Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 27 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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Despesas operacionais (OPEX) incluem folha, aluguel, manutenção, logística e energia elétrica. Para empresas do Grupo A, a conta de luz ainda oferece margem real de redução em 2026.
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Após renegociar fornecedores e automatizar processos, a energia elétrica costuma permanecer como a última frente relevante do OPEX para quem ainda opera no mercado regulado.
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Os 12 passos práticos vão do mapeamento granular de custos à revisão de demanda contratada, correção de fator de potência e modernização de iluminação e climatização.
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A migração para o mercado livre de energia permite substituir a tarifa regulada por contrato negociado, com potencial de economia de até 20% e maior previsibilidade orçamentária.
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Para obter um estudo de viabilidade personalizado e descobrir quanto sua empresa pode economizar, fale com um consultor da Serena Energia.
Pré-requisitos
Reunir documentos e dados antes de iniciar os 12 passos acelera a análise e reduz retrabalho.
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Faturas de energia dos últimos 12 meses de todas as unidades consumidoras
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Perfil de consumo mensal em kWh e demanda contratada em kW
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Contratos vigentes com a distribuidora local
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CNPJ e documentação jurídica e financeira da empresa
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Confirmação de enquadramento no Grupo A, com fornecimento em média ou alta tensão
O Grupo A reúne consumidores atendidos em média e alta tensão. Não há consumo mínimo exigido para migrar ao mercado livre de energia, basta o enquadramento nessa faixa de tensão.
12 passos práticos para reduzir despesas operacionais
Passo 1: mapear todas as linhas de OPEX com granularidade
Objetivo: criar visibilidade total sobre onde o dinheiro é gasto antes de qualquer corte.
Ações: extraia do ERP todas as despesas dos últimos 12 meses por centro de custo. Com esses dados em mãos, classifique cada linha em fixa, variável ou semifixa, o que permite identificar onde há margem real de negociação. Em seguida, identifique as três maiores linhas por unidade de negócio, que serão o foco inicial de redução.
Responsáveis: controller, equipe de contabilidade.
Riscos: dados fragmentados entre sistemas diferentes dificultam a análise. Sem dados padronizados e governança robusta, fica difícil entender o que realmente impulsiona os custos e como decisões operacionais se traduzem em impacto financeiro.
Passo 2: automatizar a gestão de contratos e faturas
Objetivo: reduzir retrabalho manual e capturar descontos por pagamento antecipado.
Ações: implante um sistema de gestão de contratos com alertas de vencimento e cláusulas críticas. Use esse sistema para automatizar o fluxo de aprovação de faturas, diminuindo erros e atrasos.
Responsáveis: controller, TI, jurídico.
Riscos: a automação de processos de gestão contratual pode reduzir custos operacionais em até 30%, mas exige alinhamento entre jurídico, financeiro e operações para evitar inconsistências. Saiba mais sobre automação de contratos.
Passo 3: renegociar contratos com fornecedores estratégicos
Objetivo: capturar economias em insumos, serviços e logística por meio de sourcing estruturado.
Ações: mapeie os 10 maiores fornecedores por volume de gasto, que concentram a maior parte do poder de barganha. Use esse mapeamento para avaliar alternativas de mercado que sirvam de contraponto na negociação. Com essas opções em mãos, negocie prazos, volumes e condições de pagamento a partir de uma posição mais forte.
Responsáveis: gerente de compras, diretor financeiro.
Riscos: concentração de fornecedores críticos sem substitutos viáveis aumenta a dependência. Mantenha ao menos duas opções qualificadas para cada categoria estratégica.
Fale com um de nossos consultores para entender como a migração ao mercado livre de energia se encaixa na sua estratégia de redução de OPEX.
Passo 4: implantar manutenção baseada em condição nos ativos críticos
Objetivo: substituir manutenção preventiva por calendário por intervenções orientadas por dados, reduzindo paradas não planejadas.
Ações: instale sensores IoT nos ativos de maior criticidade e integre os dados ao CMMS ou EAM. Defina limites de alerta que gerem ordens de serviço automáticas quando o desempenho se desviar do padrão.
Responsáveis: gerente de manutenção, TI industrial.
Riscos: em 2026, a gestão de ativos industriais passa a incluir a capacidade de reduzir o custo energético do ativo, além de disponibilidade e recursos tecnológicos. Sem integração entre sistemas, o dado coletado não gera ação.
