Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 26 de agosto de 2026
Principais lições deste artigo
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Comparar o custo operacional da PME com benchmarks setoriais permite identificar rapidamente quais linhas estão acima da média e priorizar ações de redução sem comprometer a operação.
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Custo operacional é a soma de pessoal, ocupação, energia e demais despesas. A energia elétrica pode representar até 10% da receita em setores como alimentação e varejo com refrigeração, o que torna essa linha relevante para liberar caixa.
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Reduzir a conta de luz sem investimento inicial é possível por meio da geração distribuída compartilhada, que oferece descontos de até 20% após período de conexão de até 90 dias.
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Em 2026, 47% das PMEs brasileiras relataram pressão de custos operacionais. A energia é uma das poucas linhas controláveis sem exigir negociação de pessoal ou mudanças estruturais de ocupação.
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O que é custo operacional e como calcular?
Custo operacional é o total de despesas necessárias para manter a empresa funcionando, excluindo investimentos e custos financeiros. A fórmula básica é:
Custo operacional = pessoal + ocupação + energia + demais despesas operacionais
Para calcular, some todos os gastos recorrentes do mês, como folha de pagamento com encargos, aluguel e taxas do imóvel, conta de luz, água, insumos, software, seguros e outros. Em seguida, divida esse total pelo faturamento bruto do mesmo período. O resultado, expresso em percentual, é o índice de custo operacional sobre a receita. Um índice menor que o benchmark do seu setor indica maior margem disponível para reinvestimento.
A utilidade do benchmark está nesse ponto. Sem uma referência externa, o gestor não sabe se um custo de energia de 8% da receita é compatível com o seu segmento ou se representa uma sangria evitável. As seções seguintes apresentam essas referências setoriais, organizadas por segmento de atuação.
Referências de custo operacional por setor (tabelas com fontes IBGE/Sebrae 2026)
As tabelas abaixo consolidam referências de custo operacional como percentual da receita bruta para os principais segmentos de PMEs brasileiras. Os dados de pessoal e ocupação têm como base as pesquisas estruturais do IBGE (PAC, PAS, PIA e PAIC) e o Pulso dos Pequenos Negócios do Sebrae. Os percentuais de energia refletem as faixas reportadas pelo Sebrae para micro e pequenas empresas. Use os intervalos como referência de mercado, não como valores exatos para o seu CNAE específico.
As tabelas a seguir mostram como cada setor distribui seus custos operacionais. Observe especialmente a coluna de energia elétrica, que indica onde a conta de luz tem maior peso relativo e maior potencial de impacto na margem quando reduzida.
Comércio varejista
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Linha de custo |
% da receita bruta (referência) |
Observação |
|---|---|---|
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Pessoal (salários + encargos) |
15–25% |
Varia por porte e mix de CLT/Simples |
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Ocupação (aluguel, condomínio, IPTU) |
Lojas de rua: 6–10%, supermercados: 2–5% |
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Energia elétrica |
Refrigeração e climatização são os maiores consumidores |
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Demais (insumos, software, seguros, impostos) |
10–20% |
Inclui CMV no caso de revenda |
Serviços profissionais
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Linha de custo |
% da receita bruta (referência) |
Observação |
|---|---|---|
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Pessoal (salários + encargos) |
35–55% |
Principal linha, mão de obra é o produto |
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Ocupação |
5–12% |
Escritórios em centros comerciais pressionam mais |
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Energia elétrica |
Climatização e equipamentos de TI são os maiores consumidores |
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Demais (software, telecomunicações, impostos) |
10–20% |
ISS e contribuições sobre receita impactam |
Indústria de transformação (pequeno porte)
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Linha de custo |
% da receita bruta (referência) |
Observação |
|---|---|---|
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Pessoal (salários + encargos) |
15–30% |
Depende do grau de automação |
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Ocupação |
3–8% |
Galpões industriais têm custo/m² menor |
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Energia elétrica |
Pode representar parcela relevante das despesas operacionais em setores intensivos |
Motores, fornos e compressores são os maiores consumidores |
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Demais (matérias-primas, manutenção, impostos) |
25–45% |
Insumos e matérias-primas dominam |
Construção civil (pequenas construtoras e empreiteiras)
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Linha de custo |
