Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia
Principais lições deste artigo
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Calcular o consumo em kWh de cada equipamento ajuda a identificar onde estão os maiores gastos e a priorizar ações.
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Trocar lâmpadas fluorescentes por LED, instalar sensores de presença e aproveitar luz natural são medidas eficazes para reduzir o consumo de iluminação.
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Manter o ar-condicionado em 23 °C, limpar filtros mensalmente e usar ventiladores complementares pode reduzir até 60% da conta de climatização.
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Ativar o modo de economia, desligar equipamentos fora do horário e comprar aparelhos com Selo Procel A são práticas simples que geram economia imediata.
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Quando a eficiência atinge seu limite, a geração distribuída compartilhada da Serena Energia oferece até 20% de desconto na conta sem investimento inicial. Simule seu desconto em menos de 1 minuto.
Quais são as dicas para economizar energia elétrica em iluminação?
A iluminação representa uma parte relevante do consumo em comércios e escritórios, principalmente quando ainda há lâmpadas fluorescentes em uso. Trocar toda a iluminação por LED reduz de forma consistente o consumo de iluminação. As cinco ações mais eficazes são:
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Trocar lâmpadas fluorescentes por LED. Um escritório com luminárias fluorescentes pode reduzir de forma relevante sua carga de iluminação ao substituí-las por painéis LED.
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Aproveitar a luz natural e pintar paredes em tons claros. Ambientes mais claros exigem menos iluminação artificial durante o dia, o que reduz horas de uso sem alterar a operação.
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Instalar sensores de presença em áreas de baixa circulação. Corredores, banheiros e depósitos com sensores de presença têm o consumo de iluminação reduzido de forma consistente quando combinados com LED.
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Desligar luzes em salas vazias. Criar uma política interna de desligamento, com etiquetas nos interruptores, é uma ação de custo zero com resultado imediato.
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Fazer manutenção preventiva de luminárias. Luminárias sujas ou com reatores defeituosos consomem mais energia e entregam menos luz. A limpeza periódica mantém a eficiência do sistema.
Quais são as dicas para reduzir a conta de luz em climatização?
O ar-condicionado costuma ser o maior consumidor individual de energia em escritórios e comércios brasileiros. Uma única unidade pode consumir mais de 150 kWh por mês, dependendo da potência e das horas de uso.
Em cartórios e escritórios de advocacia, a climatização pode representar até 60% do consumo total. As sete ações mais eficazes são:
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Ajustar o ar-condicionado para 23 °C. Cada grau abaixo desse valor aumenta o consumo do equipamento. Manter 23 °C é confortável e eficiente.
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Limpar os filtros mensalmente. Um condensador obstruído aumenta o consumo porque o compressor trabalha mais para atingir o mesmo resfriamento.
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Fechar portas e janelas durante o uso. Ambientes abertos forçam o equipamento a trabalhar continuamente sem atingir a temperatura programada.
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Usar ventiladores para circular o ar. Ventiladores de teto ou de coluna distribuem o ar frio de forma mais uniforme, o que permite elevar a temperatura do ar-condicionado sem perda de conforto.
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Fazer manutenção preventiva dos equipamentos de refrigeração. Uma limpeza química completa de serpentinas e condensadores reduz os custos operacionais em sistemas mais antigos.
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Evitar posicionar geladeiras e freezers perto de fontes de calor. Equipamentos de refrigeração próximos a fornos, janelas com sol direto ou outros geradores de calor trabalham mais para manter a temperatura interna.
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Monitorar a temperatura de freezers e câmaras frias. Temperaturas abaixo do necessário aumentam o consumo sem benefício operacional. Ajuste os termostatos ao mínimo necessário para cada produto armazenado.
Com a climatização sob controle, o próximo passo é mapear os demais equipamentos que concentram consumo significativo, pois reduzir a conta de luz exige priorizar as ações nos maiores consumidores.
O que mais puxa luz em equipamentos de escritórios e comércios?
Além da climatização, outros equipamentos concentram consumo relevante. Conhecer os principais ajuda a priorizar as ações de redução.
Computadores e monitores respondem por uma parcela significativa do consumo em escritórios. Um único computador deixado ligado durante o horário comercial consome entre 20 e 80 kWh por mês.
Em ambientes com múltiplas estações de trabalho, o total acumula rapidamente, principalmente quando os equipamentos ficam em modo de espera fora do horário de uso.
