# Média de gasto com energia elétrica por CNAE no Brasil

> Sem média oficial por CNAE? A Serena Energia explica como estimar seu gasto e economizar até 20% na conta de luz da sua PME.

**Published:** 2026-07-07 | **Updated:** 2026-08-18 | **Author:** André Lima
**URL:** https://blog.srna.co/blog/gasto-medio-energia-cnae-2026/
**Type:** post


![Média de gasto com energia elétrica por CNAE no Brasil](https://blog.srna.co/wp-content/uploads/2026/07/1782899961838-eeb99c8b20b3-1024x572.webp)

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## Content

*Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 15 de agosto de 2026*

## Principais lições deste artigo

- Não existe uma média oficial por CNAE, mas é possível estimar um benchmark de gasto com energia elétrica ao combinar dados do IBGE, EPE e ANEEL.
- PMEs de setores como alojamento, fabricação de alimentos e comércio varejista de alimentos tendem a ter os maiores gastos médios estimados, chegando a cerca de R$ 86 mil por ano.
- Variáveis como número de turnos, área do imóvel, equipamentos de alta carga e sazonalidade podem alterar de forma relevante o consumo real em relação à média.
- Eficiência energética, instalação própria de painéis solares e contratação de créditos de energia limpa em geração distribuída são caminhos concretos para reduzir a conta.
- A Serena Energia oferece descontos de até 20% sem investimento inicial próprio para PMEs em 11 estados. [Simule seu potencial de economia em menos de 1 minuto](https://energia.srna.co/?utm_source=aga&utm_medium=cta&utm_campaign=conteudo_aga).

## Metodologia

A falta de uma tabela oficial por CNAE dificulta a comparação do gasto com energia entre empresas do mesmo setor. Esta estimativa preenche essa lacuna ao combinar três bases de dados públicas de forma integrada:

- **EPE – Empresa de Pesquisa Energética:** o [Balanço Energético Nacional](https://www.epe.gov.br/pt/publicacoes-dados-abertos/publicacoes/balanco-energetico-nacional-ben) e o [Atlas da Eficiência Energética Brasil 2023](https://pt.scribd.com/document/832351353/Atlas-da-Eficiencia-Energetica-Brasil) informam o consumo final de eletricidade por setor econômico, como comércio, indústria e serviços. Esse consumo total por setor serve de base para o cálculo do consumo médio por estabelecimento.
- **IBGE – Cadastro Central de Empresas:** o número de estabelecimentos ativos por divisão de CNAE permite dividir o consumo setorial pelo total de empresas, o que gera uma estimativa de consumo médio por unidade dentro de cada classe.
- **ANEEL – Tarifas reguladas:** a tarifa média nacional para consumidores de baixa tensão da classe B3 comercial e industrial converte o consumo médio em kWh em valores em reais. Os [dados abertos da ANEEL](https://dadosabertos.aneel.gov.br/dataset/tarifas-distribuidoras-energia-eletrica/resource/fcf2906c-7c32-4b9b-a637-054e7a5234f4/view/164c2b11-a436-4378-ae7a-34a805642d53) mostram que essa tarifa varia conforme a distribuidora e a região.

Para a conversão monetária, esta análise adota uma tarifa média estimada para consumidores comerciais e industriais de baixa tensão. Esse valor é coerente com a tarifa B3 para MG e com as faixas regionais levantadas para SP, GO, BA, PE e CE. Tarifas com impostos incluídos variam conforme o estado e a distribuidora. Todos os valores da tabela a seguir são estimativas baseadas nessa metodologia e funcionam como referência de ordem de grandeza, não como médias auditadas.

[**Veja quanto sua empresa pode economizar com base nesses dados.**](https://energia.srna.co/?utm_source=aga&utm_medium=cta&utm_campaign=conteudo_aga)

## Tabela estimada de gasto médio mensal e anual por CNAE

Os valores abaixo apresentam estimativas para estabelecimentos de pequeno e médio porte em baixa tensão, calculadas a partir da metodologia descrita. Empresas com turnos estendidos, área maior ou equipamentos de alta potência tendem a ficar acima da faixa indicada.