% da receita bruta (referência) |
Observação |
|---|---|---|
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Pessoal (salários + encargos) |
25–40% |
Alta participação de mão de obra direta |
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Ocupação (escritório + canteiro) |
2–6% |
Canteiro é custo de obra, não fixo |
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Energia elétrica (sede e canteiro) |
Sede administrativa é o ponto de controle mais direto |
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Demais (materiais, equipamentos, impostos) |
30–50% |
Materiais de construção dominam |
Transporte e logística
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Linha de custo |
% da receita bruta (referência) |
Observação |
|---|---|---|
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Pessoal (motoristas + encargos) |
20–35% |
Motoristas CLT têm encargos elevados |
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Ocupação (garagem, pátio) |
2–5% |
Menor peso relativo |
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Energia elétrica (sede e garagem) |
Combustível domina, energia da sede é linha controlável |
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Demais (combustível, manutenção, pedágios, impostos) |
35–55% |
Combustível é o maior custo variável |
Alimentação (restaurantes, padarias, lanchonetes)
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Linha de custo |
% da receita bruta (referência) |
Observação |
|---|---|---|
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Pessoal (salários + encargos) |
25–35% |
Alta rotatividade eleva custo real |
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Ocupação |
Fast-food em shopping pode chegar a 14% |
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Energia elétrica |
Refrigeração, fornos e climatização são os maiores consumidores |
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Demais (insumos alimentares, embalagens, impostos) |
25–40% |
CMV de alimentos é a maior linha variável |
Simule quanto sua empresa pode economizar.
Quanto custa um funcionário CLT para a empresa em 2026?
O custo de pessoal costuma ser a maior linha do custo operacional. Para empresas fora do Simples Nacional, o custo total obrigatório de um funcionário CLT em 2026 é de aproximadamente 1,55× o salário bruto mensal, antes de benefícios. A composição estrutural inclui:
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20% de INSS patronal
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2% de RAT (Risco Ambiental do Trabalho, na alíquota padrão)
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5,8% de contribuições a terceiros (SESI, SENAI, SEBRAE e outros)
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8% de FGTS
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8,33% de provisão para 13º salário
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11,11% de provisão para férias e 1/3 constitucional
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Cerca de 6,96% de encargos sobre as provisões
Um exemplo prático com salário bruto de R$ 10.000 resulta em custo total de R$ 12.000,00 para o empregador, com o colaborador recebendo líquido de R$ 7.442,36 após INSS e IRRF. Com benefícios como vale-refeição, plano de saúde e vale-transporte acima do co-pagamento de 6%, o custo real pode chegar a 1,65–1,85× o salário bruto.
Pessoal é, na maioria dos setores, a maior linha do custo operacional. Reduzir essa linha sem cortar equipe exige ganhos de produtividade. Outras linhas, como a energia, oferecem caminhos mais diretos de redução sem impacto na operação. O varejo ilustra bem essa dinâmica, pois enfrenta pressão simultânea em múltiplas linhas de custo.
Custo operacional no comércio varejista, como % da receita
No varejo, a estrutura de custos é marcada pela pressão simultânea de pessoal, ocupação e custo de mercadoria vendida (CMV). Essa pressão torna cada linha de custo fixo ainda mais crítica para a rentabilidade. A energia elétrica, embora menor em percentual absoluto do que no setor de alimentação ou na indústria, é uma dessas linhas fixas que comprometem o caixa antes de qualquer venda, ao lado do aluguel, da folha e dos impostos.
Para as micro e pequenas empresas varejistas, a energia elétrica pode consumir até 10% da receita mensal, especialmente em negócios com maior uso de refrigeração, como açougues, hortifrútis e conveniências.

O ponto crítico para o varejista é que o custo total de ocupação pode ser 30–40% maior do que o aluguel base quando se somam condomínio, IPTU, fundo de promoção e seguro. Esse efeito comprime ainda mais a margem disponível e torna cada linha controlável, incluindo a energia, estratégica para a rentabilidade.
Custo operacional em serviços profissionais, indústria, construção, transporte e alimentação
A energia aparece como linha relevante em todos os setores e, ao contrário de pessoal ou ocupação, pode ser reduzida sem negociações complexas ou mudanças estruturais. Cada segmento apresenta um perfil específico:
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Serviços profissionais: pessoal domina, com 35–55% da receita, mas a energia de climatização e equipamentos de TI representa custo fixo que continua mesmo quando a demanda cai.
