Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 10 de agosto de 2026
Principais lições deste artigo
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Classificar despesas como fixas, variáveis ou híbridas é o primeiro passo para identificar onde cada real economizado impacta mais a margem.
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Reduzir o CMV, melhorar o controle de estoque e aplicar metodologias lean elimina desperdícios e aumenta a margem de contribuição.
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Renegociar contratos e revisar o regime tributário gera economias relevantes sem alterar a operação ou o preço de venda.
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Converter custos fixos em variáveis e monitorar KPIs mensalmente aumenta a resiliência e ajuda a transformar reduções de custo em lucro recorrente.
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A Serena Energia oferece geração distribuída compartilhada sem investimento inicial, obras ou interrupção da operação, com descontos que podem chegar a até 20% na conta de luz; simule seu desconto em menos de 1 minuto.
O que é margem de contribuição e como ela aparece na DRE?
A margem de contribuição é a diferença entre o preço de venda e os custos variáveis de um produto ou serviço. Ela mostra quanto cada unidade vendida contribui para cobrir os custos fixos e, depois disso, gerar lucro. A fórmula é:
Margem de contribuição = Preço de venda − Custos variáveis
Na Demonstração do Resultado do Exercício, a margem de contribuição aparece entre a receita bruta e o resultado operacional. O exemplo abaixo ilustra o impacto das 9 estratégias sobre uma PME de comércio com receita mensal de R$ 30.000:
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Item da DRE |
Situação atual |
Após as 9 estratégias |
|---|---|---|
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Receita bruta |
R$ 30.000 |
R$ 30.000 |
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Custos variáveis (CMV, comissões, embalagens) |
R$ 15.150 |
R$ 13.950 |
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Margem de contribuição |
R$ 14.850 |
R$ 16.050 |
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Custos fixos (aluguel, salários, energia, software) |
R$ 9.250 |
R$ 8.350 |
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Lucro operacional |
R$ 5.600 (18,7%) |
R$ 7.700 (25,7%) |
Os valores da situação atual são baseados em exemplo de PME de varejo com R$ 30.000 de receita mensal. As reduções projetadas refletem redução de 8% no CMV, equivalente a R$ 1.200 (Passo 2), eliminação de R$ 300 em desperdícios operacionais (Passos 3 e 4), economia de R$ 400 na conta de luz com geração distribuída (Passo 8) e redução de R$ 500 em custos fixos por renegociação de contratos e conversão parcial em custos variáveis (Passos 5, 6 e 7). Cada passo detalha a contribuição específica.
Passo 1: classifique corretamente cada despesa como fixa, variável ou híbrida
Objetivo: criar uma base de dados confiável para todas as decisões seguintes.
O teste operacional recomendado para PMEs brasileiras é simples. Pergunte se a despesa mudaria caso as vendas crescessem 30% no mês. Se mudar, a despesa é variável. Se não mudar, a despesa é fixa. Despesas que têm os dois componentes, como a conta de luz, são híbridas.
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Listar todas as despesas do último mês completo a partir do extrato bancário.
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Aplicar o teste dos 30% a cada item.
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Classificar como fixa, variável ou híbrida.
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Documentar o critério usado e programar revisão trimestral.
Impacto na margem: a classificação correta permite calcular o ponto de equilíbrio e identificar onde cada real economizado tem maior efeito.
Passo 2: reduza o custo da mercadoria vendida (CMV)
Objetivo: aumentar a margem de contribuição sem alterar o preço de venda.
Reduzir o CMV em 8% em uma PME com R$ 15.000 de CMV mensal libera cerca de R$ 1.200 por mês, ou R$ 14.400 por ano, diretamente na margem de contribuição.
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Começar revisando especificações de insumos em busca de equivalentes de igual desempenho e menor custo, para atacar o preço unitário.
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Em seguida, consolidar pedidos para reduzir a frequência de compra e obter melhores preços por volume.
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Aplicar a curva ABC para priorizar o esforço, concentrando o controle nos 20% de itens que representam 80% do valor comprado.