![Uma mulher sorridente com cabelos cacheados, vestindo uma camisa cinza e saia laranja, posando em uma loja de roupas moderna e organizada, com araras de moda ao fundo.](https://cdn.aigrowthmarketer.co/1773101821779-0f4abad542ca.png)**Para negócios de varejo, a economia de até 20% na conta de luz via geração compartilhada libera fluxo de caixa para investimentos estratégicos.**

| Setor / CNAE (divisão) | Consumo médio mensal estimado (kWh) | Gasto médio mensal estimado (R$) | Gasto médio anual estimado (R$) |
| --- | --- | --- | --- |
| Comércio varejista de alimentos e bebidas (CNAE 47) | 2.500 – 5.000 | R$ 2.250 – R$ 4.500 | R$ 27.000 – R$ 54.000 |
| Restaurantes e serviços de alimentação (CNAE 56) | 1.800 – 4.000 | R$ 1.620 – R$ 3.600 | R$ 19.440 – R$ 43.200 |
| Fabricação de produtos de metal (CNAE 25) | 3.000 – 7.000 | R$ 2.700 – R$ 6.300 | R$ 32.400 – R$ 75.600 |
| Fabricação de móveis (CNAE 31) | 2.000 – 5.500 | R$ 1.800 – R$ 4.950 | R$ 21.600 – R$ 59.400 |
| Manutenção e reparação de veículos (CNAE 45) | 800 – 2.000 | R$ 720 – R$ 1.800 | R$ 8.640 – R$ 21.600 |
| Atividades de saúde humana (clínicas e consultórios) (CNAE 86) | 1.000 – 3.000 | R$ 900 – R$ 2.700 | R$ 10.800 – R$ 32.400 |
| Educação (escolas e cursos) (CNAE 85) | 1.200 – 3.500 | R$ 1.080 – R$ 3.150 | R$ 12.960 – R$ 37.800 |
| Alojamento (hotéis e pousadas) (CNAE 55) | 3.500 – 8.000 | R$ 3.150 – R$ 7.200 | R$ 37.800 – R$ 86.400 |
| Confecção de artigos do vestuário (CNAE 14) | 1.500 – 3.500 | R$ 1.350 – R$ 3.150 | R$ 16.200 – R$ 37.800 |
| Serviços de escritório e administração (CNAE 82) | 600 – 1.500 | R$ 540 – R$ 1.350 | R$ 6.480 – R$ 16.200 |
| Fabricação de alimentos processados (CNAE 10) | 4.000 – 9.000 | R$ 3.600 – R$ 8.100 | R$ 43.200 – R$ 97.200 |
| Comércio varejista de materiais de construção (CNAE 47.4) | 1.000 – 2.500 | R$ 900 – R$ 2.250 | R$ 10.800 – R$ 27.000 |

*Nota metodológica: estas estimativas utilizam tarifa média para baixa tensão da classe B3, com base em dados da *[*ANEEL*](https://dadosabertos.aneel.gov.br/dataset/tarifas-distribuidoras-energia-eletrica/resource/fcf2906c-7c32-4b9b-a637-054e7a5234f4/view/164c2b11-a436-4378-ae7a-34a805642d53)* e da *[*Cemig*](https://cemig.com.br/valores-e-tarifas/tarifas-vigentes)*. Os valores são anteriores aos impostos estaduais, que variam conforme o estado, *[*segundo dados regionais disponíveis*](https://simulaconta.com/calculadora-comparador-tarifa-regional)*. Use como referência de ordem de grandeza.*

## Como adaptar a média à sua empresa

A tabela funciona como um ponto de partida, mas o gasto real de cada estabelecimento depende de características próprias. Os passos abaixo ajudam a aproximar o benchmark da realidade da sua empresa:

