Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia
Principais lições deste artigo
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Empresas do Grupo A lidam com dois grandes centros de custo, logística e energia, que podem ser tratados de forma integrada para gerar economia em até 12 meses.
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A otimização logística começa com o diagnóstico detalhado de rotas e custos, seguido pela consolidação de cargas e uso de ferramentas de roteirização para reduzir quilometragem e consumo de combustível.
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A gestão de demanda e a revisão de contratos de energia reduzem despesas sem impacto na operação e preparam o terreno para a migração ao mercado livre de energia.
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A migração ao mercado livre de energia, conduzida pela Serena Energia, elimina o impacto das bandeiras tarifárias, oferece preço fixo e inclui certificação renovável (I-RECs) para atender metas de ESG.
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Para obter resultados concretos e personalizados, fale com um consultor da Serena Energia e descubra quanto sua empresa pode economizar ao combinar otimização logística com energia renovável.
Pré-requisitos e condições iniciais
O processo começa com a organização da base documental e o alinhamento das áreas envolvidas. Os documentos mínimos são: as últimas 12 faturas de energia elétrica de cada unidade consumidora, os dados de frota com tipo de veículo, consumo médio de combustível e quilometragem mensal, os registros de rotas e cargas dos últimos seis meses e o orçamento aprovado para o exercício corrente.
As áreas que precisam estar alinhadas desde o início são finanças, operações e sustentabilidade. Esse alinhamento é essencial porque decisões tomadas em silos tendem a gerar retrabalho. Uma renegociação de frete que ignora metas de emissão de CO₂, por exemplo, pode criar passivos de ESG que anulam o ganho financeiro.
As restrições operacionais a mapear incluem contratos de frete com cláusulas de exclusividade, acordos de nível de serviço com clientes que limitam janelas de entrega e o prazo contratual vigente com a distribuidora de energia, que define o calendário de migração ao mercado livre de energia.
Visão geral do processo
O processo integrado se organiza em sete etapas sequenciais que conectam a otimização logística à migração energética:
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Diagnóstico de custos logísticos e energéticos
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Otimização de rotas e consolidação de cargas
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Gestão de demanda e eficiência no consumo de energia
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Avaliação de elegibilidade e estudo de viabilidade para o mercado livre de energia
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Migração gerenciada ao mercado livre de energia com a Serena Energia
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Monitoramento integrado de resultados
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Expansão e próximos passos
As etapas 1 a 3 podem ocorrer em paralelo e costumam gerar resultados visíveis nos primeiros 90 dias. As etapas 4 e 5 seguem um calendário de seis meses. As etapas 6 e 7 são contínuas.
Guia passo a passo
Etapa 1 — Diagnóstico de custos logísticos e energéticos
Objetivo: criar uma linha de base quantificada para cada centro de custo.
Ações: consolidar as faturas de energia dos últimos 12 meses por unidade e identificar os componentes de custo, como energia ativa, demanda contratada, encargos de distribuição e bandeiras tarifárias. Em paralelo, mapear os custos logísticos por rota, modal e tipo de carga, separando custos fixos de variáveis.
Responsáveis: controller e gerente de operações.
Atenção: comparar períodos equivalentes para evitar distorções sazonais. Empresas com múltiplas unidades devem consolidar os dados em uma planilha única antes de avançar.
Etapa 2 — Otimização de rotas e consolidação de cargas
Objetivo: reduzir quilometragem improdutiva e aumentar o aproveitamento de cada viagem.
Ações: utilizar ferramentas de roteirização para identificar sobreposições de rota, consolidar entregas de baixo volume em janelas de tempo compatíveis e revisar a política de carga mínima por veículo. A consolidação de cargas, que reúne múltiplos pedidos em um único embarque, costuma gerar impacto relevante em operações com alta frequência de entregas fracionadas.
Responsáveis: gerente de operações e equipe de logística.
Riscos: janelas de entrega rígidas impostas por clientes podem limitar a consolidação. Mapear esses contratos antes de redesenhar rotas reduz o risco de penalidades.
Atenção: documentar a linha de base de consumo de combustível antes das mudanças para medir o impacto real após a implementação.
A otimização logística gera resultados mais consistentes quando se conecta à estratégia energética da empresa. Fale com nossos especialistas para estruturar essa integração.
Etapa 3 — Gestão de demanda e eficiência no consumo de energia
Objetivo: reduzir o consumo de energia nas instalações sem comprometer a produção.
Ações: revisar a demanda contratada com a distribuidora, já que demanda acima do necessário gera cobranças desnecessárias. Identificar equipamentos com alto consumo fora do horário de pico e avaliar a substituição de sistemas de iluminação e climatização por alternativas mais eficientes.
Responsáveis: gerente de facilities e gerente de operações.
Atenção: planejar qualquer ajuste na demanda contratada com antecedência, pois alterações contratuais com a distribuidora seguem prazos específicos.
