Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 27 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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Fazer benchmarking com dados do IBGE (PAS, PAC e PIA) permite identificar se a estrutura de custos da empresa está acima ou abaixo da mediana do setor.
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Ter energia elétrica como uma das três maiores linhas de custo fixo é comum, e essa é a linha mais acionável para redução rápida sem alterar a operação.
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Estar acima do P50 nos quartis de despesas fixas indica necessidade de priorizar ações de redução de custos para evitar compressão de margens.
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A Serena Energia oferece geração distribuída que permite descontos de até 20% na conta de luz sem investimento inicial próprio, após o período de conexão, que pode levar até 90 dias; veja quanto sua empresa pode economizar.
Conceitos essenciais: despesas fixas vs. variáveis
Despesas fixas são custos que não oscilam com o volume de produção ou vendas dentro de um período determinado. Despesas variáveis crescem ou diminuem de forma proporcional à atividade. Essa distinção é central para o benchmarking porque apenas as despesas fixas permitem comparação direta entre empresas de portes diferentes dentro do mesmo setor.
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Categoria |
Exemplos típicos |
Classificação |
|---|---|---|
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Energia elétrica (consumo base) |
Iluminação, climatização, refrigeração contínua |
Fixa |
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Aluguel |
Imóvel comercial, galpão |
Fixa |
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Folha de pagamento (quadro fixo) |
Salários, encargos trabalhistas |
Fixa |
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Serviços contratados |
Contabilidade, segurança, limpeza |
Fixa |
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Matéria-prima |
Insumos produtivos |
Variável |
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Comissões de vendas |
Percentual sobre receita |
Variável |
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Frete e logística por pedido |
Entrega por unidade vendida |
Variável |
Destaque para energia: o Programa Sebrae Energia mostra que os gastos com energia elétrica podem chegar a até 10% do faturamento das micro e pequenas empresas brasileiras. Em setores intensivos em equipamentos, como lavanderias, a energia elétrica representa cerca de 20% dos custos operacionais, ficando atrás apenas do aluguel.
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Panorama de dados públicos: como extrair medianas do IBGE PAS/PAC/PIA
O IBGE disponibiliza três pesquisas estruturais que permitem construir benchmarks de despesas fixas por CNAE e porte:
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PAS (Pesquisa Anual de Serviços): cobre empresas do setor de serviços, com detalhamento de custos e receitas por atividade, disponível em ibge.gov.br.
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PAC (Pesquisa Anual do Comércio): abrange o comércio varejista e atacadista, com dados de despesas operacionais segmentados por porte.
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PIA (Pesquisa Industrial Anual): detalha custos industriais, incluindo energia elétrica como linha separada dentro das despesas de produção.
Metodologia de quartis (P25/P50/P75):
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P25 (1º quartil): empresas com despesas fixas abaixo deste percentual estão entre as mais eficientes do setor.
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P50 (mediana): ponto de referência central, metade das empresas do setor opera abaixo e metade acima.
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P75 (3º quartil): empresas acima deste nível têm estrutura de custos fixos acima da média e maior exposição à compressão de margens.
Para extrair esses dados, acesse o portal do IBGE, selecione a pesquisa correspondente ao seu setor, filtre por CNAE de 2 ou 4 dígitos e porte, e calcule a razão entre “despesas operacionais totais” e “receita operacional líquida”.

Análise de quartis: como posicionar sua empresa?
Usar os dados das tabelas anteriores em conjunto com os dados do IBGE para o CNAE específico da empresa permite posicionar as despesas fixas por quartis e definir o grau de urgência para ação. A tabela abaixo traduz cada faixa de quartil em uma interpretação clara e em uma prioridade de ação, o que orienta se a empresa precisa de manutenção, ajuste ou intervenção urgente.
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Posição nos quartis |
Interpretação |
Prioridade de ação |
|---|---|---|
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Abaixo do P25 |
Estrutura de custos eficiente, empresa entre as melhores do setor |
Manutenção e monitoramento contínuo |
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Entre P25 e P50 |
Desempenho acima da mediana, ainda com espaço para ganhos |
Identificar linhas de custo com maior desvio |
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Entre P50 e P75 |
Custos fixos acima da mediana, compressão de margens em curso |
Ação imediata nas maiores linhas de custo |
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Acima do P75 |
Estrutura de custos crítica, risco elevado de insolvência em cenários adversos |
Plano de redução de custos urgente |
Uma pesquisa da Serasa Experian publicada em abril de 2026 mostrou que 47% das PMEs brasileiras classificaram a pressão de custos como alta ou muito alta nos 12 meses anteriores, enquanto apenas 23% não relataram aumento relevante. Para empresas posicionadas acima do P50, a linha de energia costuma ser a mais acionável, e a geração distribuída via Serena Energia é uma das estratégias mais eficazes para reduzir esse custo sem investimento inicial próprio.