Fornos e equipamentos de cozinha são os maiores consumidores em restaurantes e padarias. Como não podem ser desligados durante a operação, o foco deve ser na manutenção preventiva e no uso eficiente dos ciclos de aquecimento.
Servidores, impressoras e scanners em cartórios e escritórios de advocacia representam cerca de 20% do consumo total, devido ao funcionamento contínuo durante o horário comercial.
As ações de redução mais eficazes para esse grupo incluem:
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Ativar o modo de economia de energia em computadores, monitores e impressoras, o que gera economia durante o expediente.
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Ao final do expediente, desligar completamente os equipamentos, em vez de deixá-los em modo de espera, que ainda consome energia.
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Para automatizar esse desligamento sem depender da equipe, use filtros de linha inteligentes que cortam o fornecimento de energia a dispositivos ociosos.
Como criar uma rotina de monitoramento de consumo?
Ter acompanhamento estruturado permite saber se as ações de eficiência estão gerando resultado. O passo a passo para monitorar o consumo é:
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Registrar o valor em kWh da conta de luz de cada mês em uma planilha simples.
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Anotar as principais mudanças operacionais do período, como troca de equipamento, aumento de funcionários ou reforma.
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Comparar o consumo mês a mês e identificar variações acima de 10%.
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Calcular o consumo por equipamento usando a fórmula: kWh = (potência em W × horas de uso por dia × dias no mês) ÷ 1.000.
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Priorizar ações nos equipamentos de maior consumo identificados no passo anterior.
A tabela abaixo ilustra o impacto de uma troca de iluminação ao longo de três meses em um escritório de pequeno porte com 10 funcionários.
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Mês |
Consumo total (kWh) |
Ação realizada |
Variação estimada |
|---|---|---|---|
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Mês 1 (antes) |
800 kWh |
Nenhuma |
– |
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Mês 2 (transição) |
750 kWh |
Troca parcial para LED |
−6% |
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Mês 3 (após) |
680 kWh |
Troca completa + sensores |
−15% |
Valores ilustrativos baseados em dados de redução de carga documentados em retrofits comerciais de LED. Resultados reais variam conforme o perfil de uso e o tipo de luminária substituída.
Veja quanto sua empresa pode economizar.
Quais são as ações para economizar energia em compras eficientes?
Escolher bem os equipamentos no momento da compra define o consumo pelos próximos anos. As ações abaixo são as mais relevantes:
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Priorizar equipamentos com Selo Procel A, a classificação de maior eficiência energética no Brasil.
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Comparar o consumo anual em kWh informado na etiqueta antes de decidir pela compra.
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Avaliar o custo total de propriedade, pois um equipamento mais barato com consumo maior pode custar mais ao longo do tempo.
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Negociar com fornecedores modelos mais eficientes como parte do contrato de fornecimento.
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Preferir ar-condicionados do tipo inverter, que ajustam a potência conforme a necessidade e consomem menos energia em regime de manutenção de temperatura.
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Substituir equipamentos com mais de 10 anos de uso, já que a eficiência energética dos modelos atuais é superior.
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Escolher monitores LED em vez de monitores mais antigos, que consomem mais energia por polegada.
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Optar por notebooks em vez de computadores de mesa quando possível, porque notebooks consomem menos energia por hora de uso.
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Avaliar freezers e geladeiras com tecnologia de compressor inverter para operações que exigem refrigeração contínua.
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Consultar o catálogo do Procel antes de qualquer compra de equipamento elétrico de uso intensivo.
Essas dez ações de compra eficiente completam o conjunto de medidas operacionais que uma pequena empresa pode implementar para reduzir o consumo.
Mesmo após aplicar todas essas práticas, os equipamentos essenciais da operação continuam consumindo energia, e uma segunda estratégia passa a ganhar relevância.
Solução avançada: reduzir consumo ou pagar menos pelo mesmo consumo?
Todas as ações descritas até aqui têm um limite. Mesmo após implementar as medidas de eficiência, os equipamentos essenciais da operação continuam consumindo energia. Logo, uma segunda estratégia torna-se relevante.
Essa segunda alavanca, complementar às ações de eficiência, consiste em pagar menos pela mesma energia que a empresa já consome. A geração distribuída compartilhada oferece esse benefício.
A Serena Energia, uma das maiores geradoras de energia renovável criadas nas Américas e com mais de 17 anos de história, opera fazendas solares em 11 estados brasileiros: SP, no interior, GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ, no interior.
