Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia
Principais lições deste artigo
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Identificar e mapear os custos fixos por meio do DRE é o primeiro passo para priorizar ações de redução com maior impacto.
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A conta de luz pode representar até 10% do faturamento de micro e pequenas empresas e pode ser reduzida sem demissões ou mudanças operacionais.
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Táticas como auditoria de ferramentas digitais, renegociação de contratos e revisão de seguros geram economia em até 90 dias com baixo esforço.
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A geração distribuída permite descontos que podem chegar a até 20% na conta de luz, sem investimento inicial, obras ou mudanças na rotina da empresa.
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Para implementar a geração distribuída e reduzir sua conta de luz, conheça a Serena Energia e simule seu desconto.
Como diminuir os custos fixos de uma empresa?
Reduzir custos fixos exige método. O ponto de partida é um diagnóstico financeiro: extraia o Demonstrativo de Resultado do Exercício (DRE) dos últimos três meses, segmente as despesas em categorias como pessoal, aluguel, serviços, sistemas, seguros e transporte e calcule o percentual que cada uma representa sobre o total de custos fixos. Com esse mapa em mãos, fica mais simples priorizar as ações de maior impacto.
As 8 táticas a seguir foram selecionadas por poderem ser executadas em até 90 dias, com baixo investimento inicial e foco em resultados práticos.
Quais são 3 exemplos de custos fixos?
Custos fixos são despesas que ocorrem todo mês, independentemente do volume de vendas. Para pequenas e médias empresas brasileiras, esses custos definem o ponto de equilíbrio do negócio. Os três exemplos a seguir concentram boa parte do orçamento fixo de uma PME e costumam oferecer maior potencial de economia:

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Aluguel: representa uma parcela relevante dos custos fixos totais de uma PME típica.
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Folha de pagamento: concentra uma porção significativa dos custos fixos e costuma ser a maior linha de despesa.
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Conta de energia elétrica: pode representar até 20% das despesas totais de pequenas empresas, dependendo do segmento.
Além desses três custos principais, outras despesas fixas também merecem atenção durante a auditoria: sistemas e softwares de gestão, segurança e limpeza, internet e telefonia, contabilidade e seguros empresariais. Individualmente, esses itens podem parecer menores, mas em conjunto representam uma fatia relevante do total.
Táticas 1 a 7: ações complementares de baixo esforço
As táticas abaixo podem ser executadas pelo próprio gestor ou proprietário, sem consultoria especializada. Elas tendem a gerar resultados dentro de um trimestre.
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Tática 1: auditar sistemas e ferramentas digitais
Dados do Gartner indicam que cerca de 30% dos gastos corporativos com software são desperdiçados em licenças que nunca são acessadas. Liste todas as ferramentas ativas, verifique quem usa cada uma e com que frequência e cancele as que não são essenciais. Em PMEs brasileiras, essa auditoria costuma revelar ferramentas redundantes e planos acima da necessidade real. -
Tática 2: renegociar o aluguel comercial
A renegociação de contratos de aluguel comercial pode reduzir uma das principais despesas fixas. Pesquise imóveis comparáveis na região, registre valores e condições e leve essas referências para a conversa com o locador no momento da renovação do contrato. -
Tática 3: renegociar contratos com fornecedores
Uma renegociação bem conduzida de contratos com fornecedores pode gerar economia média de até 25% nos custos. A preparação é decisiva: colete cotações de concorrentes, organize os dados em uma planilha simples e apresente alternativas durante a negociação. Pedir propostas para cada contrato recorrente ajuda a reduzir o custo anual. -
Tática 4: revisar planos de telefonia e internet corporativos
Planos de celular corporativos costumam permitir renegociação com economia de 15% a 30% nos custos operacionais. Compare ofertas disponíveis no mercado, identifique planos mais adequados ao perfil de uso da equipe e use essas informações como base para negociar com a operadora atual. -
Tática 5: revisar apólices de seguro
Contratos de seguro para PMEs devem ser revisados a cada três anos. Trocar de seguradora, ajustar coberturas e aumentar franquias em itens menos críticos pode reduzir o valor do prêmio, mantendo a proteção para eventos graves. -
Tática 6: adotar modelo híbrido ou home office para funções administrativas
Migrar parte das funções administrativas para modelo híbrido ou remoto reduz gastos com espaço físico, energia, limpeza e insumos de escritório. Um planejamento simples de dias presenciais e remotos já gera impacto na conta mensal. -
Tática 7: fazer diagnóstico de consumo operacional
Um diagnóstico de sete dias por circuito ajuda a identificar desperdícios de energia sem investimento em equipamentos. Ajustar horários de operação, desligar cargas em períodos de baixa ocupação e redistribuir atividades para evitar picos de demanda costuma gerar economia imediata.
