Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 14 de agosto de 2026
Principais lições deste artigo
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Em 2026, a conta de luz representa entre 5% e 15% da receita de PMEs nos setores de comércio, serviços e indústria, com previsão de alta de 8,6% acima da inflação.
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Comparar o consumo médio mensal em kWh e o percentual da conta sobre a receita com os benchmarks setoriais mostra se a fatura está dentro da faixa esperada.
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Entre as alternativas para reduzir custos, contratar créditos de energia via geração distribuída é a única que não exige investimento inicial, obras ou manutenção.
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Uma empresa pode obter descontos de até 20% em até 90 dias após a conexão, sem alterar a operação ou a qualidade da energia fornecida pela distribuidora.
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Para simular o desconto em menos de 1 minuto, acesse a Serena Energia.
O problema: a conta de luz como uma das maiores despesas das PMEs
A conta de luz é um dos principais custos de uma PME brasileira. A energia aparece entre as maiores despesas de micro e pequenas empresas, ao lado de insumos, mercadorias, combustíveis e aluguel, com destaque para alimentação, indústria de alimentos e serviços de alimentação como restaurantes e padarias.

A conta de luz tem natureza híbrida. Uma parte é fixa, com taxa de disponibilidade, iluminação pública e encargos setoriais. Outra parte é variável, com consumo efetivo e bandeiras tarifárias. Essa combinação torna o planejamento financeiro instável e dificulta a precificação correta de produtos e serviços.
Esse desafio de planejamento se agravou em 2026. Projeções indicam alta de 8,6% na conta de luz em 2026, acima da inflação. Reajustes aprovados para o ciclo 2026 chegaram a percentuais expressivos em diversas distribuidoras, afetando mais de 22 milhões de consumidores. Para a PME com pouca margem para absorver aumentos, entender o próprio consumo e buscar alternativas se tornou uma necessidade.
Benchmarks em 2026: média de gastos com energia elétrica por setor
Os dados abaixo combinam informações do Anuário Estatístico de Energia Elétrica 2026 da EPE, ano-base 2025, com estimativas setoriais do Sebrae e com referências de mercado para 2026. As faixas de gasto mensal em reais são estimativas baseadas em tarifas comerciais entre R$ 0,90 e R$ 1,10 por kWh, praticadas em distribuidoras de baixa tensão.
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Setor / atividade |
Consumo mensal estimado (kWh) |
Gasto mensal estimado (R$) |
Energia como % da receita |
|---|---|---|---|
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Pequeno comércio (loja, boutique) |
500 – 2.000 kWh |
R$ 500 – R$ 2.200 |
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Padaria / confeitaria |
1.500 – 3.000 kWh |
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Supermercado pequeno |
3.000 – 10.000 kWh |
R$ 3.000 – R$ 15.000 |
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Restaurante / lanchonete |
1.500 – 5.000 kWh |
R$ 1.350 – R$ 5.500 |
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Escritório / serviços profissionais |
500 – 2.000 kWh |
R$ 500 – R$ 2.200 |
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Pequena indústria (baixa tensão) |
2.000 – 15.000 kWh |
R$ 1.800 – R$ 16.500 |
Em atividades com uso intensivo de refrigeração ou climatização, a energia pode ultrapassar 20% da receita mensal. O setor comercial brasileiro registrou 9.352 GWh consumidos em janeiro de 2026, o maior nível histórico da série da EPE desde 2004, com alta de 6,4% em relação a janeiro de 2025. No acumulado de 2025, o setor industrial consumiu 199.341 GWh e o setor comercial consumiu 104.031 GWh.
Os principais equipamentos que concentram o consumo por atividade são:
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Comércio alimentar e supermercados: sistemas de refrigeração, como freezers, balcões refrigerados e câmaras frias, funcionando 24 horas, além de iluminação interna e ar-condicionado
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Restaurantes e padarias: fornos, chapas, fritadeiras, câmaras frias e climatização de salão
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Escritórios e serviços: computadores, equipamentos de tecnologia da informação, ar-condicionado e iluminação
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Pequena indústria: motores elétricos, compressores, fornos industriais e sistemas de climatização de produção
Veja quanto sua empresa pode economizar com base no consumo do seu setor.
Como comparar sua própria fatura com os benchmarks
A fatura de energia elétrica de uma empresa em baixa tensão tem dois blocos distintos. O primeiro é o custo de energia consumida, que varia conforme o uso real dos equipamentos e as bandeiras tarifárias vigentes. O segundo é o custo fixo de disponibilidade da rede, que inclui taxa mínima, iluminação pública e encargos setoriais, cobrado mesmo quando o consumo é baixo.
Para diagnosticar se a conta está dentro da faixa esperada para o setor, o caminho é:
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Calcular o consumo médio mensal em kWh nos últimos 12 meses, usando o valor indicado na fatura. Esse número mostra o volume de energia que a operação consome.
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Comparar esse consumo com a faixa do segmento na tabela acima. Essa comparação indica se o uso está alinhado ao de empresas similares.
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Calcular a proporção da conta de luz sobre a receita bruta mensal do negócio. Esse cálculo traduz o custo de energia em impacto sobre o faturamento.
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Verificar se essa proporção está acima ou abaixo da faixa de referência do setor. Se estiver acima, existe espaço concreto para redução de custo.
Quando o percentual fica acima da faixa de referência, duas causas são mais comuns. A primeira é o consumo elevado para o porte da operação, que exige ações de eficiência nos equipamentos. A segunda é a tarifa alta para o volume consumido, que pode ser reduzida sem cortes na operação, apenas mudando a forma de contratar energia.
Soluções para reduzir o custo da energia: comparação prática
Uma PME que quer reduzir o peso da energia no custo operacional tem quatro caminhos principais. A tabela abaixo compara as opções mais relevantes para empresas em baixa e média-baixa tensão.
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Critério |
Status atual (distribuidora) |
Eficiência energética |
Painéis solares próprios |
Créditos via geração distribuída (Serena Energia) |
|---|---|---|---|---|
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Investimento inicial próprio |
Nenhum |
Médio a alto, em equipamentos |
Zero |
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Obras no imóvel |
Não |
Possível |
Sim |
Não |
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Prazo para ver economia |
Sem redução de custo |
Médio prazo |
Anos até o retorno do investimento |
Até 90 dias após a conexão |
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Redução na conta |
Nenhuma |
Variável, conforme o consumo |
Variável, conforme telhado e clima |
Descontos que podem chegar a 20% |
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Complexidade operacional |
Nenhuma |
Alta, com mudança de processos |
Alta, com obra e manutenção |
Baixa, com jornada 100% digital |
A eficiência energética e a instalação de painéis próprios podem reduzir custos, mas exigem capital e tempo que muitas PMEs não têm disponíveis. A contratação de créditos de energia limpa via geração distribuída compartilhada oferece resultado financeiro sem imobilizar capital e sem alterar a rotina da operação.
Compare sua fatura atual com o desconto disponível para sua empresa.
Por que a geração distribuída da Serena Energia é a solução mais simples?
A Serena Energia está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, com mais de 17 anos de história. A empresa opera fazendas solares em locais estratégicos de 11 estados brasileiros, como SP (interior), GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ (interior), e injeta créditos de energia limpa na rede das distribuidoras locais. Esses créditos são abatidos diretamente na conta de luz do cliente.

