Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 20 de agosto de 2026
Principais lições deste artigo
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Realizar um diagnóstico estruturado de custos em 12 a 24 meses é o ponto de partida para cortes eficazes sem comprometer a operação da PME.
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Classificar despesas em fixas, variáveis e híbridas permite priorizar ações de alto impacto e baixo esforço, evitando cortes que prejudiquem a receita.
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Tratar a energia elétrica como a maior despesa híbrida e de difícil redução por meios tradicionais mostra a relevância da geração distribuída compartilhada, que oferece o desconto mencionado anteriormente sem investimento inicial próprio.
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Rever contratos renovados automaticamente e serviços duplicados gera economia rápida. Renegociar esses itens nos primeiros 30 dias libera caixa sem alterar processos.
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Consultores que buscam resultados mensuráveis para PMEs podem iniciar pela redução da conta de energia com a Serena Energia, simulando o desconto em menos de 1 minuto.
Por que a conta de luz é uma despesa de alto peso e difícil de cortar por meios tradicionais?
A energia elétrica tem natureza híbrida na estrutura de custos de uma PME. Parte do valor é fixa, como taxa de disponibilidade, iluminação pública e encargos setoriais. Outra parte é variável, como consumo efetivo e bandeiras tarifárias. Essa combinação torna o planejamento financeiro instável e dificulta a precificação correta dos produtos e serviços.

A Pesquisa Pulso dos Pequenos Negócios do Sebrae mostra que a energia está entre os quatro custos mensais de maior impacto para micro e pequenas empresas no Brasil, ao lado de insumos, combustíveis e aluguel. Em muitos pequenos negócios, a conta de luz representa uma parcela relevante do faturamento mensal.
O estudo “Energia cara freia a Competitividade” do Centro de Liderança Pública (CLP) indica que grande parte da tarifa final de energia elétrica no Brasil não remunera a geração. A composição inclui distribuição, tributos, encargos setoriais e transmissão. Isso significa que grande parte do que a PME paga está fora do controle operacional do negócio.
Cortar a conta de luz por meios tradicionais, como desligar equipamentos, reduzir turnos ou instalar painéis solares próprios, esbarra em limites físicos ou em investimentos altos com retorno em anos. A geração distribuída compartilhada da Serena Energia resolve esse impasse. A empresa contrata créditos de energia limpa gerados em fazendas solares próprias da Serena, que são injetados na rede da distribuidora local e abatidos na conta de luz. O resultado são descontos que podem chegar a até 20%, sem investimento inicial próprio, sem obras e sem manutenção. A contratação é 100% digital, com envio de documentos online, e a conexão ocorre em até 90 dias. A geração distribuída da Serena Energia atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão em 11 estados brasileiros.

Etapa 1: levantamento completo de todas as despesas
Objetivo: criar uma base de dados confiável antes de qualquer corte.
O consultor deve reunir de 12 a 24 meses de extratos bancários, DRE e notas fiscais. Especialistas em redução de custos recomendam esse horizonte temporal para identificar sazonalidades e despesas que passam despercebidas no curto prazo.
Ações desta etapa:
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Solicitar acesso ao sistema contábil ou aos extratos bancários dos últimos 12 a 24 meses.
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Exportar todas as linhas de despesa para uma planilha centralizada.
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Incluir despesas pagas por cartão corporativo, débito automático e transferências recorrentes.
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Registrar o CNPJ do fornecedor, a categoria da despesa, o valor mensal médio e a data do último reajuste ou renegociação.
Documentos envolvidos: extratos bancários, DRE dos últimos 12 meses, faturas de fornecedores recorrentes, contratos ativos.
Responsável interno: gerente administrativo ou financeiro.
Ponto de atenção: despesas pagas por múltiplos cartões ou contas bancárias distintas costumam ser omitidas no primeiro levantamento. Confirmar que todas as contas da empresa estão incluídas.
Ferramenta sugerida: planilha de mapeamento com colunas para fornecedor, categoria, valor médio mensal, frequência e data do último reajuste.
Etapa 2: classificação entre despesas fixas, variáveis e híbridas
Objetivo: entender a estrutura de custos e identificar onde há margem de manobra.
Classificar corretamente cada despesa é pré-requisito para priorizar cortes sem comprometer a operação.
Ações desta etapa:
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Separar as despesas em três categorias: fixas, como aluguel, folha e seguros; variáveis, como insumos, comissões e embalagens; e híbridas, como energia elétrica, água e telefonia.
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Calcular o peso percentual de cada categoria sobre o faturamento médio mensal.
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Identificar quais despesas fixas têm contrato com prazo de renovação próximo.
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Mapear quais despesas variáveis têm correlação direta com o volume de vendas e quais são independentes.