As sete táticas acima podem ser implementadas internamente e geram economia incremental. A oitava tática merece destaque separado por combinar maior impacto financeiro com menor esforço operacional. Por isso, recebe uma seção dedicada.
Tática 8: reduzir até 20% da conta de luz com geração distribuída da Serena Energia
A geração distribuída tem potencial de impacto imediato no caixa para empresas com conta de luz a partir de R$ 500 por mês e exige pouco tempo do gestor.
A Serena Energia é uma das maiores geradoras de energia eólica e solar criada nas Américas, com mais de 17 anos de atuação no setor. Por meio da geração distribuída compartilhada, a Serena opera fazendas solares em locais estratégicos. Os créditos de energia limpa gerados são injetados na rede das concessionárias e abatidos diretamente na conta de luz do cliente, resultando em descontos de até 20%.

Esse modelo é diferente da compra de um sistema fotovoltaico próprio. Instalar painéis exige investimento elevado, obras no imóvel e vários anos até o retorno financeiro. Com a Serena Energia, a empresa evita esses obstáculos:
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Zero investimento inicial próprio: nenhum gasto com equipamentos, instalação ou manutenção.
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Zero obra: nenhuma intervenção física no imóvel da empresa.
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Contratação 100% digital: simulação, envio de documentos e assinatura do contrato ocorrem on-line, em poucos minutos.
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Fatura única: a Serena Energia consolida em uma única fatura os custos da energia com desconto e os encargos da distribuidora local, o que elimina a necessidade de gerenciar dois boletos.
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Portal do cliente: consumo, economia e histórico de faturas de todas as unidades ficam disponíveis em um só painel.
A geração distribuída da Serena Energia atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão em 11 estados brasileiros. Após a contratação e o período de conexão de até 90 dias, o desconto passa a aparecer na conta de luz.

Uma minoria das pequenas empresas brasileiras possui geração própria de energia. A maior parte ainda paga o valor integral à distribuidora todos os meses. A geração distribuída se apresenta como uma das estratégias mais eficazes para PMEs que buscam reduzir custos fixos de forma simples.
Erros comuns ao tentar reduzir custos fixos e como evitá-los
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Cortar sem diagnosticar: eliminar despesas sem antes mapear o DRE pode levar ao cancelamento de serviços essenciais. Classificar cada item como essencial ou dispensável antes de agir reduz esse risco.
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Focar apenas em custos variáveis: promoções e descontos em compras pontuais geram impacto menor do que a redução de um custo fixo, que produz economia recorrente.
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Não revisar contratos periodicamente: contratos com fornecedores recorrentes muitas vezes não são revisados após a assinatura inicial. A revisão deve ocorrer no mínimo anualmente e, idealmente, a cada trimestre.
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Ignorar a conta de energia por considerá-la inevitável: apenas 35,8% das pequenas empresas têm um plano para reduzir o consumo de energia. Tratar a conta de luz como imutável reduz a competitividade do negócio.
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Buscar soluções de empresas sem histórico comprovado: no setor de energia, histórico e carteira de clientes são fatores relevantes. Priorizar parceiros com anos de mercado reduz riscos.
Evitar esses erros aumenta a chance de sucesso na redução de custos fixos. O passo seguinte é acompanhar se as iniciativas adotadas estão gerando o resultado esperado.
Como acompanhar os resultados: métricas e portal do cliente
Reduzir custos fixos sem medir os resultados impede saber se o esforço valeu a pena. Três indicadores ajudam a confirmar se o controle de custos fixos está funcionando na prática: o percentual de custos fixos sobre o faturamento, a margem de contribuição e o ponto de equilíbrio.
