Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 28 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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O benchmarking de energia permite comparar o consumo e o custo da sua PME com referências do setor e identificar desvios e oportunidades de redução.
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Os três KPIs essenciais, kWh/m², % da receita e R$/MWh, devem ser analisados em conjunto para avaliar se o gasto energético está competitivo.
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Os dados de 2025-2026 indicam que supermercados e indústrias eletrointensivas apresentam consumo elevado por m², enquanto a ANEEL projeta alta de 8,6% na conta de luz em 2026.
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Entre eficiência operacional e geração distribuída, a segunda tende a gerar redução de custo sem investimento inicial, obras ou interrupção da operação.
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Com mais de 17 anos de atuação e fazendas solares em 11 estados, a Serena Energia está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas e entrega economia relevante para PMEs do varejo e da indústria leve. Descubra em 1 minuto quanto sua empresa pode economizar na conta de luz.
O que é benchmarking de energia e por que ele importa para sua PME?
Benchmarking de energia é o processo de comparar o consumo e o custo de eletricidade de uma empresa com referências do mesmo setor, porte e região. Esse processo mostra se o gasto está acima ou abaixo da média do segmento e indica ineficiências ou espaço para negociação.
Para PMEs no varejo e na indústria leve, esse diagnóstico é relevante porque a energia elétrica combina componentes fixos, como taxa de disponibilidade e iluminação pública, e componentes variáveis, como consumo efetivo e bandeiras tarifárias. Sem separar esses itens e compará-los com empresas semelhantes, o gestor toma decisões com pouca visibilidade.
O benchmarking também indica qual alavanca usar em cada caso: reduzir o consumo, renegociar o modelo de contratação ou combinar as duas estratégias. A escolha depende de onde o desvio aparece nos indicadores.
KPIs essenciais para comparar seu gasto energético
Três indicadores permitem comparações objetivas entre empresas de portes e regiões diferentes:
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kWh/m²: consumo de eletricidade dividido pela área útil da operação. Esse indicador é útil para comparar lojas, supermercados e galpões industriais com operações similares. Um supermercado com refrigeração intensa tende a apresentar índice mais alto do que uma loja de roupas, e o desvio dentro do mesmo segmento indica ineficiência.
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% da receita: custo total de energia dividido pelo faturamento bruto. Esse indicador mostra o peso relativo da energia na estrutura de custos, independentemente do tamanho da empresa. Em segmentos eletro-intensivos, como alimentos e bebidas, a energia pode representar parcela relevante dos custos operacionais.
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R$/MWh: preço efetivo pago por megawatt-hora, incluindo todos os encargos da fatura. Esse indicador é o mais direto para comparar o custo de contratação entre empresas e avaliar se o modelo atual é competitivo.
A interpretação correta exige analisar os três KPIs em conjunto. Uma empresa com kWh/m² alto e R$/MWh baixo pode consumir muito, mas pagar um valor competitivo por MWh. O inverso também ocorre, com consumo eficiente e tarifa elevada.
Tabelas de benchmark 2025-2026 por segmento
Os dados abaixo combinam informações do banco de dados de consumo de eletricidade da EPE e do Anuário Estatístico de Energia Elétrica 2025 da EPE (base 2024). Os valores de kWh/m² são faixas de referência setorial amplamente utilizadas para diagnóstico, e o % de custos operacionais reflete dados setoriais publicados para segmentos eletrointensivos.
No varejo, supermercados tendem a concentrar o consumo mais elevado por m² devido à refrigeração contínua, enquanto lojas de vestuário apresentam perfil moderado, com foco em iluminação e climatização.

Varejo
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Segmento |
Consumo estimado (kWh/m²/ano) |
Principal fator de consumo |
Observação |
|---|---|---|---|
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Supermercados |
Elevado |
Refrigeração e climatização |
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Lojas de vestuário e calçados |
Moderado |
Iluminação e climatização |
Consumo menor por m², com maior sensibilidade a horário de pico |
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Shoppings e galerias |
250–450 |
Climatização central e iluminação |
Operação contínua eleva o consumo médio por m² |
Indústria leve
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Segmento |
Observação |
|---|---|
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Alimentos e bebidas |
Refrigeração, aquecimento e processamento industrial |
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Metalurgia |
Processos térmicos e fornos elétricos |
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Têxtil |
Consumo concentrado em motores e climatização |
Em segmentos eletrointensivos como alimentos e bebidas e metalurgia, a energia representa parcela relevante dos custos operacionais e afeta diretamente a competitividade. A indústria brasileira registrou crescimento no consumo de energia nos últimos anos, o que reforça a importância de acompanhar esses indicadores.
