Omega Energia agora é Serena. 15 anos de história, agora em uma nova jornada. Saiba Mais

Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia

Principais lições deste artigo

O que significa ESG + energia solar para PMEs?

ESG é a sigla em inglês para ambiental, social e governança. Para uma PME, conectar ESG à energia solar significa usar a origem e o custo da energia elétrica como um fator mensurável nos três pilares ao mesmo tempo.

A geração distribuída compartilhada torna isso possível sem que a empresa construa ou financie a própria usina.

A PME contrata créditos de energia limpa gerados em fazendas solares de terceiros, como as da Serena Energia, e esses créditos são injetados na rede da distribuidora local e abatidos na fatura mensal.

O consumo continua chegando pela mesma distribuidora, com a mesma qualidade. A diferença está na origem da energia e no custo final.

Vista aérea de uma vasta usina solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos captando a luz durante o pôr do sol.
Ao centralizar a geração de energia em usinas de alta eficiência, a Serena Energia consegue reduzir drasticamente o custo operacional de PMEs.

Para o gestor que precisa mostrar resultados ESG, esse modelo entrega três resultados ao mesmo tempo:

Pilar E: redução de emissões com fonte renovável

O pilar ambiental do ESG exige que a empresa demonstre redução concreta de impacto sobre o meio ambiente.

No contexto energético, o indicador central é a quantidade de CO₂ que deixa de ser emitida quando a empresa substitui energia de fonte fóssil por energia de fonte renovável.

Plataformas de monitoramento solar para fins de reporte ESG recomendam o acompanhamento mensal de kWh produzidos ou compensados e do CO₂ evitado, calculado com base no fator de emissão da rede elétrica local.

Requisitos de reporte ESG de referência internacional, como o GRESB v5 (vigente em 2026), exigem dados mensais de emissões evitadas por ativo para fins de conformidade.

A Serena Energia já evitou 2,14 milhões de toneladas de emissões de CO₂ desde 2017, com fazendas solares localizadas em regiões com irradiação solar acima da média.

Para a PME contratante, cada kWh compensado por créditos de energia limpa representa uma fração mensurável desse impacto, que pode ser documentada e apresentada em relatórios de sustentabilidade.

Vista panorâmica de uma grande fazenda solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos sob um pôr do sol alaranjado.
A geração distribuída em larga escala permite que a Serena Energia forneça créditos de energia limpa com custos reduzidos para PMEs em todo o país.

Pilar S: imagem junto a clientes e comunidade

O pilar social do ESG abrange a relação da empresa com seus públicos, como clientes, colaboradores, fornecedores e comunidade local. O uso de energia de fonte renovável influencia diretamente a percepção de marca.

Uma pesquisa da Union+Webster divulgada pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) identificou que 87% da população brasileira prefere comprar produtos e serviços de empresas sustentáveis, e 70% dos entrevistados afirmaram não se importar em pagar mais por isso.

Para a PME que atende consumidores finais ou integra cadeias de fornecimento de empresas maiores, esse dado tem implicação direta sobre competitividade.

Metade dos compradores B2B já dá mais negócios a fornecedores sustentáveis, percentual que deve subir para dois terços em três anos (Bain 2025).

Empresas que conseguem demonstrar uso de energia limpa com dados verificáveis ganham vantagem em processos de qualificação de fornecedores.

Além da percepção de marca, a geração distribuída compartilhada contribui de forma indireta para a geração de empregos no setor de energia renovável, um componente reconhecido de impacto social positivo em relatórios ESG.

Pilar G: previsibilidade de custos e governança simplificada

O pilar de governança do ESG trata de como a empresa toma decisões, controla riscos e presta contas. No contexto energético, dois elementos se destacam: previsibilidade de custos e transparência contratual.

A volatilidade tarifária representa um risco de governança real para PMEs. Projeções da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) indicam aumento médio de 8,6% nas tarifas de energia elétrica em 2026.

Para uma PME que precisa precificar produtos e planejar o fluxo de caixa, essa imprevisibilidade compromete a gestão.

O uso de energia de fonte renovável com desconto contratado reduz a exposição à volatilidade das tarifas comerciais, torna uma parcela do custo energético mais previsível e apoia processos de planejamento financeiro e orçamento.

A Serena Energia reforça esse pilar com três ferramentas concretas:

Esses elementos permitem que o gestor audite o benefício a qualquer momento e apresente dados verificáveis a investidores, bancos ou parceiros comerciais.

Métricas mensais que você pode acompanhar

Monitorar poucos indicadores bem definidos permite que a PME comprove resultados ESG de forma simples. A tabela abaixo apresenta os principais KPIs mensais que uma PME pode acompanhar ao contratar créditos de energia limpa via geração distribuída compartilhada.

Cada métrica se conecta a um pilar ESG específico, com kWh e CO₂ ligados ao pilar ambiental e economia em reais e percentual de desconto ligados ao pilar de governança, o que permite montar um relatório completo com apenas quatro indicadores.

Os dados de referência para cálculo de CO₂ evitado seguem a metodologia de fator de emissão da rede elétrica local, conforme recomendado por guias de monitoramento solar comercial para fins de reporte ESG.

KPI mensal

O que mede

Como obter

Pilar ESG

kWh compensados

Volume de energia limpa abatido na fatura

Fatura única da Serena Energia

E

CO₂ evitado (kg)

Emissões evitadas pelo uso de fonte renovável

kWh compensados × fator de emissão da rede

E

R$ economizados

Desconto aplicado em relação à tarifa cheia

Fatura única da Serena Energia

G

% de desconto realizado

Desconto efetivo sobre o total da conta de energia

Portal do cliente

G

Esses quatro indicadores são suficientes para compor um relatório ESG básico de energia, apresentável a clientes, bancos e fornecedores.