1. **Verificar o número de turnos:** uma operação em dois ou três turnos pode consumir o dobro ou o triplo da estimativa de um estabelecimento com jornada padrão de oito horas.
2. **Considerar a área do estabelecimento:** climatização e iluminação crescem com a metragem. Um restaurante de 50 m² e outro de 300 m² pertencem ao mesmo CNAE, mas ficam em faixas de consumo muito diferentes.
3. **Identificar os equipamentos de maior carga:** fornos industriais, câmaras frias, compressores e máquinas de solda concentram boa parte do consumo em setores como alimentação e metalurgia. [O perfil de consumo de uma empresa inclui não só o total de kWh em 30 dias, mas também os horários de uso e a intensidade de operação de cada equipamento](https://solucoes.edp.com.br/blog/perfil-de-consumo-energia-eletrica-empresa).
4. **Ajustar pela região:** a tarifa com impostos varia entre estados. [Estados do Norte como Pará podem ter tarifas finais entre R$ 0,90 e R$ 1,15/kWh, enquanto estados do Sul como Paraná ficam entre R$ 0,75 e R$ 0,92/kWh](https://simulaconta.com/blog/tarifa-energia-por-estado-brasil). Aplicar a tarifa da distribuidora local ao consumo estimado aproxima o valor da sua realidade.
5. **Considerar a sazonalidade:** setores como alojamento e alimentação registram picos de consumo em períodos de alta temporada. [Variações sazonais na produção e na demanda por climatização geram oscilações mensuráveis no consumo de kWh](https://solucoes.edp.com.br/blog/perfil-de-consumo-energia-eletrica-empresa).

Com esses ajustes, é possível comparar o gasto real da sua empresa com a faixa estimada para o seu CNAE e identificar se existe espaço para redução de custos.

[**Compare o gasto da sua empresa com a média do seu setor.**](https://energia.srna.co/?utm_source=aga&utm_medium=cta&utm_campaign=conteudo_aga)

## Impactos financeiros do gasto elevado com energia

Uma PME com conta de luz de R$ 3.000 por mês acumula R$ 36.000 por ano em gastos com energia. Esse valor concorre diretamente com recursos para estoque, pessoal, marketing e expansão. [A conta de energia pode ficar mais cara por uso no horário de ponta, ultrapassagem da demanda contratada, acionamento de bandeiras tarifárias e operação de equipamentos com baixo rendimento](https://matrixenergia.com/blog/tarifa-de-energia-eletrica).

Além do valor absoluto, a volatilidade das bandeiras tarifárias torna o planejamento financeiro menos previsível. Um gestor que não sabe quanto vai pagar no final do mês encontra dificuldade para precificar produtos e serviços, o que reduz a margem de lucro. [Empresas que concentram operações no período de ponta, geralmente entre 17h e 22h, pagam tarifas significativamente mais altas do que concorrentes com consumo semelhante distribuído em outros horários](https://solucoes.edp.com.br/blog/horario-ponta-fora-ponta-consumo).

O efeito cumulativo é direto. Cada real gasto a mais na conta de luz deixa de ser investido no crescimento do negócio. Diante desse cenário, gestores de PMEs buscam alternativas que reduzam o gasto com energia e tragam mais previsibilidade ao fluxo de caixa.

[**Descubra quanto você pode redirecionar para o crescimento do negócio.**](https://energia.srna.co/?utm_source=aga&utm_medium=cta&utm_campaign=conteudo_aga)

## Alternativas para reduzir o valor da conta

Uma PME pode reduzir o gasto com energia elétrica por três caminhos principais, que podem ser combinados conforme o perfil da empresa:

- **Eficiência energética:** substituição de equipamentos por modelos mais eficientes, modernização da iluminação, manutenção preventiva e gestão do horário de uso de máquinas de alta carga. Essa estratégia reduz o consumo, mas costuma exigir investimento inicial e ajustes operacionais.
- **Instalação própria de painéis solares:** geração de energia no próprio imóvel, com redução gradual da conta ao longo do tempo. O investimento inicial costuma ser elevado, o retorno leva anos e a instalação exige obras que podem interferir na rotina do negócio.
- **Contratação de créditos de energia limpa em geração distribuída compartilhada:** contratação de créditos gerados em fazendas solares de terceiros, injetados na rede da distribuidora e abatidos na conta de luz. Esse modelo não exige investimento inicial próprio, obras ou manutenção. O desconto passa a aparecer diretamente na fatura após o período de conexão, que pode levar até 90 dias.

Para muitas PMEs em baixa e média-baixa tensão, a geração distribuída compartilhada se destaca por reduzir custos sem imobilizar capital e sem interromper operações.

