Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia
Principais lições deste artigo
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Gastos invisíveis, como tarifas de energia no mercado regulado, reduzem margens e dificultam a previsibilidade financeira de empresas do Grupo A.
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ERPs e planilhas apenas registram despesas, não mudam a estrutura tarifária nem evitam oscilações futuras.
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A migração para o mercado livre de energia é a solução que torna o custo de energia uma variável controlável e previsível por 3 a 5 anos.
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A migração permite receber I-RECs que comprovam consumo de energia renovável e apoiam metas de ESG e relatórios de sustentabilidade.
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Para implementar essa estratégia com suporte completo e sem custo adicional, entre em contato com a Serena Energia.
O problema: por que os gastos invisíveis comprometem sua empresa?
Gastos invisíveis são despesas que existem, são pagas todo mês e quase nunca entram nas discussões estratégicas de custo.
No ambiente corporativo, eles aparecem em contratos de serviços subutilizados, taxas bancárias não revisadas, licenças de software sem uso ativo e, de forma crítica para empresas industriais e comerciais de médio e grande porte, em tarifas de energia elétrica que oscilam sem aviso.
No mercado regulado, empresas do Grupo A ficam sujeitas a reajustes tarifários periódicos e à aplicação de bandeiras tarifárias, que elevam o custo da energia conforme as condições do sistema elétrico.
Esse modelo torna qualquer projeção de despesa energética para 12 ou 24 meses uma estimativa sujeita a revisões frequentes. Para diretores financeiros e controllers com metas de redução de OPEX, essa incerteza cria um limite estrutural para o planejamento.
Essa situação afeta o resultado financeiro e também a gestão do negócio. A falta de previsibilidade nos custos de energia reduz a precisão na formação de preços, distorce projeções de fluxo de caixa e dificulta decisões sobre expansão e investimentos.
Empresas que não rastreiam esse gasto de forma sistemática costumam perceber o impacto apenas quando a conta chega, em um momento em que já não é possível ajustar o orçamento daquele período.
A pressão por práticas de ESG amplia essa complexidade. Reduzir custos deixa de ser suficiente. As empresas precisam comprovar a origem da energia consumida para relatórios de sustentabilidade e para atender a exigências de clientes, investidores e demais stakeholders.

Para enfrentar essa combinação de imprevisibilidade tarifária, falta de controle sobre custos energéticos e necessidade de comprovar sustentabilidade, as empresas podem recorrer a três categorias principais de solução.
Categorias de solução: comparação conceitual
Existem três categorias principais de ferramentas para rastrear e controlar gastos invisíveis em empresas. Cada categoria atende a um nível diferente de complexidade e entrega resultados distintos em previsibilidade de custos, esforço de implementação e contribuição para metas de sustentabilidade.
Ferramentas de gestão financeira e ERPs oferecem visibilidade consolidada sobre todas as linhas de despesa. Módulos de contas a pagar e centros de custo permitem categorizar e monitorar gastos recorrentes, incluindo energia. Sistemas automatizados podem reduzir erros de gestão em até 80%.
O limite dessas ferramentas é claro: elas registram o que já aconteceu. Elas não alteram a estrutura tarifária da empresa. Um ERP bem configurado mostra com precisão quanto a empresa gastou em energia, mas não reduz esse valor nem evita oscilações futuras.
Planilhas e processos manuais são comuns em empresas de médio porte que ainda não investiram em automação financeira. Eles permitem rastrear gastos com baixo custo inicial. Mas micro, pequenas e médias empresas chegam a gastar mais de 20 horas semanais com gestão de despesas, o que equivale a um funcionário em regime parcial dedicado apenas a essa função.
Em empresas maiores, com várias unidades consumidoras, o volume de dados torna esse modelo pouco confiável. A ausência de automação aumenta o risco de erros e de gastos que passam despercebidos por meses.
A migração para o mercado livre de energia atua diretamente na causa do problema, e não apenas no registro de seus efeitos. No mercado livre de energia, empresas do Grupo A negociam contratos com preço acordado antecipadamente, o que elimina a exposição às bandeiras tarifárias do mercado regulado.