Documentos envolvidos: planilha da Etapa 1, contratos de fornecedores, folha de pagamento.
Responsável interno: gerente financeiro ou contador.
Ponto de atenção: a energia elétrica é o exemplo mais comum de despesa híbrida mal classificada. Tratá-la apenas como fixa ignora a variação por bandeiras tarifárias. Tratá-la apenas como variável ignora os encargos que chegam independentemente do consumo.
Ferramenta sugerida: tabela de classificação com três colunas, para fixa, variável e híbrida, e linha de total por categoria.
Etapa 3: priorização por impacto e esforço
Objetivo: definir quais cortes atacar primeiro com base em retorno real e complexidade de execução.
Uma boa priorização em redução de custos separa alavancas internas de externas, protege os custos que geram receita e coloca ineficiências puras na frente da fila. O critério de sequenciamento combina velocidade de impacto no caixa com menor esforço operacional.
Ações desta etapa:
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Listar as 10 maiores linhas de despesa identificadas nas etapas anteriores.
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Atribuir a cada uma uma nota de impacto, de 1 a 5, e uma nota de esforço para reduzir, também de 1 a 5.
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Calcular a relação impacto por esforço e ordenar da maior para a menor.
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Identificar quais ações podem ser executadas nos primeiros 30 dias sem aprovação de investimento ou mudança de processo.
Documentos envolvidos: planilha de classificação da Etapa 2.
Responsável interno: consultor financeiro e sócio ou gestor da empresa.
Ponto de atenção: despesas com fornecedores estratégicos ou com impacto direto na qualidade do produto ou serviço exigem avaliação cuidadosa antes de qualquer corte.
Ferramenta sugerida: matriz 2×2 de impacto versus esforço, com quadrantes para ação imediata, planejamento, delegação e descarte.
Etapa 4: auditoria de contratos e fornecedores recorrentes
Objetivo: identificar contratos renovados automaticamente, serviços duplicados e oportunidades de renegociação.
Ações desta etapa:
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Listar todos os contratos ativos com data de início, prazo e cláusula de renovação automática.
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Identificar serviços ou licenças de software com uso abaixo de 50% da capacidade contratada.
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Verificar se há fornecedores diferentes entregando serviços equivalentes, o que indica duplicidade.
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Preparar uma pauta de renegociação para os três maiores fornecedores, com proposta de redução ou consolidação.
Documentos envolvidos: contratos ativos, relatórios de uso de sistemas, faturas dos últimos 6 meses.
Responsável interno: gerente administrativo ou sócio.
Ponto de atenção: contratos com multa por rescisão antecipada exigem comparação entre o custo da multa e a economia projetada antes de qualquer cancelamento.
Ferramenta sugerida: checklist de contratos com campos para valor mensal, data de renovação, cláusula de saída e ação recomendada, como manter, renegociar ou cancelar.
Etapa 5: redução da conta de energia elétrica via geração distribuída
Objetivo: executar o corte de maior impacto e menor esforço disponível para PMEs, sem investimento inicial próprio.
A conta de energia é a despesa híbrida de maior peso e menor flexibilidade operacional. Os equipamentos não podem ser desligados e a operação não pode parar. A geração distribuída compartilhada da Serena Energia é uma das estratégias mais eficazes para reduzir esse custo, porque não exige nenhuma mudança na operação da empresa e oferece o desconto mencionado anteriormente.

Ações desta etapa:
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Coletar as três últimas faturas de energia elétrica de cada unidade da empresa cliente.
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Verificar se a empresa opera em baixa ou média-baixa tensão e se está em um dos 11 estados atendidos pela Serena Energia, como SP no interior, GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ no interior.
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Acessar o simulador da Serena Energia e inserir o valor médio da conta de luz para obter a estimativa de economia.
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Iniciar a contratação 100% digital, enviando documentos online e assinando o contrato de forma eletrônica.
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Registrar o prazo de conexão, de até 90 dias, e incluir a data prevista de início da economia no cronograma de resultados para o cliente.
Documentos envolvidos: faturas de energia dos últimos 3 meses, CNPJ da empresa, documentos societários.
Responsável interno: gerente administrativo ou sócio.
Ponto de atenção: a economia começa após o período de conexão, que pode levar até 90 dias. Comunicar esse prazo ao cliente desde o início para alinhar expectativas.
Ferramenta sugerida: tabela comparativa com valor atual da conta, desconto estimado e economia anual projetada por unidade.
Etapa 6: gestão do fluxo de caixa e condições de pagamento
Objetivo: liberar capital de giro por meio de ajustes nas condições de pagamento a fornecedores e recebimento de clientes.
Ajustar prazos de pagamento, negociando descontos por antecipação ou prazos mais longos, melhora a posição de capital de giro e representa uma alavanca de custo frequentemente ignorada. Essa etapa complementa a redução de despesas, porque converte economia em folga de caixa.
Ações desta etapa:
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Mapear o prazo médio de recebimento, PMR, e o prazo médio de pagamento, PMP, da empresa.
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Identificar fornecedores que oferecem desconto por pagamento antecipado e calcular se o desconto supera o custo do capital.
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Negociar extensão de prazo com fornecedores estratégicos para alinhar o PMP ao PMR.
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Revisar a política de cobrança de clientes inadimplentes e implementar uma régua de cobrança automatizada.
Documentos envolvidos: relatório de contas a pagar e a receber, extrato bancário, contratos com fornecedores.
Responsável interno: gerente financeiro.
Ponto de atenção: antecipar pagamentos para obter desconto só é vantajoso quando o custo do capital da empresa é inferior ao percentual de desconto oferecido pelo fornecedor.
Ferramenta sugerida: planilha de fluxo de caixa projetado com colunas para PMR, PMP e saldo disponível por semana.
Etapa 7: monitoramento, métricas e ajuste contínuo
Objetivo: garantir que os cortes executados se traduzam em melhora real de margem e que os resultados sejam documentados.
Ações de estabilização de custos ganham força quando seguem uma sequência clara, com congelamentos imediatos, ganhos rápidos e ações de médio prazo. O monitoramento contínuo transforma um corte pontual em melhora estrutural de margem.
Ações desta etapa:
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Definir uma linha de base para cada despesa reduzida, com o valor anterior ao corte. Essa linha de base servirá como referência para medir o impacto real das ações.
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Com a linha de base estabelecida, definir KPIs mensais que traduzam os cortes em indicadores de desempenho, como custo operacional total, peso da energia sobre o faturamento, margem bruta e margem líquida.
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Para garantir acompanhamento consistente desses KPIs, agendar revisão mensal dos resultados com o gestor da empresa nos primeiros 90 dias.
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No caso específico da energia, utilizar o portal do cliente da Serena Energia para acompanhar a economia mês a mês por unidade, o que facilita a validação dos números.
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Ao final de cada ciclo de revisão, documentar os resultados em relatório comparativo antes e depois para apresentar ao cliente e embasar a continuidade do trabalho.
Documentos envolvidos: DRE atualizada, faturas de energia pós-conexão, relatório de fluxo de caixa.
Responsável interno: consultor financeiro e gerente administrativo.
Ponto de atenção: a economia de energia aparece na fatura após o período de conexão, que pode levar até 90 dias. Incluir essa data no calendário de monitoramento evita interpretar a ausência de desconto nos primeiros meses como falha do processo.
Ferramenta sugerida: painel mensal com indicadores de custo por categoria, variação percentual em relação à linha de base e projeção de economia anual.
Erros comuns e como solucionar
Os erros a seguir são frequentes em primeiros trabalhos de consultoria financeira em PMEs:
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Cortar sem mapear primeiro: eliminar despesas sem um levantamento completo leva a cortes em áreas erradas e pode comprometer a operação. A solução é sempre executar a Etapa 1 antes de qualquer ação.
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Ignorar a conta de energia por considerá-la imutável: muitos consultores tratam a energia como custo fixo inegociável. A geração distribuída compartilhada é uma alternativa concreta, sem investimento inicial próprio e com contratação 100% digital.
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Focar apenas em despesas variáveis: despesas fixas como contratos de software, seguros e serviços recorrentes frequentemente têm margem de renegociação maior do que insumos variáveis.
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Não comunicar o prazo de resultados ao cliente: cortes como a redução da conta de energia têm prazo de conexão de até 90 dias. Não informar esse prazo gera expectativa errada e desgaste na relação com o cliente.
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Não documentar a linha de base: sem registrar os valores anteriores ao corte, é impossível demonstrar o resultado do trabalho. A documentação da linha de base transforma economia em prova de valor para o consultor.
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Tratar todas as despesas com a mesma urgência: priorizar pelo critério impacto por esforço garante resultados visíveis nos primeiros 30 dias. Sem priorização, o esforço se dilui em ações de baixo retorno.
Verificação de resultados: métricas antes e depois
A tabela a seguir ilustra como estruturar a comparação de resultados após a execução do playbook. Os valores são exemplificativos e devem ser substituídos pelos dados reais de cada cliente.
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Métrica |
Antes |
Depois, estimado |
Referência |
|---|---|---|---|
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Peso da energia no faturamento |
Parcela relevante |
Redução proporcional ao desconto contratado |
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Desconto na conta de luz, GD Serena |
0% |
Aplicação dos descontos já descritos |
Serena Energia |
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Prazo para início da economia, energia |
0 dias |
Até 90 dias após a contratação |
Serena Energia |
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Investimento inicial próprio, energia |
Dezenas de milhares de reais, painel próprio |
Zero, GD compartilhada |
Serena Energia |
O impacto no fluxo de caixa é direto. Cada real economizado na conta de luz se torna capital disponível para reinvestimento no negócio, negociação com fornecedores ou reforço de margem.
