Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia
Principais lições deste artigo
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Em 2026, a energia elétrica é uma das despesas mais relevantes e menos gerenciadas para empresas do Grupo A, com impacto direto na margem de lucro.
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Além das seis táticas clássicas de gestão financeira, migrar para o mercado livre de energia oferece redução de custo, previsibilidade orçamentária e certificação renovável.
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As nove táticas apresentadas atuam de forma complementar, desde a renegociação de fornecedores até a agregação de unidades e financiamento vinculado a ESG.
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Migrar para o mercado livre de energia com a Serena Energia elimina a exposição às bandeiras tarifárias e permite contratar energia de longo prazo com preço fixo.
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Para implementar essas estratégias e descobrir quanto sua empresa pode economizar, fale com a Serena Energia.
Pré-requisitos antes de começar
Reunir alguns dados internos cria uma base sólida para qualquer decisão sobre margem.
Antes de aplicar as táticas, organize as seguintes informações:
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Dado necessário |
Período |
Responsável |
|---|---|---|
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Faturas de energia elétrica |
Últimos 12 meses |
Facilities / Financeiro |
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DRE detalhada por linha de custo |
Últimos 12 meses |
Controller |
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Perfil de consumo (kWh/mês) |
Últimos 12 meses |
Facilities / Operações |
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Contratos de fornecedores ativos |
Vigentes |
Compras / Jurídico |
Esses quatro conjuntos de dados formam a base para qualquer decisão estruturada sobre margem. Com eles em mãos, alinhe a diretoria financeira, operações e compras antes de iniciar. Mudanças em OPEX exigem patrocínio executivo para avançar sem resistência interna.
Visão geral do processo de nove táticas
As nove táticas se complementam e cobrem diferentes frentes de resultado. As táticas 1 a 3 reduzem custos diretos e indiretos por meio de renegociação e eficiência. As táticas 4 a 6 atuam sobre precificação, mix de produtos e capital de giro. A tática 7 trata a linha de energia com uma mudança estrutural de fornecimento. As táticas 8 e 9 ampliam os ganhos com ESG e gestão de múltiplas unidades. O efeito combinado dessas ações eleva a margem de forma consistente.
Guia passo a passo: as nove estratégias
1. Renegociar contratos de fornecedores críticos
Objetivo: reduzir o custo dos insumos e serviços de maior peso no OPEX.
Ações:
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Mapear os dez maiores fornecedores por valor anual.
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Solicitar cotações competitivas para itens relevantes.
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Renegociar prazo, volume e condições de pagamento.
Responsável: Compras com apoio do Controller.
Atenção: evitar renegociações que comprometam qualidade ou continuidade operacional. Priorize fornecedores com contratos vencendo nos próximos seis meses.
2. Revisar a estrutura de custos fixos
Objetivo: identificar custos fixos que podem ser convertidos em variáveis ou eliminados.
Ações:
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Auditar contratos de locação, licenças de software, serviços terceirizados e estrutura de pessoal indireto.
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Comparar o custo por unidade produzida com benchmarks do setor.
Responsável: Controller e COO.
Atenção: cortes em custos fixos têm impacto direto na margem, mas exigem análise de impacto operacional antes da execução.
3. Implementar gestão de eficiência operacional
Objetivo: reduzir desperdícios nos processos produtivos e administrativos.
Ações:
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Mapear os principais processos por custo.
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Identificar retrabalho, ociosidade e perdas.
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Implementar ciclos de melhoria contínua com metas mensais.
Responsável: Operações com suporte do Controller.
Atenção: ganhos de eficiência exigem engajamento das equipes de linha. Sem treinamento e acompanhamento, os resultados não se sustentam.
Descubra como a energia se encaixa na sua estratégia de redução de OPEX.
4. Revisar a política de precificação
Objetivo: aumentar a margem por produto ou serviço sem perder competitividade.
Ações:
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Calcular a margem de contribuição por SKU ou linha de serviço.
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Identificar produtos com margem negativa ou abaixo do ponto de equilíbrio.
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Ajustar preços com base em valor percebido e custo real.
Responsável: Comercial e Controller.
Atenção: reajustes de preço sem análise de elasticidade podem reduzir volume e comprometer a margem total.
5. Ajustar o mix de produtos e clientes
Objetivo: concentrar esforços nos produtos e clientes de maior margem.
Ações:
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Classificar clientes e produtos por margem de contribuição.
