Omega Energia agora é Serena. 15 anos de história, agora em uma nova jornada. Saiba Mais

Escrito por: André Lima, Growth, Serena Energia

Principais lições deste artigo

Visão geral do processo em 5 etapas macro

Reduzir OPEX com energia no mercado livre de energia exige um processo estruturado. A migração segue cinco etapas principais: análise de viabilidade, contratação, migração, gestão contínua e monitoramento de resultados. Cada etapa tem responsáveis definidos, prazos previsíveis e riscos que podem ser controlados quando a empresa conta com um parceiro experiente.

A Serena Energia conduz esse processo para clientes sob sua gestão, desde a análise inicial até a representação perante a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) no modelo varejista.

Quem deseja avaliar o potencial de economia pode simular a migração e o desconto no modelo varejista.

Pré-requisitos para iniciar a migração

Organizar a documentação e alinhar as áreas internas acelera a migração e reduz retrabalho. A tabela abaixo resume os itens essenciais.

Item

Descrição

Área responsável

Status

Faturas recentes

Últimas 12 faturas de energia elétrica

Financeiro / Facilities

☐ Coletado

Dados de consumo (kWh/mês)

Histórico mensal com sazonalidades

Operações / Engenharia

☐ Coletado

Demanda contratada (kW)

Valor registrado no contrato com a distribuidora

Facilities / Engenharia

☐ Verificado

CNPJ e documentação jurídica

Contrato social, procurações e representantes legais

Jurídico

☐ Disponível

Nível de tensão

Confirmação de fornecimento em média ou alta tensão (Grupo A)

Engenharia / Facilities

☐ Confirmado

Alinhamento interno

Aprovação de Financeiro, Operações e ESG

Diretoria

☐ Aprovado

O medidor de energia da unidade consumidora precisa atender ao padrão do mercado livre de energia, com medição horária. Para atender a esse requisito técnico, a Serena Energia se responsabiliza pela instalação dos equipamentos de medição sem custo adicional para o cliente.

Passo a passo: como reduzir OPEX com o mercado livre de energia

Etapa 1: análise de viabilidade

Objetivo: confirmar elegibilidade, mapear o perfil de consumo e projetar a economia potencial.

A empresa compartilha as faturas dos últimos 12 meses e os dados de demanda com a comercializadora escolhida. A Serena Energia analisa sazonalidades, picos de demanda e o padrão de consumo para apresentar um estudo detalhado. Não existe consumo mínimo para entrar no mercado livre de energia, basta que a empresa faça parte do Grupo A, com fornecimento em média ou alta tensão.

Atenção: empresas com consumo irregular ou com múltiplas unidades em tensões diferentes devem mapear cada ponto de entrega separadamente antes de avançar.

Etapa 2: contratação

Objetivo: formalizar o contrato de fornecimento de energia com preço acordado antecipadamente.

No modelo varejista da Serena Energia, o cliente não compra um volume fixo de energia, mas define o preço que pagará por kWh consumido. Os contratos têm prazo típico de cinco anos, o que reduz a incerteza das bandeiras tarifárias e permite planejamento orçamentário mais preciso. A Serena Energia conduz a documentação jurídica e financeira necessária para o registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica).

Atenção: leia com cuidado as cláusulas de flexibilidade contratual, que definem a faixa de variação de consumo permitida sem exposição ao mercado de curto prazo.

Etapa 3: migração

Objetivo: executar a transição operacional e regulatória sem impacto na continuidade do fornecimento.

Esta etapa inclui a notificação formal à distribuidora local, o registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), a adequação do sistema de medição e a configuração dos fluxos de faturamento. O prazo regulamentar é de seis meses a partir da notificação à distribuidora. A Serena Energia gerencia essas etapas sem custo adicional.

Atenção: a entrega física da energia continua sendo responsabilidade da distribuidora local. A migração é um processo comercial e contratual, sem risco de interrupção no fornecimento.

Empresas que desejam detalhar esse processo podem entender como a Serena Energia conduz uma migração sem riscos para a operação.

Etapa 4: gestão contínua

Objetivo: manter a conformidade regulatória, ajustar o contrato quando necessário e simplificar o faturamento.

Após a migração, a empresa passa a receber duas faturas, uma de energia da Serena Energia e outra de distribuição da distribuidora local. A Serena Energia centraliza a complexidade regulatória, representa o cliente perante a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) no modelo varejista e cuida do pagamento à distribuidora, o que reduz o risco de corte por questões financeiras.

