Omega Energia agora é Serena. 15 anos de história, agora em uma nova jornada. Saiba Mais

Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 26 de julho de 2026

Principais lições deste artigo

6 passos para aplicar o OBZ na sua PME

O processo de implementação do OBZ segue seis etapas em sequência. Cada passo aprofunda a análise do anterior e reduz a chance de alguma despesa escapar da revisão.

Passo

Ação

Foco prático

1

Definir objetivos e período

Estabelecer a meta, por exemplo, reduzir custos fixos em 15%, e o ciclo, mensal ou trimestral

2

Mapear todas as despesas

Listar cada custo fixo por categoria, como aluguel, energia, serviços, sistemas, seguros e pessoal

3

Justificar cada item do zero

Responder se esse gasto seria aprovado hoje se não existisse e eliminar o que não tiver justificativa clara

4

Criar pacotes de decisão

Documentar, para cada despesa, custo, benefício, alternativas e impacto de cortar ou reduzir

5

Priorizar e alocar recursos

Financiar primeiro o essencial, como operação, folha e energia, depois o estratégico e, por fim, o discricionário

6

Monitorar e ajustar mensalmente

Comparar o realizado com o orçado, realocar saldos e registrar desvios para o próximo ciclo

Empresas que adotam o OBZ de forma consistente costumam alcançar reduções de custos já no primeiro ciclo. Um estudo com CFOs e controllers brasileiros mostra que a necessidade de corte de custos é um dos principais motivadores para a adoção do OBZ e que a melhora na eficiência do uso de recursos é um dos principais resultados.

Após mapear as despesas no passo 2, a conta de energia tende a aparecer entre os três maiores custos fixos do negócio. Antes de avançar para o passo 3, vale estimar quanto é possível economizar nessa linha agora.

Descubra quanto a energia está custando além do necessário.

O que o OBZ exige?

O OBZ exige uma revisão profunda da estrutura de custos e não apenas um ajuste em planilhas. Para funcionar, a empresa precisa ter:

A principal causa de falha na implementação do OBZ é a base de dados fraca ou imprecisa, que gera economias superestimadas ou duplicadas. Antes de começar, vale consolidar extratos bancários e faturas dos últimos 12 meses por categoria.

Com os dados organizados, o próximo passo é entender para onde o dinheiro está indo. Conhecer a distribuição típica de custos fixos em PMEs brasileiras ajuda a identificar rapidamente quais categorias merecem atenção prioritária no processo de OBZ.

Custos fixos típicos em PMEs brasileiras

Os custos fixos representam uma parcela relevante da receita total das PMEs. Uma distribuição estimada comum é:

Um mapeamento do Sebrae mostra que a conta de energia pode chegar a 10% do faturamento de micro e pequenas empresas brasileiras. Em negócios com equipamentos de refrigeração, fornos ou ar-condicionado em operação contínua, esse percentual tende a ser ainda maior.

Uma mulher sorridente com cabelos cacheados, vestindo uma camisa cinza e saia laranja, posando em uma loja de roupas moderna e organizada, com araras de moda ao fundo.
Para negócios de varejo, a economia de até 20% na conta de luz via geração compartilhada libera fluxo de caixa para investimentos estratégicos.

Esse peso da energia na estrutura de custos explica por que essa categoria merece uma análise específica dentro do OBZ, especialmente quando existe alternativa concreta de redução sem investimento inicial.

Como aplicar OBZ na conta de energia?

A energia elétrica é um dos custos fixos mais simples de questionar com o OBZ, porque existe uma alternativa concreta e sem nenhum investimento inicial, com CAPEX zero: a geração distribuída. A tabela abaixo mostra que a redução de custo é imediata e não exige desembolso de capital, exatamente o tipo de oportunidade que o OBZ busca identificar, para uma PME com conta mensal de R$ 2.000.

Vista aérea de uma vasta usina solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos captando a luz durante o pôr do sol.
Ao centralizar a geração de energia em usinas de alta eficiência, a Serena Energia consegue reduzir drasticamente o custo operacional de PMEs.

Item

Situação atual

Com Serena Energia (após até 90 dias)

Diferença

Custo mensal de energia

R$ 2.000

Até R$ 1.600

Até –R$ 400/mês

Custo anual de energia

R$ 24.000

Até R$ 19.200

Até –R$ 4.800/ano

Investimento inicial necessário

R$ 0

R$ 0

CAPEX zero

Obras ou instalações

Não aplicável

Nenhuma

Zero interrupção

Os valores de desconto apresentados refletem o potencial de redução de até 20% na conta de energia oferecido pela Serena Energia, visível já na primeira fatura após o período de conexão, que pode levar até 90 dias. A geração distribuída da Serena Energia atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão em 11 estados brasileiros: SP interior, GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ interior.

Vista panorâmica de uma grande fazenda solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos sob um pôr do sol alaranjado.
A geração distribuída em larga escala permite que a Serena Energia forneça créditos de energia limpa com custos reduzidos para PMEs em todo o país.

