Omega Energia agora é Serena. 15 anos de história, agora em uma nova jornada. Saiba Mais

Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 23 de agosto de 2026

Principais lições deste artigo

Por que a energia é a única conta fixa que pode ser reduzida sem cortar o uso?

A energia elétrica é a única despesa fixa relevante que permite reduzir custo sem diminuir consumo ou mudar processos internos. Diretores financeiros e controllers que já revisaram aluguel, folha, telefonia e internet encontram na energia a última alavanca de custo operacional com esse perfil. A tabela abaixo organiza as principais despesas fixas de uma empresa do Grupo A e mostra o que é possível fazer em cada uma delas sem alterar a operação.

Despesa fixa

Redutível sem cortar uso?

Exige mudança operacional?

Mecanismo disponível

Energia elétrica (componente de energia)

Sim

Não

Migração para o mercado livre de energia

Aluguel

Parcialmente

Sim, com mudança de espaço ou renegociação

Renegociação contratual ou relocação

Folha de pagamento

Não sem impacto

Sim, com redução de headcount ou jornada

Reestruturação organizacional

Telefonia e internet

Marginalmente

Sim, com troca de plano ou fornecedor

Renegociação de contrato

Seguros

Marginalmente

Não, mas exige cotação e análise de cobertura

Cotação competitiva

A conta de energia elétrica de uma empresa do Grupo A tem parte fixa, ligada à demanda contratada e aos encargos de distribuição, e parte variável, ligada ao consumo em kWh e às bandeiras tarifárias. No mercado cativo, o componente de energia segue tarifas definidas pela ANEEL, com reajustes anuais e aplicação de bandeiras que encarecem a fatura em períodos de escassez hídrica. No mercado livre de energia, o preço da energia é negociado em contrato bilateral de longo prazo. Contratos de preço fixo permitem projetar gastos com mais segurança e reduzem a necessidade de acompanhar variações frequentes de tarifa. Por isso, a empresa transforma uma linha orçamentária imprevisível em custo controlado.

Como migrar para o mercado livre de energia em 7 etapas

A migração para o mercado livre de energia segue um roteiro claro, da verificação de elegibilidade ao acompanhamento dos resultados. O processo tem sete etapas principais que organizam as decisões técnicas, regulatórias e financeiras.

Etapa 1: verificar a elegibilidade da empresa

O primeiro passo é confirmar que a unidade consumidora pertence ao Grupo A, ou seja, que recebe energia em média ou alta tensão. Desde janeiro de 2024, qualquer empresa do Grupo A pode migrar para o mercado livre de energia, independentemente do volume de consumo. A análise das faturas dos últimos 12 meses fornece o histórico de demanda e consumo que sustenta o estudo de viabilidade e o desenho do contrato.

Etapa 2: mapear o perfil de consumo

O mapeamento do consumo mensal em kWh identifica sazonalidades, picos de demanda e o padrão de uso ao longo do dia. Com esses dados, a empresa define o volume a contratar e o tipo de contrato mais adequado ao seu perfil operacional, evitando tanto a subcontratação, que expõe ao mercado de curto prazo, quanto a supercontratação, que desperdiça recursos. Esse mesmo mapeamento serve como insumo principal para o estudo de viabilidade econômica, que projeta a economia com base no histórico real de consumo.

Etapa 3: escolher uma comercializadora confiável

A escolha da comercializadora define a qualidade da gestão ao longo de todo o contrato. Um critério decisivo é verificar se a comercializadora também gera sua própria energia. Empresas que também são geradoras, como a Serena Energia, uma das maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, oferecem integração entre geração e comercialização, o que aumenta a solidez do fornecimento e a competitividade de preço. Empresas que apenas conectam negócios ao mercado livre de energia dependem de comprar energia de terceiros, o que pode representar risco adicional de fornecimento.

Paisagem de um parque de energia renovável ao pôr do sol, apresentando grandes turbinas eólicas e vastas fileiras de painéis solares sobre colinas.
A combinação estratégica de fontes eólicas e solares maximiza a geração de energia limpa, garantindo maior estabilidade e eficiência para o suprimento do Mercado Livre.