Passo 5: revisar a demanda contratada junto à distribuidora
Objetivo: eliminar cobranças por demanda contratada acima do consumo real.
Ações: analise os registros de demanda medida dos últimos 12 meses e compare com a demanda contratada. Se houver excesso sistemático, solicite adequação contratual à distribuidora.
Responsáveis: gerente de facilities, controller.
Riscos: contratar demanda abaixo do pico real gera multas por ultrapassagem. Saiba mais sobre revisão de demanda.
Passo 6: corrigir o fator de potência
Objetivo: eliminar encargos por energia reativa excedente.
Ações: meça o fator de potência atual e avalie a necessidade de instalar banco de capacitores. Após a correção, monitore mensalmente para manter o índice dentro dos limites exigidos.
Responsáveis: engenheiro elétrico, gerente de manutenção.
Riscos: a correção do fator de potência costuma apresentar retorno em menos de 12 meses para empresas Grupo A. Saiba mais sobre correção de fator de potência.
Passo 7: modernizar iluminação e climatização
Objetivo: reduzir consumo em sistemas de alta representatividade na fatura.
Ações: substitua luminárias por LED e instale termostatos programáveis. Inclua manutenção preventiva de filtros de ar-condicionado para manter o desempenho energético.
Responsáveis: gerente de facilities, engenharia.
Riscos: projetos de retrofit LED em instalações comerciais e industriais podem entregar reduções relevantes no consumo de iluminação com retorno atrativo. Filtros sujos de ar-condicionado podem elevar o consumo em até 30%. Saiba mais sobre modernização de iluminação.
Passo 8: implantar monitoramento de consumo em tempo real
Objetivo: criar visibilidade granular sobre onde e quando a energia é consumida.
Ações: instale medidores inteligentes nos principais circuitos para capturar dados detalhados de consumo. Com esses dados disponíveis, defina indicadores de acompanhamento, como consumo total, consumo específico por unidade produzida, fator de carga e relação entre demanda contratada e utilizada. Em seguida, estabeleça revisão mensal desses indicadores.
Responsáveis: gerente de operações, controller.
Riscos: dados coletados sem processo de análise não geram economia. Defina um responsável pela revisão mensal dos indicadores.
Passo 9: avaliar a modalidade tarifária mais adequada
Objetivo: verificar se a modalidade tarifária atual, verde ou azul, é a mais vantajosa para o perfil de consumo da empresa.
Ações: analise o perfil de consumo em horários de ponta e fora de ponta e simule as duas modalidades com base nas faturas dos últimos 12 meses. Se houver vantagem, solicite a migração à distribuidora.
Responsáveis: controller, gerente de facilities.
Riscos: a troca entre as modalidades tarifárias para consumidores Grupo A é feita contratualmente com a distribuidora, sem custo de infraestrutura, mas exige análise criteriosa do perfil de consumo para não gerar custo adicional.
Passo 10: engajar equipes em cultura de eficiência energética
Objetivo: reduzir desperdícios comportamentais sem investimento em equipamentos.
Ações: treine líderes de área sobre o impacto real do consumo na fatura, pois sem essa compreensão as metas soam arbitrárias. Com os líderes alinhados, estabeleça metas específicas por setor que reflitam o potencial de cada área. Para manter o engajamento, comunique os resultados mensalmente e ajuste as metas quando necessário.
Responsáveis: RH, gerente de operações.
Riscos: iniciativas sem acompanhamento de indicadores perdem tração em 60 a 90 dias. Vincule as metas ao ciclo de avaliação de desempenho.
Passo 11: digitalizar processos financeiros e operacionais
Objetivo: eliminar retrabalho manual e aumentar a velocidade de tomada de decisão.
Ações: mapeie os processos com maior volume de trabalho manual, que concentram o maior potencial de ganho. Use esse mapeamento para priorizar a automação, equilibrando impacto financeiro e viabilidade técnica. Com as prioridades definidas, implante em ciclos curtos com métricas claras de resultado e ajuste a abordagem a cada iteração.
Responsáveis: diretor financeiro, TI, operações.
Riscos: em 2024, 89,1% das empresas industriais brasileiras com 100 ou mais empregados utilizaram tecnologias digitais avançadas, mas muitas ainda subutilizam o potencial para tomada de decisão baseada em dados confiáveis. Digitalizar sem estruturar processos não gera valor. Saiba mais sobre digitalização industrial.
