Omega Energia agora é Serena. 15 anos de história, agora em uma nova jornada. Saiba Mais

Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia

Principais lições deste artigo

O problema: o fim do desconto na TUSD para novos contratos

O fim do desconto na TUSD mudou a conta de energia das empresas do Grupo A. A TUSD representa uma parcela relevante da fatura de energia de qualquer empresa desse grupo. Por anos, contratos de energia incentivada, provenientes de fontes renováveis qualificadas, concederam descontos significativos sobre essa tarifa e tornaram a migração para o mercado livre de energia especialmente atrativa para consumidores elegíveis.

A Lei 15.269/2025 encerrou esse benefício para novos contratos. Empresas que já possuíam contratos vigentes com desconto na TUSD mantêm o benefício até o vencimento. Qualquer novo contrato firmado a partir da vigência da lei não conta mais com esse mecanismo. O desconto na TUSD para energia incentivada deixou de ser uma alavanca disponível para quem está negociando energia agora.

O impacto financeiro aparece diretamente na fatura. Sem o desconto na TUSD, empresas que permanecem no mercado regulado continuam expostas aos reajustes tarifários anuais definidos pela ANEEL e às bandeiras tarifárias, que elevam o custo da energia em períodos de escassez hídrica. Esse cenário reduz a previsibilidade do planejamento orçamentário de longo prazo e corrói margens operacionais de forma sistemática. A pergunta que gestores financeiros precisam responder agora é qual é a alternativa real para reduzir o custo de energia sem depender de subsídios regulatórios.

A solução: migração para o mercado livre de energia com preço fixo

A resposta está na estrutura do próprio mercado de energia. Com o fim do desconto na TUSD para novos contratos, a principal alavanca de redução de custos de energia para empresas do Grupo A passa a ser a migração para o mercado livre de energia com contratos de preço fixo de longo prazo. Esse modelo não depende de benefício regulatório. A economia vem da negociação direta entre a empresa e a geradora, com preço acordado antecipadamente para toda a vigência do contrato.

Paisagem de um parque de energia renovável ao pôr do sol, apresentando grandes turbinas eólicas e vastas fileiras de painéis solares sobre colinas.
A combinação estratégica de fontes eólicas e solares maximiza a geração de energia limpa, garantindo maior estabilidade e eficiência para o suprimento do Mercado Livre.

No mercado livre de energia, contratos bilaterais costumam ter prazos de três a cinco anos, com o preço da energia fixado no momento da contratação. Independentemente do comportamento das bandeiras tarifárias ou dos reajustes anuais da distribuidora, o custo da parcela de energia contratada permanece estável. Essa estrutura transforma uma das linhas mais imprevisíveis do orçamento em uma despesa gerenciável e projetável.

A Serena Energia, uma das maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, oferece migração gerenciada para o mercado livre de energia com economia significativa em relação ao mercado regulado. Essa economia ocorre sem custo adicional para empresas sob sua gestão, porque a Serena Energia absorve os custos de adequação necessários para a migração. A experiência de mais de 17 anos e a base de clientes como Heineken, Cargill e Bayer sustentam um modelo operacional que conduz todo o processo, do registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) à gestão contínua do contrato, o que permite que a empresa foque no seu negócio.

Um único aerogerador branco se destaca em meio a uma densa camada de neblina ou nuvens, iluminado pela luz suave do pôr do sol.
A tecnologia eólica avançada permite que a Serena Energia capture ventos constantes em grandes altitudes, garantindo uma fonte de energia limpa, estável e eficiente para o seu negócio.

Descubra quanto sua empresa pode economizar migrando para o mercado livre de energia.

Comparação de alternativas para empresas do Grupo A

Empresas do Grupo A precisam avaliar três caminhos principais após o fim do desconto na TUSD. Cada alternativa apresenta características específicas de investimento, complexidade, prazo até a economia, previsibilidade de custos e contribuição para metas de sustentabilidade.

Permanecer no mercado regulado não exige investimento inicial nem mudança operacional. A complexidade é baixa. Os custos, porém, seguem sujeitos a reajustes anuais da ANEEL e às bandeiras tarifárias, o que reduz a previsibilidade orçamentária de médio prazo. Não existe economia estrutural disponível e a energia não vem com certificação de origem renovável por padrão.