Etapa 4: registrar a empresa na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica)

O registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) é obrigatório para participar do mercado livre de energia. O processo envolve documentação técnica, jurídica e financeira. No modelo varejista, a Serena Energia conduz esse processo sem custo adicional para clientes sob sua gestão, representa a empresa perante a CCEE e assume as obrigações setoriais.

Etapa 5: negociar o contrato de energia

Os contratos bilaterais no mercado livre de energia têm prazo típico de 3 a 5 anos, com preço acordado antecipadamente para o componente de energia. A Serena Energia oferece economia de até 20% em relação ao mercado cativo. Os contratos preveem flexibilidade de consumo geralmente entre 5% e 10% do volume contratado, com a diferença liquidada no mercado de curto prazo.

Etapa 6: implementar o sistema de medição

A medição horária é obrigatória para participar do mercado livre de energia. A Serena Energia se responsabiliza pela instalação dos equipamentos de medição compatíveis, sem custo adicional para o cliente. Essa etapa ocorre durante o período de migração e não altera a rotina operacional da empresa.

Etapa 7: monitorar resultados e ajustar

Após a conclusão da migração, que, conforme mencionado, leva 6 meses por exigência regulatória contados a partir da notificação à distribuidora, a empresa passa a receber faturas com o preço contratado. O acompanhamento mensal compara o custo real com o período no mercado cativo e identifica desvios de consumo em relação ao volume contratado.

A Serena Energia disponibiliza um painel digital com economia mensal na fatura, economia consolidada total, comparação entre mercado cativo e mercado livre de energia, previsão de consumo mensal e consumo realizado. Um consultor dedicado acompanha o desempenho do contrato e fica disponível para esclarecer dúvidas ao longo de toda a vigência.

Comparação antes e depois da migração

Indicador

Mercado cativo (antes)

Mercado livre de energia com Serena (depois)

Consumo mensal (kWh)

Sem alteração

Sem alteração

Preço do componente de energia

Definido pela ANEEL, com reajustes anuais

Fixado em contrato por 3 a 5 anos

Bandeiras tarifárias

Aplicadas sobre o consumo, elevando a fatura em períodos críticos

Não incidem sobre o componente de energia contratado

Previsibilidade orçamentária

Baixa, com reajustes e bandeiras que tornam o planejamento impreciso

Alta, com preço do componente de energia conhecido antecipadamente

Entrega física de energia

Distribuidora local

Distribuidora local, sem alteração

Origem da energia

Mix do sistema nacional

Energia eólica renovável certificada com I-RECs

Erros comuns que atrasam ou comprometem a economia

Alguns erros recorrentes atrasam o início da economia ou reduzem o benefício da migração. Evitar esses pontos acelera o resultado e simplifica a gestão.

Como medir os resultados?

A mensuração dos resultados da migração para o mercado livre de energia se apoia em três métricas principais, que mostram o impacto financeiro e a aderência ao plano inicial.

Opções avançadas para empresas com múltiplas unidades e metas ESG

Empresas com múltiplas unidades consumidoras do Grupo A podem estruturar contratos que consolidam o volume de energia de diferentes plantas. Essa consolidação melhora o poder de negociação e simplifica a gestão de contratos. A Serena Energia atende o Brasil inteiro no mercado livre de energia, sem restrição geográfica.

Empresas com metas de descarbonização e relatórios de sustentabilidade podem vincular a migração à estratégia ESG. A Serena Energia emite I-RECs (International Renewable Energy Certificates) correspondentes ao consumo de cada unidade. O I-REC é o certificado global que comprova, de forma auditável, que a energia consumida foi gerada por fonte renovável, no caso da Serena Energia, predominantemente eólica. Esse documento é o instrumento reconhecido internacionalmente para zerar as emissões de Escopo 2 nos relatórios de sustentabilidade e atende às exigências de investidores, clientes e órgãos de certificação. Desde 2017, a Serena Energia evitou a emissão de mais de 2,14 milhões de toneladas de CO₂.

Silhueta de várias turbinas eólicas alinhadas ao longo da costa durante um pôr do sol colorido, com reflexos na água.
A exploração de recursos naturais, como os ventos costeiros, é essencial para manter a escala e a sustentabilidade necessárias no Mercado Livre de Energia.

