Omega Energia agora é Serena. 15 anos de história, agora em uma nova jornada. Saiba Mais

Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia

Principais lições deste artigo

Tabela comparativa: métodos clássicos, softwares e alavanca energética

A tabela abaixo organiza as principais ferramentas de gestão de custos por nível de esforço e tempo até o primeiro resultado mensurável. Os dados de esforço e prazo refletem a experiência típica de PMEs brasileiras descrita nas fontes consultadas.

Método

Esforço

Tempo até resultado

Planilha orçado x realizado

Médio, requer disciplina de lançamento semanal

1 a 2 meses para identificar desvios

ERP com centros de custos

Alto, envolve implantação, treinamento e migração de dados

3 a 6 meses para relatórios confiáveis

Renegociação de fornecedores

Médio, exige pesquisa de mercado e negociação ativa

1 a 3 meses, dependendo do ciclo contratual

Custeio ABC por produto

Alto, demanda mapeamento de atividades e alocação de custos indiretos

2 a 4 meses para resultados por SKU

Geração distribuída compartilhada (Serena Energia)

Baixo, contratação 100% digital, sem obra e sem CAPEX

Desconto na primeira fatura após a conexão

O que é custo operacional?

Custo operacional é todo gasto necessário para manter a empresa em funcionamento.

A contabilidade de custos brasileira separa custos, ligados diretamente à produção ou à entrega do serviço, como matéria-prima e mão de obra fabril, de despesas, que sustentam a estrutura administrativa e comercial, como aluguel de escritório e marketing.

Misturar essas categorias distorce o CMV e o custo unitário e compromete a precificação.

A fórmula básica é: Custo Total (CT) = Custos Fixos + Custos Variáveis.

Veja um exemplo ilustrativo para um restaurante com faturamento mensal de R$ 80.000:

Nesse exemplo, a conta de luz representa 4% do faturamento, dentro da faixa em que o Sebrae aponta que o gasto com energia elétrica pode chegar a 10% do faturamento de micro e pequenas empresas.

Para chegar a esse tipo de diagnóstico, como saber que a energia representa 4% ou 10% do faturamento, a empresa precisa de um método de cálculo consistente.

Como calcular o custo operacional de uma empresa?

O cálculo do custo operacional segue um processo estruturado em seis etapas:

  1. Mapear todos os gastos do mês anterior, separando cada item por natureza em custo ou despesa e em fixo ou variável.

  2. Criar um plano de contas gerencial com pelo menos três níveis, por exemplo: despesa operacional, utilidades, energia elétrica.

  3. Somar os custos fixos do período, como aluguel, folha, contratos recorrentes e taxa de disponibilidade de energia.

  4. Somar os custos variáveis do período, como insumos, comissões e consumo variável de energia conforme bandeiras tarifárias.

  5. Calcular o Custo Total, aplicando CT = Custos Fixos + Custos Variáveis.

  6. Calcular o Índice de Eficiência Operacional (IEO). O cálculo segue a fórmula (Despesas Operacionais ÷ Receita Operacional) × 100 e mostra quanto da receita é consumido apenas para manter a empresa funcionando. Um IEO de 60% indica que R$ 60 de cada R$ 100 faturados são gastos para sustentar a operação antes de gerar lucro ou recursos para reinvestimento.

Usando o exemplo do restaurante, o IEO é igual a (R$ 56.000 ÷ R$ 80.000) × 100, o que resulta em 70%. Se a conta de luz receber um desconto de até 20%, passando de R$ 3.200 para R$ 2.560, a economia de R$ 640 reduz o custo total para R$ 55.360 e o IEO para 69,2%.

Essa redução libera margem sem exigir nenhuma mudança operacional.

Centro de custos: como organizar suas despesas?

O modelo recomendado para PMEs brasileiras divide os centros de custos em três categorias:

A energia elétrica é um caso especial, porque pertence simultaneamente a mais de um centro.

Em um restaurante, por exemplo, parte do consumo é produtiva, como fornos, refrigeração e iluminação da cozinha, e parte é de suporte, como ar-condicionado do salão e iluminação da área administrativa.

Essa divisão importa porque a energia elétrica está entre as quatro maiores categorias de custo mensal para micro e pequenas empresas, ao lado de insumos, combustíveis e aluguel.

Quando a empresa trata toda a conta de luz como despesa fixa genérica, perde a capacidade de identificar onde o consumo pode ser gerenciado em cada centro.

