Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia
Principais lições deste artigo
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Mapear o consumo dos últimos 12 meses é o primeiro passo para transformar uma despesa volátil em um custo mais previsível no orçamento.
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Separar encargos fixos de variáveis permite identificar onde existe margem real de redução sem comprometer a operação.
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Projetar cenários conservadores, pessimistas e com desconto contratado ajuda a avaliar o impacto de cada ação antes de implementá-la.
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A comparação entre reduzir o consumo, instalar painéis próprios ou contratar créditos de geração distribuída compartilhada mostra que a última opção oferece economia rápida, sem obras e sem investimento inicial.
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Para implementar o modelo de créditos de geração distribuída compartilhada com zero investimento inicial e economia de até 20% na conta de luz, simule seu desconto com a Serena Energia.
Passo 1: mapear o consumo atual
Objetivo: entender quanto a empresa consome, quando consome e quanto paga por isso.
Ações necessárias:
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Reunir as faturas de energia dos últimos 12 meses.
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Registrar o consumo em kWh e o valor total pago em cada mês.
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Identificar os meses de pico e os de menor consumo.
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Anotar a tensão de atendimento da unidade, em baixa ou média-baixa tensão.
Documentos necessários: faturas de energia dos últimos 12 meses, CNPJ da empresa, número da unidade consumidora.
Responsável interno: gerente administrativo ou financeiro.
Atenção: verifique se existe mais de uma unidade consumidora vinculada ao CNPJ. Cada unidade precisa ser mapeada separadamente.
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Mês |
Consumo (kWh) |
Valor pago (R$) |
Bandeira tarifária |
|---|---|---|---|
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Janeiro |
— |
— |
— |
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Fevereiro |
— |
— |
— |
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Março |
— |
— |
— |
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(…) |
— |
— |
— |
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Dezembro |
— |
— |
— |
Passo 2: classificar despesas fixas e variáveis de energia
Objetivo: separar o que é custo fixo do que varia com o consumo, para identificar onde existe margem de redução.
Ações necessárias:
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Abrir a fatura e identificar cada linha de cobrança.
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Separar os encargos fixos, como taxa de disponibilidade e iluminação pública, dos variáveis, como consumo de energia e bandeiras tarifárias.
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Calcular o peso percentual de cada componente no total da fatura.
Checklist de componentes da fatura:
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Taxa de disponibilidade, custo mínimo cobrado mesmo sem consumo.
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Consumo de energia, kWh multiplicado pela tarifa.
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Bandeira tarifária, componente variável por período.
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Iluminação pública, encargo municipal.
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Impostos, como ICMS, PIS e COFINS.
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Energia reativa excedente, quando aplicável.
Atenção: a conta de luz é uma despesa híbrida, parte dela é fixa e não pode ser eliminada, enquanto parte varia com o consumo e com as condições do sistema elétrico nacional. Justamente por essa natureza mista, tratar toda a fatura como custo fixo leva a orçamentos imprecisos.
Passo 3: projetar orçamento mensal e anual
Objetivo: construir uma projeção de gastos com energia para os próximos 12 meses, com base no histórico e nas variações esperadas.
Ações necessárias:
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Calcular a média mensal de consumo e de gasto com base nos 12 meses mapeados no passo 1.
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Aplicar uma margem de segurança para os meses de maior consumo histórico.
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Projetar o orçamento anual somando os 12 meses estimados.
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Registrar o orçamento no sistema financeiro da empresa como linha de custo operacional.
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Cenário |
Gasto mensal estimado (R$) |
Gasto anual estimado (R$) |
Observação |
|---|---|---|---|
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Conservador, média histórica |
— |
— |
Base para o orçamento |
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Pessimista, 15% acima da média |
— |
— |
Margem de segurança |
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Com desconto contratado |
— |
— |
Após redução de custos |
Com o orçamento projetado em mãos, a empresa consegue avaliar o impacto real de qualquer ação de redução de custos antes de contratá-la. O próximo passo é identificar onde essas reduções podem acontecer sem comprometer a operação.
Calcule o impacto no seu orçamento agora.
Passo 4: identificar oportunidades de redução sem investimento
Objetivo: encontrar ações que reduzam o custo de energia sem exigir obras, equipamentos novos ou parada da operação.