Perguntas frequentes

Minha empresa precisa reduzir o consumo para economizar no mercado livre de energia?

Não. A economia no mercado livre de energia vem da redução do preço pago pelo componente de energia, não da redução do consumo. A empresa mantém o mesmo uso de eletricidade. O que muda é o preço negociado em contrato bilateral, que substitui a tarifa regulada sujeita a reajustes anuais e bandeiras tarifárias. A distribuidora local continua entregando a energia na mesma qualidade e quantidade.

Qualquer empresa pode migrar para o mercado livre de energia?

Conforme explicado na etapa de elegibilidade, desde janeiro de 2024 qualquer empresa do Grupo A pode migrar para o mercado livre de energia, sem consumo mínimo exigido. A Serena Energia realiza a análise de elegibilidade sem custo, a partir das faturas da empresa.

Quanto tempo leva até a empresa começar a economizar?

Conforme explicado anteriormente, o processo de migração leva 6 meses, contados a partir da notificação formal à distribuidora. Esse prazo é definido pela regulação do setor. A economia começa na primeira fatura após a conclusão da migração. A Serena Energia conduz todas as etapas do processo sem custo adicional para clientes sob sua gestão.

O que acontece se o consumo da empresa ficar fora do volume contratado?

Os contratos no mercado livre de energia preveem uma faixa de flexibilidade geralmente entre 5% e 10% do volume contratado. Consumo dentro dessa faixa não gera custo adicional. Consumo fora da faixa é liquidado no mercado de curto prazo. A Serena Energia oferece gestão ativa para monitorar o consumo e reduzir essa exposição ao longo da vigência do contrato.

A distribuidora local deixa de ser responsável pela entrega de energia após a migração?

Não. A distribuidora local continua responsável pela entrega física da energia, pela manutenção da rede e pela qualidade do fornecimento. A migração para o mercado livre de energia é uma mudança comercial e contratual. A empresa passa a comprar o componente de energia de uma geradora ou comercializadora de sua escolha, mas a infraestrutura de distribuição permanece a mesma.

Há custos de adaptação para migrar?

A migração exige a instalação de equipamentos de medição horária compatíveis com o mercado livre de energia. A Serena Energia se responsabiliza por essa instalação sem custo adicional para clientes sob sua gestão. Os demais custos do processo, como registro na CCEE, gestão regulatória e acompanhamento contínuo, também são absorvidos pela Serena Energia para esses clientes.

Como solicitar uma análise de viabilidade?

A análise de viabilidade é feita a partir das faturas de energia da empresa. A Serena Energia projeta a economia esperada, apresenta as condições contratuais e explica cada etapa do processo. O contato inicial pode ser feito diretamente com um consultor da Serena Energia, sem compromisso.

Conclusão: previsibilidade e redução de custo sem alterar consumo

Para empresas do Grupo A, a migração para o mercado livre de energia é a alavanca de redução de custo operacional com maior impacto e baixa exigência de mudança interna. O consumo permanece o mesmo e a distribuidora local continua entregando a energia. O que muda é o preço do componente de energia, que deixa de seguir uma tarifa regulada sujeita a bandeiras tarifárias e passa a ter valor contratado por 3 a 5 anos, com previsibilidade para o planejamento orçamentário.

Contratos de energia com preço fixo aumentam a previsibilidade orçamentária ao permitir que as organizações saibam quanto pagarão por unidade de energia, simplificando projeções financeiras e reduzindo a exposição a picos de mercado. Esse efeito é especialmente relevante para empresas com orçamentos anuais rígidos e metas de redução de OPEX.

A Serena Energia conduz todo o processo de migração, da análise de elegibilidade ao registro na CCEE, da instalação dos equipamentos de medição à gestão contínua do contrato, sem custo adicional para clientes sob sua gestão. Empresas como Heineken, Cargill e Bayer já utilizam energia da Serena Energia, combinando redução de custo com certificação de origem renovável por I-RECs.

Solicite uma análise de viabilidade e descubra quanto sua empresa pode economizar migrando para o mercado livre de energia, sem reduzir consumo e sem alterar sua operação.

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