![Vista panorâmica de uma grande fazenda solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos sob um pôr do sol alaranjado.](https://cdn.aigrowthmarketer.co/1773100312711-d4c752803c66.jpg)**A geração distribuída em larga escala permite que a Serena Energia forneça créditos de energia limpa com custos reduzidos para PMEs em todo o país.**

[**Veja se sua empresa pode aderir à geração distribuída compartilhada.**](https://energia.srna.co/?utm_source=aga&utm_medium=cta&utm_campaign=conteudo_aga)

## Serena Energia: redução de até 20% sem investimento inicial próprio

A Serena Energia está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, com mais de 17 anos de atuação. A empresa opera fazendas solares em locais estratégicos e injeta créditos de energia limpa nas redes das distribuidoras locais. Esses créditos são abatidos diretamente na conta de luz do cliente e geram os descontos de até 20% mencionados anteriormente.

![Vista aérea de uma vasta usina solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos captando a luz durante o pôr do sol.](https://cdn.aigrowthmarketer.co/1773099891614-129fac5550e9.jpg)**Ao centralizar a geração de energia em usinas de alta eficiência, a Serena Energia consegue reduzir drasticamente o custo operacional de PMEs.**

A geração distribuída da Serena Energia atende empresas em baixa e média-baixa tensão em 11 estados brasileiros: SP, exclusivamente no interior na área de concessão da CPFL Paulista, além de GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ, no interior.

O processo de contratação ocorre de forma totalmente digital. O gestor acessa o simulador, informa o valor médio da conta de luz, envia os documentos online e formaliza o contrato de forma eletrônica. O modelo dispensa obras, equipamentos no imóvel e capital imobilizado, características já destacadas como vantagens da geração distribuída compartilhada. A distribuidora local continua entregando a energia com a mesma qualidade. A diferença aparece na fatura, que passa a ser emitida pela Serena Energia com o desconto aplicado, enquanto a empresa se encarrega de repassar os valores devidos à distribuidora.

Empresas como Cargill e Heineken já utilizam soluções da Serena Energia. Parceiros como Eurofarma, PicPay, Vibra Energia e Visa indicam os serviços da Serena para seus clientes PMEs, o que reforça a solidez e a credibilidade da empresa no setor.

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## Perguntas frequentes

### Por que não existe uma média oficial de gasto com energia por CNAE no Brasil?

O IBGE publica índices oficiais sobre a intensidade do gasto com energia elétrica por setores de atividade econômica, mas a ANEEL regula tarifas por classe de consumo, como residencial, comercial, industrial e rural, e não por atividade econômica específica. IBGE e EPE divulgam dados de consumo energético por grandes setores, como indústria, comércio e serviços, sem detalhamento direto por divisão ou grupo de CNAE para médias de gasto. Para chegar a uma estimativa por atividade, é necessário cruzar o consumo setorial com o número de estabelecimentos do IBGE e aplicar a tarifa regulada, como foi feito neste artigo. O resultado é uma estimativa metodológica, não um dado oficial.

### Quais fatores fazem minha conta de luz ser maior ou menor do que a média estimada para o meu CNAE?

Os principais fatores são o número de turnos de operação, a área do estabelecimento, o tipo e a eficiência dos equipamentos utilizados, o horário de concentração do consumo, a sazonalidade da atividade e a tarifa da distribuidora local, que varia por estado e pode incluir alíquotas de ICMS entre 18% e 32%. Dois estabelecimentos no mesmo CNAE podem ter gastos mensais muito diferentes por causa dessas variáveis. Por isso, a tabela deste artigo apresenta faixas e não valores únicos.

### Como a geração distribuída compartilhada reduz a conta de luz sem que eu precise instalar nada?

No modelo de geração distribuída compartilhada, a energia é gerada em fazendas solares localizadas em regiões com alta incidência solar. Essa energia entra na rede da distribuidora local, e os créditos correspondentes são abatidos na conta de luz do cliente contratante. A empresa não precisa instalar painéis no telhado, não passa por obras e não imobiliza capital. A distribuidora continua entregando a energia normalmente. O desconto aparece na fatura após o período de conexão, que pode levar até 90 dias.