Migrar para o mercado livre de energia exige um processo regulatório de seis meses, contado a partir da notificação à distribuidora, e a adequação do sistema de medição. A Serena Energia custeia o investimento em adequação para clientes sob sua gestão. A economia pode chegar a até 20% sobre a parcela de energia, com preço fixo pelo período contratado. A comercializadora absorve a complexidade do processo, e a empresa passa a consumir energia 100% renovável com certificação I-REC, o que contribui diretamente para metas de ESG e redução de emissões de Escopo 2.

Vista aérea de uma vasta usina solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos captando a luz do pôr do sol.
O uso de usinas solares de grande escala permite captar energia com eficiência máxima, otimizando os créditos que reduzem drasticamente os custos fixos de empresas parceiras.

Autoprodução de energia oferece maior independência tarifária no longo prazo, mas exige investimento elevado em infraestrutura, longos prazos de implantação, custos contínuos de operação e manutenção e desenvolvimento de competência em um setor que não é o core business da empresa. O prazo até a primeira economia costuma ser maior do que na migração ao mercado livre de energia.

Para a maioria das empresas do Grupo A, a migração para o mercado livre de energia tende a oferecer o melhor equilíbrio entre impacto financeiro, prazo de implementação e ausência de imobilização de capital.

Passo a passo para migrar e obter economia real

1. Análise de faturas e perfil de consumo

O processo começa com o levantamento das faturas dos últimos 12 meses para mapear consumo mensal em kWh, demanda contratada, sazonalidades e picos. Essa análise orienta a escolha do tipo de contrato e permite projetar a economia esperada no mercado livre de energia.

2. Verificação de elegibilidade (Grupo A)

Qualquer empresa conectada em média ou alta tensão, o Grupo A, pode migrar para o mercado livre de energia desde janeiro de 2024, independentemente do nível de consumo. A Serena Energia realiza essa verificação gratuitamente.

3. Escolha da comercializadora

A escolha de uma comercializadora com geração própria reduz riscos de fornecimento. A Serena Energia atua como geradora e comercializadora, o que cria integração vertical e competitividade de preço. Outras empresas que conectam negócios ao mercado livre de energia podem depender da compra de energia de terceiros, o que representa um risco adicional de suprimento e de preço.

4. Registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica)

O registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) é obrigatório para participar do mercado livre de energia. O processo envolve documentação técnica, jurídica e financeira. A Serena Energia conduz todas essas etapas sem custo adicional para clientes sob sua gestão.

5. Negociação e formalização do contrato

O contrato bilateral define preço, prazo, volume e fonte de energia. Contratos no modelo varejista da Serena Energia fixam o preço da energia para toda a vigência. No final de cada mês, a fatura é calculada com base no preço contratado multiplicado pelo consumo realizado.

6. Adequação do sistema de medição

A medição horária é obrigatória no mercado livre de energia. A Serena Energia se responsabiliza pela instalação dos equipamentos de medição sem custo adicional para o cliente.

7. Monitoramento contínuo

O acompanhamento mensal dos resultados após a migração permite comparar custos com o período no mercado regulado e identificar oportunidades de eficiência. A Serena Energia disponibiliza um painel com economia mensal, economia consolidada, comparação entre mercado regulado e mercado livre de energia, previsão de consumo e consumo realizado. Um consultor dedicado acompanha o contrato e fica disponível para dúvidas.

Planejar o prazo de migração evita frustrações. O período regulatório de seis meses começa a contar a partir da notificação à distribuidora. Quanto antes a empresa iniciar, mais cedo começa a economizar.

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Casos de uso por setor

Indústria: plantas industriais com fornecimento em média ou alta tensão concentram consumo em motores, compressores, fornos e sistemas de refrigeração. Perfis de consumo contínuo e previsível se ajustam bem a contratos de longo prazo no mercado livre de energia. Dados da Abraceel indicam que o mercado livre de energia pode oferecer economia relevante para o conjunto de consumidores migrados no Brasil.

Silhueta de várias turbinas eólicas alinhadas ao longo da costa durante um pôr do sol colorido, com reflexos na água.
A exploração de recursos naturais, como os ventos costeiros, é essencial para manter a escala e a sustentabilidade necessárias no Mercado Livre de Energia.

