Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia
Principais lições deste artigo
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ESG no setor elétrico é o conjunto de práticas ambientais, sociais e de governança que orientam como empresas geram, contratam e consomem energia.
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Para PMEs, o pilar ambiental se traduz em escolher fontes renováveis e reduzir emissões de Escopo 2 sem necessidade de investimento próprio.
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O modelo de geração distribuída compartilhada amplia o acesso à energia limpa e elimina barreiras de capital e obras.
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Contratar créditos de energia renovável fornece dados rastreáveis e mensuráveis para relatórios ESG e simplifica a governança.
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A Serena Energia está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas e oferece uma solução prática para PMEs que desejam aplicar ESG de forma imediata e sem complicações: calcule quanto sua empresa economiza ao migrar para energia limpa.
Os três pilares do ESG aplicados ao setor elétrico
O setor de energia responde por uma parcela relevante das emissões globais de dióxido de carbono. A escolha da fonte energética ocupa posição central em qualquer estratégia ESG corporativa. Para empresas que consomem energia elétrica, cada pilar se traduz em decisões específicas:
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Ambiental (E): trata da origem da energia consumida e das emissões associadas. Fontes renováveis como a solar não produzem emissões diretas de carbono e reduzem o Escopo 2 do inventário de gases de efeito estufa, que cobre as emissões indiretas da eletricidade comprada. Padrões como o VSME da EFRAG incentivam PMEs a reportar consumo de energia e emissões de Escopo 1 e Escopo 2.
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Social (S): considera o acesso equitativo à energia limpa e o impacto da operação energética sobre comunidades e colaboradores. Modelos de geração distribuída compartilhada permitem que empresas sem capital para instalar painéis próprios tenham acesso à energia renovável e participem da transição energética.
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Governança (G): envolve transparência e rastreabilidade do consumo energético. Muitos dados necessários para relatórios ESG de energia já estão disponíveis em registros de consumo, o que torna a documentação acessível sem sistemas complexos.
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Pilar ESG |
O que mede no setor elétrico |
Aplicação em baixa tensão (PME) |
Fonte de dados |
|---|---|---|---|
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Ambiental |
Emissões de Escopo 2, ligadas à eletricidade comprada |
Percentual de energia renovável contratada |
Fatura de energia e contratos com a geradora |
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Social |
Acesso à energia limpa sem barreira de capital |
Contratação de créditos de geração distribuída compartilhada |
Contrato com a geradora e portal do cliente |
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Governança |
Transparência e rastreabilidade do consumo |
Relatório mensal de consumo e economia por unidade |
Portal do cliente e fatura única |
Veja o desconto aplicado à sua conta de luz
Como as PMEs colocam ESG em prática sem investimento próprio?
PMEs costumam associar energia limpa à instalação de painéis solares e a um investimento elevado, com obras e retorno em anos. O modelo de geração distribuída compartilhada elimina essa barreira e permite acessar energia renovável sem imobilizar capital.
A Serena Energia está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas e opera fazendas solares em locais estratégicos de 11 estados brasileiros: SP (interior), GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ (interior).
Os créditos de energia limpa gerados nessas usinas são injetados na rede das concessionárias locais e abatidos diretamente na conta de luz da empresa contratante.

A geração distribuída da Serena Energia atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão nesses 11 estados. O processo de contratação é 100% digital: a empresa simula o desconto, envia documentos online e formaliza o contrato eletronicamente.
Não há obra, não há equipamento a instalar e não há investimento inicial próprio.
Do ponto de vista ESG, o resultado é concreto e mensurável. Padrões como o VSME da EFRAG orientam PMEs a reportar o consumo de eletricidade de fontes renováveis.
Ao contratar créditos de energia limpa, a empresa passa a ter documentação direta, por meio da fatura e do portal do cliente, para preencher esse campo com precisão.
Frameworks como o SME Climate Hub orientam PMEs a reportar emissões de Escopo 2 baseadas em localização e em mercado. Contratos com geradoras renováveis verificadas permitem reduzir o fator de emissão aplicado ao consumo de eletricidade e melhoram diretamente o indicador de carbono da empresa.
Comparação: instalar painéis próprios ou contratar créditos via Serena Energia
A tabela a seguir compara os dois caminhos principais para uma PME acessar energia renovável e destaca diferenças em investimento, prazo e responsabilidades operacionais.
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Critério |
Painéis solares próprios |
Créditos de geração distribuída via Serena Energia |
|---|---|---|
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Investimento inicial próprio |
Dezenas de milhares de reais |
Zero |
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Obras no imóvel |
Sim, com possível interrupção da operação |
Nenhuma |
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Manutenção |
Responsabilidade do proprietário |
Responsabilidade da Serena Energia |
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Prazo até a primeira economia |
Anos para recuperar o investimento |
Desconto visível na fatura após a conexão |
Ao escolher o modelo de créditos via Serena Energia, a PME simplifica também a rotina financeira. Após a conexão, a empresa recebe uma fatura única da Serena Energia que já consolida o custo da energia com o desconto aplicado e os encargos da distribuidora local.