### A Serena Energia atende empresas de qualquer porte e em qualquer estado?

Na modalidade de geração distribuída, a Serena Energia atende PMEs com conta de luz a partir de R$ 500 por mês, em baixa ou média-baixa tensão, em 11 estados brasileiros: SP, no interior e na área da CPFL Paulista, GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ, no interior. Empresas fora dessas regiões ou com perfil de consumo diferente podem não se enquadrar nessa modalidade. A simulação no site da Serena Energia verifica a elegibilidade em menos de um minuto.

## Conclusão

A existência de índices oficiais do IBGE sobre a intensidade do gasto com energia não impede que gestores de PMEs avaliem se estão pagando mais do que o necessário pela eletricidade. A estimativa apresentada neste artigo, construída com dados do IBGE, EPE e ANEEL, oferece um benchmark próximo da realidade para essa comparação. Setores como alojamento, fabricação de alimentos e comércio varejista de alimentos aparecem entre os de maior gasto estimado, enquanto escritórios e serviços administrativos tendem a consumir menos.

Empresas que identificam gasto acima da faixa estimada para o seu setor, ou que desejam reduzir uma das maiores linhas de custo do negócio, podem recorrer à contratação de créditos de energia limpa em geração distribuída compartilhada com a Serena Energia. Essa alternativa reúne os descontos já descritos, sem investimento inicial próprio, sem obras e com contratação totalmente digital.

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      - **Text:** O IBGE publica índices oficiais sobre a intensidade do gasto com energia elétrica por setores de atividade econômica, mas a ANEEL regula tarifas por classe de consumo, como residencial, comercial, industrial e rural, e não por atividade econômica específica. IBGE e EPE divulgam dados de consumo energético por grandes setores, como indústria, comércio e serviços, sem detalhamento direto por divisão ou grupo de CNAE para médias de gasto. Para chegar a uma estimativa por atividade, é necessário cruzar o consumo setorial com o número de estabelecimentos do IBGE e aplicar a tarifa regulada, como foi feito neste artigo. O resultado é uma estimativa metodológica, não um dado oficial.
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    - **Name:** Quais fatores fazem minha conta de luz ser maior ou menor do que a média estimada para o meu CNAE?
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      - **Text:** Os principais fatores são o número de turnos de operação, a área do estabelecimento, o tipo e a eficiência dos equipamentos utilizados, o horário de concentração do consumo, a sazonalidade da atividade e a tarifa da distribuidora local, que varia por estado e pode incluir alíquotas de ICMS entre 18% e 32%. Dois estabelecimentos no mesmo CNAE podem ter gastos mensais muito diferentes por causa dessas variáveis. Por isso, a tabela deste artigo apresenta faixas e não valores únicos.
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      - **Text:** No modelo de geração distribuída compartilhada, a energia é gerada em fazendas solares localizadas em regiões com alta incidência solar. Essa energia entra na rede da distribuidora local, e os créditos correspondentes são abatidos na conta de luz do cliente contratante. A empresa não precisa instalar painéis no telhado, não passa por obras e não imobiliza capital. A distribuidora continua entregendo a energia normalmente. O desconto aparece na fatura após o período de conexão, que pode levar até 90 dias.
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      - **Text:** Na modalidade de geração distribuída, a Serena Energia atende PMEs com conta de luz a partir de R$ 500 por mês, em baixa ou média-baixa tensão, em 11 estados brasileiros: SP, no interior e na área da CPFL Paulista, GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ, no interior. Empresas fora dessas regiões ou com perfil de consumo diferente podem não se enquadrar nessa modalidade. A simulação no site da Serena Energia verifica a elegibilidade em menos de um minuto.

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- [Bandeira tarifária com créditos de GD: como funciona em 2026](https://blog.srna.co/blog/como-funciona-bandeira-tarifaria-gd/)
- [Prazo mínimo de contrato na geração de energia compartilhada](https://blog.srna.co/blog/prazo-minimo-contrato-geracao-remota/)
- [Simulador de geração distribuída: como calcular sua economia](https://blog.srna.co/blog/simulador-opengd-economia-geracao-distribuida/)
- [Autoconsumo solar para PMEs: créditos entre filiais](https://blog.srna.co/blog/portal-solar-autoconsumo-remoto-empresas/)
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