Mapa regional de tarifas médias e variações por estado
O custo da energia elétrica no Brasil varia por região, distribuidora e bandeira tarifária vigente. Para PMEs em baixa e média-baixa tensão, essa variação impacta diretamente o R$/MWh efetivo pago na fatura.
Alguns dados recentes ilustram a pressão tarifária em curso. O preço da eletricidade para consumidores industriais brasileiros varia de acordo com fatores de mercado e apresenta oscilações ao longo do tempo. Essa volatilidade se agrava com projeções de novos aumentos, como a alta de 8,6% na conta de luz em 2026 projetada pela ANEEL, que pressiona ainda mais o orçamento de PMEs em todo o país.
A Serena Energia atua com geração distribuída em 11 estados brasileiros: São Paulo, exclusivamente no interior na área de concessão da CPFL Paulista, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Bahia, Piauí, Pará, Maranhão, Pernambuco, Ceará e Rio de Janeiro, no interior. Esses estados concentram parte relevante da atividade industrial e varejista do país, e as tarifas locais variam conforme a distribuidora responsável pela área de concessão.
Para PMEs nesses estados, o benchmark regional mais relevante é a diferença entre o valor pago hoje e o valor que se pagaria com o desconto já mencionado aplicado sobre o mesmo consumo. A simulação da Serena Energia calcula essa diferença de forma individual, com base na fatura atual de cada empresa.
Eficiência operacional versus geração distribuída: qual alavanca escolher?
Com o benchmark regional em mãos e a pressão tarifária mapeada, a próxima decisão é escolher a alavanca de redução de custos. Existem dois caminhos para reduzir o custo de energia de uma PME: consumir menos ou pagar menos pelo que se consome. As duas abordagens são complementares, mas apresentam perfis de esforço, prazo e investimento diferentes.
Reduzir o consumo envolve trocar equipamentos por versões mais eficientes, ajustar processos, instalar sensores e automação e revisar horários de operação. Os ganhos são concretos, mas exigem capital inicial, tempo de implementação e, em muitos casos, interrupção parcial da operação. Além disso, existe um limite físico, já que equipamentos de refrigeração, fornos e sistemas de climatização não podem ser desligados sem afetar o negócio.
Pagar menos pelo que se consome é o caminho da geração distribuída compartilhada. Nesse modelo, a empresa mantém a mesma operação, com os mesmos equipamentos, o mesmo consumo e a mesma distribuidora entregando energia pela mesma rede. A diferença está no custo, porque créditos de energia limpa gerados em fazendas solares são injetados na rede e abatidos na fatura, o que reduz o valor pago por MWh.

A comparação prática entre as duas alavancas mostra que a geração distribuída reduz barreiras de capital e de tempo que limitam muitos projetos de eficiência:
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Critério |
Eficiência operacional |
Geração distribuída compartilhada |
|---|---|---|
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Investimento inicial próprio |
Médio a alto |
Zero |
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Obras ou interrupção da operação |
Frequentemente necessárias |
Nenhuma |
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Prazo para ver resultado |
Meses a anos |
A partir da primeira fatura após conexão, em até 90 dias |
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Limite de ganho |
Depende do potencial de redução de consumo |
Até 20% de desconto sobre o consumo atual |
Para a maioria das PMEs no varejo e na indústria leve, a geração distribuída costuma ser uma das estratégias mais eficazes para reduzir custos de energia, porque entrega resultado sem exigir capital, obra ou mudança de processo. As duas abordagens podem coexistir, com a eficiência reduzindo o consumo e a geração distribuída reduzindo o custo do que ainda se consome.
