Omega Energia agora é Serena. 15 anos de história, agora em uma nova jornada. Saiba Mais

Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 15 de agosto de 2026

Principais lições deste artigo

Metodologia

A falta de uma tabela oficial por CNAE dificulta a comparação do gasto com energia entre empresas do mesmo setor. Esta estimativa preenche essa lacuna ao combinar três bases de dados públicas de forma integrada:

Para a conversão monetária, esta análise adota uma tarifa média estimada para consumidores comerciais e industriais de baixa tensão. Esse valor é coerente com a tarifa B3 para MG e com as faixas regionais levantadas para SP, GO, BA, PE e CE. Tarifas com impostos incluídos variam conforme o estado e a distribuidora. Todos os valores da tabela a seguir são estimativas baseadas nessa metodologia e funcionam como referência de ordem de grandeza, não como médias auditadas.

Veja quanto sua empresa pode economizar com base nesses dados.

Tabela estimada de gasto médio mensal e anual por CNAE

Os valores abaixo apresentam estimativas para estabelecimentos de pequeno e médio porte em baixa tensão, calculadas a partir da metodologia descrita. Empresas com turnos estendidos, área maior ou equipamentos de alta potência tendem a ficar acima da faixa indicada.

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Para negócios de varejo, a economia de até 20% na conta de luz via geração compartilhada libera fluxo de caixa para investimentos estratégicos.

Setor / CNAE (divisão)

Consumo médio mensal estimado (kWh)

Gasto médio mensal estimado (R$)

Gasto médio anual estimado (R$)

Comércio varejista de alimentos e bebidas (CNAE 47)

2.500 – 5.000

R$ 2.250 – R$ 4.500

R$ 27.000 – R$ 54.000

Restaurantes e serviços de alimentação (CNAE 56)

1.800 – 4.000

R$ 1.620 – R$ 3.600

R$ 19.440 – R$ 43.200

Fabricação de produtos de metal (CNAE 25)

3.000 – 7.000

R$ 2.700 – R$ 6.300

R$ 32.400 – R$ 75.600

Fabricação de móveis (CNAE 31)

2.000 – 5.500

R$ 1.800 – R$ 4.950

R$ 21.600 – R$ 59.400

Manutenção e reparação de veículos (CNAE 45)

800 – 2.000

R$ 720 – R$ 1.800

R$ 8.640 – R$ 21.600

Atividades de saúde humana (clínicas e consultórios) (CNAE 86)

1.000 – 3.000

R$ 900 – R$ 2.700

R$ 10.800 – R$ 32.400

Educação (escolas e cursos) (CNAE 85)

1.200 – 3.500

R$ 1.080 – R$ 3.150

R$ 12.960 – R$ 37.800

Alojamento (hotéis e pousadas) (CNAE 55)

3.500 – 8.000

R$ 3.150 – R$ 7.200

R$ 37.800 – R$ 86.400

Confecção de artigos do vestuário (CNAE 14)

1.500 – 3.500

R$ 1.350 – R$ 3.150

R$ 16.200 – R$ 37.800

Serviços de escritório e administração (CNAE 82)

600 – 1.500

R$ 540 – R$ 1.350

R$ 6.480 – R$ 16.200

Fabricação de alimentos processados (CNAE 10)

4.000 – 9.000

R$ 3.600 – R$ 8.100

R$ 43.200 – R$ 97.200

Comércio varejista de materiais de construção (CNAE 47.4)

1.000 – 2.500

R$ 900 – R$ 2.250

R$ 10.800 – R$ 27.000

Nota metodológica: estas estimativas utilizam tarifa média para baixa tensão da classe B3, com base em dados da ANEEL e da Cemig. Os valores são anteriores aos impostos estaduais, que variam conforme o estado, segundo dados regionais disponíveis. Use como referência de ordem de grandeza.

Como adaptar a média à sua empresa

A tabela funciona como um ponto de partida, mas o gasto real de cada estabelecimento depende de características próprias. Os passos abaixo ajudam a aproximar o benchmark da realidade da sua empresa:

  1. Verificar o número de turnos: uma operação em dois ou três turnos pode consumir o dobro ou o triplo da estimativa de um estabelecimento com jornada padrão de oito horas.