Essa centralização simplifica o dia a dia do time financeiro e libera tempo para análise de resultados. Um consultor dedicado acompanha o contrato, esclarece dúvidas e apoia o monitoramento de performance.

Etapa 5: monitoramento de resultados

Objetivo: verificar a economia realizada, comparar com o mercado cativo e identificar oportunidades de ajuste.

A Serena Energia disponibiliza um painel digital com informações como economia mensal na fatura, economia consolidada total, comparativo entre mercado cativo e mercado livre de energia, previsão de consumo mensal e consumo realizado até o momento. O acompanhamento periódico permite ajustes contratuais e projetos de eficiência energética baseados em dados reais.

Mercado cativo × mercado livre de energia: comparativo

Critério

Mercado cativo

Mercado livre de energia (Serena Energia)

Escolha do fornecedor

Não, distribuidora local obrigatória

Sim, empresa escolhe a comercializadora

Preço da energia

Regulado pela ANEEL, sujeito a bandeiras tarifárias

Acordado antecipadamente em contrato bilateral

Previsibilidade orçamentária

Baixa, reajustes anuais e bandeiras imprevisíveis

Alta, preço fixo pelo prazo contratado

Origem da energia

Sem indicação de fonte renovável

100% renovável, com emissão de I-RECs

Gestão regulatória

Distribuidora gerencia

Serena Energia gerencia, no modelo varejista

Economia potencial

Referência de custo

Até 20% em relação ao mercado regulado*

*Dado informado pela Serena Energia com base em seu portfólio de clientes.

Ao entender essas diferenças, a empresa consegue avaliar com mais clareza os benefícios da migração antes de avançar para o passo a passo detalhado.

Erros comuns e como evitar

Iniciar o processo sem histórico de consumo completo. Sem os dados dos últimos 12 meses, a análise de viabilidade fica incompleta e o contrato pode ser subdimensionado ou superdimensionado. Reúna as faturas antes da primeira reunião com a comercializadora.

Não envolver as áreas de Operações e Jurídico desde o início. A adequação do medidor e a formalização dos documentos de registro na CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) dependem dessas áreas. Atrasos internos podem comprometer o cumprimento do prazo regulamentar.

Ignorar a faixa de flexibilidade contratual. Consumir fora da faixa prevista em contrato expõe a empresa ao mercado de curto prazo. A gestão ativa do consumo, com monitoramento mensal, é a principal forma de reduzir essa exposição.

Escolher uma comercializadora sem geração própria. Uma empresa que não possui geração própria depende de comprar energia de terceiros, o que pode representar maior risco de fornecimento. A Serena Energia está entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, com lastro próprio para cobrir 100% do consumo contratado.

Paisagem de um parque de energia renovável ao pôr do sol, apresentando grandes turbinas eólicas e vastas fileiras de painéis solares sobre colinas.
A combinação estratégica de fontes eólicas e solares maximiza a geração de energia limpa, garantindo maior estabilidade e eficiência para o suprimento do Mercado Livre.

Não planejar com antecedência. Dado o prazo regulamentar de seis meses, quanto antes a empresa iniciar o processo, mais cedo começa a reduzir o OPEX com energia e a incorporar essa redução no planejamento financeiro.

Como verificar os resultados

A verificação dos resultados deve ocorrer mensalmente, comparando a fatura do mercado livre de energia com a projeção do que seria pago no mercado cativo no mesmo período. Os principais indicadores operacionais e financeiros incluem custo por MWh consumido, economia acumulada desde a migração, desvio entre consumo previsto e realizado e emissões de Escopo 2 abatidas por I-RECs emitidos.

O painel digital da Serena Energia centraliza esses indicadores em tempo real, o que permite que Diretores Financeiros, Controllers e Gerentes de ESG acompanhem a performance sem depender de relatórios manuais. Um estudo global conduzido pelo Morgan Stanley aponta que mais de 80% das empresas conseguem mensurar os retornos de iniciativas de sustentabilidade, associando essas iniciativas a maior previsibilidade de fluxo de caixa e menores custos de capital. Isso reforça a importância de monitorar de forma integrada os KPIs financeiros e de sustentabilidade.

Empresas que desejam estruturar esse acompanhamento podem ver na prática como monitorar a economia em tempo real com o painel da Serena Energia.

Opções avançadas para empresas com múltiplas unidades ou metas de sustentabilidade

Empresas com múltiplos pontos de entrega podem consolidar a gestão energética de todas as unidades sob um único parceiro. Essa consolidação simplifica o faturamento e permite uma visão agregada do consumo e da economia. A Serena Energia atende empresas em todo o Brasil no mercado livre de energia, independentemente da quantidade de unidades consumidoras.

Para empresas com metas públicas de descarbonização, a combinação de contratos no mercado livre de energia com a emissão de I-RECs (International Renewable Energy Certificates) é uma forma direta de reduzir as emissões de Escopo 2. Os Energy Attribute Certificates permitem que empresas documentem a origem renovável da energia consumida de forma reconhecida por padrões como RE100, CDP e CSRD. Para emissões de Escopo 1 e 3, a Serena Energia oferece acesso a créditos de carbono de projetos certificados.

Um único aerogerador branco se destaca em meio a uma densa camada de neblina ou nuvens, iluminado pela luz suave do pôr do sol.
A tecnologia eólica avançada permite que a Serena Energia capture ventos constantes em grandes altitudes, garantindo uma fonte de energia limpa, estável e eficiente para o seu negócio.

Desde 2017, a Serena Energia evitou a emissão de mais de 2,14 milhões de toneladas de CO₂, o que demonstra a escala e a rastreabilidade da sua geração renovável.

Vista aérea de uma vasta usina solar com longas fileiras de painéis fotovoltaicos captando a luz do pôr do sol.
O uso de usinas solares de grande escala permite captar energia com eficiência máxima, otimizando os créditos que reduzem drasticamente os custos fixos de empresas parceiras.

Perguntas frequentes

Minha empresa precisa ter um consumo mínimo para migrar ao mercado livre de energia?

Não existe consumo mínimo. Qualquer empresa do Grupo A, com fornecimento em média ou alta tensão, pode migrar para o mercado livre de energia. A Serena Energia realiza a análise de elegibilidade gratuitamente.

Quanto tempo leva o processo de migração?

O processo leva cerca de seis meses, conforme explicado na etapa de migração. A Serena Energia conduz as etapas do processo sem custo adicional para o cliente. Por isso, quanto antes a empresa iniciar, mais cedo começa a reduzir o OPEX com energia.

A migração pode interromper o fornecimento de energia na minha operação?

Não. A migração é um processo comercial e contratual. A distribuidora local continua responsável pela entrega física da energia e pela qualidade da rede. A única mudança é o fornecedor de energia.

O que acontece se meu consumo variar além do contratado?

Os contratos preveem uma faixa de flexibilidade. Consumo fora dessa faixa é liquidado no mercado de curto prazo. A gestão ativa da Serena Energia monitora o consumo mensalmente para reduzir essa exposição e orientar ajustes quando necessário.

Como os I-RECs ajudam nas metas de ESG da minha empresa?

O I-REC é um certificado internacional que comprova, de forma auditável, que 1 MWh foi gerado por fonte renovável e injetado na rede. Ao combinar o contrato no mercado livre de energia com a emissão de I-RECs, a empresa pode declarar que seu consumo de eletricidade é 100% renovável em relatórios de sustentabilidade, atendendo a exigências de investidores, clientes e padrões como RE100 e CDP.

Conclusão: o que você aprendeu e próximos passos

Reduzir OPEX com energia no mercado livre de energia depende de um processo estruturado, com prazo previsível de seis meses e riscos controlados quando a empresa conta com um parceiro com geração própria, expertise regulatória e plataforma digital de monitoramento. As etapas são claras: análise de viabilidade, contratação, migração, gestão contínua e monitoramento de resultados. Os erros mais comuns, como falta de dados históricos, ausência de alinhamento interno e escolha de parceiros sem geração própria, podem ser evitados com planejamento antecipado.

A Serena Energia, com mais de 17 anos de história e posição entre as maiores geradoras de energia eólica e solar criadas nas Américas, conduz o processo de migração gerenciada sem custo adicional, oferece economia de até 20% na conta de luz, previsibilidade orçamentária e certificação renovável com I-RECs para metas de ESG.

Fale com a Serena Energia, simule seu desconto e direcione sua energia para o crescimento do seu negócio.

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