Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia | Última atualização: 25 de julho de 2026
Principais lições deste artigo
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Crises econômicas podem ser enfrentadas sem demissões em massa, desde que a empresa priorize a revisão de custos e a eficiência operacional.
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A conta de energia é uma das despesas mais relevantes e menos gerenciadas estrategicamente para empresas do Grupo A, o que cria uma oportunidade concreta de economia.
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A migração para o mercado livre de energia é uma alavanca comprovada para proteger o caixa e preservar empregos, com potencial de economia de até 20% na conta de luz.
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Um roteiro estruturado de 90 dias permite auditar custos, revisar contratos e migrar para o mercado livre de energia sem impacto na folha de pagamento.
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Empresas do Grupo A podem iniciar o processo de migração com a Serena Energia sem custo adicional e com consultoria dedicada. Acesse a Serena Energia para iniciar a análise.
Pré-requisitos e condições iniciais
Reunir documentos e envolver as áreas certas acelera o roteiro de 90 dias. A falta de informações básicas costuma ser a principal causa de atraso na migração para o mercado livre de energia.
Documentos necessários:
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Últimas 12 faturas de energia elétrica de cada unidade consumidora
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Relatório de folha de pagamento dos últimos seis meses
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Contratos ativos com a distribuidora local
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Dados de demanda contratada em comparação com a demanda medida
Áreas envolvidas:
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Financeiro e controladoria: análise de impacto no P&L e aprovação contratual
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Operações e facilities: mapeamento do perfil de consumo e adequação do sistema de medição
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Jurídico: revisão do contrato com a distribuidora e do novo contrato no mercado livre de energia
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RH: comunicação interna sobre o processo e seus impactos
O prazo médio de migração para o mercado livre de energia é de seis meses, contados a partir da notificação à distribuidora. Quanto antes a empresa iniciar, mais cedo começa a economizar.
Visão geral do processo
O roteiro de 90 dias está organizado em cinco etapas sequenciais, todas conectadas ao objetivo de preservar empregos por meio da redução de custos operacionais:
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Diagnóstico de caixa e mapeamento de custos: identificar onde estão as maiores pressões de custo e qual é o peso da energia no OPEX
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Revisão da jornada operacional e eficiência de consumo: mapear turnos, picos de consumo e oportunidades de eficiência antes da migração
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Auditoria energética: analisar faturas, demanda contratada e perfil de consumo para dimensionar o contrato ideal
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Migração para o mercado livre de energia: contratar a Serena Energia, iniciar o processo junto à distribuidora e à CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica)
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Comunicação interna e engajamento das equipes: informar equipes sobre as mudanças e os resultados esperados, reforçando o compromisso com a manutenção dos empregos
Guia passo a passo
Passo 1 — Diagnóstico de caixa e mapeamento de custos
Objetivo: entender com precisão onde o dinheiro está saindo e quais custos podem ser reduzidos sem impacto na operação.
Estudos da Grant Thornton mostram que a maioria das empresas enfrenta mais um problema de visibilidade de custos do que de custo em si, pois a ausência de dados padronizados e de governança robusta dificulta a identificação dos principais direcionadores de despesa. Construir essa visibilidade é o primeiro passo.
Ações:
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Consolidar todas as despesas operacionais por categoria, como energia, logística, insumos e pessoal, para formar uma visão completa do OPEX
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Identificar, com base nessa consolidação, quais custos são fixos, variáveis e semifixos, o que ajuda a definir quais despesas podem ser ajustadas com mais rapidez
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Separar os custos que podem ser renegociados no curto prazo daqueles que exigem mudança estrutural, priorizando ações com impacto mais rápido no caixa
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Classificar a energia como custo prioritário para auditoria, já que empresas do Grupo A têm acesso direto ao mercado livre de energia
Responsável interno: controller ou diretor financeiro.
Risco: dados incompletos ou desatualizados podem distorcer o diagnóstico. Solicite sempre dados dos últimos 12 meses.
Passo 2 — Revisão da jornada operacional e eficiência de consumo
Objetivo: identificar desperdícios operacionais e ajustar o perfil de consumo antes de fechar um contrato no mercado livre de energia.
Com o diagnóstico de caixa concluído e a energia identificada como custo prioritário, o próximo passo é entender como a empresa consome essa energia ao longo do dia e do mês. Esse mapeamento orienta o dimensionamento do contrato no mercado livre de energia.

