Omega Energia agora é Serena. 15 anos de história, agora em uma nova jornada. Saiba Mais

Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia

Principais lições deste artigo

Pré-requisitos

O roteiro de 90 dias exige alguns dados básicos para começar com clareza:

Visão geral do processo

O roteiro está dividido em cinco fases sequenciais distribuídas ao longo de 90 dias. Cada fase tem um objetivo claro, ações ordenadas, responsáveis definidos e documentos de saída que alimentam a fase seguinte:

A alavanca de caixa mais rápida nesse período costuma estar na conta de energia, e não apenas nas fases operacionais.

Enquanto as fases 1 a 3 produzem resultados em semanas ou meses, a contratação de créditos de geração distribuída compartilhada pela Serena Energia começa a aparecer na fatura no período de conexão de até 90 dias, sem nenhuma mudança na operação.

Vista aérea de uma vasta usina solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos captando a luz durante o pôr do sol.
Ao centralizar a geração de energia em usinas de alta eficiência, a Serena Energia consegue reduzir drasticamente o custo operacional de PMEs.

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Guia passo a passo

Fase 1 – Diagnóstico (dias 1 a 14)

Objetivo: identificar os gargalos que mais consomem tempo, dinheiro e qualidade antes de qualquer intervenção.

Ações sequenciais:

  1. Listar todos os processos recorrentes da operação, como atendimento, compras, produção, faturamento e logística

  2. Cronometrar o tempo médio de cada processo por colaborador durante uma semana

  3. Registrar a taxa de retrabalho por processo, indicando quantas vezes a tarefa precisa ser refeita antes de ser aprovada

  4. Calcular o custo operacional por unidade entregue usando os dados financeiros dos últimos três meses

  5. Mapear a conta de energia de cada unidade consumidora e calcular sua participação na receita bruta

  6. Priorizar os três processos com maior combinação de tempo consumido e taxa de erro

Responsáveis: proprietário ou gerente administrativo, com apoio dos líderes de cada área.

Documentos de saída: planilha de mapeamento de processos, relatório de custo por unidade, extrato de consumo de energia por unidade consumidora.

Pontos de atenção: a PME brasileira média aloca aproximadamente 21 horas por semana apenas ao controle de despesas e à gestão administrativa. Se o diagnóstico mostrar que a maior parte desse tempo está em tarefas manuais e repetitivas, a fase 3, automação, deve receber prioridade máxima de recursos.

Visual sugerido: matriz de priorização 2×2 com eixos “tempo consumido” e “taxa de retrabalho”, com cada processo plotado como um ponto.

Fase 2 – Padronização (dias 15 a 35)

Objetivo: documentar a melhor forma atual de executar cada processo crítico e garantir que toda a equipe siga esse padrão.

Ações sequenciais:

  1. Entrevistar, para cada um dos três processos priorizados, o colaborador que o executa melhor e registrar o passo a passo exato

  2. Criar um procedimento operacional padrão em linguagem simples, com no máximo uma página por processo

  3. Validar o procedimento com quem executa e com quem recebe o resultado do processo

  4. Treinar toda a equipe envolvida no novo padrão, com simulação prática

  5. Definir o critério de aceite, deixando claro o que caracteriza uma entrega correta em cada processo

  6. Estabelecer um período de 10 dias de execução monitorada antes de avançar para a automação

Responsáveis: líderes de área para a criação dos procedimentos e gerente administrativo para a validação e o treinamento.

Documentos de saída: procedimentos aprovados, lista de critérios de aceite por processo, registro de treinamento da equipe.

Pontos de atenção: empresas que padronizam seus processos centrais podem registrar redução de custos operacionais em comparação com aquelas que permitem significativa variação entre equipes, segundo a McKinsey & Company.

A padronização também é o pré-requisito para que a automação funcione, pois automatizar um processo mal definido apenas acelera o erro.

Visual sugerido: fluxograma de cada procedimento com etapas, responsável e critério de aceite em cada caixa.

Fase 3 – Automação (dias 36 a 55)

Objetivo: eliminar tarefas manuais repetitivas nos processos já padronizados e liberar horas da equipe para atividades de maior valor.

Ações sequenciais:

  1. Identificar, dentro de cada procedimento, as etapas que são puramente de transferência de informação, como copiar dados, enviar e-mails padrão e gerar relatórios recorrentes

  2. Selecionar ferramentas acessíveis para cada etapa, como formulários digitais, integrações entre sistemas, alertas automáticos e modelos de documento

  3. Implementar uma automação por vez e testar por cinco dias antes de passar para a próxima

  4. Medir a redução de tempo de ciclo após cada automação e registrar o resultado

  5. Documentar as automações implantadas no próprio procedimento, atualizando o fluxograma

Responsáveis: líder de operações para a implementação e gerente administrativo para a medição dos resultados.