  2. Considerar a área do estabelecimento: climatização e iluminação crescem com a metragem. Um restaurante de 50 m² e outro de 300 m² pertencem ao mesmo CNAE, mas ficam em faixas de consumo muito diferentes.

  3. Identificar os equipamentos de maior carga: fornos industriais, câmaras frias, compressores e máquinas de solda concentram boa parte do consumo em setores como alimentação e metalurgia. O perfil de consumo de uma empresa inclui não só o total de kWh em 30 dias, mas também os horários de uso e a intensidade de operação de cada equipamento.

  4. Ajustar pela região: a tarifa com impostos varia entre estados. Estados do Norte como Pará podem ter tarifas finais entre R$ 0,90 e R$ 1,15/kWh, enquanto estados do Sul como Paraná ficam entre R$ 0,75 e R$ 0,92/kWh. Aplicar a tarifa da distribuidora local ao consumo estimado aproxima o valor da sua realidade.

  5. Considerar a sazonalidade: setores como alojamento e alimentação registram picos de consumo em períodos de alta temporada. Variações sazonais na produção e na demanda por climatização geram oscilações mensuráveis no consumo de kWh.

Com esses ajustes, é possível comparar o gasto real da sua empresa com a faixa estimada para o seu CNAE e identificar se existe espaço para redução de custos.

Compare o gasto da sua empresa com a média do seu setor.

Impactos financeiros do gasto elevado com energia

Uma PME com conta de luz de R$ 3.000 por mês acumula R$ 36.000 por ano em gastos com energia. Esse valor concorre diretamente com recursos para estoque, pessoal, marketing e expansão. A conta de energia pode ficar mais cara por uso no horário de ponta, ultrapassagem da demanda contratada, acionamento de bandeiras tarifárias e operação de equipamentos com baixo rendimento.

Além do valor absoluto, a volatilidade das bandeiras tarifárias torna o planejamento financeiro menos previsível. Um gestor que não sabe quanto vai pagar no final do mês encontra dificuldade para precificar produtos e serviços, o que reduz a margem de lucro. Empresas que concentram operações no período de ponta, geralmente entre 17h e 22h, pagam tarifas significativamente mais altas do que concorrentes com consumo semelhante distribuído em outros horários.

O efeito cumulativo é direto. Cada real gasto a mais na conta de luz deixa de ser investido no crescimento do negócio. Diante desse cenário, gestores de PMEs buscam alternativas que reduzam o gasto com energia e tragam mais previsibilidade ao fluxo de caixa.

Descubra quanto você pode redirecionar para o crescimento do negócio.

Alternativas para reduzir o valor da conta

Uma PME pode reduzir o gasto com energia elétrica por três caminhos principais, que podem ser combinados conforme o perfil da empresa:

Para muitas PMEs em baixa e média-baixa tensão, a geração distribuída compartilhada se destaca por reduzir custos sem imobilizar capital e sem interromper operações.

Vista panorâmica de uma grande fazenda solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos sob um pôr do sol alaranjado.
A geração distribuída em larga escala permite que a Serena Energia forneça créditos de energia limpa com custos reduzidos para PMEs em todo o país.

Veja se sua empresa pode aderir à geração distribuída compartilhada.

Serena Energia: redução de até 20% sem investimento inicial próprio

A Serena Energia está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, com mais de 17 anos de atuação. A empresa opera fazendas solares em locais estratégicos e injeta créditos de energia limpa nas redes das distribuidoras locais. Esses créditos são abatidos diretamente na conta de luz do cliente e geram os descontos de até 20% mencionados anteriormente.

Vista aérea de uma vasta usina solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos captando a luz durante o pôr do sol.
Ao centralizar a geração de energia em usinas de alta eficiência, a Serena Energia consegue reduzir drasticamente o custo operacional de PMEs.

A geração distribuída da Serena Energia atende empresas em baixa e média-baixa tensão em 11 estados brasileiros: SP, exclusivamente no interior na área de concessão da CPFL Paulista, além de GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ, no interior.

