Omega Energia agora é Serena. 15 anos de história, agora em uma nova jornada. Saiba Mais

Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 17 de agosto de 2026

Principais lições deste artigo

O problema: por que o gasto com energia elétrica está consumindo o lucro das PMEs

A energia elétrica é um insumo que a empresa não consegue desligar sem comprometer a operação. Câmaras frias, fornos, compressores e sistemas de climatização precisam funcionar para que o negócio opere com segurança e qualidade. Essa necessidade contínua transforma a conta de luz em uma das maiores linhas de custo do negócio e em uma das mais difíceis de reduzir.

Em 2025, a energia elétrica subiu 12,31%, enquanto o IPCA acumulou 4,26%. Nos últimos 15 anos, o preço da conta de luz no Brasil acumulou alta de 177%, contra 122% da inflação geral.

Para o gestor de uma PME, esse histórico significa instabilidade no planejamento financeiro. As bandeiras tarifárias, que variam conforme o nível dos reservatórios, tornam imprevisível o valor exato da fatura a cada mês e dificultam a precificação correta de produtos e serviços. O capital que poderia ir para estoque, pessoal ou marketing acaba indo para a distribuidora.

Gasto médio mensal por setor e sub-setor (dados de 2025/2026)

Entender quanto cada tipo de negócio gasta em média ajuda a dimensionar o impacto da conta de luz no caixa. O Anuário Estatístico de Energia Elétrica 2026 da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) registra que o setor industrial consumiu 199.341 GWh em 2025, o que representa 35,2% do consumo nacional. O setor comercial respondeu por 104.031 GWh, ou 18,4% do total. Os dados da EPE estão disponíveis no nível de classe agregada. As estimativas por sub-setor abaixo combinam essas referências com levantamentos de especialistas do setor.

Setor / sub-setor

Consumo estimado (kWh/mês)

Gasto estimado (R$/mês)

Principal fator de consumo

Padaria pequena

~1.500 kWh

R$ 1.350 – R$ 1.650

Fornos, refrigeração

Restaurante pequeno

1.500 – 5.000 kWh

R$ 1.500 – R$ 5.000

Fornos, climatização, refrigeração

Restaurante médio / grande

5.000 – 15.000 kWh

R$ 8.000 – R$ 20.000+

Cozinha industrial, climatização

Supermercado pequeno

3.000 – 10.000 kWh

R$ 3.000 – R$ 15.000

Refrigeração contínua, iluminação

Supermercado médio

30.000+ kWh

R$ 20.000 – R$ 80.000

Câmaras frias, climatização

Supermercado grande

Até 100.000 kWh

Acima de R$ 100.000

Dezenas de unidades de refrigeração

As tarifas comerciais em algumas áreas de concessão podem superar R$ 1,00/kWh. Esse patamar eleva de forma direta o impacto financeiro para qualquer negócio com consumo relevante.

Os principais fatores que explicam o peso da conta de luz nas PMEs são:

Essas causas têm soluções parciais, como manutenção preventiva, troca de lâmpadas por LED e ajuste de temperatura. Mesmo assim, todas enfrentam um limite claro: o negócio precisa funcionar, e parte do consumo é estrutural.

A solução: geração distribuída compartilhada da Serena Energia

A geração distribuída compartilhada é um modelo em que uma empresa contrata créditos de energia limpa gerados em fazendas solares e tem esses créditos abatidos diretamente na sua conta de luz. Esse modelo dispensa a instalação de equipamentos no próprio imóvel. A Serena Energia, uma das maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, com mais de 17 anos de história, opera fazendas solares em locais estratégicos de 11 estados brasileiros: PA, PE, CE, BA, GO, MT, PI, RJ, MG, MA e SP. Esses parques injetam créditos na rede das concessionárias locais.

Vista aérea de uma vasta usina solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos captando a luz durante o pôr do sol.
Ao centralizar a geração de energia em usinas de alta eficiência, a Serena Energia consegue reduzir drasticamente o custo operacional de PMEs.