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Percentual de custos fixos sobre o faturamento: divida os custos fixos pelo faturamento mensal total e multiplique por 100. Um percentual crescente, mesmo com faturamento estável, indica que a estrutura de custos está se tornando pesada demais.
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Margem de contribuição: valor que sobra do preço de venda após subtrair o custo variável do produto ou serviço, disponível para cobrir custos fixos e gerar lucro.
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Ponto de equilíbrio: calculado como custos fixos divididos pelo índice de margem de contribuição, indica o faturamento mínimo necessário para cobrir todos os custos.
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Percentual de redução de despesas: calculado como (custo anterior − custo atual) / custo anterior × 100, mostra quanto a empresa economizou em relação ao período anterior.
Para acompanhar especificamente a economia na conta de energia, o portal do cliente da Serena Energia centraliza o histórico de faturas, o status de pagamento à distribuidora e gráficos de consumo e economia de todas as unidades em um único painel. Isso dispensa planilhas manuais e facilita a auditoria do benefício.
Perguntas frequentes sobre redução de custos fixos
Qual é a diferença entre custo fixo e custo variável?
Custo fixo é aquele que ocorre todo mês, independentemente do volume de vendas, como aluguel, folha de pagamento e conta de energia. Custo variável muda conforme a produção ou as vendas, como matéria-prima e comissões. Reduzir custos fixos impacta diretamente o ponto de equilíbrio do negócio, pois a economia se repete mês após mês.
A geração distribuída da Serena Energia exige alguma obra ou instalação na minha empresa?
Não. Como explicado anteriormente, toda a geração de energia acontece nas fazendas solares da Serena Energia, em locais estratégicos nos estados de atuação. Não há instalação de placas solares, troca de medidor nem obras no imóvel da empresa. A energia continua chegando pela rede da distribuidora local, e a conta passa a vir com o desconto mencionado após a conexão.
Quanto tempo leva para começar a economizar com a Serena Energia?
Após a contratação, a distribuidora local precisa de até 90 dias para concluir a conexão entre o medidor da empresa e os créditos gerados pela Serena Energia. A partir desse momento, o desconto aparece diretamente na fatura mensal. O processo de contratação é 100% digital e costuma ser concluído em poucos minutos.
Com que frequência devo revisar os custos fixos da minha empresa?
A revisão deve ocorrer no mínimo uma vez por ano e, de forma ideal, a cada trimestre. Custos fixos tendem a crescer silenciosamente por reajustes contratuais, novas ferramentas adotadas sem análise e serviços que deixaram de ser usados, mas continuam sendo cobrados. Uma revisão trimestral do DRE, com categorização de cada despesa como essencial ou dispensável, ajuda a manter o controle.
A Serena Energia atende empresas em todo o Brasil?
Na modalidade de geração distribuída, a Serena Energia atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão em 11 estados: SP (interior, na área de concessão da CPFL Paulista), GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ (interior). Para verificar se a empresa está na área de cobertura, basta acessar o simulador no site da Serena e inserir os dados da conta de luz.
Conclusão: colocar sua energia no lugar certo
Reduzir custos fixos é uma forma direta de aumentar a margem de lucro de uma pequena empresa. Entre as 8 táticas apresentadas, as que combinam maior impacto financeiro com menor esforço operacional são a auditoria de ferramentas digitais, a renegociação de contratos e, em especial, a migração para a geração distribuída da Serena Energia.
Enquanto outras táticas exigem negociações, pesquisas de mercado ou mudanças operacionais, a geração distribuída da Serena oferece os descontos prometidos, de até 20% na conta de luz, após a conexão, sem investimento inicial próprio, sem obras e com contratação 100% digital. Para uma empresa com conta de luz de R$ 2.000 por mês, isso pode representar até R$ 4.800 de volta ao caixa por ano.
O valor economizado na conta de energia fica disponível para negociar melhor com fornecedores, investir em marketing ou aumentar a margem. Esse é o sentido de colocar a energia da empresa no lugar certo.