Omega Energia agora é Serena. 15 anos de história, agora em uma nova jornada. Saiba Mais

Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 6 de agosto de 2026

Principais lições deste artigo

Tabela mestre: peso da energia no OPEX por setor (EPE 2025 / ANEEL 2026)

Atualizado em agosto/2026. Fontes: EPE, Balanço Energético Nacional 2025, Relatório Síntese BEN 2026, EDP Soluções, maio/2026, Sebrae Energia, Canal Solar / ANEEL 2026, ABRAS, 2021.

Setor

% da energia no OPEX (referência EPE/Sebrae)

Consumo médio estimado kWh/mês (faixa PME)

Variação tarifária estadual 2026 (ANEEL)

Impacto no fluxo de caixa

Metalurgia e siderurgia

10%–20%

50.000–200.000

Copel (PR) +20,51%, CPFL Paulista (SP) +12,13%

Alta volatilidade, bandeiras tarifárias podem ampliar o custo em até 9,5% adicionais

Mineração

12%–18%

30.000–150.000

Energisa MT +6,86%, Cemig (MG) +4,51%

Custo de energia funciona como insumo direto de produção, com alta exposição a reajustes

Química e petroquímica

Alta

20.000–100.000

Enel SP +9,02%, Coelba (BA) +5,80%

Processos contínuos impedem corte de carga, o que mantém o custo fixo elevado

Papel e celulose

Média-alta

15.000–80.000

Energisa MS +12,10%, Cemig (MG) +4,51%

Consumo intensivo em vapor e motores, com impacto direto no custo do produto

Alimentos e bebidas

Média

5.000–40.000

Neoenergia PE +4,25%, Enel CE +5,78%

Refrigeração e fornos operam 24 horas, o que gera conta mensal previsível, porém crescente

Supermercados e hipermercados

pode superar 20% em alguns casos

8.000–50.000

Enel Rio +15,60%, Light (RJ) +8,60%

Refrigeração e climatização respondem por mais de 60% do consumo

Serviços de lavanderia

Alta

2.000–10.000

Equatorial AL +5,43%, Enel CE +5,78%

Energia é o segundo maior custo operacional do setor

Comércio varejista (geral)

Baixa a média

500–5.000

CPFL Paulista (SP) +12,13%, Cemig (MG) +4,51%

Iluminação e climatização dominam, e reajustes acima da inflação comprimem a margem

Serviços (escritórios, saúde, educação)

Baixa

500–3.000

Enel SP +9,02%, Cemig +4,51%

Peso menor, mas reajustes anuais acima do IPCA reduzem a previsibilidade do planejamento financeiro

Agronegócio (agroindustrial)

Média

3.000–30.000

Energisa MT +6,86%, Neoenergia Cosern (RN) +5,40%

Irrigação e câmaras frias elevam o consumo em safra, com exposição sazonal alta

Quais fatores explicam a variação de custos de energia entre setores e estados?

O custo final da energia elétrica para uma PME resulta da combinação de quatro elementos principais.

Quando esses quatro fatores se combinam, o impacto no fluxo de caixa muda de forma relevante entre regiões. O resultado prático é que uma PME do setor de alimentos em Fortaleza, atendida pela Enel CE com reajuste de +5,78% em 2026, enfrenta uma pressão tarifária diferente da concorrente em Curitiba, atendida pela Copel com +20,51%. O planejamento financeiro sem esse dado de referência fica impreciso.

Uma mulher sorridente com cabelos cacheados, vestindo uma camisa cinza e saia laranja, posando em uma loja de roupas moderna e organizada, com araras de moda ao fundo.
Para negócios de varejo, a economia de até 20% na conta de luz via geração compartilhada libera fluxo de caixa para investimentos estratégicos.

O que isso significa para sua empresa?

O gestor precisa conhecer o peso real da energia no orçamento antes de escolher qualquer solução. As quatro perguntas abaixo permitem calcular esse peso no OPEX do negócio:

  1. Qual é o valor médio da sua conta de luz nos últimos 12 meses? Some os 12 valores e divida por 12 para obter a média mensal. Esse número será a base do cálculo.

  2. Qual é o seu custo operacional total mensal? Some todas as despesas fixas e variáveis necessárias para manter o negócio funcionando, como aluguel, folha, insumos, energia, água e fornecedores. Com esse total em mãos, você consegue medir o peso relativo da energia.

  3. Divida o valor médio da conta de luz pelo custo operacional total e multiplique por 100. O resultado é o percentual da energia no seu OPEX. Compare com a tabela acima para saber se você está acima ou abaixo da média do seu setor. Se o percentual estiver acima da média, a próxima pergunta indica se já é possível agir.

  4. Sua conta de luz é igual ou superior a R$ 500/mês? Se a resposta for sim, sua empresa já se enquadra no perfil elegível para contratar créditos de energia limpa em geração distribuída compartilhada.

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Quais caminhos existem para reduzir o peso da energia no OPEX?