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Redirecionar capacidade produtiva e esforço comercial para os segmentos mais rentáveis.
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Avaliar a descontinuação de linhas deficitárias.
Responsável: Comercial, Operações e Controller.
Atenção: a descontinuação de produtos pode afetar contratos existentes. Avalie o impacto jurídico antes de agir.
6. Melhorar a gestão do capital de giro
Objetivo: liberar caixa preso no ciclo operacional para reduzir custo financeiro.
Ações:
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Reduzir o prazo médio de recebimento.
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Negociar extensão do prazo médio de pagamento a fornecedores com transparência.
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Otimizar níveis de estoque com base em demanda real.
Responsável: Financeiro e Compras.
Atenção: extensão de prazo com fornecedores pode gerar custo embutido no preço. Negocie de forma clara.
As seis táticas anteriores atuam sobre custos variáveis, custos fixos e capital de giro. A próxima tática trata uma linha de OPEX que muitas empresas do Grupo A ainda consideram fixa e pouco gerenciável: a energia elétrica.
7. Migrar para o mercado livre de energia com a Serena Energia
Objetivo: reduzir o custo da energia elétrica, eliminar a exposição às bandeiras tarifárias e obter previsibilidade orçamentária de longo prazo.
Empresas do Grupo A, conectadas em média ou alta tensão, podem migrar para o mercado livre de energia independentemente do volume de consumo. No mercado livre de energia, a empresa escolhe o fornecedor e negocia preço, prazo e fonte. A distribuidora local continua responsável pela entrega física da eletricidade. A mudança é exclusivamente comercial e contratual.

A Serena Energia é uma das maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, com mais de 17 anos de história. No mercado livre de energia, a Serena Energia atua majoritariamente com energia renovável e oferece contratos de longo prazo com preço fixo, o que elimina a exposição às bandeiras tarifárias do mercado regulado.

Ações:
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Compartilhar as faturas dos últimos 12 meses com a Serena Energia para análise de viabilidade.
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Receber o estudo de economia projetada e fechar o contrato.
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Após a assinatura, a Serena Energia conduz todo o processo de migração, com registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), adequação do sistema de medição e notificação à distribuidora, sem custo adicional para o cliente.
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Após seis meses, a empresa entra no mercado livre de energia e passa a receber a economia na fatura.
Responsável interno: Financeiro e Facilities, com suporte integral da Serena Energia.
Atenção: o prazo de migração é de seis meses, determinado pelo aviso prévio exigido para encerrar o contrato com a distribuidora. Quanto antes o processo for iniciado, mais cedo a empresa começa a economizar. O risco de interrupção no fornecimento é inexistente. A distribuidora local continua obrigada a entregar a energia.
Além da economia financeira, a Serena Energia fornece Certificados de Energia Renovável (I-RECs) e créditos de carbono. Esses instrumentos permitem comprovar consumo 100% renovável em relatórios de sustentabilidade e atender a exigências de ESG de investidores e parceiros.

Solicite seu estudo de viabilidade sem custo.
8. Estruturar financiamento vinculado a ESG
Objetivo: acessar linhas de crédito com custo menor vinculadas a metas de sustentabilidade.
Ações:
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Mapear linhas de crédito verde disponíveis em bancos de desenvolvimento e instituições financeiras.
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Vincular metas de redução de emissões de Escopo 2 ao contrato de energia renovável.
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Usar os I-RECs como evidência auditável para os credores.
Responsável: Financeiro e ESG.
Atenção: o acesso a essas linhas exige documentação robusta. Os I-RECs emitidos pela Serena Energia são reconhecidos globalmente e atendem a esse requisito.
9. Agregar múltiplas unidades consumidoras
Objetivo: ampliar o poder de negociação e a economia em empresas com mais de uma unidade do Grupo A.
Ações:
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Mapear todas as unidades conectadas em média ou alta tensão.
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Consolidar o perfil de consumo total.
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Negociar um contrato único ou contratos coordenados com a Serena Energia.
Responsável: Financeiro, Facilities e Compras.
Atenção: cada unidade pode ter perfil de consumo distinto. A análise deve ser feita por unidade antes da consolidação.
Erros comuns que reduzem a margem
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Cortar custos sem análise de impacto operacional: reduções mal planejadas geram retrabalho e perda de qualidade, o que eleva custos no médio prazo.