Etapa 4 — Avaliação de elegibilidade e estudo de viabilidade
Objetivo: confirmar se a empresa está apta a migrar ao mercado livre de energia e projetar a economia esperada.
Ações: verificar se a empresa pertence ao Grupo A, com fornecimento em média ou alta tensão. Não existe consumo mínimo para entrar no mercado livre de energia, basta fazer parte do Grupo A. Em seguida, solicitar à Serena Energia um estudo de viabilidade gratuito com base nas faturas coletadas na Etapa 1.
Responsáveis: diretor financeiro e controller.
Atenção: empresas com múltiplas unidades devem avaliar cada CNPJ separadamente, pois a elegibilidade é verificada por ponto de conexão.
Etapa 5 — Migração gerenciada ao mercado livre de energia com a Serena Energia
Objetivo: concluir a migração sem impacto operacional e iniciar a economia na conta de energia.
Ações: fechar o contrato com a Serena Energia, tipicamente de cinco anos, com preço fixo acordado antecipadamente. Iniciar o processo de migração gerenciada, que inclui notificação à distribuidora, registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) e adequação do sistema de medição. A Serena Energia assume integralmente essas etapas, sem custo adicional para o cliente.

O prazo de seis meses para encerramento do contrato com a distribuidora é o principal fator de calendário. Quanto antes a empresa iniciar, mais cedo começa a economizar.
Após a migração, o cliente passa a receber duas faturas, uma de energia e outra de distribuição, e conta com um consultor dedicado da Serena Energia para acompanhamento contínuo. A distribuidora local continua responsável pela entrega física da eletricidade, e a empresa passa a negociar preço, prazo e volume com a Serena Energia.
Para gestores de sustentabilidade, a Serena Energia emite I-RECs (International Renewable Energy Certificates) correspondentes ao consumo. Esses certificados comprovam de forma auditável que a energia consumida é 100% renovável e apoiam relatórios de ESG e metas de redução de emissões de Escopo 2. Desde 2017, a Serena Energia evitou a emissão de mais de 2,14 milhões de toneladas de CO₂.

Clientes como Cargill e Bayer já seguiram esse caminho. Hamul Freitas, da Cargill, afirma: “O preço das fontes renováveis é muito mais competitivo em relação à fonte convencional. E essa questão da sustentabilidade também não tem como voltar atrás.” Rogério Andrade, vice-presidente de Product Supply na Bayer, complementa: “O acordo com a Serena é mais uma das importantes iniciativas que estamos implementando para atingir nossas metas de sustentabilidade, alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.”
Responsáveis: diretor financeiro para aprovação contratual, gerente de operações para adequação técnica e gerente de sustentabilidade para gestão de certificação.
Riscos: atrasos na entrega de documentação técnica podem estender o prazo de migração. A Serena Energia orienta o cliente em cada etapa para reduzir esse risco.
Etapa 6 — Monitoramento integrado de resultados
Objetivo: medir o impacto real das iniciativas logísticas e energéticas de forma consolidada.
Ações: acompanhar mensalmente os indicadores logísticos, como custo por km, taxa de ocupação de veículos e consumo de combustível por rota. Monitorar os indicadores energéticos por meio do painel da Serena Energia, que exibe economia mensal na fatura, economia consolidada total, comparação entre mercado cativo e mercado livre de energia, previsão de consumo mensal e consumo realizado até o momento.
Responsáveis: controller para consolidação financeira e gerente de operações para indicadores operacionais.
Frequência de revisão: mensal para indicadores operacionais e trimestral para revisão estratégica com todas as áreas envolvidas.
O acompanhamento estruturado desses dados fica mais simples com ferramentas digitais. Solicite uma demonstração do painel da Serena Energia para avaliar como integrar essas informações.
Etapa 7 — Expansão e próximos passos
Objetivo: replicar os ganhos em outras unidades e aprofundar a estratégia de sustentabilidade.
Ações: após validar os resultados na unidade piloto, estender a migração ao mercado livre de energia para outras unidades do Grupo A. Avaliar a aquisição de créditos de carbono para neutralizar emissões de Escopo 1 e 3, complementando a estratégia de descarbonização iniciada com os I-RECs.
Responsáveis: diretor financeiro para aprovação de expansão, gerente de sustentabilidade para definição da estratégia de créditos de carbono e controller para consolidação de resultados.
Atenção: a expansão para novas unidades deve seguir a mesma sequência de diagnóstico e viabilidade aplicada à unidade piloto. Essa repetição evita assumir que os resultados serão idênticos sem análise específica.