Ações necessárias:
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Verificar se existem equipamentos ligados fora do horário de funcionamento.
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Checar se a iluminação pode ser desligada em áreas não utilizadas.
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Avaliar se existe energia reativa excedente sendo cobrada na fatura, o que indica necessidade de correção do fator de potência.
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Revisar se a demanda contratada está adequada ao consumo real, para unidades em média-baixa tensão.
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Avaliar a contratação de créditos de energia de geração distribuída compartilhada, que reduz o custo da energia consumida sem alterar a operação.
Atenção: ações comportamentais e de gestão têm limite físico, porque o negócio precisa funcionar. O que não é possível cortar no consumo pode ser pago mais barato por meio do modelo de créditos de geração distribuída compartilhada.

Passo 5: comparar os três caminhos possíveis
Objetivo: escolher a estratégia de redução de custos de energia mais adequada ao perfil da empresa, considerando capital disponível, prazo e impacto operacional.
Existem três caminhos principais para uma PME reduzir o custo da energia elétrica. A tabela abaixo apresenta uma comparação objetiva entre eles.
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Critério |
Reduzir consumo |
Instalar painéis próprios |
Contratar créditos de geração distribuída compartilhada, Serena Energia |
|---|---|---|---|
|
Investimento inicial próprio |
Baixo a médio |
Dezenas de milhares de reais |
Zero |
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Obras no imóvel |
Não |
Sim |
Não |
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Interrupção da operação |
Não |
Possível |
Não |
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Prazo para ver economia |
Imediato |
Anos, período de retorno |
Após o período de conexão, que pode levar até 90 dias |
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Manutenção |
Não |
Sim, em equipamentos |
Não |
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Contratação digital |
— |
Não |
Sim |
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Fatura única |
— |
Não |
Sim |
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Portal de acompanhamento |
— |
Depende do fornecedor |
Sim |
|
Desconto possível na conta |
Variável |
Variável |
Descontos que podem chegar a até 20% |
Se a comparação indicar que os créditos de geração distribuída compartilhada se encaixam melhor no perfil da empresa, o passo seguinte é verificar a área de atendimento.
A geração distribuída pela Serena Energia atende empresas que operam em baixa e média-baixa tensão em 11 estados brasileiros: SP, interior, GO, MG, MT, BA, PI, PA, MA, PE, CE e RJ, interior.
A Serena Energia está entre as maiores geradoras de energia renovável criadas nas Américas, com mais de 17 anos de história e clientes como Cargill e Heineken.

No modelo de créditos de geração distribuída compartilhada, a empresa não compra nenhum equipamento. A Serena Energia gera energia limpa em suas fazendas solares, injeta os créditos na rede das distribuidoras e esses créditos são abatidos na conta de luz do cliente.
O processo de contratação ocorre de forma totalmente digital. A empresa simula o desconto, envia os documentos online e formaliza o contrato pela internet.

Simule o desconto da sua empresa.
Passo 6: escolher e contratar a solução mais adequada
Objetivo: tomar a decisão com base em critérios objetivos e concluir a contratação com pouca burocracia.
Régua de decisão:
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Perfil da empresa |
Caminho recomendado |
|---|---|
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Conta de luz a partir de R$ 500 por mês, sem capital para obras, busca economia imediata |
Créditos de geração distribuída compartilhada, Serena Energia |
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Imóvel próprio, capital disponível, aceita período de retorno de anos |
Painéis solares próprios |
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Consumo alto de equipamentos específicos, margem para ajuste operacional |
Redução de consumo combinada com geração distribuída compartilhada |
Checklist de documentos para contratar créditos de geração distribuída compartilhada com a Serena Energia:
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CNPJ da empresa
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Fatura de energia recente, em foto ou PDF
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Número da unidade consumidora
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Dados do responsável legal
Atenção: o processo ocorre de forma digital, sem necessidade de visita técnica, obra ou qualquer intervenção no imóvel. Após a contratação, a distribuidora local realiza a conexão, processo que pode levar até 90 dias. A economia aparece na primeira fatura após a conexão.
Inicie a contratação em poucos minutos.