Documentos de saída: procedimentos atualizados com as automações e planilha de redução de tempo de ciclo por processo.

Pontos de atenção: muitas organizações planejam expandir iniciativas de automação e monitoramento com inteligência artificial, segundo a Deloitte. Para PMEs, o ponto de partida pode ser simples, pois automações básicas em processos bem definidos já entregam ganhos mensuráveis de tempo e redução de erros.

Visual sugerido: tabela comparativa de tempo de ciclo antes e depois da automação, por processo.

Reduza o custo da energia enquanto padroniza e automatiza processos, veja seu desconto potencial agora.

Vista panorâmica de uma grande fazenda solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos sob um pôr do sol alaranjado.
A geração distribuída em larga escala permite que a Serena Energia forneça créditos de energia limpa com custos reduzidos para PMEs em todo o país.

Fase 4 – Capacidade e projeção (dias 56 a 70)

Objetivo: alinhar a capacidade real da equipe e dos recursos à demanda projetada, evitando sobrecarga ou ociosidade durante o crescimento.

Ações sequenciais:

  1. Calcular a capacidade disponível real de cada função, considerando horas contratadas menos férias, reuniões internas, tarefas administrativas e projetos não produtivos

  2. Comparar a capacidade disponível com a demanda projetada para os próximos três meses

  3. Identificar lacunas, indicando onde a demanda supera a capacidade e onde há ociosidade

  4. Avaliar, para cada lacuna, quatro opções de fechamento: contratar, capacitar internamente, usar prestadores temporários ou automatizar com tecnologia

  5. Definir o mix de ações por lacuna e o prazo de implementação

  6. Revisar a projeção de custo operacional com o novo cenário de capacidade

Responsáveis: proprietário ou sócio para as decisões de contratação e investimento e gerente administrativo para o cálculo de capacidade.

Documentos de saída: planilha de capacidade versus demanda e plano de ação por lacuna identificada.

Pontos de atenção: equipes que combinam capacitação interna e automação podem fechar uma parte significativa das lacunas de capacidade sem novas contratações. Empresas que redesenham processos capturam reduções de custo de 60% ou mais com inteligência artificial, contra menos de 20% sem redesenho, segundo análises da BCG.

Visual sugerido: gráfico de barras com capacidade disponível versus demanda projetada mês a mês, com as lacunas destacadas.

Fase 5 – Painel de KPIs e execução contínua (dias 71 a 90)

Objetivo: consolidar o monitoramento dos guardrails e criar uma rotina de revisão que sustente a eficiência após o dia 90.

Ações sequenciais:

  1. Construir um painel simples com os cinco guardrails: volume, custo unitário, qualidade, prazo e caixa

  2. Definir a fonte de dados de cada indicador e o responsável pela atualização

  3. Estabelecer a frequência de revisão, semanal para volume, qualidade e prazo, e mensal para custo unitário e caixa

  4. Realizar uma reunião semanal de no máximo 30 minutos para revisar os indicadores e identificar desvios

  5. Registrar, para cada desvio identificado, a causa raiz e a ação corretiva com prazo e responsável

  6. Comparar, ao final do dia 90, os indicadores atuais com a linha de base do diagnóstico e documentar os ganhos

Responsáveis: gerente administrativo para a manutenção do painel e proprietário ou sócio para a condução das reuniões de revisão.

Documentos de saída: painel de KPIs atualizado, ata de cada reunião de revisão e relatório comparativo dia 0 versus dia 90.

Pontos de atenção: a taxa de utilização de capacidade deve ser monitorada com meta entre 70% e 85%, com revisão semanal. Taxas acima de 85% por mais de duas semanas consecutivas indicam risco de queda de qualidade e aumento de retrabalho.

Visual sugerido: painel com cinco cartões, um por guardrail, mostrando o valor atual, a meta e o status em verde, amarelo ou vermelho.

Erros comuns e soluções

Erro

Por que acontece

Como evitar

Fonte

Automatizar antes de padronizar

Urgência em ganhar tempo sem mapear o processo correto

Concluir e validar o procedimento antes de selecionar qualquer ferramenta de automação

Pipefy

Contratar sem redesenhar processos

Crescimento de demanda tratado apenas com mais pessoas

Aplicar o modelo de quatro opções, contratar, capacitar, tomar emprestado ou automatizar, antes de abrir qualquer vaga

BCG / Deloitte

Ignorar a conta de energia no diagnóstico de custos

Foco exclusivo em folha e insumos como alavancas de redução

Incluir a fatura de energia no mapeamento de custos desde a fase 1 e avaliar a contratação de créditos de geração distribuída compartilhada