A implementação envolve um processo estruturado de migração, conduzido integralmente pela Serena Energia, sem custo adicional ao cliente. O resultado é uma linha de custo energético previsível por toda a vigência do contrato, em geral de três a cinco anos.
Em sustentabilidade, essa categoria se destaca porque a Serena Energia fornece Certificados de Energia Renovável (I-RECs) que comprovam, de forma auditável, o consumo de energia de fonte limpa.

Essas três categorias se complementam. ERPs e ferramentas de rastreamento continuam úteis para monitorar outras linhas de despesa e para consolidar informações de energia.
A migração para o mercado livre de energia, porém, costuma representar o movimento de maior impacto para empresas do Grupo A que buscam previsibilidade e redução estrutural nos custos de energia.
Passo a passo para avaliação e implementação
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Fazer o diagnóstico de consumo: o ponto de partida é reunir as faturas de energia dos últimos 12 meses de todas as unidades consumidoras da empresa. Esse histórico mostra sazonalidades, picos de demanda e possíveis diferenças entre a demanda contratada e a efetivamente utilizada. Sem esse mapeamento, qualquer decisão sobre gestão energética se apoia em premissas frágeis.
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Confirmar a elegibilidade: todas as empresas do Grupo A podem migrar para o mercado livre de energia, conforme explicado anteriormente. A Serena Energia realiza essa análise gratuitamente, com base nas faturas e no perfil de consumo da empresa, e indica o potencial de economia.
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Selecionar a combinação de soluções: com o diagnóstico em mãos, a empresa consegue comparar as categorias de solução descritas anteriormente e definir qual combinação faz mais sentido para seu perfil. Para empresas do Grupo A que buscam previsibilidade de custos e avanço em sustentabilidade, a migração para o mercado livre de energia tende a ser o componente central da estratégia.
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Realizar as adaptações necessárias: a migração para o mercado livre de energia exige a instalação de um sistema de medição compatível. A Serena Energia assume essa responsabilidade sem custo adicional para o cliente e conduz todo o processo junto à CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) e à distribuidora local, conforme descrito na seção de categorias de solução.
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Implementar o monitoramento contínuo: após a migração, o acompanhamento mensal dos resultados permite comparar os custos com o período anterior e identificar oportunidades adicionais de eficiência. Para facilitar esse monitoramento, a Serena Energia disponibiliza um painel digital que consolida as principais métricas, como economia mensal, economia acumulada, comparativo entre o mercado cativo e o mercado livre de energia e previsão de consumo.
Alguns erros são recorrentes nesse processo. Entre eles estão iniciar o diagnóstico sem incluir todas as unidades consumidoras, subestimar o prazo de migração, que é de 6 meses a partir da notificação à distribuidora, e não envolver as áreas financeira e de operações desde o início.
Em governança, a recomendação é definir um responsável interno pelo acompanhamento do projeto e estabelecer indicadores claros de desempenho energético já na fase de diagnóstico.
Exemplos reais de redução de custos
Uma empresa do setor de alimentos e bebidas, com múltiplas unidades industriais no Sudeste, identificou no diagnóstico de consumo que suas faturas de energia apresentavam variações mensais significativas sem relação direta com mudanças no volume de produção.
Após a migração para o mercado livre de energia com a Serena Energia, a empresa passou a operar com um custo energético fixo por unidade produzida, o que facilitou a precificação e o planejamento de expansão.
O depoimento de Hamul Freitas, da Cargill, reforça esse movimento: “O preço das fontes renováveis é muito mais competitivo em relação à fonte convencional. E essa questão da sustentabilidade também não tem como voltar atrás.”
No setor de varejo alimentar, a Casa Santa Luzia relatou que os preços competitivos da Serena Energia, somados ao atendimento e à confiança construída ao longo do relacionamento, foram decisivos para a renovação do contrato.
Segundo Guilherme Lopes Sobral, da Casa Santa Luzia: “Os preços sempre foram extremamente competitivos. Tem ainda a parte da sustentabilidade e do atendimento, que a gente já conhecia, e da confiança.”