Despesas fixas e variáveis: como classificar corretamente?

A classificação correta exige separar cada gasto em custo ou despesa e, dentro de cada categoria, em fixo ou variável.

Gastos fixos não se alteram com o volume de vendas, como aluguel, salários fixos e seguros. Gastos variáveis oscilam com a produção ou as vendas, como matéria-prima, comissões e fretes.

Veja alguns exemplos por setor:

A energia elétrica é a despesa híbrida mais mal gerenciada nas PMEs brasileiras.

Ela tem um componente fixo, como taxa de disponibilidade e iluminação pública, cobrados independentemente do consumo, e um componente variável, que oscila com o uso dos equipamentos e com as bandeiras tarifárias.

Um estudo do Centro de Liderança Pública (CLP), intitulado “Energia cara freia a Competitividade”, mostra que 69,6% da tarifa final de energia elétrica não remunera a geração em si e é composta por distribuição, impostos, encargos setoriais e transmissão.

Classificar a conta de luz apenas como despesa fixa oculta a parcela variável e impede ações de redução direcionadas. Identificar essas oportunidades de redução é o primeiro passo, e escolher a alavanca certa para capturá-las é o passo seguinte.

Redução de custos sem investimento: as alavancas mais rápidas

Reduzir despesas operacionais em 10% pode ter o mesmo impacto no resultado líquido que aumentar as vendas em 30%, dependendo da margem atual da empresa.

O desafio está no fato de que a maioria das alavancas de redução exige capital, tempo de negociação ou mudança de processo.

Para escolher a alavanca certa, PMEs precisam avaliar quanto capital cada ação exige e quanto tempo leva até gerar resultado mensurável. O framework abaixo organiza as principais opções nessas duas dimensões:

Quando a empresa mapeia as opções dessa forma, percebe que a maior parte das alavancas de alto impacto também exige alto esforço ou capital. A geração distribuída compartilhada foge a essa regra, pois combina impacto relevante com barreira de entrada baixa.

Dados do Sebrae indicam que 1 em cada 10 pequenas empresas no Brasil enfrenta dificuldade para pagar contas por problemas de gestão, especialmente ligados ao fluxo de caixa e às despesas.

Reduzir uma linha de custo relevante sem interromper a operação atende diretamente a essa necessidade.

Conta de luz alta: como reduzir sem obras nem CAPEX?

Reduzir a conta de luz de uma empresa passa por três caminhos principais. A tabela abaixo compara essas alternativas por esforço e tempo até o resultado.

Método

Esforço e investimento inicial próprio

Tempo até resultado

Reduzir consumo (trocar equipamentos, ajustar hábitos)

Médio a alto, exige análise, compra de equipamentos ou mudança de rotina

1 a 6 meses, com limite físico, já que a operação precisa funcionar

Instalar painéis solares próprios

Muito alto, envolve dezenas de milhares de reais em equipamentos e obras

Anos para recuperar o investimento inicial próprio

Geração distribuída compartilhada (Serena Energia)

Nenhum, processo 100% digital, sem obra e sem equipamento

Desconto de até 20% na primeira fatura após a conexão

A Serena Energia, uma das maiores geradoras de energia eólica e solar criada nas Américas, com mais de 17 anos de operação, conecta PMEs à geração distribuída compartilhada em 11 estados brasileiros: SP (interior), GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ (interior).

A geração distribuída da Serena Energia atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão nesses estados.

Vista aérea de uma vasta usina solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos captando a luz durante o pôr do sol.
Ao centralizar a geração de energia em usinas de alta eficiência, a Serena Energia consegue reduzir drasticamente o custo operacional de PMEs.

O funcionamento é direto. A Serena Energia opera fazendas solares em regiões com irradiação acima da média e injeta créditos de energia limpa na rede das concessionárias. Esses créditos são abatidos na conta de luz da empresa contratante.

A distribuidora local continua entregando a energia com a mesma qualidade de sempre. A única diferença visível é o desconto na fatura, que pode chegar a 20%, sem nenhuma intervenção física no imóvel da empresa.

Vista panorâmica de uma grande fazenda solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos sob um pôr do sol alaranjado.
A geração distribuída em larga escala permite que a Serena Energia forneça créditos de energia limpa com custos reduzidos para PMEs em todo o país.

O processo de contratação é 100% digital. A empresa simula o desconto, envia documentos online e assina o contrato digitalmente. Após a conexão, o desconto aparece na primeira fatura. Não há investimento inicial próprio, não há manutenção e não há burocracia adicional.