A geração distribuída oferecida pela Serena Energia atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão nesses 11 estados. O modelo se adapta ao consumo da empresa e não exige alteração na infraestrutura interna.

Uma torre de transmissão de alta tensão, feita de aço, ergue-se contra um céu colorido de tons laranja e azul ao pôr do sol, com cabos de energia estendendo-se ao longe.
Distribuição de energia limpa gerada pela Serena Energia através das redes regionais de transmissão.

O processo de contratação funciona assim:

  1. A empresa acessa o simulador da Serena Energia e informa o valor médio da conta de luz.

  2. Com base nessa informação, o sistema calcula a estimativa de economia em tempo real, o que permite ao gestor avaliar o impacto antes de qualquer decisão.

  3. Se a economia fizer sentido para o negócio, a empresa envia os documentos online e contrata o serviço de forma digital, sem reuniões presenciais ou papelada.

  4. Após a contratação, a distribuidora local conecta o medidor ao sistema de créditos, em um processo que pode levar até 90 dias.

  5. Concluída a conexão, o desconto passa a aparecer nas faturas seguintes.

O resultado prático é a obtenção de descontos que podem chegar a até 20% na conta de luz, depois do período de conexão. A distribuidora continua entregando a energia com a mesma qualidade e pela mesma rede. A diferença está no valor final da fatura. A Serena Energia emite uma fatura única que já consolida os custos da distribuidora e o desconto aplicado, o que elimina a necessidade de gerenciar dois boletos.

Vista panorâmica de uma grande fazenda solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos sob um pôr do sol alaranjado.
A geração distribuída em larga escala permite que a Serena Energia forneça créditos de energia limpa com custos reduzidos para PMEs em todo o país.

Empresas como Cargill e Heineken já utilizam soluções da Serena Energia. Parceiros como Eurofarma, PicPay, Vibra Energia e Visa indicam os serviços da Serena para suas bases de clientes PMEs, o que reforça a solidez e a credibilidade da empresa para uma decisão de longo prazo.

Comparação de alternativas

Uma PME pode lidar com o custo da energia elétrica por três caminhos principais. Cada caminho apresenta um nível diferente de esforço, investimento e resultado.

Continuar pagando a tarifa regulada (status quo): a empresa paga o preço cheio da distribuidora, sujeito a reajustes anuais acima da inflação e a variações por bandeiras tarifárias. Esse caminho não exige nenhuma ação, mas também não gera economia. O custo tende a crescer ao longo do tempo.

Instalar painéis solares próprios: a empresa investe um valor elevado em equipamentos, projeto e obra. O retorno do investimento leva anos. Durante a instalação, pode ser necessário interromper parte da operação. Após a instalação, surgem custos contínuos de manutenção e limpeza. A geração depende do telhado disponível e das condições climáticas locais. Para uma PME com caixa limitado, imobilizar esse capital representa um custo de oportunidade relevante.

Contratar geração distribuída compartilhada com a Serena Energia: a empresa não realiza investimento inicial próprio, não faz obras e não assume manutenção. A contratação é digital e leva poucos minutos. O desconto de até 20% passa a aparecer na fatura assim que a conexão é concluída. A energia continua chegando pela mesma distribuidora, com a mesma qualidade. O capital que seria imobilizado em equipamentos permanece disponível para o negócio.

Para a PME que precisa de resultado rápido, sem comprometer o caixa e sem paralisar a operação, a geração distribuída compartilhada se apresenta como uma das estratégias mais eficazes disponíveis.

Perguntas frequentes

Qual o setor que mais consome energia elétrica no Brasil?

O setor industrial é o maior consumidor de energia elétrica no Brasil, respondendo por 35,2% do consumo nacional em 2025, com 199.341 GWh. O setor comercial ocupa a segunda posição entre os grandes grupos, com 104.031 GWh e 18,4% do total. Dentro da indústria, os segmentos mais eletrointensivos incluem metalurgia, química e alimentos. No início de 2026, apenas metalurgia mineral, papel e celulose, e alimentos registraram crescimento no consumo industrial, enquanto os demais setores recuaram.