A geração distribuída da Serena Energia atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão nesses 11 estados, o que amplia o alcance para PMEs de diferentes portes e segmentos.

O modelo funciona da seguinte forma:
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A empresa contrata créditos de energia limpa em processo 100% online.
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A distribuidora local conecta o medidor da empresa à usina da Serena Energia, em um processo que leva até 90 dias.
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A partir da primeira fatura após a conexão, os descontos já aparecem na conta e podem chegar a 20%.
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A empresa recebe uma fatura única da Serena Energia, que consolida os custos da distribuidora e o desconto aplicado.
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A distribuidora continua entregando a energia com a mesma qualidade de sempre, sem mudança na operação.
Esse modelo elimina investimento inicial em equipamentos, obras, manutenção e burocracia. O processo de simulação e contratação pode ser concluído em menos de 10 minutos. Para empresas com múltiplas unidades na mesma área de concessão, a Serena Energia atende todas elas com uma única contratação, e o portal do cliente permite acompanhar o consumo e a economia de cada unidade em um só lugar.

A solidez da empresa aparece na base de clientes, que inclui Cargill e Heineken, e em parceiros de indicação como Eurofarma, PicPay, Vibra Energia e Visa.
Perguntas frequentes sobre elegibilidade, fatura única, prazo de economia e cancelamento
Minha empresa é elegível para contratar créditos de energia via geração distribuída?
A Serena Energia atende pessoas jurídicas com conta de luz a partir de R$ 500 por mês, valor que corresponde a aproximadamente 500 kWh mensais, em baixa ou média-baixa tensão, nas áreas de cobertura mencionadas anteriormente. A forma mais rápida de verificar a elegibilidade é fazer uma simulação no site da Serena Energia.
Como funciona a fatura única?
Após a conexão, a empresa deixa de receber duas cobranças separadas. A Serena Energia emite uma única fatura que detalha o custo da energia limpa com o desconto aplicado e os custos da distribuidora, como taxa de disponibilidade, iluminação pública e outros encargos. A Serena Energia recebe o pagamento e quita os valores devidos à distribuidora, e o cliente passa a ter uma única obrigação financeira para manter o fornecimento de energia.
Em quanto tempo começo a economizar?
O prazo depende do tempo que a distribuidora leva para conectar o medidor da empresa à usina da Serena Energia, processo que pode levar até 90 dias. A partir da primeira fatura emitida depois da conexão, a economia já aparece na conta.
Preciso instalar alguma coisa na minha empresa?
Não. Nenhuma placa, nenhum equipamento e nenhuma obra são necessários. A geração acontece nas fazendas solares da Serena Energia. A energia chega à empresa pela rede da distribuidora local, como sempre chegou. A distribuidora apenas realiza a conexão administrativa do medidor ao sistema de créditos.
Posso cancelar o contrato?
Os contratos da Serena Energia apresentam de forma clara as condições de cancelamento. A empresa busca construir uma relação de longo prazo baseada na satisfação com a economia gerada, e o cliente conhece as regras de saída desde o momento da contratação.
Conclusão: organize seus dados e simule sua economia
A conta de luz é uma das despesas que mais pesam no fluxo de caixa das PMEs brasileiras, e os benchmarks de 2026 indicam tendência de aumento desse peso. Entender se a empresa está dentro da faixa esperada para o setor é o ponto de partida para qualquer decisão de redução de custo.
Quando a conta está acima da faixa de referência, ou mesmo dentro dela, mas representa uma parcela relevante da receita, a contratação de créditos de energia limpa via geração distribuída compartilhada passa a ser uma alternativa concreta. Esse modelo não exige investimento inicial próprio, dispensa obras e oferece descontos relevantes após o período de conexão, sem exigir mudanças na operação nem imobilização de capital.
O próximo passo é simples: reunir o valor médio da conta de luz dos últimos meses e simular quanto a empresa pode economizar.