O portal do cliente permite acompanhar o consumo e a economia de todas as unidades em um só lugar, facilitando a elaboração de relatórios ESG.
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O impacto mensurável da Serena Energia
A Serena Energia atua há mais de 17 anos em energia renovável e traduz ESG em resultados verificáveis. A empresa tem potencial de abastecimento equivalente a 4,2 milhões de domicílios brasileiros e já evitou 2,14 milhões de toneladas de CO₂ desde 2017.
Essa escala de geração limpa permite oferecer descontos que podem chegar a 20% na conta de luz, aplicados após a conexão. O processo de contratação é 100% digital, sem burocracia e sem obra, o que torna esse impacto acessível a qualquer PME qualificada.

Para a PME, esses números se convertem em ganho operacional. Relatórios ESG para PMEs podem exigir entre 40 e 80 horas de esforço interno para a coleta e revisão de dados.
Ao centralizar o consumo energético em uma fatura única com histórico acessível no portal do cliente, a Serena Energia reduz esse esforço na linha de energia, que costuma ser uma das mais relevantes no inventário de emissões de Escopo 2.
Empresas com estratégias ESG estruturadas e mensuráveis tendem a ter vantagem em processos de seleção de clientes e parceiros que exigem comprovação de desempenho ambiental. Contratar energia de fonte renovável é uma das ações mais diretas e documentáveis para fortalecer essa posição.
Coloque a energia da sua PME no lugar certo
ESG no setor de energia elétrica deixa de ser um conceito abstrato quando a PME contrata créditos de geração distribuída. A empresa reduz custos, evita emissões e fortalece a governança sem instalar painéis, sem obras e sem investimento inicial próprio.
A Serena Energia oferece esse caminho com mais de 17 anos de experiência, fazendas solares em 11 estados e uma plataforma 100% digital que coloca o controle na mão do gestor.
Uma conta de luz alta reduz a margem do negócio e limita investimentos em crescimento. Reduzir esse custo com energia renovável libera recursos para outras prioridades da empresa. Simule seu desconto em menos de 1 minuto
Perguntas frequentes sobre ESG e geração distribuída
O que é ESG no setor de energia elétrica, em termos práticos para uma PME?
ESG no setor elétrico significa tomar decisões conscientes sobre como a empresa consome energia, de onde ela vem, quanto emite e como essa informação é registrada e comunicada.
Para uma PME, o ponto de entrada mais acessível costuma ser o pilar ambiental, ao substituir energia de fonte convencional por energia de fonte renovável. Essa escolha reduz as emissões de Escopo 2, ligadas à eletricidade comprada, e gera dados documentáveis para relatórios ESG a partir da própria fatura de energia.
Contratar créditos de geração distribuída melhora o indicador de carbono da empresa?
Contratar créditos de energia limpa de uma geradora como a Serena Energia melhora o indicador de carbono da empresa. A eletricidade consumida passa a ser rastreável como proveniente de fonte renovável.
Isso permite reportar um consumo de eletricidade renovável maior e, conforme o padrão de reporte adotado, aplicar um fator de emissão menor ao calcular o Escopo 2.
O resultado é uma redução mensurável na pegada de carbono da operação, com base em documentação real, como o contrato com a geradora e as faturas mensais.
Quais dados a PME precisa reunir para reportar ESG relacionado à energia?
Os dados necessários já aparecem nas faturas de energia elétrica. A empresa precisa do consumo total em kWh ou MWh, da informação sobre a origem da energia, renovável ou não renovável, e do valor pago. Com esses dados, é possível calcular as emissões de Escopo 2 aplicando fatores de conversão reconhecidos.
Ao contratar com a Serena Energia, a PME passa a contar com o portal do cliente, que centraliza o histórico de consumo e economia de todas as unidades e simplifica a coleta de dados para qualquer relatório de sustentabilidade.
A geração distribuída compartilhada exige alguma instalação ou obra na empresa?
A geração distribuída compartilhada da Serena Energia não exige instalação ou obra na empresa. Toda a geração ocorre nas fazendas solares da Serena Energia, localizadas em regiões com alta incidência solar. Os créditos de energia são injetados na rede da distribuidora local e abatidos na conta de luz da PME.
A distribuidora continua entregando a energia normalmente, sem alteração na instalação elétrica do cliente. O processo de contratação é 100% digital e não envolve visita técnica, obra ou interrupção da operação.
A Serena Energia atende empresas em quais estados e qual o perfil mínimo para contratar?
A Serena Energia atende PMEs nos 11 estados onde opera suas fazendas solares, mencionados anteriormente no artigo. O perfil mínimo é uma conta de luz a partir de R$ 500 por mês, com atendimento em baixa ou média-baixa tensão.
A contratação é totalmente digital, e o desconto, que pode chegar a 20%, passa a aparecer na fatura após a conexão.