Erros comuns e solução de problemas
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Erro frequente |
Como corrigir |
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Iniciar a migração energética sem reunir as 12 faturas anteriores |
Solicitar o histórico diretamente à distribuidora antes da primeira reunião com a comercializadora |
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Tratar logística e energia como projetos independentes, sem alinhamento entre áreas |
Criar um comitê multidisciplinar com finanças, operações e sustentabilidade desde o diagnóstico |
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Subestimar o prazo de seis meses para encerramento do contrato com a distribuidora |
Iniciar o processo de migração assim que o estudo de viabilidade for aprovado, sem aguardar o fechamento do orçamento anual |
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Redesenhar rotas sem mapear contratos de nível de serviço com clientes |
Revisar todos os acordos comerciais antes de alterar janelas de entrega ou frequência de visitas |
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Não documentar a linha de base antes das mudanças |
Registrar os indicadores de custo e consumo no mês anterior ao início de cada iniciativa para permitir comparação objetiva |
Verificação de resultados e métricas
A comprovação de sucesso combina indicadores financeiros e operacionais revisados em ciclos regulares. No lado logístico, os indicadores centrais são custo total por km rodado, taxa de ocupação média dos veículos e consumo de combustível por tonelada transportada. No lado energético, o painel da Serena Energia apresenta em uma única interface a economia mensal na fatura, a economia consolidada desde o início do contrato, o detalhamento da fatura com comparação direta entre o custo no mercado cativo e no mercado livre de energia, a previsão de consumo para o mês corrente e o consumo realizado até a data de consulta.
A revisão mensal desses indicadores permite identificar desvios antes que se tornem problemas orçamentários. A revisão trimestral, com todas as áreas envolvidas, é o momento adequado para ajustar metas e avaliar a expansão para novas unidades.
Para gestores de sustentabilidade, os I-RECs emitidos pela Serena Energia funcionam como evidência auditável do consumo de energia renovável. Esses certificados se integram aos relatórios anuais de ESG e apoiam o cumprimento de metas de redução de emissões de Escopo 2.

Acompanhar esses dados em um único painel facilita a tomada de decisão. Conheça a ferramenta de monitoramento da Serena Energia para acompanhar sua economia mês a mês.
FAQ
Minha empresa precisa ter um consumo mínimo de energia para migrar ao mercado livre de energia?
Não. O único requisito é pertencer ao Grupo A, com fornecimento em média ou alta tensão, conforme explicado na Etapa 4. A Serena Energia realiza a análise de elegibilidade gratuitamente.
Quanto tempo leva a migração ao mercado livre de energia?
O prazo típico é de seis meses, que correspondem ao período exigido pela distribuidora para encerrar o contrato vigente, detalhado na Etapa 5. Durante esse período, a Serena Energia conduz cada etapa, como notificação à distribuidora, registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) e adequação do sistema de medição, sem custo adicional para o cliente.
A migração ao mercado livre de energia representa algum risco de interrupção no fornecimento?
Não. A migração é um processo comercial e contratual. A distribuidora local mantém a entrega física da eletricidade e a estabilidade da rede, conforme descrito na Etapa 5. A empresa apenas muda de quem compra a energia. A Serena Energia, entre as maiores geradoras de energia renovável criadas nas Américas, possui lastro robusto para atender ao consumo contratado.
O que é o I-REC e como ele se aplica às metas de sustentabilidade da minha empresa?
O I-REC (International Renewable Energy Certificate) é um certificado reconhecido globalmente que comprova, de forma auditável, que determinado volume de energia foi gerado por uma fonte renovável e injetado na rede. Para cada MWh consumido, a Serena Energia pode emitir um I-REC correspondente. Esse documento é uma das principais ferramentas para zerar as emissões de Escopo 2 nos relatórios de sustentabilidade e atender às exigências de investidores, clientes e reguladores.
Como integrar os resultados de logística e energia em um único relatório para a diretoria?
A forma mais eficiente é consolidar os indicadores logísticos, como custo por km, taxa de ocupação e consumo de combustível, com os dados do painel da Serena Energia, como economia mensal, economia consolidada e comparação entre mercado cativo e mercado livre de energia, em uma planilha de gestão revisada mensalmente. Essa visão integrada permite que o diretor financeiro e o controller apresentem o impacto total das iniciativas em uma única linha do P&L, o que facilita a tomada de decisão e a comunicação com o conselho.
Encerramento
Empresas do Grupo A que seguem este roteiro integrado obtêm dois resultados simultâneos. O primeiro é a redução de custos operacionais logísticos por meio de rotas mais eficientes e cargas mais consolidadas. O segundo é a previsibilidade de custo energético por meio de contratos de preço fixo no mercado livre de energia, sem bandeiras tarifárias e com certificação renovável incluída.
O prazo de até 12 meses se torna viável porque as iniciativas logísticas geram resultados nos primeiros 90 dias, enquanto a migração energética, que leva seis meses pelo calendário, avança em paralelo. O resultado é um orçamento mais previsível, margens mais protegidas e um portfólio de sustentabilidade auditável para stakeholders e investidores.
A Serena Energia, com mais de 17 anos de história e clientes como Cargill, Heineken e Bayer, conduz todo o processo de migração ao mercado livre de energia sem custo adicional, com um consultor dedicado e um painel digital para acompanhamento contínuo da economia.
Fale com um de nossos consultores e dê o primeiro passo para reduzir despesas de logística e energia na sua empresa em até 12 meses.