As PMEs contam com três estratégias principais para reduzir o custo de energia. A tabela abaixo compara essas opções de forma objetiva.

Estratégia

Investimento inicial próprio (CAPEX)

Prazo até a primeira economia

Complexidade operacional

Reduzir consumo com eficiência energética, como troca de equipamentos e automação

Variável, podendo chegar a dezenas de milhares de reais

Meses a anos, dependendo do investimento

Alta, pois exige diagnóstico, obra, treinamento de equipe e manutenção contínua

Instalar painéis solares próprios

Dezenas de milhares de reais, com retorno em anos

Meses, após obra e homologação

Alta, com obra no imóvel, possível interrupção da operação e necessidade de manutenção e limpeza periódica

Contratar créditos de geração distribuída compartilhada, no modelo da Serena Energia

Zero investimento inicial próprio

Economia recorrente após o período de conexão, que pode levar até 90 dias

Baixa, com contratação 100% digital, zero obra e zero manutenção

Essas três estratégias podem ser combinadas ao longo do tempo. Para a maioria das PMEs, a contratação de créditos de geração distribuída funciona como ponto de partida eficiente, pois libera caixa sem imobilizar capital que poderia ser reinvestido no negócio.

Por que a Serena Energia é uma das soluções mais rápidas para PMEs?

A Serena Energia está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, com mais de 17 anos de história. Suas fazendas solares ficam em regiões com irradiação acima da média, e os créditos de energia limpa gerados são injetados na rede das distribuidoras locais. O resultado aparece diretamente na conta de luz do cliente, sem alteração na qualidade do fornecimento.

Vista aérea de uma vasta usina solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos captando a luz durante o pôr do sol.
Ao centralizar a geração de energia em usinas de alta eficiência, a Serena Energia consegue reduzir drasticamente o custo operacional de PMEs.

A geração distribuída da Serena Energia atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão em 11 estados brasileiros: SP (interior, área de concessão da CPFL Paulista), GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ (interior).

Vista panorâmica de uma grande fazenda solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos sob um pôr do sol alaranjado.
A geração distribuída em larga escala permite que a Serena Energia forneça créditos de energia limpa com custos reduzidos para PMEs em todo o país.

Os principais diferenciais para PMEs são:

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Perguntas frequentes sobre benchmark de energia por setor

Qual setor gasta mais energia no Brasil?

Os setores com maior consumo de eletricidade no Brasil são metalurgia, mineração e química e petroquímica, em função de fornos elétricos de alta potência, maquinário pesado e processos termoquímicos contínuos. Entre os setores de serviços e comércio, supermercados e lavanderias se destacam pelo peso da refrigeração e dos equipamentos de aquecimento no consumo total.

Qual é o percentual médio que a energia representa no OPEX de uma PME brasileira?

Os gastos com energia elétrica representam uma parcela relevante dos custos das micro e pequenas empresas brasileiras. Em setores intensivos em equipamentos elétricos, como lavanderias, a energia pode ser um dos principais custos operacionais. Para comércio varejista geral e serviços de escritório, o peso costuma ser menor.

Por que as tarifas de energia variam tanto entre os estados brasileiros?

As diferenças tarifárias entre estados resultam de quatro fatores principais: custo de expansão e manutenção da rede de distribuição local, perdas técnicas e comerciais de cada concessionária, distância dos centros de geração e alíquota de ICMS estadual, limitada conforme mencionado acima. Estados do Norte costumam enfrentar tarifas mais altas por combinarem redes extensas, sistemas isolados com geração térmica cara e ICMS elevado. Os reajustes de 2026 mencionados acima variaram de 4,25% a 20,51%, o que mostra que a pressão tarifária é altamente localizada.

Uma PME com conta de luz de R$ 500/mês consegue reduzir custos com geração distribuída?

Uma PME com conta de luz a partir de R$ 500/mês, em baixa ou média-baixa tensão, já consegue acessar créditos de energia limpa em geração distribuída compartilhada. Nesse perfil, uma redução de até 20% representa economia de até R$ 100/mês, ou R$ 1.200/ano, sem investimento inicial próprio. O processo de contratação é 100% digital, e a economia começa a aparecer na fatura após o período de conexão, que pode levar até 90 dias.

Conclusão

O peso da energia no OPEX varia conforme o setor, e os reajustes tarifários aprovados em 2026, em geral acima da inflação, ampliam essa pressão de forma desigual entre estados e distribuidoras. Para PMEs com conta de luz a partir de R$ 500/mês, a contratação de créditos de energia limpa em geração distribuída compartilhada é uma das estratégias mais eficazes para reduzir esse custo sem imobilizar capital, sem obras e sem interromper a operação.

A Serena Energia oferece os descontos descritos anteriormente, com contratação 100% digital, fatura única e economia visível após o período de conexão. Com mais de 17 anos de mercado e atuação em 11 estados brasileiros, a empresa está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas.

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