Como a Serena Energia entrega economia de até 20% sem investimento inicial
A Serena Energia está entre as maiores geradoras de energia renovável criadas nas Américas, com mais de 17 anos de história no setor. Suas fazendas solares ficam em regiões com irradiação acima da média, o que permite gerar energia a um custo de produção menor e repassar essa eficiência ao cliente na forma de redução na conta de luz.

O modelo funciona da seguinte forma:
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A Serena Energia gera energia limpa em usinas solares e injeta os créditos na rede das distribuidoras locais.
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Esses créditos são abatidos na fatura da empresa contratante, o que pode gerar redução de até 20% no valor pago.
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A distribuidora continua entregando energia com a mesma qualidade de sempre, sem necessidade de obra, de equipamento novo ou de interrupção da operação.
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A empresa recebe uma fatura única da Serena Energia, que já consolida o custo da energia com desconto e os encargos da distribuidora.
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O portal do cliente permite acompanhar consumo e economia de todas as unidades em um só lugar.
A contratação é 100% digital e pode ser concluída em menos de 10 minutos. O desconto começa a aparecer na fatura após o período de conexão, que pode levar até 90 dias. A geração distribuída da Serena Energia atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão em 11 estados brasileiros.
Entre os clientes da Serena Energia estão empresas como Cargill e Heineken. Parceiros como Eurofarma, PicPay, Vibra Energia e Visa indicam os serviços da Serena para suas bases de PMEs, o que reforça a solidez e a confiabilidade da empresa para uma decisão de longo prazo.
Perguntas frequentes sobre benchmarking e redução de custos de energia
Como saber se minha empresa está gastando mais do que deveria com energia?
O ponto de partida é calcular os três KPIs principais: kWh/m², percentual da receita comprometido com energia e R$/MWh efetivo pago na fatura. Com esses números em mãos, é possível comparar com as faixas de referência do seu segmento. Supermercados, por exemplo, têm consumo por m² mais alto do que lojas de vestuário por causa da refrigeração. Se o índice estiver acima da faixa esperada para o setor, existe espaço para investigar ineficiências. Se estiver dentro da faixa, o foco passa a ser o custo por MWh, que pode ser reduzido sem alterar o consumo.
Qual é o consumo médio de energia elétrica no varejo e na indústria leve no Brasil?
O comércio varejista foi o maior consumidor da classe comercial no Brasil em 2023, segundo o Anuário Estatístico de Energia Elétrica 2024 da EPE. Na indústria, os segmentos de alimentos e bebidas e metalurgia estão entre os principais consumidores de energia. Em termos de área, supermercados apresentam consumo mais elevado por m² do que lojas de vestuário, principalmente devido à refrigeração. Esses valores variam conforme o perfil de operação, o clima da região e a eficiência dos equipamentos instalados.
A geração distribuída compartilhada funciona para qualquer tipo de empresa?
A geração distribuída compartilhada atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão, com conta de luz a partir de R$ 500 por mês. Esse perfil cobre a maior parte das PMEs no varejo e na indústria leve. A empresa não precisa ter telhado disponível, não precisa fazer obras e não precisa alterar nada na instalação elétrica. A elegibilidade também depende da localização, já que a Serena Energia atua em 11 estados brasileiros, e a disponibilidade de créditos é verificada automaticamente durante a simulação.
Quanto tempo leva para começar a economizar com a geração distribuída?
Após a contratação, a distribuidora local realiza a conexão do medidor ao sistema de créditos. Esse processo segue o prazo de conexão já mencionado. A partir da primeira fatura após a conexão, o desconto passa a aparecer na conta. A contratação é feita de forma 100% digital, com envio de documentos online, e pode ser concluída em menos de 10 minutos.
É possível contratar a geração distribuída para várias unidades da mesma empresa?
É possível contratar para várias unidades da mesma empresa. A Serena Energia oferece atendimento escalável para redes com múltiplas lojas ou filiais que estejam na mesma área de concessão e dentro dos estados de atuação. O portal do cliente centraliza o acompanhamento de consumo e economia de todas as unidades em um único lugar, e a fatura única simplifica a gestão administrativa. Para redes com unidades em diferentes estados cobertos pela Serena Energia, é possível contratar separadamente para cada área de concessão.