Descubra em qual quartil sua empresa pode ficar ao reduzir a conta de luz.
Processo de 4 etapas: diagnóstico → coleta → comparação → ação
Entender o posicionamento por quartis mostra a urgência, e seguir um processo estruturado permite executar o benchmarking na prática. O passo a passo a seguir organiza o trabalho em quatro etapas sequenciais.
Etapa 1: diagnóstico interno
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Levantar todas as despesas fixas dos últimos 12 meses a partir do DRE ou do extrato bancário da empresa.
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Classificar cada despesa como fixa ou variável usando a definição da seção anterior.
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Calcular o total de despesas fixas e dividir pela receita bruta do mesmo período para obter o OER de despesas fixas.
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Identificar as três maiores linhas de custo fixo, que em geral incluem energia elétrica, aluguel e folha de pagamento.
Use a simulação de economia de energia como apoio ao seu diagnóstico.
Etapa 2: coleta de dados de referência
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Identificar o CNAE principal da empresa no cartão CNPJ da Receita Federal.
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Acessar a PAS, PAC ou PIA no portal do IBGE, conforme o setor.
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Filtrar os dados pelo CNAE de 2 ou 4 dígitos e pelo porte da empresa.
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Extrair os valores de P25, P50 e P75 para a razão despesas operacionais sobre receita líquida.
Etapa 3: comparação e posicionamento
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Comparar o OER calculado na Etapa 1 com os quartis coletados na Etapa 2.
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Identificar em qual faixa a empresa se posiciona, abaixo do P25, entre P25 e P50, entre P50 e P75 ou acima do P75.
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Repetir a comparação para cada linha de custo fixo relevante, com atenção especial para energia elétrica.
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Documentar o desvio em pontos percentuais em relação à mediana do setor.
Etapa 4: ação
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Priorizar as linhas de custo fixo com maior desvio positivo em relação ao P50 do setor.
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Avaliar a geração distribuída para energia elétrica como estratégia de redução imediata, sem investimento inicial próprio, obras ou burocracia.
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Definir metas de redução por linha de custo com prazo de 90 dias e responsável indicado.
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Reavaliar o posicionamento nos quartis a cada trimestre para acompanhar o progresso.
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Foco em energia: o custo fixo mais acionável para PMEs
Em 2026, a ANEEL aprovou reajustes tarifários em 22 distribuidoras brasileiras de energia elétrica, afetando mais de 70 milhões de consumidores, com aumentos acima da inflação projetada. Esse movimento elevou a pressão sobre os custos fixos de energia para empresas e consolidou a energia elétrica como tema estratégico para pequenos empresários.
Dados do Sebrae de junho de 2024 indicam que 79% dos donos de pequenos negócios consideram o consumo de energia importante para a empresa, mas mais da metade ainda não estruturou um plano para reduzir esse custo.
A Serena Energia, que está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, oferece uma solução direta para esse cenário. A geração distribuída da Serena Energia atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão em 11 estados brasileiros: SP (interior), GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ (interior). O processo segue estas etapas:

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A Serena Energia gera energia limpa em fazendas solares localizadas em regiões com alta irradiação.
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Os créditos de energia são injetados na rede das distribuidoras locais.
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A PME passa a receber o desconto na conta de luz mensal após o período de conexão, que pode levar até 90 dias.
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Não há investimento inicial próprio em equipamentos, obras ou manutenção.
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A contratação é 100% digital, com fatura única que consolida os custos da Serena e da distribuidora.
Para PMEs com conta de luz a partir de R$ 500 mensais, essa economia representa uma redução direta e previsível nas despesas fixas, sem alterar a operação, sem obras e sem burocracia.

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Riscos e erros comuns no benchmarking de despesas fixas
Conduzir o benchmarking de forma cuidadosa evita conclusões distorcidas e decisões equivocadas. Os erros mais frequentes entre PMEs brasileiras são:
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Comparar CNAEs diferentes: usar dados de um setor para analisar outro distorce o posicionamento. Sempre filtrar pelo CNAE de 2 ou 4 dígitos correspondente à atividade principal.
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Ignorar o porte na comparação: uma microempresa tem estrutura de custos fixos proporcionalmente diferente de uma empresa média. Usar sempre o filtro de porte nas pesquisas do IBGE.
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Classificar despesas variáveis como fixas: incluir insumos ou comissões nas despesas fixas infla o OER e leva a diagnósticos incorretos.