Ações:
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Mapear turnos de produção e horários de pico de demanda elétrica para entender quando o consumo é mais intenso
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Comparar a demanda contratada com a demanda efetivamente medida nos últimos 12 meses, identificando sobras ou faltas recorrentes
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Identificar equipamentos com consumo elevado e avaliar substituição, manutenção ou ajuste de uso
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Documentar sazonalidades de consumo que precisam aparecer no contrato, como períodos de safra, alta temporada ou paradas programadas
Responsável interno: gerente de operações ou facilities.
Risco: subestimar o consumo real pode gerar exposição ao mercado de curto prazo após a migração.
Solicite uma análise gratuita do seu perfil de consumo com a Serena Energia.
Passo 3 — Auditoria energética
Objetivo: analisar as faturas de energia com profundidade para identificar cobranças incorretas, demanda mal dimensionada e oportunidades de ajuste contratual.
Ações:
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Revisar as últimas 12 faturas de cada unidade consumidora, verificando valores, encargos e medições
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Verificar se a demanda contratada está adequada ao consumo real, evitando pagamento por capacidade ociosa
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Identificar encargos que podem ser revistos antes da migração, como penalidades recorrentes ou serviços adicionais
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Solicitar à Serena Energia um estudo de viabilidade com projeção de economia no mercado livre de energia
Responsável interno: controller, com suporte técnico da Serena Energia.
Risco: ignorar inconsistências nas faturas pode resultar em contratos mal dimensionados no mercado livre de energia.
Passo 4 — Migração para o mercado livre de energia com a Serena Energia
Objetivo: formalizar o contrato com a Serena Energia e iniciar o processo de migração, com previsibilidade de custos e energia 100% renovável.
Ações:
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Firmar o contrato com a Serena Energia, tipicamente com prazo de cinco anos e preço acordado antecipadamente
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Autorizar a Serena Energia a conduzir o processo junto à distribuidora e à CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), sem custo adicional
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Acompanhar a adequação do sistema de medição, também sem custo para o cliente
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Aguardar o prazo de seis meses para início do fornecimento no mercado livre de energia
Responsável interno: diretor financeiro e jurídico.
Risco: adiar a decisão significa postergar a economia. Empresas que permanecem no mercado cativo absorvem integralmente os reajustes tarifários aprovados pela ANEEL, sem espaço para negociação.
Após a migração, a distribuidora local continua responsável pela entrega física da energia. A mudança é exclusivamente comercial, pois a empresa passa a comprar energia da Serena Energia, com preço fixo e origem renovável certificada.

Inicie o processo de migração hoje com suporte dedicado da Serena Energia.
Passo 5 — Comunicação interna e engajamento das equipes
Objetivo: informar lideranças e colaboradores sobre as mudanças em curso e reforçar que a migração energética integra uma estratégia de preservação de empregos.
Ações:
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Preparar comunicado interno explicando o que muda operacionalmente, que na prática é nada, e o que muda financeiramente, com redução de custos
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Envolver o RH na mensagem de que a economia gerada contribui para proteger a folha de pagamento
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Definir um responsável interno para acompanhar os resultados mensais no painel da Serena Energia
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Estabelecer reunião mensal de revisão de desempenho energético, com apresentação de resultados para a liderança
Responsável interno: RH e comunicação interna, com apoio do financeiro.
Risco: a falta de comunicação pode gerar dúvidas operacionais desnecessárias sobre a continuidade do fornecimento.
Erros comuns e solução de problemas
Erros frequentes:
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Contratar um volume de energia sem base no consumo histórico real, o que expõe a empresa ao mercado de curto prazo
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Escolher um fornecedor sem geração própria, o que pode representar maior risco de fornecimento em cenários adversos
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Não comunicar as equipes internas sobre o processo, o que gera resistência ou confusão operacional
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Adiar a decisão de migração por percepção de complexidade, perdendo meses de economia
Como corrigir:
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Basear o contrato nos dados dos últimos 12 meses de consumo, com margem de flexibilidade prevista em contrato
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Priorizar fornecedores com geração própria e histórico comprovado, como a Serena Energia, que está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas e possui mais de 17 anos de operação
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Designar um responsável interno pela comunicação do projeto desde o início, com cronograma e mensagens-chave
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Iniciar o processo de análise de viabilidade o quanto antes, sem compromisso de contratação
Verificação de resultados e métricas
O acompanhamento mensal dos resultados após a migração confirma se a estratégia está preservando caixa e empregos.