O processo de contratação ocorre de forma totalmente digital. O gestor acessa o simulador, informa o valor médio da conta de luz, envia os documentos online e formaliza o contrato de forma eletrônica. O modelo dispensa obras, equipamentos no imóvel e capital imobilizado, características já destacadas como vantagens da geração distribuída compartilhada. A distribuidora local continua entregando a energia com a mesma qualidade. A diferença aparece na fatura, que passa a ser emitida pela Serena Energia com o desconto aplicado, enquanto a empresa se encarrega de repassar os valores devidos à distribuidora.

Empresas como Cargill e Heineken já utilizam soluções da Serena Energia. Parceiros como Eurofarma, PicPay, Vibra Energia e Visa indicam os serviços da Serena para seus clientes PMEs, o que reforça a solidez e a credibilidade da empresa no setor.

Simule em poucos cliques quanto sua empresa pode economizar.

Perguntas frequentes

Por que não existe uma média oficial de gasto com energia por CNAE no Brasil?

O IBGE publica índices oficiais sobre a intensidade do gasto com energia elétrica por setores de atividade econômica, mas a ANEEL regula tarifas por classe de consumo, como residencial, comercial, industrial e rural, e não por atividade econômica específica. IBGE e EPE divulgam dados de consumo energético por grandes setores, como indústria, comércio e serviços, sem detalhamento direto por divisão ou grupo de CNAE para médias de gasto. Para chegar a uma estimativa por atividade, é necessário cruzar o consumo setorial com o número de estabelecimentos do IBGE e aplicar a tarifa regulada, como foi feito neste artigo. O resultado é uma estimativa metodológica, não um dado oficial.

Quais fatores fazem minha conta de luz ser maior ou menor do que a média estimada para o meu CNAE?

Os principais fatores são o número de turnos de operação, a área do estabelecimento, o tipo e a eficiência dos equipamentos utilizados, o horário de concentração do consumo, a sazonalidade da atividade e a tarifa da distribuidora local, que varia por estado e pode incluir alíquotas de ICMS entre 18% e 32%. Dois estabelecimentos no mesmo CNAE podem ter gastos mensais muito diferentes por causa dessas variáveis. Por isso, a tabela deste artigo apresenta faixas e não valores únicos.

Como a geração distribuída compartilhada reduz a conta de luz sem que eu precise instalar nada?

No modelo de geração distribuída compartilhada, a energia é gerada em fazendas solares localizadas em regiões com alta incidência solar. Essa energia entra na rede da distribuidora local, e os créditos correspondentes são abatidos na conta de luz do cliente contratante. A empresa não precisa instalar painéis no telhado, não passa por obras e não imobiliza capital. A distribuidora continua entregando a energia normalmente. O desconto aparece na fatura após o período de conexão, que pode levar até 90 dias.

A Serena Energia atende empresas de qualquer porte e em qualquer estado?

Na modalidade de geração distribuída, a Serena Energia atende PMEs com conta de luz a partir de R$ 500 por mês, em baixa ou média-baixa tensão, em 11 estados brasileiros: SP, no interior e na área da CPFL Paulista, GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ, no interior. Empresas fora dessas regiões ou com perfil de consumo diferente podem não se enquadrar nessa modalidade. A simulação no site da Serena Energia verifica a elegibilidade em menos de um minuto.

Conclusão

A existência de índices oficiais do IBGE sobre a intensidade do gasto com energia não impede que gestores de PMEs avaliem se estão pagando mais do que o necessário pela eletricidade. A estimativa apresentada neste artigo, construída com dados do IBGE, EPE e ANEEL, oferece um benchmark próximo da realidade para essa comparação. Setores como alojamento, fabricação de alimentos e comércio varejista de alimentos aparecem entre os de maior gasto estimado, enquanto escritórios e serviços administrativos tendem a consumir menos.

Empresas que identificam gasto acima da faixa estimada para o seu setor, ou que desejam reduzir uma das maiores linhas de custo do negócio, podem recorrer à contratação de créditos de energia limpa em geração distribuída compartilhada com a Serena Energia. Essa alternativa reúne os descontos já descritos, sem investimento inicial próprio, sem obras e com contratação totalmente digital.

Inicie agora a simulação e veja o potencial de economia da sua empresa.

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