuidora, são abatidos na sua conta. A Serena Energia emite uma fatura única que já consolida os custos da distribuidora e o valor da energia com desconto, o que elimina a necessidade de gerenciar duas contas separadas.
Preciso instalar algum equipamento na minha empresa?
Não é necessário instalar equipamentos na empresa. Nenhuma placa solar, nenhuma obra e nenhuma intervenção física no imóvel são exigidas. Toda a geração acontece nas fazendas solares da Serena Energia, em regiões com irradiação solar acima da média. A empresa contrata o benefício de forma digital e recebe o desconto na fatura, sem alteração na infraestrutura interna.
Como acompanho a economia mês a mês?
A Serena Energia disponibiliza um portal do cliente em que é possível acessar o histórico de faturas, acompanhar o consumo e verificar a economia acumulada de todas as unidades da empresa em um único lugar. O suporte também está disponível via WhatsApp para dúvidas pontuais.
Coloque sua energia no lugar certo: simule seu desconto agora
Os benchmarks de 2026 mostram que a energia elétrica representa uma parcela relevante do OPEX das PMEs brasileiras e que a variação tarifária entre estados e distribuidoras pode gerar diferença significativa na competitividade de um negócio. Com a projeção de aumento tarifário mencionada anteriormente, aguardar não é uma estratégia.
A Serena Energia, com mais de 17 anos de história e potencial de abastecimento equivalente a 4,2 milhões de domicílios, oferece uma das estratégias mais eficazes para PMEs reduzirem o custo da energia sem imobilizar capital. Os descontos podem chegar a até 20% na conta de luz, sem investimento inicial próprio, sem obras e com contratação 100% digital. O benefício aparece já na primeira fatura após o período de conexão.
Empresas que buscam reduzir o peso da conta de luz podem usar a geração distribuída compartilhada para direcionar mais recursos ao crescimento do negócio. A simulação online mostra, em poucos passos, o potencial de economia da sua empresa.