Essas fazendas injetam energia limpa na rede das distribuidoras locais, que convertem essa geração em créditos aplicados diretamente na conta de luz da empresa contratante.

Esse modelo atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão nas mesmas regiões onde as fazendas estão instaladas.
O processo não exige investimento inicial próprio em equipamentos, obra ou interrupção da operação. A contratação é 100% digital. Após o período de conexão, que pode levar até 90 dias, os descontos que podem chegar a 20% aparecem diretamente na conta de luz.
A empresa recebe uma fatura única da Serena Energia, que já consolida os custos da distribuidora e o valor da energia com o desconto aplicado.
O portal do cliente permite acompanhar o consumo e a economia de todas as unidades em um só lugar, com suporte disponível via WhatsApp.

Para empresas que já implementaram as ações de eficiência descritas anteriormente, a decisão passa a ser escolher entre investir capital próprio em placas solares ou contratar geração distribuída sem investimento inicial.
A tabela abaixo compara essas três rotas, eficiência operacional, instalação própria e geração compartilhada, em termos de investimento, impacto na operação e prazo para resultado:
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Estratégia |
Investimento inicial próprio |
Impacto na operação |
Prazo para resultado |
|---|---|---|---|
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Ações de eficiência (LED, manutenção) |
Baixo a médio |
Mínimo |
Meses |
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Placas solares próprias |
Dezenas de milhares de reais |
Obra no imóvel |
Anos para retorno |
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Geração distribuída compartilhada (Serena Energia) |
Zero |
Nenhum |
Até 90 dias para conexão |
Conclusão
Para reduzir o consumo de energia elétrica em uma pequena empresa é possível e recomendado:
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trocar lâmpadas por LED
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manter filtros de ar-condicionado limpos
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desligar equipamentos fora do horário de uso
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monitorar o consumo mês a mês são ações que geram resultado sem grandes investimentos
Esse conjunto de medidas, porém, tem um limite quando os equipamentos essenciais da operação precisam funcionar.

Pagar menos pela mesma energia, por meio da geração distribuída compartilhada da Serena Energia, é uma estratégia eficaz para liberar caixa sem alterar a operação, sem investimento inicial próprio, sem obras e sem burocracia.
Os descontos que podem chegar a 20% aparecem na conta após a conexão.
Se o custo da conta de luz pesa no orçamento da empresa, vale avaliar alternativas. Descubra quanto você pode economizar com a Serena Energia e direcione mais recursos para o crescimento do seu negócio. Simule seu desconto em menos de 1 minuto.
Perguntas frequentes
Preciso instalar alguma coisa na minha empresa para contratar a Serena Energia?
Não. Nenhuma placa solar, nenhum medidor novo e nenhuma obra são necessários. Toda a geração de energia acontece nas fazendas solares da Serena Energia, localizadas em regiões com alta incidência solar.
A energia chega à empresa pela rede da distribuidora local, exatamente como sempre chegou. O que muda é o valor cobrado na conta.
Quando começo a ver a economia na conta de luz?
Após a contratação, a distribuidora local precisa conectar o medidor da empresa ao sistema de créditos da Serena Energia. Esse processo pode levar até 90 dias. A partir da primeira fatura após essa conexão, os descontos que podem chegar a 20% já aparecem no documento.
A distribuidora pode cortar a luz da minha empresa se eu contratar a Serena Energia?
Não. A distribuidora local continua sendo a responsável pela entrega da energia e pela manutenção da rede elétrica.
A Serena Energia injeta energia limpa na rede da distribuidora, e essa energia é entregue à empresa normalmente. O serviço de distribuição não sofre alteração.
Como fica a minha conta de luz na prática?
Após o período de conexão, a empresa passa a receber uma única fatura da Serena Energia. Esse documento já consolida os custos da distribuidora, como taxa de disponibilidade e iluminação pública, e o valor da energia com o desconto aplicado.
A Serena Energia recebe o pagamento e quita os valores devidos à distribuidora. Não há duas contas para gerenciar.
Minha empresa tem várias unidades. A Serena Energia consegue atender todas?
Sim. A Serena Energia atende múltiplas unidades de uma mesma empresa que estejam na mesma área de concessão e dentro dos estados de atuação.
O portal do cliente permite acompanhar o consumo e a economia de todas as unidades em um único lugar, simplificando a gestão energética de redes com várias lojas ou filiais.