Comércio: redes de lojas, supermercados e operações de varejo com múltiplas unidades em média tensão podem consolidar o consumo de diferentes pontos em um único contrato de fornecimento. A previsibilidade de preço facilita o planejamento orçamentário de redes com sazonalidade de vendas e reduz a incerteza das bandeiras tarifárias sobre o custo operacional.

Serviços: hospitais, hotéis, data centers e operações 24 horas costumam ter perfil de consumo estável e contínuo, o que favorece a contratação de energia a preço fixo no mercado livre de energia. Para essas operações, a previsibilidade de custo é tão relevante quanto a economia, porque qualquer variação tarifária impacta diretamente a margem de serviços com precificação de longo prazo. A certificação de origem renovável via I-REC também contribui para relatórios de sustentabilidade e metas de ESG exigidas por investidores e parceiros comerciais.

Perguntas frequentes

O desconto na TUSD ainda existe para empresas que já têm contratos de energia incentivada?

Empresas que firmaram contratos de energia incentivada antes da Lei 15.269/2025 mantêm o desconto na TUSD até o vencimento do contrato vigente. Para novos contratos firmados após a vigência da lei, o desconto não está mais disponível. Por isso, empresas que dependiam desse benefício precisam avaliar alternativas estruturais de redução de custo antes do vencimento dos contratos atuais.

Minha empresa precisa de um consumo mínimo para migrar para o mercado livre de energia?

Não existe consumo mínimo. Qualquer empresa conectada em média ou alta tensão, o Grupo A, pode migrar para o mercado livre de energia. Desde janeiro de 2024, a abertura do mercado livre de energia para todo o Grupo A permite que empresas de diferentes portes acessem contratos bilaterais de fornecimento, independentemente do volume de consumo mensal.

Quanto tempo leva para minha empresa começar a economizar após a decisão de migrar?

O processo regulatório leva seis meses, contados a partir da notificação à distribuidora. Esse prazo decorre de exigência legal e não pode ser reduzido. A economia começa na primeira fatura após a conclusão da migração. A Serena Energia conduz todas as etapas do processo sem custo adicional para clientes sob sua gestão, incluindo o registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) e a instalação do sistema de medição.

O fornecimento de energia é interrompido durante a migração?

O fornecimento de energia permanece contínuo durante a migração. A migração para o mercado livre de energia é um processo comercial e contratual. A distribuidora local continua responsável pela entrega física da energia e pela manutenção da rede durante e após a migração. A única mudança é o agente que vende a energia para a empresa.

O que acontece se minha empresa consumir mais ou menos do que o volume contratado?

Contratos no mercado livre de energia preveem uma faixa de flexibilidade, geralmente entre 5% e 10% do volume contratado. Consumos fora dessa faixa são liquidados no mercado de curto prazo, com base no PLD (Preço de Liquidação das Diferenças). A Serena Energia oferece gestão ativa para reduzir essa exposição, acompanhando o consumo e orientando ajustes quando necessário.

Conclusão: migre agora e recupere o controle da sua conta de luz

O fim do desconto na TUSD para energia incentivada em novos contratos exige uma nova estratégia de gestão de energia. Empresas do Grupo A que buscavam esse benefício precisam de uma alternativa que entregue economia real e previsibilidade orçamentária sem depender de subsídios regulatórios. A migração para o mercado livre de energia com contratos de preço fixo atende a essa necessidade.

Com a Serena Energia, o processo é gerenciado de ponta a ponta, da análise de faturas ao registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), passando pela adequação do sistema de medição e pela gestão contínua, sem custo adicional para clientes sob sua gestão. A energia fornecida é 100% renovável, com certificação I-REC para relatórios de sustentabilidade, e a economia pode chegar a até 20% em relação ao mercado regulado.

O prazo regulatório de seis meses significa que cada mês de adiamento representa um mês a mais pagando tarifas do mercado regulado. A decisão de migrar começa com uma conversa objetiva sobre consumo, prazos e metas financeiras.

Dê o primeiro passo para colocar sua energia no lugar certo: no crescimento do seu negócio.

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