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Por fim, implantar registro padronizado de entrada de mercadorias para eliminar divergências que corroem a margem sem aparecer nos relatórios.
Impacto na margem: cada ponto percentual de redução no CMV converte-se diretamente em margem de contribuição adicional.
Passo 3: elimine desperdícios com metodologia lean
Objetivo: reduzir perdas operacionais que não aparecem diretamente na DRE.
A literatura de gestão lean destaca que grande parte do desperdício operacional está em atividades sem valor agregado, muitas vezes ausentes dos relatórios de custo oficiais. Mapear esses desperdícios permite reduzir retrabalho, tempo ocioso e defeitos.
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Mapear o fluxo de valor do principal produto ou serviço da empresa.
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Identificar os oito desperdícios lean: superprodução, espera, transporte, processamento excessivo, estoque, movimentação, defeitos e talento desperdiçado.
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Priorizar dois ou três desperdícios de maior impacto e definir ações corretivas com prazo de 30 dias.
Impacto na margem: melhorias em disponibilidade, desempenho e qualidade podem reduzir o custo unitário em alguns pontos percentuais, o que contribui para a redução de cerca de R$ 300 em custos variáveis no exemplo da DRE.
Passo 4: otimize o controle de estoque
Objetivo: liberar capital de giro imobilizado e reduzir perdas por obsolescência.
A ruptura de estoque pode diminuir em até 10% os ganhos das varejistas de drogarias, segundo estudo da IMS Health. Ao mesmo tempo, excesso de estoque imobiliza capital que poderia financiar o crescimento.
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Implantar contagens cíclicas semanais nos itens de Classe A.
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Adotar o método PEPS, primeiro a entrar, primeiro a sair, para valuation fiscal.
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Definir pontos de reposição automática para evitar rupturas sem acumular excesso.
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Avaliar sistemas de controle integrados para melhorar a precisão de estoque.
Impacto na margem: práticas de controle de estoque reduzem perdas por vencimento e compras emergenciais, contribuindo para a economia de cerca de R$ 300 em desperdícios operacionais considerada no cenário projetado.
Passo 5: renegocie contratos com fornecedores
Objetivo: reduzir o custo total de aquisição sem trocar de fornecedor.
Uma revisão estruturada de fornecedores pode reduzir o custo total de compras em alguns pontos percentuais ao combinar concentração de volume, cotações periódicas e ajustes de prazo.
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Avaliar fornecedores pelo custo total de propriedade, considerando preço unitário, frete, retrabalho e prazo de entrega.
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Oferecer previsão de volume anual em troca de preço fixo por 12 meses.
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Consolidar pedidos e reduzir a frequência de compra para ganhar escala.
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Incluir cláusulas de revisão em contratos com vigência superior a 12 meses.
Impacto na margem: a renegociação de contratos com fornecedores pode reduzir o custo médio de insumos e compõe, junto com os Passos 6 e 7, cerca de R$ 500 de redução em custos fixos no exemplo da DRE.
Passo 6: revise o regime tributário e os contratos de longo prazo
Objetivo: evitar erosão de margem por enquadramento fiscal inadequado.
A escolha entre Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real pode gerar diferença relevante após a reforma tributária, dependendo da composição de custos e da margem praticada.
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Simular os regimes Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real com o contador em 2026, antes das mudanças de 2027.
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Incluir cláusulas de revisão tributária em contratos com vigência além de 2027.
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Avaliar o impacto do CBS e IBS sobre a cadeia de fornecedores. Fornecedores no regime errado podem transferir perdas de crédito para o comprador, reduzindo a margem.
Impacto na margem: a escolha do regime fiscal correto pode representar dezenas de milhares de reais por ano sem mudança operacional, reforçando a redução de custos fixos projetada.
Passo 7: converta custos fixos em variáveis onde possível
Objetivo: reduzir o ponto de equilíbrio e aumentar a resiliência em períodos de queda de receita.