Passo 12: migrar para o mercado livre de energia
Objetivo: substituir a tarifa regulada por um contrato negociado com preço, prazo e volume definidos, reduzindo a fatura e aumentando a previsibilidade orçamentária.
Ações: veja o detalhamento completo na seção a seguir.
Responsáveis: diretor financeiro, gerente de operações, jurídico.
Riscos: escolher uma comercializadora sem lastro de geração própria pode expor a empresa a riscos de fornecimento. A Serena Energia assume todo o processo de migração como parte do serviço.
Redução de custos com energia: como comprar energia no mercado livre em 2026
No mercado livre de energia, empresas do Grupo A negociam diretamente com fornecedores o preço, o prazo e o volume de energia. A distribuidora local continua responsável pela entrega física da eletricidade até a unidade consumidora. A diferença em relação ao mercado regulado é que o preço deixa de ser definido pela aneel e passa a ser acordado em contrato bilateral.

Empresas que migraram para o mercado livre de energia podem registrar reduções na fatura de eletricidade. Saiba mais sobre reduções no mercado livre. A Serena Energia oferece economia de até 20% em relação ao mercado regulado.

A Serena Energia é uma das maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, com mais de 17 anos de história. No mercado livre de energia, atua majoritariamente com energia eólica e oferece migração gerenciada, além de Certificados de Energia Renovável, I-RECs, para comprovação de consumo 100% limpo.

Clientes como Cargill e Bayer já formalizaram esse compromisso. Rogério Andrade, vice-presidente de Product Supply na Bayer, afirma: “O acordo com a Serena é mais uma das importantes iniciativas que estamos implementando para atingir nossas metas de sustentabilidade, alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.” Hamul Freitas, da Cargill, complementa: “O preço das fontes renováveis é muito mais competitivo em relação à fonte convencional. E essa questão da sustentabilidade também não tem como voltar atrás.”
Os 7 passos práticos para migrar ao mercado livre de energia com a Serena Energia:
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Verificar elegibilidade: confirmar enquadramento no Grupo A. Como mencionado, não há consumo mínimo exigido.
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Analisar o perfil de consumo: mapear consumo mensal em kWh, sazonalidades e picos de demanda para orientar a escolha do contrato.
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Escolher uma comercializadora confiável: a Serena Energia realiza a análise de viabilidade gratuitamente e apresenta projeção de economia.
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Fechar o contrato: firmar contrato, tipicamente de 5 anos, com preço acordado antecipadamente, eliminando a incerteza das bandeiras tarifárias.
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Conduzir a migração: a Serena Energia cuida de todo o processo burocrático, incluindo o registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) e a notificação à distribuidora.
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Implementar o sistema de medição: a Serena Energia se responsabiliza pela instalação dos equipamentos de medição necessários.
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Monitorar resultados: após a entrada no mercado livre de energia, em até 6 meses, o cliente acompanha economia mensal, consumo realizado e I-RECs emitidos por meio do painel digital da Serena Energia.
Fale com um de nossos consultores e receba um estudo de viabilidade personalizado para a sua empresa.
Erros comuns e como corrigir
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Erro frequente |
Como corrigir |
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Iniciar a migração sem reunir 12 meses de faturas |
Solicitar o histórico completo à distribuidora antes de qualquer contato com comercializadoras |
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Não envolver o jurídico na revisão do contrato de energia |
Incluir o jurídico desde a fase de análise de proposta, não apenas na assinatura |
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Ignorar o prazo de 6 meses para saída do mercado regulado |
Iniciar o processo com antecedência, pois quanto antes começar, mais cedo a economia se materializa |
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Não alinhar operações e financeiro sobre o impacto na fatura |
Realizar reunião de kickoff com todas as áreas envolvidas antes de assinar o contrato |
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Contratar demanda acima ou abaixo do consumo real |
Analisar os registros de demanda medida dos últimos 12 meses antes de definir o volume contratado |
Verificação de resultados
Monitorar indicadores após a migração ao mercado livre de energia consolida a economia e orienta ajustes de contrato.