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Ignorar a linha de energia por considerá-la incontrolável: empresas do Grupo A têm acesso ao mercado livre de energia e podem negociar preço e prazo de forma direta.
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Adiar a migração para o mercado livre de energia: o prazo de seis meses significa que cada mês de atraso representa um mês a mais pagando tarifa regulada.
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Não monitorar a margem por produto: sem visibilidade granular, a empresa mantém linhas deficitárias que consomem recursos sem contribuir para o resultado.
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Tratar ESG como custo, não como alavanca financeira: a certificação renovável abre acesso a financiamentos mais baratos e fortalece a posição comercial com clientes e investidores.
Como verificar os resultados?
Monitorar indicadores de forma estruturada permite acompanhar a evolução da margem.
Implante um painel mensal de margem com os seguintes indicadores:
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KPI |
Frequência |
Meta |
|---|---|---|
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Margem de contribuição por linha |
Mensal |
Crescimento mês a mês |
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Custo de energia (R$/MWh) |
Mensal |
Abaixo do mercado cativo |
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OPEX total / Receita líquida |
Mensal |
Redução progressiva |
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Emissões de Escopo 2 (tCO₂) |
Mensal |
Zeradas com I-RECs |
Comparar o custo de energia mês a mês com o período anterior à migração mostra o ganho direto. A Serena Energia disponibiliza um painel digital com economia mensal, economia consolidada, comparativo entre mercado cativo e mercado livre de energia, previsão de consumo e consumo realizado.
Opções avançadas para ampliar ainda mais a margem
Flexibilidade contratual: no modelo varejista do mercado livre de energia, o cliente não compra um volume fixo de energia. O faturamento é calculado com base no preço contratado multiplicado pelo consumo real do mês. Isso evita o pagamento por energia não consumida.
Agregação multi-site: empresas com múltiplas unidades do Grupo A podem consolidar o perfil de consumo e negociar condições mais favoráveis. A Serena Energia realiza essa análise sem custo.
Financiamento vinculado a ESG: com os I-RECs emitidos pela Serena Energia, a empresa documenta o consumo 100% renovável e acessa linhas de crédito vinculadas a metas de sustentabilidade, o que reduz o custo de capital.
Perguntas frequentes
Minha empresa se enquadra no Grupo A?
O Grupo A reúne consumidores conectados em média ou alta tensão. Não há consumo mínimo para migrar para o mercado livre de energia. Se a empresa recebe energia nessas condições, ela é elegível. A Serena Energia realiza a análise de elegibilidade sem custo.
Quanto tempo leva a migração para o mercado livre de energia?
Conforme mencionado na tática 7, o processo regulamentar leva seis meses. A Serena Energia conduz todas as etapas técnicas e regulatórias sem custo adicional.
Existe risco de ficar sem energia durante a migração?
Não. Conforme explicado na tática 7, a distribuidora local mantém a responsabilidade pela entrega física. A migração altera apenas o fornecedor comercial.
O que é o I-REC e para que serve?
O I-REC, International Renewable Energy Certificate, é um certificado global que comprova, de forma auditável, que 1 MWh de energia foi gerado por uma fonte renovável. Com os I-RECs emitidos pela Serena Energia, a empresa pode declarar consumo 100% renovável em relatórios de sustentabilidade, atender a exigências de ESG de investidores e parceiros e documentar a redução de emissões de Escopo 2.
Como solicitar uma proposta da Serena Energia?
O processo começa com o compartilhamento das faturas de energia dos últimos 12 meses. A Serena Energia analisa o perfil de consumo, projeta a economia e apresenta um estudo detalhado. Para iniciar, envie suas faturas e solicite uma proposta.
Conclusão: colocar a energia a serviço da margem de lucro
As nove táticas apresentadas neste guia atuam sobre as principais alavancas de margem disponíveis para empresas do Grupo A em 2026. Renegociação de contratos, eficiência operacional, revisão de precificação e gestão de capital de giro são medidas clássicas. Migrar para o mercado livre de energia com a Serena Energia adiciona uma alavanca estrutural: redução de custo com preço fixo de longo prazo, previsibilidade orçamentária e certificação renovável auditável.
A Serena Energia assume todo o processo de migração sem custo adicional, representa a empresa na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) e disponibiliza um painel digital de acompanhamento da economia.
O primeiro passo é uma análise de viabilidade. Essa análise é gratuita e não gera compromisso.
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