Empresas com custos fixos elevados em relação à receita enfrentam maior risco de prejuízo em caso de queda nas vendas. Converter parte desses custos em variáveis reduz esse risco.
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Começar substituindo funções administrativas de baixo volume por prestadores de serviço sob demanda, convertendo salários fixos em custos variáveis.
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Se o espaço físico estiver subutilizado, avaliar coworking ou sublocação de espaço ocioso para converter parte do aluguel em custo variável.
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Em paralelo, revisar contratos de software, eliminar licenças não utilizadas e migrar para planos por uso.
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Essas ações, somadas à renegociação de contratos fixos de aluguel, software e telecom, podem reduzir custos fixos anualmente sem impacto operacional relevante.
Impacto na margem: cada real de custo fixo convertido em variável reduz o ponto de equilíbrio e aumenta a segurança financeira do negócio.
Passo 8: reduza o custo da conta de energia sem obras ou investimento inicial próprio
Objetivo: atacar o componente híbrido da conta de luz, um dos mais mal gerenciados nas PMEs, sem interromper a operação.
A conta de energia elétrica é uma despesa híbrida. Ela tem um componente fixo, como taxa de disponibilidade e iluminação pública, e um componente variável, como consumo e bandeiras tarifárias. Energia e insumos energéticos devem ser tratados como categoria híbrida distinta nas auditorias de custo, pois combinam os dois elementos.
Existem três caminhos para reduzir esse custo:
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Caminho |
Investimento inicial próprio |
Obras |
Prazo para economia |
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Eficiência no consumo, com troca de equipamentos e mudança de hábitos |
Variável |
Possível |
Médio a longo prazo |
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Painéis solares próprios |
Dezenas de milhares de reais |
Sim, com risco de interrupção da operação |
Anos para retorno do investimento |
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Geração distribuída compartilhada, com a Serena Energia |
Zero |
Zero |
Após conexão, em até 90 dias |
A geração distribuída compartilhada funciona da seguinte forma. A Serena Energia opera fazendas solares em 11 estados brasileiros: SP (interior, na área de concessão da CPFL Paulista), GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ (interior) e injeta créditos de energia limpa na rede das concessionárias. Esses créditos são abatidos diretamente na conta de luz da empresa, gerando descontos de até 20%. A distribuidora local continua entregando a energia com a mesma qualidade. Nenhuma placa, obra ou equipamento é instalado no imóvel da empresa.
A contratação é 100% digital. A empresa simula o desconto, envia documentos online e formaliza o contrato de forma eletrônica. Após a conexão, em até 90 dias, o desconto aparece já na primeira fatura. A geração distribuída pela Serena Energia atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão nos estados atendidos, com conta de luz a partir de R$ 500 por mês.
Impacto na margem: para uma PME com conta de luz de R$ 2.000 por mês, um desconto de até 20% representa até R$ 4.800 por ano liberados diretamente no caixa, sem cortar nada da operação.
Calcule quanto sua empresa pode economizar na conta de luz.
Passo 9: monitore KPIs financeiros mensalmente
Objetivo: garantir que as reduções de custo se traduzam em melhoria real e sustentável da margem.
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Margem de contribuição por produto ou linha de serviço.
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Ponto de equilíbrio mensal em receita.
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CMV como percentual da receita bruta.
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Custo de energia como percentual do custo operacional total.
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Variação mensal de cada categoria de despesa fixa e variável.
Impacto na margem: o uso de dados e inteligência torna-se estratégico para apoiar decisões financeiras, melhorar a eficiência operacional e garantir a sustentabilidade dos negócios, segundo a Serasa Experian.