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Economia na fatura em relação ao período no mercado regulado
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Consumo realizado versus consumo previsto no contrato
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Demanda medida versus demanda contratada
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I-RECs emitidos por período, para uso em relatórios de sustentabilidade
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Economia consolidada acumulada desde a migração
O painel digital da Serena Energia centraliza esses dados, com comparativo entre mercado regulado e mercado livre de energia, previsão de consumo e consumo realizado até o momento. Um consultor dedicado acompanha o contrato e está disponível para dúvidas e monitoramento de performance.
Opções avançadas
Consolidar a gestão energética em um único contrato pode simplificar o acompanhamento e ampliar ganhos de escala para empresas com múltiplas unidades consumidoras. Para grupos com unidades em diferentes estados, a Serena Energia atende o Brasil inteiro no mercado livre de energia.
Empresas com metas públicas de descarbonização podem usar a emissão de I-RECs pela Serena Energia para comprovar, de forma auditável, que cada MWh consumido tem origem em fonte renovável. Esse certificado é reconhecido globalmente e é utilizado para zerar as emissões de Escopo 2 em relatórios de sustentabilidade. As fontes renováveis responderam por 88,2% da matriz elétrica brasileira em 2024, o que posiciona o país como referência em energia limpa e torna os I-RECs brasileiros especialmente relevantes para relatórios ESG internacionais.

Empresas que buscam ir além das emissões de Escopo 2 podem contar com créditos de carbono oferecidos pela Serena Energia para neutralização de outras fontes de emissão. Desde 2017, a empresa evitou a emissão de mais de 2,14 milhões de toneladas de CO₂.
Perguntas frequentes
O que é o mercado livre de energia e como ele funciona na prática?
No mercado livre de energia, a empresa deixa de comprar energia exclusivamente da distribuidora local e passa a negociar diretamente com fornecedores como a Serena Energia, definindo preço, prazo e volume em contrato bilateral. A distribuidora continua responsável pela entrega física da eletricidade até a unidade consumidora. A qualidade do fornecimento não muda, o que muda é com quem a empresa contrata a energia.
Minha empresa precisa ter um consumo mínimo para migrar?
Não. Qualquer empresa enquadrada no Grupo A, atendida em média ou alta tensão, pode migrar para o mercado livre de energia. Como mencionado, não há consumo mínimo exigido. A Serena Energia realiza a análise de elegibilidade gratuitamente.
Quanto tempo leva o processo de migração e quem cuida de cada etapa?
O processo regulatório leva até 6 meses, prazo exigido para encerramento do contrato com a distribuidora. A Serena Energia assume todas as etapas, da análise de viabilidade ao registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), passando pela notificação à distribuidora, instalação dos equipamentos de medição e gestão contínua após a migração.
Existe risco de a empresa ficar sem energia durante ou após a migração?
Não. A migração é um processo comercial e contratual. A distribuidora local continua obrigada a entregar a eletricidade até a unidade consumidora. A Serena Energia possui lastro robusto de geração para cobrir 100% do consumo contratado.
O que são I-RECs e por que são relevantes para empresas com metas de ESG?
O I-REC, International Renewable Energy Certificate, é um certificado digital rastreável que comprova que 1 MWh de energia foi gerado por fonte renovável e injetado na rede. Ao adquirir I-RECs junto com a energia da Serena Energia, a empresa pode declarar formalmente que seu consumo de eletricidade é 100% renovável, atendendo às exigências de relatórios de sustentabilidade e metas de redução de emissões de Escopo 2 perante investidores, clientes e reguladores.
Fale com um de nossos consultores e dê o próximo passo na redução das despesas operacionais da sua empresa.
Conclusão
Ao percorrer os 12 passos deste guia, a empresa passa a ter um mapa completo das alavancas de redução de OPEX disponíveis em 2026, da revisão de contratos com fornecedores e automação de processos financeiros à modernização de ativos e migração ao mercado livre de energia. Para empresas Grupo A que já trabalharam outras linhas de custo, a energia elétrica representa uma frente relevante, com potencial de economia mensurável e previsibilidade orçamentária de longo prazo.
A Serena Energia oferece migração gerenciada ao mercado livre de energia, energia 100% renovável certificada por I-RECs e um painel digital para acompanhamento contínuo dos resultados. Com mais de 17 anos de história e clientes como Heineken, Cargill e Bayer, a empresa reúne a solidez e a expertise que diretores financeiros, controllers e gerentes de operações buscam em decisões dessa relevância.
Fale com um de nossos consultores e receba um estudo de viabilidade personalizado para a sua empresa.