Simule seu desconto em menos de 1 minuto.

Template orçado x realizado com economia da Serena Energia

O modelo abaixo mostra como incorporar o desconto da Serena Energia ao controle mensal de custos. A variação orçado x realizado é calculada como [(Realizado − Orçado) ÷ Orçado] × 100, e desvios acima de 10% merecem investigação.

Linha de custo

Orçado (R$)

Realizado sem GD (R$)

Realizado com GD Serena (R$)

Variação com GD (%)

Aluguel

6.000

6.000

6.000

0%

Folha de pagamento

18.000

18.000

18.000

0%

Insumos

24.000

25.200

25.200

+5%

Energia elétrica

3.200

3.200

2.560

−20%

Outros custos

4.800

4.800

4.800

0%

Total

56.000

57.200

56.560

+1%

Nesse exemplo ilustrativo, o desconto na energia compensa parte do aumento nos insumos e mantém o custo total próximo ao orçado. A linha de energia deixa de ser uma variável imprevisível e passa a se comportar como um custo controlado dentro do orçamento mensal.

Simule seu desconto em menos de 1 minuto.

Conclusão

Fazer a gestão de custos operacionais de forma eficaz significa combinar métodos clássicos, como centros de custos, classificação correta de despesas fixas e variáveis e controle orçado x realizado, com alavancas de resultado rápido que não exigem capital nem mudança de processo.

Quando PMEs compreendem profundamente sua estrutura de gastos, ganham capacidade de precificar com mais precisão, proteger margens, negociar melhor com fornecedores e responder com agilidade a variações econômicas.

Tratar a conta de luz como uma das linhas de custo mais relevantes para pequenos e médios negócios no Brasil, e não apenas como despesa fixa, abre espaço para redução consistente.

A geração distribuída compartilhada oferece uma forma de reduzir essa linha sem interromper a operação, sem obras e sem investimento inicial próprio.

A Serena Energia, com mais de 17 anos de história e clientes que vão de pequenas empresas a grandes marcas como Cargill e Heineken, entrega descontos que podem chegar a 20% na conta de luz, com contratação 100% digital em poucos minutos.

O desconto aparece na primeira fatura após o período de conexão mencionado ao longo do artigo.

Simule seu desconto em menos de 1 minuto.

Perguntas frequentes

Minha empresa precisa ter conta de luz acima de qual valor para contratar a Serena Energia?

A Serena Energia atende empresas com conta de luz a partir de R$ 500 por mês, o que corresponde a aproximadamente 500 kWh de consumo mensal.

O negócio precisa operar em baixa ou média-baixa tensão e estar localizado em um dos 11 estados de atuação: SP (interior, na área de concessão da CPFL Paulista), GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ (interior).

A simulação no site da Serena confirma a elegibilidade em menos de um minuto.

Em quanto tempo começo a ver o desconto na conta de luz?

Após a contratação, a distribuidora local precisa conectar o medidor da empresa ao sistema de créditos da Serena Energia. Esse processo pode levar algum tempo até a conclusão.

A partir da primeira fatura gerada depois da conexão, o desconto já aparece no documento. A empresa não precisa realizar nenhuma ação adicional durante esse período.

Vou receber duas contas de luz depois de contratar?

Não. A Serena Energia emite fatura única, em um documento que consolida o custo da energia com o desconto aplicado e os encargos da distribuidora local, como taxa de disponibilidade e iluminação pública.

A Serena Energia recebe o pagamento e quita os valores devidos à distribuidora. A empresa não precisa gerenciar dois boletos nem duas datas de vencimento.

Como acompanho minha economia mês a mês?

A Serena Energia disponibiliza um portal do cliente que permite acessar o histórico de faturas, acompanhar o status de pagamento à distribuidora e visualizar gráficos de consumo e economia de todas as unidades da empresa em um único lugar.

Para dúvidas pontuais, o suporte fica disponível por WhatsApp.

Existe alguma forma de reduzir ainda mais a conta de luz depois de contratar?

Sim. A Serena Energia oferece o programa Indique e Ganhe. Dentro do portal do cliente, cada empresa recebe um link exclusivo de indicação.

A cada novo cliente que contratar por meio desse link, a empresa indicante acumula descontos adicionais na própria fatura, com potencial de reduzir ainda mais o valor pago mensalmente.

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