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Indústria de transformação: a energia pode representar parcela relevante das despesas operacionais em setores intensivos como refrigeração industrial e fundição. Motores elétricos, compressores e fornos são os principais consumidores.
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Construção civil: a sede administrativa é o ponto de controle mais direto da conta de luz, pois o canteiro tem consumo variável por obra.
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Transporte e logística: combustível domina o custo variável, mas a energia da sede e da garagem é uma linha fixa que pode ser reduzida sem afetar a frota.
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Alimentação: a energia representa um custo relevante no setor, devido ao uso intensivo de refrigeração, fornos e climatização.
A pesquisa da Serasa Experian mencionada anteriormente detalha que essa pressão de custos atingiu principalmente comércio, com 45%, serviços, com 36%, e indústria, com 18%. No mesmo período, 49% das PMEs registraram redução de margem, e apenas 14,7% conseguiram crescer a margem, em grande parte por meio de reajuste de preços.
Metodologia e fontes oficiais
Os benchmarks apresentados neste artigo têm como base as seguintes fontes primárias:
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IBGE, Pesquisa Anual do Comércio (PAC): levanta receita, custos e pessoal do comércio varejista e atacadista brasileiro por porte e CNAE.
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IBGE, Pesquisa Anual de Serviços (PAS): cobre o setor de serviços não financeiros, incluindo serviços profissionais, transporte e alimentação.
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IBGE, Pesquisa Industrial Anual (PIA): detalha estrutura de custos da indústria de transformação por porte e segmento.
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IBGE, Pesquisa Anual da Indústria da Construção (PAIC): referência para construção civil.
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Sebrae, Pulso dos Pequenos Negócios 2026: levantamento específico sobre o peso da energia elétrica no custo das micro e pequenas empresas, com recorte por setor.
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LocX 2026: benchmarks de custo de ocupação para o varejo brasileiro.
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Serasa Experian, maio de 2026: pesquisa sobre pressão de custos em PMEs brasileiras.
Esses percentuais funcionam como intervalos de referência setorial, não como valores exatos por CNAE. Empresas com perfil de consumo, localização ou porte muito distintos da média podem apresentar estruturas diferentes. O uso recomendado é como ponto de partida para diagnóstico interno, sempre comparando com os dados reais da própria empresa.
Como aplicar o benchmark na sua empresa?
Aplicar o benchmark na prática envolve um processo simples em quatro etapas conectadas.
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Levantar os custos reais do último trimestre por categoria, como pessoal, ocupação, energia e demais despesas. Esse levantamento cria a base de dados para a comparação.
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Calcular o percentual de cada linha sobre a receita bruta do mesmo período. Com esses percentuais em mãos, você passa a falar a mesma linguagem dos benchmarks.
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Comparar cada percentual com o benchmark do seu setor nas tabelas acima. Essa comparação mostra quais linhas estão dentro da faixa esperada e quais se afastam da referência.
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Identificar as linhas acima da média e avaliar quais são controláveis sem impacto operacional. Essas linhas representam as oportunidades imediatas de redução de custo.
O exemplo a seguir mostra como esse processo funciona em um negócio de alimentação.
Exemplo numérico, restaurante com faturamento de R$ 50.000 por mês:
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Pessoal: R$ 15.000, 30% da receita, dentro do benchmark de 25–35%
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Ocupação: R$ 5.500, 11% da receita, dentro do benchmark de 8–14%
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Energia elétrica: R$ 4.000, 8% da receita, acima da mediana, dentro da faixa de 6–10% reportada pelo Sebrae para 27% das MPEs do setor
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Demais, como insumos, impostos e embalagens: R$ 18.000, 36%
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Custo operacional total: R$ 42.500, 85% da receita
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Margem operacional: R$ 7.500, 15%
Com uma conta de luz de R$ 4.000 por mês, o desconto mencionado anteriormente representa uma economia de até R$ 800 por mês, ou R$ 9.600 por ano, sem cortar nenhum equipamento, sem obras e sem investimento inicial próprio. Esse valor vai direto para a margem operacional, que passaria de 15% para aproximadamente 16,6%.