Opções avançadas para clientes com múltiplas unidades
PMEs com redes de lojas, filiais ou escritórios na mesma área de concessão podem aplicar o mesmo framework em todas as unidades simultaneamente. A Serena Energia atende múltiplas unidades consumidoras de uma mesma empresa dentro da sua área de atuação, com gestão centralizada pelo portal do cliente.
Nesse cenário, o consultor deve:
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Levantar as faturas de energia de todas as unidades e verificar quais estão dentro dos 11 estados atendidos pela Serena Energia.
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Consolidar o volume total de consumo para dimensionar o potencial de economia agregado.
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Contratar a geração distribuída para todas as unidades elegíveis em uma única contratação digital.
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Utilizar o portal do cliente da Serena Energia para monitorar o consumo e a economia de cada unidade em um único painel.
A fatura única da Serena Energia simplifica a gestão administrativa. Em vez de controlar múltiplas faturas de distribuidoras diferentes, o cliente recebe uma fatura consolidada com o desconto já aplicado. Isso reduz o tempo de gestão financeira e diminui o risco de pagamento em duplicidade.
Perguntas frequentes
A geração distribuída compartilhada exige alguma obra ou instalação na empresa?
Não. A geração de energia acontece nas fazendas solares da Serena Energia, localizadas em regiões estratégicas dos 11 estados de atuação. Os créditos de energia limpa são injetados na rede da distribuidora local e abatidos na conta de luz da empresa. Nenhuma placa, nenhum equipamento e nenhuma obra são necessários no imóvel do cliente.
Qual é o prazo para a empresa começar a economizar?
Após a contratação, a distribuidora local realiza a conexão do medidor ao sistema de créditos. Esse processo pode levar até 90 dias. A partir da primeira fatura após a conexão, o desconto já aparece na conta de luz. O consultor deve incluir esse prazo no cronograma de resultados apresentado ao cliente.
Quais empresas podem contratar a geração distribuída da Serena Energia?
A Serena Energia atende pessoas jurídicas com conta de luz a partir de R$ 500 por mês, operando em baixa ou média-baixa tensão, nos seguintes estados: SP, exclusivamente no interior, na área de concessão da CPFL Paulista, GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ no interior. A elegibilidade pode ser verificada diretamente no simulador da Serena Energia em menos de um minuto.
Como fica a conta de luz após a contratação?
A empresa passa a receber uma fatura única da Serena Energia, que já inclui o desconto aplicado sobre a parcela de energia e os custos devidos à distribuidora local, como taxa de disponibilidade, iluminação pública e outros encargos. A Serena Energia se encarrega de quitar os valores devidos à distribuidora. O cliente tem acesso ao histórico completo de faturas e ao acompanhamento de consumo e economia pelo portal do cliente.
A geração distribuída é a única alavanca de redução de custos que o consultor deve recomendar?
Não. O playbook de 7 etapas cobre múltiplas alavancas, como auditoria de contratos, renegociação com fornecedores, gestão de fluxo de caixa e monitoramento contínuo de KPIs. A geração distribuída compartilhada se destaca por combinar alto impacto, esforço baixo e zero investimento inicial próprio, o que a torna uma das primeiras ações a executar. As demais etapas do playbook complementam e ampliam os resultados ao longo do tempo.
Conclusão
O trabalho de um consultor financeiro em PMEs começa com diagnóstico rigoroso e termina com resultados documentados. As 7 etapas deste playbook, que incluem levantamento completo, classificação de despesas, priorização por impacto e esforço, auditoria de contratos, redução da conta de energia, gestão do fluxo de caixa e monitoramento contínuo, formam um framework replicável que entrega resultados visíveis em até 30 dias nas ações de execução imediata e em até 90 dias para a economia de energia.
A geração distribuída compartilhada da Serena Energia é uma das alavancas mais eficazes disponíveis nesse processo. Os descontos de até 20% já descritos na conta de luz, sem investimento inicial próprio, sem obras, com contratação 100% digital e envio de documentos online, tornam essa solução um ponto de partida rápido e pouco exigente em capital para PMEs com conta de luz a partir de R$ 500 por mês nos 11 estados de atuação.
A Serena Energia tem mais de 17 anos de história como uma das maiores geradoras de energia renovável criadas nas Américas, com clientes como Cargill e Heineken e parceiros de indicação como Eurofarma, PicPay e Visa. Essa solidez garante segurança contratual e continuidade do benefício para os clientes PME.