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Usar dados desatualizados: o indicador de competitividade energética do Brasil piorou em R$ 9,3 bilhões em 2024, o que torna referências antigas de energia menos realistas. Utilizar sempre as edições mais recentes das pesquisas do IBGE.
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Não agir após o diagnóstico: apenas 35,8% dos pequenos negócios já possuem algum plano de redução do consumo de energia. Realizar benchmarking sem plano de ação não gera retorno.
FAQ
O que são despesas fixas e quais são os 10 exemplos mais comuns em PMEs brasileiras?
Despesas fixas são custos que não variam com o volume de produção ou vendas dentro de um período determinado. Os exemplos mais comuns em PMEs brasileiras incluem aluguel do imóvel comercial, energia elétrica de consumo base, folha de pagamento do quadro fixo, encargos trabalhistas, serviços de contabilidade, seguro do estabelecimento, serviços terceirizados de limpeza e segurança, mensalidades de sistemas de gestão, internet e telefonia fixa e pró-labore dos sócios. A energia elétrica se destaca por ser uma das maiores linhas e, ao mesmo tempo, uma das mais acionáveis, já que a geração distribuída permite reduzir esse custo sem alterar a operação.
Quais são os 4 tipos de benchmarking aplicáveis a despesas fixas de PMEs?
Os quatro tipos de benchmarking mais relevantes para despesas fixas de PMEs são o benchmarking interno, que compara unidades ou períodos da própria empresa, o benchmarking competitivo, que compara com concorrentes diretos do mesmo setor e porte, o benchmarking setorial, que compara com medianas e quartis do setor usando dados públicos como os do IBGE, e o benchmarking funcional, que compara uma função específica, como gestão de energia, com empresas de outros setores que se destacam nessa área. Para PMEs com acesso limitado a dados de concorrentes, o benchmarking setorial com dados do IBGE costuma ser o mais prático.
Quais são as 4 etapas do processo de benchmarking de despesas fixas?
O processo de benchmarking de despesas fixas segue quatro etapas. A primeira etapa é o diagnóstico interno, com levantamento e classificação de todas as despesas fixas da empresa e cálculo do OER. A segunda etapa é a coleta de dados de referência, com extração de medianas e quartis do IBGE para o CNAE e porte correspondentes. A terceira etapa é a comparação e o posicionamento, com identificação da faixa de quartil em que a empresa se encontra para cada linha de custo. A quarta etapa é a ação, com priorização das linhas com maior desvio positivo em relação à mediana e implementação de um plano de redução com prazo e responsável definidos.
Como a geração distribuída reduz as despesas fixas de energia sem investimento inicial próprio?
Na geração distribuída compartilhada, a empresa não compra nem instala equipamentos. Uma geradora como a Serena Energia constrói e opera fazendas solares em larga escala, gerando energia a um custo de produção menor. Os créditos de energia gerados são injetados na rede das distribuidoras locais e abatidos na conta de luz da PME contratante. O resultado é um desconto que pode chegar a até 20% na fatura após o período de conexão, que pode levar até 90 dias. Não há investimento inicial próprio em infraestrutura, obras no imóvel ou custos de manutenção, e a contratação é 100% digital, com fatura única já com o desconto aplicado.
A partir de qual valor de conta de luz vale a pena avaliar a geração distribuída?
A geração distribuída da Serena Energia atende PMEs com conta de luz a partir de R$ 500 mensais, que operam em baixa ou média-baixa tensão. Para empresas com esse perfil, o desconto representa uma economia mensal relevante e previsível, que se acumula ao longo do tempo e libera capital para reinvestimento no negócio. Quanto maior a conta de luz, maior o impacto absoluto da economia, o que torna a avaliação ainda mais urgente para setores com alta intensidade energética, como alimentação, saúde e indústria de transformação.
Síntese e próximos passos
Três aprendizados centrais orientam o uso deste guia:
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Realizar benchmarking de despesas fixas por CNAE e porte com dados públicos do IBGE (PAS, PAC e PIA) é um método acessível e confiável para PMEs identificarem onde estão perdendo competitividade em relação ao setor.
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Tratar energia elétrica como prioridade traz ganho rápido, já que esse custo pode consumir até 10% do faturamento de micro e pequenas empresas e os reajustes tarifários de 2026 aumentaram a urgência dessa análise.
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Adotar geração distribuída via Serena Energia é uma das estratégias mais eficazes para reduzir esse custo sem investimento inicial próprio, obras ou burocracia, com economia previsível que se repete mês a mês após o período de conexão.
O próximo passo é direcionar a análise para a realidade da sua empresa, estimar a economia possível na conta de luz e incorporar esse ganho ao plano de redução de despesas fixas.