Esse é o tipo de resultado que a geração distribuída compartilhada da Serena Energia entrega para PMEs com conta de luz a partir de R$ 500 por mês. A geração distribuída pela Serena Energia atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão em 11 estados brasileiros. A contratação é 100% digital: o gestor simula online, envia documentos online e assina o contrato digitalmente. Após o período de conexão, que pode levar até 90 dias, os descontos já aparecem na fatura.

Ao contrário da instalação de painéis solares próprios, que exige investimento inicial elevado e anos para o retorno, a geração distribuída compartilhada não demanda nenhum investimento em ativos, nenhuma obra e nenhuma interrupção da operação. A Serena Energia, com mais de 17 anos de mercado e clientes como Cargill e Heineken, está entre as maiores geradoras de energia renovável criadas nas Américas.

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Perguntas frequentes
Qual é o custo real de um funcionário CLT para a empresa em 2026?
O custo real de um funcionário CLT inclui salário e encargos obrigatórios. Para empresas fora do Simples Nacional, o custo total obrigatório em 2026 é de aproximadamente 1,55× o salário bruto mensal, considerando os encargos. Com benefícios como vale-refeição, plano de saúde e vale-transporte, esse múltiplo pode chegar a 1,65–1,85×. Empresas do Simples Nacional têm a CPP incluída no DAS nos Anexos I-III, mas pagam-na separadamente no Anexo IV, sem isenção de RAT ou contribuições a terceiros.
Como a energia aparece no custo operacional por setor?
A energia elétrica é uma despesa que compromete o caixa antes de qualquer venda, ao lado do aluguel e da folha de pagamento. Para as micro e pequenas empresas brasileiras, ela pode atingir os percentuais indicados nas tabelas setoriais, com maior peso em alimentação e varejo com refrigeração. Em alguns negócios, especialmente no setor de alimentação, no varejo com refrigeração e na indústria, esse peso é ainda maior. Na indústria de transformação, a energia pode representar parcela significativa das despesas operacionais em setores intensivos. O ponto relevante para o gestor é que a energia tem componente fixo, como taxas de disponibilidade e iluminação pública, e componente variável, como consumo e bandeiras tarifárias. Essa combinação torna a linha híbrida e mais difícil de prever no orçamento.
O que é geração distribuída compartilhada e como ela reduz o custo operacional?
Geração distribuída compartilhada é um modelo em que fazendas solares geram energia limpa em larga escala e injetam créditos na rede das distribuidoras. Esses créditos são abatidos diretamente na conta de luz da empresa contratante, sem que ela precise instalar equipamentos, realizar obras ou imobilizar capital. Para a PME, o efeito prático é uma redução na linha de energia do custo operacional, com a economia descrita ao longo deste artigo após o período de conexão, que pode levar até 90 dias. A contratação é 100% digital e não exige investimento inicial próprio.
Quais setores têm maior potencial de redução de custo com energia?
Os setores com maior peso relativo da energia no custo operacional são os que mais se beneficiam de uma redução nessa linha. Alimentação, como restaurantes, padarias e lanchonetes, varejo com refrigeração intensa e indústria de transformação de pequeno porte estão entre os segmentos onde a conta de luz representa parcela mais expressiva da receita. Nesses casos, reduzir a linha de energia sem cortar a operação, por meio da geração distribuída compartilhada, por exemplo, é uma das estratégias mais eficazes para liberar margem de forma imediata. Serviços profissionais e construção civil também se beneficiam, especialmente na redução do custo fixo da sede administrativa.
Coloque sua energia no crescimento do negócio
Comparar o custo operacional da PME com benchmarks setoriais é o primeiro passo para identificar onde a empresa está acima da média e quais linhas podem ser reduzidas sem comprometer a operação. Pessoal e ocupação exigem negociações longas ou mudanças estruturais. A energia, por outro lado, é uma das linhas mais controláveis do custo operacional, e a geração distribuída compartilhada é uma das estratégias mais eficazes para reduzi-la sem investimento inicial, sem obras e com baixa burocracia.
A Serena Energia conecta PMEs a fazendas solares próprias em 11 estados brasileiros, entregando a economia detalhada no exemplo acima após o período de conexão, que pode levar até 90 dias. O processo é 100% digital: o gestor simula, envia documentos online e assina o contrato em poucos minutos. Descobrir quanto a empresa pode economizar é o primeiro passo para colocar a energia no lugar certo, que é o crescimento do negócio.