No OBZ, a pergunta para a linha de energia elétrica passa a ser se existe alternativa que entregue o mesmo serviço com custo menor e sem investimento inicial. Para PMEs nesses 11 estados, a resposta é positiva.

Após concluir o passo 4, com os pacotes de decisão, a conta de energia tende a aparecer como uma das primeiras linhas com oportunidade de redução imediata. Essa é uma ação de impacto rápido no fluxo de caixa.

Veja o impacto real no seu orçamento anual.

Desafios reais de PMEs brasileiras

O OBZ é eficaz, mas exige tempo e disciplina que muitos gestores de PMEs, já sobrecarregados, têm dificuldade em reservar. Na prática, os principais obstáculos são:

Um levantamento do Sebrae mostra que 79% dos donos de pequenos negócios reconhecem a importância do consumo de energia para suas empresas, mas mais da metade ainda não tem um plano estruturado para reduzir esse custo. O OBZ ajuda a preencher essa lacuna ao forçar a criação de um plano concreto.

Erros comuns e soluções

Os erros mais comuns na implementação do OBZ seguem um padrão. Muitos gestores tratam o processo como evento pontual, começam pelos custos mais complexos, deixam categorias sem responsável claro ou assumem que certos gastos são imutáveis. Cada um desses erros tem solução direta.

Métricas de verificação

O acompanhamento de métricas simples mostra se o OBZ está gerando resultado. A gestão pode monitorar mensalmente:

Com essas métricas definidas, gestores de PMEs costumam ter dúvidas práticas sobre a viabilidade do OBZ em estruturas enxutas e sobre como a redução da conta de energia se encaixa no processo. As perguntas a seguir respondem às objeções mais comuns.

Perguntas frequentes

O OBZ funciona para PMEs com equipe pequena?

O OBZ funciona bem em PMEs com equipe pequena porque há menos linhas de custo para justificar do que em grandes empresas. A recomendação é começar por uma categoria de custo, como energia ou ferramentas digitais, e expandir o processo de forma gradual. Uma revisão inicial da conta de energia pode ser feita em menos de uma hora e já revelar oportunidades concretas de redução.

Quanto tempo leva para aplicar o OBZ pela primeira vez?

Para uma PME com estrutura enxuta, o primeiro ciclo completo de OBZ costuma levar de uma a duas semanas, com dedicação de algumas horas por dia. Os ciclos seguintes ficam mais rápidos porque a base de dados e os pacotes de decisão já estarão estruturados. O ponto central é não adiar o início, já que cada mês sem revisão mantém custos que poderiam ser menores.

A conta de energia pode ser reduzida sem obras ou investimento?

A conta de energia pode ser reduzida sem obras e sem investimento inicial em equipamentos. A geração distribuída é uma das estratégias mais eficazes para PMEs reduzirem esse custo com CAPEX zero e sem interrupção da operação. A Serena Energia conecta a empresa a fazendas solares em 11 estados brasileiros, e os créditos de energia limpa são abatidos diretamente na fatura. O desconto de até 20% mencionado anteriormente aparece já na primeira fatura após o período de conexão. A contratação é totalmente digital e leva poucos minutos.

O que acontece com a conta de luz depois de contratar a Serena Energia?

Após o período de conexão de até 90 dias, a empresa passa a receber uma única fatura da Serena Energia. Esse documento consolida os custos da distribuidora local, como taxa de disponibilidade, iluminação pública e outros encargos, e o custo da energia limpa com o desconto aplicado. A Serena quita os valores devidos à distribuidora, e o cliente não precisa gerenciar duas faturas nem controlar dois pagamentos.

O OBZ e a geração distribuída podem ser aplicados juntos?

O OBZ e a geração distribuída se complementam bem. O OBZ identifica a energia como uma das linhas de custo com maior potencial de redução imediata. A geração distribuída da Serena Energia é a ação concreta que executa essa redução, mantendo o CAPEX zero e evitando obras ou processos burocráticos. O resultado aparece no fluxo de caixa já na primeira fatura após o período de conexão, o que torna a economia mensurável dentro do próprio ciclo do OBZ.

Conclusão

O orçamento base zero faz cada custo fixo se justificar pelo que entrega hoje, e não pelo histórico de pagamento. Aplicado à conta de energia, esse questionamento mostra que é possível pagar menos, sem investimento inicial, sem obras e sem complexidade operacional. A Serena Energia, uma das maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, com mais de 17 anos de história, oferece essa alternativa para PMEs que operam em baixa e média-baixa tensão nos 11 estados mencionados.

A redução de até 20% já detalhada passa a aparecer na primeira fatura após o período de conexão, com contratação totalmente digital e fatura única. Esse é um dos cortes de custo mais rápidos de executar dentro de um ciclo de OBZ.

Para direcionar mais recursos ao crescimento do negócio, vale começar pela linha de energia. Comece a economizar hoje, simule em 1 minuto.

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