Omega Energia agora é Serena. 15 anos de história, agora em uma nova jornada. Saiba Mais

Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 10 de agosto de 2026

Principais lições deste artigo

O que é margem de contribuição e como ela aparece na DRE?

A margem de contribuição é a diferença entre o preço de venda e os custos variáveis de um produto ou serviço. Ela mostra quanto cada unidade vendida contribui para cobrir os custos fixos e, depois disso, gerar lucro. A fórmula é:

Margem de contribuição = Preço de venda − Custos variáveis

Na Demonstração do Resultado do Exercício, a margem de contribuição aparece entre a receita bruta e o resultado operacional. O exemplo abaixo ilustra o impacto das 9 estratégias sobre uma PME de comércio com receita mensal de R$ 30.000:

Item da DRE

Situação atual

Após as 9 estratégias

Receita bruta

R$ 30.000

R$ 30.000

Custos variáveis (CMV, comissões, embalagens)

R$ 15.150

R$ 13.950

Margem de contribuição

R$ 14.850

R$ 16.050

Custos fixos (aluguel, salários, energia, software)

R$ 9.250

R$ 8.350

Lucro operacional

R$ 5.600 (18,7%)

R$ 7.700 (25,7%)

Os valores da situação atual são baseados em exemplo de PME de varejo com R$ 30.000 de receita mensal. As reduções projetadas refletem redução de 8% no CMV, equivalente a R$ 1.200 (Passo 2), eliminação de R$ 300 em desperdícios operacionais (Passos 3 e 4), economia de R$ 400 na conta de luz com geração distribuída (Passo 8) e redução de R$ 500 em custos fixos por renegociação de contratos e conversão parcial em custos variáveis (Passos 5, 6 e 7). Cada passo detalha a contribuição específica.

Passo 1: classifique corretamente cada despesa como fixa, variável ou híbrida

Objetivo: criar uma base de dados confiável para todas as decisões seguintes.

O teste operacional recomendado para PMEs brasileiras é simples. Pergunte se a despesa mudaria caso as vendas crescessem 30% no mês. Se mudar, a despesa é variável. Se não mudar, a despesa é fixa. Despesas que têm os dois componentes, como a conta de luz, são híbridas.

Impacto na margem: a classificação correta permite calcular o ponto de equilíbrio e identificar onde cada real economizado tem maior efeito.

Passo 2: reduza o custo da mercadoria vendida (CMV)

Objetivo: aumentar a margem de contribuição sem alterar o preço de venda.

Reduzir o CMV em 8% em uma PME com R$ 15.000 de CMV mensal libera cerca de R$ 1.200 por mês, ou R$ 14.400 por ano, diretamente na margem de contribuição.

Impacto na margem: cada ponto percentual de redução no CMV converte-se diretamente em margem de contribuição adicional.

Passo 3: elimine desperdícios com metodologia lean

Objetivo: reduzir perdas operacionais que não aparecem diretamente na DRE.

A literatura de gestão lean destaca que grande parte do desperdício operacional está em atividades sem valor agregado, muitas vezes ausentes dos relatórios de custo oficiais. Mapear esses desperdícios permite reduzir retrabalho, tempo ocioso e defeitos.

Impacto na margem: melhorias em disponibilidade, desempenho e qualidade podem reduzir o custo unitário em alguns pontos percentuais, o que contribui para a redução de cerca de R$ 300 em custos variáveis no exemplo da DRE.

Passo 4: otimize o controle de estoque

Objetivo: liberar capital de giro imobilizado e reduzir perdas por obsolescência.

A ruptura de estoque pode diminuir em até 10% os ganhos das varejistas de drogarias, segundo estudo da IMS Health. Ao mesmo tempo, excesso de estoque imobiliza capital que poderia financiar o crescimento.

Impacto na margem: práticas de controle de estoque reduzem perdas por vencimento e compras emergenciais, contribuindo para a economia de cerca de R$ 300 em desperdícios operacionais considerada no cenário projetado.

Passo 5: renegocie contratos com fornecedores

Objetivo: reduzir o custo total de aquisição sem trocar de fornecedor.