Passo 7: acompanhar resultados e revisar periodicamente
Objetivo: garantir que a economia contratada está sendo entregue e que o orçamento de energia permanece atualizado.
Ações necessárias:
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Comparar mensalmente o valor da fatura atual com a média histórica registrada no passo 1.
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Acessar o portal do cliente da Serena Energia para verificar o histórico de faturas, o consumo e a economia acumulada de todas as unidades.
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Revisar o orçamento anual de energia a cada seis meses ou sempre que houver mudança relevante no consumo, como expansão, novo equipamento ou nova unidade.
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Avaliar se novas unidades da empresa podem ser incluídas no mesmo modelo de créditos de geração distribuída compartilhada.
KPIs sugeridos para acompanhamento:
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Custo de energia por mês, em reais.
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Consumo por mês, em kWh.
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Economia acumulada no ano, em reais.
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Desvio em relação ao orçamento projetado, em porcentagem.
Atenção: a fatura única da Serena Energia consolida os custos da distribuidora e os créditos de energia em um único documento. Essa estrutura simplifica o acompanhamento mensal e elimina a necessidade de conciliar duas faturas separadas.
Conclusão
Planejar financeiramente a energia da empresa é um ciclo de 7 passos que começa com o mapeamento do consumo, passa pela classificação e projeção dos custos, identifica oportunidades de redução e termina com o acompanhamento periódico dos resultados.
A revisão desse planejamento a cada seis meses mantém o orçamento de energia preciso e ajuda a capturar novas oportunidades de redução à medida que o negócio cresce.
Entre as estratégias disponíveis para reduzir o custo da energia sem obras, sem investimento inicial próprio e sem interrupção da operação, a contratação de créditos de geração distribuída compartilhada costuma ser uma alternativa eficiente para PMEs em baixa e média-baixa tensão.
Com a Serena Energia, o processo ocorre de forma digital, a economia aparece após o período de conexão, que pode levar até 90 dias, e o acompanhamento acontece em um único portal, com fatura consolidada.
Simule o desconto da sua conta de luz.
Perguntas frequentes
Minha empresa é elegível para contratar créditos de geração distribuída compartilhada com a Serena Energia?
A Serena Energia atende pessoas jurídicas com conta de luz a partir de R$ 500 por mês, que operam em baixa ou média-baixa tensão e estão localizadas em um dos 11 estados de atuação da empresa, listados anteriormente.
Para verificar a elegibilidade da unidade consumidora, basta realizar a simulação no site da Serena Energia, que confirma a disponibilidade em menos de um minuto.
Preciso instalar alguma coisa na minha empresa para começar a economizar?
Não. O modelo de créditos de geração distribuída compartilhada não exige instalação, obra ou equipamento no imóvel da empresa. A Serena Energia gera energia limpa em suas fazendas solares e injeta os créditos na rede das distribuidoras.
A energia continua chegando pela mesma distribuidora local, com a mesma qualidade de sempre. A única diferença é o desconto na fatura.
Quanto tempo leva para começar a economizar após a contratação?
Após a contratação, a distribuidora local realiza a conexão do medidor ao sistema de créditos. Esse processo pode levar até 90 dias, conforme mencionado anteriormente. A partir da primeira fatura gerada após a conexão, o desconto já aparece no documento. A formalização da contratação ocorre em poucos minutos, de forma digital.
Como fica a minha fatura de energia depois de contratar a Serena Energia?
A empresa passa a receber uma fatura única da Serena Energia, que consolida os custos da distribuidora, como taxa de disponibilidade, iluminação pública e demais encargos, e o custo da energia com o desconto aplicado.
A Serena Energia recebe o pagamento e quita os valores devidos à distribuidora. Não é necessário gerenciar duas faturas separadas. O portal do cliente permite acompanhar o histórico completo e a economia acumulada de todas as unidades da empresa.
O que acontece com o fornecimento de energia se eu contratar a Serena Energia?
Nada muda na entrega de energia. A distribuidora local continua responsável pela infraestrutura de rede e pelo fornecimento físico de energia até o imóvel da empresa. A relação com a distribuidora é de parceria.
A Serena Energia injeta créditos de energia limpa na rede e a distribuidora entrega ao cliente final. Não existe risco de interrupção no fornecimento decorrente da contratação.