O portal do cliente da Serena Energia centraliza o histórico de faturas e o consumo de todas as unidades da empresa em um só lugar, eliminando a necessidade de consolidação manual.

Comparação: instalar painéis próprios ou contratar geração distribuída compartilhada

Instalar um sistema fotovoltaico próprio exige investimento inicial elevado, inclui obras que podem interromper a operação do negócio e demanda manutenção contínua.

O retorno sobre esse investimento leva anos para se concretizar, e durante todo esse período o capital permanece imobilizado em equipamento, não disponível para o crescimento da empresa.

A contratação de créditos de energia limpa via geração distribuída compartilhada opera de forma diferente. O investimento inicial próprio é zero, não há equipamento a comprar, obra a executar ou manutenção a gerenciar.

A economia aparece na fatura após a conexão inicial, que pode levar até 90 dias, e os descontos, que podem chegar a 20%, se mantêm mês a mês enquanto o contrato estiver ativo.

Do ponto de vista ESG, os dois caminhos entregam o pilar ambiental, já que ambos usam energia de fonte solar.

A diferença está nos pilares social e de governança, pois a geração distribuída compartilhada elimina o risco de execução de obra, preserva o fluxo de caixa e entrega governança simplificada desde o primeiro mês, sem que o gestor precise administrar um ativo físico.

Para a PME com conta de luz a partir de R$ 500 por mês, operando em baixa ou média-baixa tensão, a geração distribuída compartilhada se apresenta como uma das estratégias mais eficazes para conectar ESG à energia solar sem comprometer o capital de giro.

Como a Serena Energia atende PMEs em 11 estados?

A geração distribuída pela Serena Energia atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão em 11 estados brasileiros: São Paulo, exclusivamente no interior, na área de concessão da CPFL Paulista, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Bahia, Piauí, Pará, Maranhão, Pernambuco, Ceará e Rio de Janeiro, no interior.

O processo de contratação é 100% digital. A empresa simula o desconto no site da Serena Energia, envia documentos online e assina o contrato digitalmente. Após a conexão inicial, que pode levar até 90 dias, os créditos de energia limpa passam a ser abatidos na fatura mensal.

A partir desse momento, a PME recebe uma fatura única que já consolida o custo da energia com o desconto aplicado e os encargos da distribuidora local.

O portal do cliente permite acompanhar o consumo, a economia e o histórico de faturas de todas as unidades da empresa em um só lugar, o que fornece os dados necessários para reporte ESG sem esforço adicional de coleta.

A Serena Energia tem potencial de abastecimento equivalente a 4,2 milhões de domicílios e mantém o histórico de redução de emissões mencionado anteriormente.

Entre seus clientes estão empresas como Heineken e Cargill, e parceiros como Eurofarma, PicPay, Vibra Energia e Visa indicam seus serviços para PMEs.

Conclusão

ESG via energia solar não exige painéis no telhado, obras no estabelecimento nem capital imobilizado em equipamento.

A geração distribuída compartilhada transforma a conta de luz em um instrumento de resultado ambiental, social e de governança, com métricas mensais verificáveis e desconto que pode chegar a 20% após a conexão inicial.

Para a PME que precisa mostrar resultados ESG concretos sem comprometer o fluxo de caixa, a Serena Energia oferece um caminho direto: contratação 100% digital, fatura única, portal do cliente com histórico completo e mais de 17 anos de atuação no setor de energia renovável.

Transforme sua conta de luz em resultado ESG verificável.

Perguntas frequentes

Preciso instalar alguma coisa na minha empresa para ter energia limpa com desconto?

Não. Ao contratar créditos de energia limpa via geração distribuída compartilhada com a Serena Energia, nenhuma placa, medidor ou equipamento é instalado no imóvel da empresa.

Toda a geração acontece nas fazendas solares da Serena Energia, e a energia chega até a empresa pela rede da distribuidora local, como sempre chegou. O que muda é a origem da energia e o valor na fatura.

Quanto tempo leva para começar a economizar?

Após a contratação, a distribuidora local tem um prazo de até 90 dias para realizar a conexão. A partir da primeira fatura após esse período, os créditos de energia limpa já aparecem abatidos na conta, e o desconto, que pode chegar a 20%, começa a ser aplicado.

Como posso usar os dados da Serena Energia para relatórios ESG?

O portal do cliente da Serena Energia centraliza o histórico de faturas, o volume de kWh compensados e a economia em reais de todas as unidades da empresa.

Com esses dados, é possível calcular o CO₂ evitado mensalmente, aplicando o fator de emissão da rede elétrica brasileira, e compor relatórios ESG básicos para apresentar a clientes, bancos, investidores ou fornecedores.

Não é necessário nenhum sistema adicional de monitoramento.

Minha empresa tem várias unidades. A Serena Energia consegue atender todas?

Sim. A Serena Energia atende múltiplas unidades de uma mesma empresa que estejam na mesma área de concessão e dentro dos 11 estados de atuação.

O portal do cliente permite acompanhar o consumo e a economia de todas as unidades em um só lugar, e a fatura única simplifica a gestão administrativa.

Quais são os requisitos para contratar?

A empresa precisa ter conta de luz a partir de R$ 500 por mês, operar em baixa ou média-baixa tensão e estar localizada em um dos 11 estados atendidos pela Serena Energia.

A contratação ocorre de forma 100% digital, com envio de documentos online e assinatura eletrônica do contrato. O processo pode ser concluído em menos de 10 minutos, com suporte de um especialista disponível via WhatsApp sempre que necessário.

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