Sebrae

Monitorar KPIs sem definir responsável pela ação corretiva

Painel criado, mas sem processo de resposta a desvios

Registrar responsável e prazo para cada desvio identificado na reunião semanal

Teamwork.com

Projetar capacidade apenas com base no número de colaboradores

Desconsiderar férias, reuniões e tarefas administrativas no cálculo

Subtrair horas não produtivas da capacidade bruta antes de comparar com a demanda

Teamwork.com

Verificação de resultados e métricas

O dia 90 marca a comparação entre o que foi planejado e o que a empresa entregou em eficiência:

O monitoramento contínuo após o dia 90 mantém os ganhos e reduz o risco de retrocesso. A empresa deve manter a reunião semanal de revisão de KPIs e atualizar a projeção de capacidade a cada trimestre. Muitos líderes consideram o planejamento de capacidade uma prioridade urgente, segundo pesquisas da McKinsey.

A consistência desse monitoramento diferencia empresas que escalam com eficiência das que perdem qualidade no crescimento.

Coloque o guardrail de caixa no verde antes do dia 90, calcule sua economia de energia.

Opções avançadas

A consolidação da base dos 90 dias abre espaço para novas alavancas de eficiência.

Conclusão

Escalar sem perder eficiência depende de um processo sequencial e monitorado, e não de uma única decisão.

O roteiro de 90 dias descrito aqui, com diagnóstico, padronização, automação, planejamento de capacidade e monitoramento contínuo de KPIs, oferece uma estrutura prática para PMEs brasileiras crescerem com controle sobre volume, custo, qualidade, prazo e caixa.

Dentro desse roteiro, a conta de energia é uma alavanca de caixa rápida, sem obras, sem investimento inicial próprio e com resultado visível na fatura após o período de conexão.

A Serena Energia está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas e tem presença em 11 estados brasileiros, permitindo atender a empresas de diferentes portes e segmentos com foco em redução de custos e previsibilidade de caixa.

FAQ

Quanto a conta de energia elétrica realmente pesa no custo operacional de uma PME?

O peso da energia varia conforme o setor e o perfil de consumo, mas o impacto costuma ser relevante para a maioria dos negócios. Empresas com equipamentos de refrigeração, climatização, fornos ou iluminação intensa tendem a ter a energia como uma das maiores linhas de custo mensal.

O primeiro passo é calcular a participação da fatura de energia na receita bruta dos últimos três meses. Se esse número estiver acima de 3%, a conta de energia merece atenção prioritária no diagnóstico de custos.

Por que a contratação de créditos de geração distribuída compartilhada é considerada uma alavanca de caixa rápida?

Essa contratação é rápida porque não exige investimento inicial próprio, obras, manutenção ou mudança na operação. A empresa contrata os créditos de energia limpa de forma 100% digital, e o desconto aparece na fatura após a conexão, conforme explicado na seção de visão geral.

Enquanto ações como padronização de processos e automação levam semanas para produzir resultado mensurável, a redução da conta de energia tende a aparecer no mesmo período do roteiro de 90 dias descrito neste guia.

Quem pode contratar créditos de geração distribuída compartilhada pela Serena Energia?

Pessoas jurídicas com conta de luz a partir de R$ 500 por mês, que operam em baixa ou média-baixa tensão e estão em um dos 11 estados de atuação da Serena Energia, podem contratar créditos. A empresa atende PA, PE, CE, BA, GO, MT, PI, RJ interior, MG, MA e SP interior na área de concessão da CPFL Paulista.

A elegibilidade é verificada na própria simulação, em menos de um minuto, sem necessidade de documentação prévia.

O roteiro de 90 dias funciona para empresas de qualquer setor?

A estrutura de cinco fases, diagnóstico, padronização, automação, capacidade e monitoramento, aplica-se a qualquer PME que tenha processos recorrentes e queira escalar sem perder eficiência. O conteúdo de cada fase varia conforme o setor.

Uma empresa de serviços tende a padronizar fluxos de atendimento e faturamento, enquanto um comércio tende a focar em compras, estoque e reposição. A sequência se mantém igual, ou seja, diagnosticar antes de padronizar e padronizar antes de automatizar.

Como saber se os processos estão realmente melhorando durante os 90 dias?

Os cinco guardrails, volume, custo unitário, qualidade, prazo e caixa são os indicadores de controle definidos na fase 5 do roteiro. Para cada um, a empresa define uma métrica específica, um sinal de alerta e uma frequência de revisão.

A reunião semanal de 30 minutos com o painel atualizado é o mecanismo que transforma os dados em decisões. Se um guardrail entrar em zona de alerta por duas semanas consecutivas, a fase correspondente precisa ser revisitada antes de avançar.

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