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Economia na fatura: comparação entre o custo no mercado livre de energia e o custo estimado no mercado cativo para o mesmo período. A Serena Energia oferece contratos com economia de até 20% em relação ao mercado regulado.
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Estabilidade do caixa: verificação se o custo de energia permanece dentro do orçamento, sem surpresas por reajustes ou bandeiras tarifárias
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Retenção de equipe: confirmação de que nenhuma demissão foi necessária em função de pressão de custos energéticos
A Serena Energia disponibiliza um painel digital com economia mensal, economia consolidada, comparativo entre mercado cativo e mercado livre de energia, previsão de consumo e consumo realizado. A revisão mensal desses dados permite ajustes rápidos e planejamento orçamentário de longo prazo.

Opções avançadas e próximos passos
Empresas com múltiplas unidades consumidoras podem consolidar a gestão energética em um único contrato com a Serena Energia. Essa consolidação simplifica a administração e amplia o poder de negociação. Cada unidade do Grupo A, com fornecimento em média ou alta tensão, é elegível para o mercado livre de energia de forma independente.
Empresas com metas de sustentabilidade podem contar com a emissão de Certificados de Energia Renovável, I-RECs, pela Serena Energia para cada MWh consumido. Esses certificados comprovam, de forma auditável e reconhecida globalmente, que o consumo de energia da empresa é 100% de origem renovável, o que é relevante para relatórios ESG e metas de redução de emissões de Escopo 2. Desde 2017, a Serena Energia evitou a emissão de mais de 2,14 milhões de toneladas de CO₂.

FAQ
Minha empresa do Grupo A pode migrar para o mercado livre de energia mesmo sem um consumo mínimo?
Sim. Não existe consumo mínimo para migrar. Qualquer empresa com fornecimento em média ou alta tensão, ou seja, pertencente ao Grupo A, é elegível para o mercado livre de energia. A Serena Energia realiza a análise de elegibilidade sem custo para o cliente.
A migração para o mercado livre de energia pode interromper o fornecimento de energia da minha empresa?
Não. A migração é um processo exclusivamente comercial e contratual. A distribuidora local continua responsável pela entrega física da energia até a empresa. O que muda é o fornecedor da energia, e não a forma como ela chega até a unidade consumidora. A operação não sofre interrupção durante o processo.
Quanto tempo leva o processo de migração e quem cuida de cada etapa?
O processo leva em média seis meses, contados a partir da notificação à distribuidora. A Serena Energia assume todas as etapas burocráticas, como registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), adequação do sistema de medição e gestão contratual, sem custo adicional para o cliente. O cliente conta com um consultor dedicado durante todo o processo.
Como o contrato no mercado livre de energia protege minha empresa de reajustes tarifários?
No mercado livre de energia, o preço da energia é acordado antecipadamente no contrato, geralmente por um período de cinco anos. Isso significa que reajustes tarifários aprovados pela ANEEL ou variações nas bandeiras tarifárias não afetam o componente de geração da fatura. A distribuidora local continua cobrando pelo uso da rede, a TUSD, mas esse componente representa uma parcela menor da conta total.
O que acontece se minha empresa consumir mais ou menos energia do que o contratado?
Os contratos no mercado livre de energia preveem uma faixa de flexibilidade para variações de consumo. Caso o consumo fique fora dessa faixa, a diferença é liquidada no mercado de curto prazo. A Serena Energia oferece gestão ativa para reduzir essa exposição, acompanhando o consumo mensalmente e orientando ajustes quando necessário.
Encerramento
Preparar uma empresa para crises sem demitir funcionários exige visibilidade de custos, decisões rápidas e parceiros confiáveis. O roteiro de 90 dias apresentado neste guia mostra que é possível reduzir despesas operacionais relevantes, com foco na auditoria energética e na migração para o mercado livre de energia, sem comprometer a equipe ou a operação.
Empresas do Grupo A, com fornecimento em média ou alta tensão, têm acesso a contratos com preço fixo, energia 100% renovável e gestão completa pela Serena Energia, que está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas. Todo o processo de migração é conduzido sem custo adicional para o cliente, com um consultor dedicado do início ao fim.
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