No segmento farmacêutico, empresas com metas públicas de redução de emissões utilizam a migração para o mercado livre de energia como uma forma concreta de avançar em suas agendas de ESG. A Bayer, por exemplo, formalizou o alinhamento da parceria com a Serena Energia aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.
Nas palavras de Rogério Andrade, vice-presidente de Product Supply: “O acordo com a Serena é mais uma das importantes iniciativas que estamos implementando para atingir nossas metas de sustentabilidade.”
Esses casos mostram um padrão claro. A migração para o mercado livre de energia reduz custos e transforma a energia elétrica de uma variável imprevisível em um ativo gerenciável, com impacto direto no planejamento financeiro e na agenda de sustentabilidade.
Perguntas frequentes
O que são gastos invisíveis e por que a energia elétrica se enquadra nessa categoria?
Gastos invisíveis são despesas recorrentes que não recebem atenção proporcional ao impacto no resultado da empresa. A energia elétrica se enquadra nessa categoria porque, no mercado regulado, seu custo varia conforme condições externas fora do controle da empresa, como as bandeiras tarifárias.
Essa variação torna o gasto difícil de prever e, muitas vezes, pouco questionado, já que a conta simplesmente chega. Empresas do Grupo A, com fornecimento em média ou alta tensão, são as mais expostas a esse problema pelo volume de energia consumida.
Minha empresa precisa de um consumo mínimo para migrar para o mercado livre de energia?
Não. Qualquer empresa do Grupo A, com fornecimento em média ou alta tensão, pode migrar para o mercado livre de energia, independentemente do volume de consumo. A Serena Energia realiza a análise de elegibilidade gratuitamente com base nas faturas e no perfil de consumo da empresa.
Quanto tempo leva a migração e quem é responsável pelo processo?
O processo de migração leva 6 meses, prazo contado a partir da notificação à distribuidora local, conforme mencionado na seção de implementação.
A Serena Energia conduz todas as etapas, da documentação junto à CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) à instalação dos equipamentos de medição, sem custo adicional para o cliente. Após a migração, a empresa passa a contar com um consultor dedicado para acompanhamento contínuo.
A migração para o mercado livre de energia representa algum risco para a operação?
A migração é um processo comercial e contratual. A distribuidora local continua responsável pela entrega física da energia e pela estabilidade da rede.
A empresa continua recebendo energia normalmente. A diferença é que passa a negociar preço, prazo e fonte com um fornecedor de sua escolha, como a Serena Energia, em vez de ficar sujeita apenas às tarifas do mercado regulado.
Como a Serena Energia apoia metas de sustentabilidade além da redução de custos?
A Serena Energia fornece Certificados de Energia Renovável (I-RECs) para cada MWh consumido, comprovando de forma auditável que a energia tem origem em fontes limpas. Esses certificados são reconhecidos globalmente e utilizados em relatórios de sustentabilidade para zerar as emissões de Escopo 2.
A empresa também oferece créditos de carbono para neutralização de outras fontes de emissão. Desde 2017, a Serena Energia evitou a emissão de mais de 2,14 milhões de toneladas de CO₂ e está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas.

Conclusão: coloque sua energia no lugar certo
Gastos invisíveis drenam recursos de forma silenciosa e constante. Para empresas do Grupo A, com fornecimento em média ou alta tensão, as tarifas de energia elétrica no mercado regulado formam uma das linhas de custo mais difíceis de controlar, pela combinação de relevância financeira e imprevisibilidade estrutural.
Ferramentas de rastreamento e ERPs ajudam a mapear o problema, mas não mudam a estrutura tarifária da empresa. A migração para o mercado livre de energia é o movimento que torna esse custo uma variável controlável.
O próximo passo prático é organizar o histórico de faturas de energia dos últimos 12 meses e listar todas as unidades consumidoras da empresa. Com esses dados, é possível realizar uma análise de viabilidade e projetar com precisão o impacto de uma migração gerenciada.
A Serena Energia conduz esse processo de ponta a ponta, sem custo adicional, com contratos que combinam economia em relação ao mercado regulado e energia renovável certificada.