Plano de 30 dias para implementar as estratégias
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Semana |
Ações sem necessidade de capital |
Ações que podem exigir capital |
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Semana 1 |
Classificar todas as despesas, Passo 1; simular desconto de energia com a Serena Energia, Passo 8; levantar contratos de fornecedores para renegociação, Passo 5 |
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Semana 2 |
Iniciar contratação de geração distribuída online, Passo 8; mapear desperdícios lean nos dois principais processos, Passo 3; revisar licenças de software não utilizadas, Passo 7 |
Contratar sistema de controle de estoque, se ainda não houver, Passo 4 |
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Semana 3 |
Renegociar com os três principais fornecedores, Passo 5; implantar contagens cíclicas de estoque, Passo 4; eliminar atividades sem valor agregado identificadas no mapeamento, Passo 3 |
Agendar simulação de regime tributário com contador, Passo 6 |
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Semana 4 |
Definir KPIs financeiros e criar painel de acompanhamento mensal, Passo 9; revisar CMV e identificar insumos para substituição, Passo 2; documentar todas as classificações de custo revisadas, Passo 1 |
Avaliar conversão de custos fixos em variáveis, Passo 7 |
As perguntas a seguir esclarecem dúvidas comuns sobre a estratégia de maior impacto imediato, a geração distribuída compartilhada.
Perguntas frequentes
Minha empresa precisa ter um tamanho mínimo para contratar a geração distribuída pela Serena Energia?
A Serena Energia atende PMEs com conta de luz a partir de R$ 500 por mês, operando em baixa e média-baixa tensão. Não há exigência de porte mínimo além desse critério de consumo. Empresas de comércio, serviços e indústria leve se enquadram no perfil, desde que estejam localizadas em um dos estados atendidos.
Quanto tempo leva para começar a economizar na conta de luz?
Após a contratação, a distribuidora local realiza a conexão do medidor ao sistema de créditos da Serena Energia. Esse processo leva até 90 dias. A partir da primeira fatura após a conexão, o desconto já aparece na conta. A contratação é 100% digital e pode ser concluída em menos de 10 minutos.
Preciso instalar alguma coisa na minha empresa ou interromper a operação?
Não. Nenhuma placa, nenhum equipamento e nenhuma obra são necessários no imóvel da empresa. A energia continua chegando pela mesma distribuidora local, com a mesma qualidade. A única diferença é que, ao final do mês, a conta virá com o desconto aplicado sobre o valor da energia consumida.
Como fica a conta de luz depois de contratar a Serena Energia?
A empresa passa a receber uma fatura única da Serena Energia. Essa fatura consolida o custo da energia com o desconto aplicado e os encargos da distribuidora, como taxa de disponibilidade, iluminação pública e outros valores cobrados pela concessionária. A Serena Energia recebe o pagamento e quita os valores devidos à distribuidora. O portal do cliente permite acompanhar o consumo e a economia de todas as unidades em um só lugar.
A geração distribuída resolve todos os problemas de custo da minha empresa?
A geração distribuída é uma das estratégias mais eficazes para reduzir custos operacionais sem exigir capital, obras ou mudança na operação. Ela atua especificamente sobre o componente de energia da estrutura de custos. Para uma melhoria completa da margem de lucro, essa solução deve ser combinada com as demais estratégias deste guia, como controle de CMV, gestão de estoque, renegociação de fornecedores, revisão tributária e monitoramento de KPIs financeiros.
Conclusão
As 9 estratégias deste guia atuam em camadas complementares. As primeiras semanas eliminam desperdícios e reclassificam despesas sem investimento. As seguintes renegociam contratos e ajustam o regime fiscal. A geração distribuída, por sua vez, entrega redução imediata no custo de energia após a conexão, sem imobilizar capital.
Aplicadas em conjunto, essas ações podem elevar a margem operacional de uma PME de comércio de 18,7% para 25,7%, como ilustrado no exemplo de DRE no início deste artigo. O ponto de partida mais simples, rápido e sem necessidade de capital é a simulação do desconto na conta de luz.
A Serena Energia, com mais de 17 anos de história e presença nacional em 11 estados, oferece um caminho direto com contratação 100% digital, fatura única, portal do cliente e os descontos de até 20% mencionados anteriormente já na primeira fatura após a conexão.
Comece pela simulação gratuita e veja o impacto imediato no seu caixa.