Uma revisão estruturada de fornecedores pode reduzir o custo total de compras em alguns pontos percentuais ao combinar concentração de volume, cotações periódicas e ajustes de prazo.

Impacto na margem: a renegociação de contratos com fornecedores pode reduzir o custo médio de insumos e compõe, junto com os Passos 6 e 7, cerca de R$ 500 de redução em custos fixos no exemplo da DRE.

Passo 6: revise o regime tributário e os contratos de longo prazo

Objetivo: evitar erosão de margem por enquadramento fiscal inadequado.

A escolha entre Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real pode gerar diferença relevante após a reforma tributária, dependendo da composição de custos e da margem praticada.

Impacto na margem: a escolha do regime fiscal correto pode representar dezenas de milhares de reais por ano sem mudança operacional, reforçando a redução de custos fixos projetada.

Passo 7: converta custos fixos em variáveis onde possível

Objetivo: reduzir o ponto de equilíbrio e aumentar a resiliência em períodos de queda de receita.

Empresas com custos fixos elevados em relação à receita enfrentam maior risco de prejuízo em caso de queda nas vendas. Converter parte desses custos em variáveis reduz esse risco.

Impacto na margem: cada real de custo fixo convertido em variável reduz o ponto de equilíbrio e aumenta a segurança financeira do negócio.

Passo 8: reduza o custo da conta de energia sem obras ou investimento inicial próprio

Objetivo: atacar o componente híbrido da conta de luz, um dos mais mal gerenciados nas PMEs, sem interromper a operação.

A conta de energia elétrica é uma despesa híbrida. Ela tem um componente fixo, como taxa de disponibilidade e iluminação pública, e um componente variável, como consumo e bandeiras tarifárias. Energia e insumos energéticos devem ser tratados como categoria híbrida distinta nas auditorias de custo, pois combinam os dois elementos.

Existem três caminhos para reduzir esse custo:

Caminho

Investimento inicial próprio

Obras

Prazo para economia

Eficiência no consumo, com troca de equipamentos e mudança de hábitos

Variável

Possível

Médio a longo prazo

Painéis solares próprios

Dezenas de milhares de reais

Sim, com risco de interrupção da operação

Anos para retorno do investimento

Geração distribuída compartilhada, com a Serena Energia

Zero

Zero

Após conexão, em até 90 dias

A geração distribuída compartilhada funciona da seguinte forma. A Serena Energia opera fazendas solares em 11 estados brasileiros: SP (interior, na área de concessão da CPFL Paulista), GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ (interior) e injeta créditos de energia limpa na rede das concessionárias. Esses créditos são abatidos diretamente na conta de luz da empresa, gerando descontos de até 20%. A distribuidora local continua entregando a energia com a mesma qualidade. Nenhuma placa, obra ou equipamento é instalado no imóvel da empresa.

A contratação é 100% digital. A empresa simula o desconto, envia documentos online e formaliza o contrato de forma eletrônica. Após a conexão, em até 90 dias, o desconto aparece já na primeira fatura. A geração distribuída pela Serena Energia atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão nos estados atendidos, com conta de luz a partir de R$ 500 por mês.

Impacto na margem: para uma PME com conta de luz de R$ 2.000 por mês, um desconto de até 20% representa até R$ 4.800 por ano liberados diretamente no caixa, sem cortar nada da operação.

Calcule quanto sua empresa pode economizar na conta de luz.

Passo 9: monitore KPIs financeiros mensalmente

Objetivo: garantir que as reduções de custo se traduzam em melhoria real e sustentável da margem.

Impacto na margem: o uso de dados e inteligência torna-se estratégico para apoiar decisões financeiras, melhorar a eficiência operacional e garantir a sustentabilidade dos negócios, segundo a Serasa Experian.

Plano de 30 dias para implementar as estratégias

Semana

Ações sem necessidade de capital

Ações que podem exigir capital

Semana 1

Classificar todas as despesas, Passo 1; simular desconto de energia com a Serena Energia, Passo 8; levantar contratos de fornecedores para renegociação, Passo 5

Semana 2

Iniciar contratação de geração distribuída online, Passo 8; mapear desperdícios lean nos dois principais processos, Passo 3; revisar licenças de software não utilizadas, Passo 7

Contratar sistema de controle de estoque, se ainda não houver, Passo 4

Semana 3

Renegociar com os três principais fornecedores, Passo 5; implantar contagens cíclicas de estoque, Passo 4; eliminar atividades sem valor agregado identificadas no mapeamento, Passo 3

Agendar simulação de regime tributário com contador, Passo 6

Semana 4

Definir KPIs financeiros e criar painel de acompanhamento mensal, Passo 9; revisar CMV e identificar insumos para substituição, Passo 2; documentar todas as classificações de custo revisadas, Passo 1

Avaliar conversão de custos fixos em variáveis, Passo 7

As perguntas a seguir esclarecem dúvidas comuns sobre a estratégia de maior impacto imediato, a geração distribuída compartilhada.

Perguntas frequentes

Minha empresa precisa ter um tamanho mínimo para contratar a geração distribuída pela Serena Energia?

A Serena Energia atende PMEs com conta de luz a partir de R$ 500 por mês, operando em baixa e média-baixa tensão. Não há exigência de porte mínimo além desse critério de consumo. Empresas de comércio, serviços e indústria leve se enquadram no perfil, desde que estejam localizadas em um dos estados atendidos.

Quanto tempo leva para começar a economizar na conta de luz?

Após a contratação, a distribuidora local realiza a conexão do medidor ao sistema de créditos da Serena Energia. Esse processo leva até 90 dias. A partir da primeira fatura após a conexão, o desconto já aparece na conta. A contratação é 100% digital e pode ser concluída em menos de 10 minutos.

Preciso instalar alguma coisa na minha empresa ou interromper a operação?

Não. Nenhuma placa, nenhum equipamento e nenhuma obra são necessários no imóvel da empresa. A energia continua chegando pela mesma distribuidora local, com a mesma qualidade. A única diferença é que, ao final do mês, a conta virá com o desconto aplicado sobre o valor da energia consumida.

Como fica a conta de luz depois de contratar a Serena Energia?

A empresa passa a receber uma fatura única da Serena Energia. Essa fatura consolida o custo da energia com o desconto aplicado e os encargos da distribuidora, como taxa de disponibilidade, iluminação pública e outros valores cobrados pela concessionária. A Serena Energia recebe o pagamento e quita os valores devidos à distribuidora. O portal do cliente permite acompanhar o consumo e a economia de todas as unidades em um só lugar.

A geração distribuída resolve todos os problemas de custo da minha empresa?

A geração distribuída é uma das estratégias mais eficazes para reduzir custos operacionais sem exigir capital, obras ou mudança na operação. Ela atua especificamente sobre o componente de energia da estrutura de custos. Para uma melhoria completa da margem de lucro, essa solução deve ser combinada com as demais estratégias deste guia, como controle de CMV, gestão de estoque, renegociação de fornecedores, revisão tributária e monitoramento de KPIs financeiros.

Conclusão

As 9 estratégias deste guia atuam em camadas complementares. As primeiras semanas eliminam desperdícios e reclassificam despesas sem investimento. As seguintes renegociam contratos e ajustam o regime fiscal. A geração distribuída, por sua vez, entrega redução imediata no custo de energia após a conexão, sem imobilizar capital.

Aplicadas em conjunto, essas ações podem elevar a margem operacional de uma PME de comércio de 18,7% para 25,7%, como ilustrado no exemplo de DRE no início deste artigo. O ponto de partida mais simples, rápido e sem necessidade de capital é a simulação do desconto na conta de luz.

A Serena Energia, com mais de 17 anos de história e presença nacional em 11 estados, oferece um caminho direto com contratação 100% digital, fatura única, portal do cliente e os descontos de até 20% mencionados anteriormente já na primeira fatura após a conexão.

Comece pela simulação gratuita e veja o impacto imediato no seu caixa.

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