Quanto uma empresa gasta de energia elétrica por mês?

O gasto mensal varia conforme o setor, o porte e a região. Uma padaria pequena com consumo de cerca de 1.500 kWh pode pagar entre R$ 1.350 e R$ 1.650 por mês. Um restaurante pequeno costuma ficar na faixa de R$ 1.500 a R$ 5.000. Supermercados pequenos gastam entre R$ 3.000 e R$ 15.000 mensais, enquanto supermercados médios chegam a R$ 80.000 e os grandes ultrapassam R$ 100.000. Para qualquer empresa com conta a partir de R$ 500 por mês, a geração distribuída compartilhada da Serena Energia já é uma alternativa elegível para reduzir esse custo.

Por que a conta de luz das empresas tende a subir todo ano acima da inflação?

A tarifa de energia elétrica no Brasil é composta por múltiplos componentes: custo de geração, transmissão, distribuição, encargos setoriais e impostos. Os encargos setoriais, em especial a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), cresceram de forma acelerada nos últimos anos e são repassados integralmente aos consumidores. Além disso, o acionamento de usinas termelétricas em períodos de baixo nível dos reservatórios eleva o custo de geração e aciona as bandeiras tarifárias. Esse conjunto de fatores estruturais faz com que a energia elétrica suba sistematicamente acima da inflação geral. Nos últimos 15 anos, a conta de luz acumulou alta de 177%, contra 122% do IPCA.

Preciso instalar alguma coisa na minha empresa para contratar a Serena Energia?

Não. Nenhuma placa solar, nenhum medidor novo, nenhuma obra. A geração de energia acontece nas fazendas solares da Serena Energia, localizadas em regiões com alta incidência solar. Os créditos são injetados na rede da distribuidora local, que continua entregando a energia na empresa exatamente como sempre fez. O cliente contrata o benefício de forma digital, envia os documentos online e aguarda o período de conexão, que pode levar até 90 dias. Após esse prazo, o desconto passa a aparecer na fatura.

A geração distribuída compartilhada funciona para qualquer tipo de empresa?

A geração distribuída compartilhada da Serena Energia atende pessoas jurídicas com conta de luz a partir de R$ 500 por mês, que operam em baixa ou média-baixa tensão, nos 11 estados de atuação: PA, PE, CE, BA, GO, MT, PI, RJ, MG, MA e SP. Em São Paulo, a cobertura é exclusivamente no interior, na área de concessão da CPFL Paulista. No Rio de Janeiro, o atendimento é restrito ao interior do estado. A forma mais rápida de verificar a elegibilidade é usar o simulador da Serena Energia, que confirma a disponibilidade em menos de um minuto.

Conclusão e próximos passos

O gasto com energia elétrica é uma das maiores pressões sobre o caixa das PMEs brasileiras em 2026. As tarifas sobem acima da inflação, as bandeiras tarifárias variam e os equipamentos essenciais não podem ser desligados. O gestor lida com um custo que cresce mesmo quando a empresa já cortou outras despesas.

Medidas de eficiência, como manutenção preventiva, troca de iluminação e ajuste de climatização, reduzem desperdícios, mas encontram um limite físico. Quando não é possível cortar o consumo estrutural, a alternativa é pagar menos por cada quilowatt-hora. A geração distribuída compartilhada da Serena Energia oferece esse caminho, com descontos de até 20% na conta de luz, sem investimento inicial próprio, sem obras e com menos burocracia.

Com mais de 17 anos de história, fazendas solares em 11 estados e uma plataforma digital, a Serena Energia combina escala, experiência e simplicidade para apoiar o pequeno e médio empreendedor em uma decisão segura. O primeiro passo é a simulação: em menos de um minuto, a empresa vê quanto pode economizar por mês e por ano.

Simule seu desconto em menos de 1 minuto e direcione a energia financeira da sua empresa para o crescimento do negócio.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *